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A-4M da Marinha do Brasil


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#21 transvasp

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Posted 14 de September de 2013 - 20:22

AF-1M.jpg


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#22 transvasp

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Posted 30 de September de 2013 - 10:37

VF-1-15-anos-580x435.jpg

Esta é a pintura comemorativa dos Quinze anos do Esquadrão VF-1 “Falcões do Mar”. Uma homenagem de minha criação cuja imagem foi cedida à União e ao povo brasileiro aos cuidados da Marinha do Brasil.

Agradecimentos especiais ao Comandante do Esquadrão VF-1, Fernando Vilela, que conseguiu as permissões necessárias a tal homenagem e cuidou de todos os trâmites burocráticos, também ao “Plane Captain” do VF-1 Ivo Marques, que deu início a esta grande empreitada anos atrás e à Embraer, que patrocinou e executou o serviço de pintura, além de todas as pessoas desconhecidas por trás desta homenagem!

Parabéns ao Esquadrão VF-1 por seus quinze anos de criação e toda a tradição construída até aqui graças ao esforço das pessoas que mesmo hoje em tempos de paz, enfrentam grandes desafios nesta luta diária pela segurança de nossa pátria! Que o Esquadrão Falcão seja o berço da grande aviação de caça naval que nosso enorme país precisa e merece!

Rodney Adorno 28/09/2013


Via Site Poder Aéreo: Pintura comemorativa de 15 anos do Esquadrão VF-1 | Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 


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#23 transvasp

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Posted 30 de September de 2013 - 10:43

Vejam um video

 

http://www.passeioda...hopping.com.br/



#24 transvasp

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Posted 30 de September de 2013 - 11:01

 

 

Esqueçam o link acima.

 

Foi mal.

 

Segue o link correto

 

http://www.youtube.c...BNxvVZH2j7w#t=0


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#25 jambock

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Posted 18 de October de 2013 - 17:35

Meus prezados:

Dois vídeos sobre o Skyhawk AF-1M

http://www.youtube.c...d&v=A3LiUj0tR2A

http://www.youtube.c...BNxvVZH2j7w#t=0

Não sei porque os jornalistas se referem ao Skyhawk modernizado brasileiro como “AF-1B” quando vê-se na deriva desta aeronave os dizeres “AF-1M”



#26 transvasp

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Posted 23 de December de 2013 - 09:18

Esquadrão VF-1 afia as garras em Natal

AF-1-em-Natal2-600x337.jpg

Por Emídio Neto

Desde 16 de novembro, e sob o comando do Capitão-de-Fragata Fernando Vilela, o 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), da Marinha do Brasil, está na cidade de Natal, especificamente na Base Aérea de Natal, em exercício de adestramento.

O VF-1 veio com um contingente de 40 militares, entre Oficiais e Praças, e entre estes, dez são pilotos.

O Esquadrão desdobrou três aeronaves A-4KU Skyhawk, denominadas na Marinha do Brasil como AF-1, sendo duas monoplace (AF-1), matrículas N-1004 e N-1013, e uma biplace (AF-1A), matrícula N-1021. O Falcão 04 está ostentando a pintura comemorativa dos 15 anos de criação do Esquadrão VF-1.

VF-1Natal-15-600x399.jpg

O treinamento realizado foi de bombardeio a Baixa e Média Altitude (BBA e BMA), e a área de instrução é o estande de tiro da Força Aérea Brasileira, situada no município de Maxaranguape, distante 70 Km da cidade de Natal. O VF-1 também está operando em conjunto com os Fuzileiros Navais, em missões de Apoio Aproximado, onde as tropas indicam as coordenadas e os aviões efetuam ataques simulados de apoio às mesmas, enquanto que no estande foram lançadas 55 bombas de Exercício (sem explosivos).

VF-1Natal-14-600x399.jpg

O deslocamento do Esquadrão requereu um planejamento logístico antecipado, que contou com o deslocamento de um caminhão da Marinha do Rio de Janeiro até Natal, trazendo peças e sobressalentes, além do apoio da FAB. Quatro pilotos vieram nas aeronaves AF-1 e o restante dos militares vieram distribuídos em dois aviões da FAB, um C-99 e um C-130, que também trouxeram o material bélico a ser usado.

O voo das aeronaves AF-1 foi direto de São Pedro da Aldeia até Natal, utilizando os tanques subalares repletos de combustível, para assim tornar possível o voo em uma só “perna”, tendo as equipes de apoio chegando antes para receber as aeronaves.

Uma operação desse tipo se faz necessária para manter adestrados tanto os pilotos quanto as equipes de apoio (mecânicos, pessoal de armamento e todos os outros envolvidos no suporte ao funcionamento das aeronaves).

VF-1Natal-13-600x399.jpg

Inicialmente foram feitos voos de reconhecimento e familiarização na área e, na sequência, ataques com as aeronaves “limpas” (sem bombas) ao estande de tiros em Maxaranguape, e voos mais longos, com alvos simulados próximos a cidade de Mossoró, distante 270 km de Natal.

O último estágio do treinamento foi composto de voos de ataque ao estande, agora com as aeronaves “sujas”, ou seja, armadas com as bombas. Foram utilizadas as do tipo BEX (Bomba de Exercício) de 11,25 kg, constituídas por um corpo de ferro fundido, apresentando um perfil aerodinâmico, vazado por um tubo central que possui alojamento para o cartucho sinalizador e conjunto percussor. A ele estão ligados o cone de cauda e 4 empenas cruciformes envoltas por um anel. O cartucho sinalizador caracteriza o ponto de impacto pela emissão de uma fumaça branca, com diâmetro mínimo de 1 m e altura mínima de 6 m, de forma a permitir a sua visualização a uma distância de 1.500 m. Este tipo de artefato é usado no adestramento de pilotos  da FAB nas operações táticas para bombardeio contra alvos de superfície.

Em todas as missões, as aeronaves se revezavam em decolagens, operando de forma unitária ou em par, alcançando uma excelente disponibilidade, registrando apenas pequenas panes, que foram rapidamente sanadas.

O DAN com o VF-1

Logo que chegamos à BANT fomos recepcionados pelo pessoal do VF-1 e encaminhados para o hangar onde o Esquadrão estava operando, originalmente utilizado para as aeronaves orgânicas da BANT. Fomos recebidos pelo Capitão-de-Corveta Gomes, que nos apresentou toda a estrutura e explicou todos os detalhes do exercício.

Enquanto isso, em uma sala do hangar, os pilotos realizavam o briefing da missão do dia, que consistia em decolar rumo as proximidades da cidade de Mossoró para realizar de forma simulada um ataque ar-solo.

Neste dia, a meteorologia não estava colaborando, especialmente sobre o alvo, e a missão inicialmente prevista para as 10:00hs local foi reprogramada para às 13:00hs. Aproveitando o intervalo, fomos encaminhados até os hangaretes para fotografar as aeronaves participantes. O Falcão N-1004 chamava a atenção na BANT com a sua vistosa pintura, alusiva aos 15 anos do Esquadrão.

VF-1Natal-19-600x399.jpg

Como o tempo continuava ruim, oscilando entre nublado e chuvoso, e depois de uma rápida pausa para o almoço, acompanhamos os acertos finais da missão entre os pilotos escalados,  CC Lamego, comandante da missão  no N-1004, e os CC Eduardo Luis e CC Rogerdson, no N-1021.

Nos momentos que antecedem o guarnecer das aeronaves os pilotos vestem seus trajes anti-G e os equipamentos de sobrevivência, além de pegarem seus capacetes e máscaras, isto tudo assessorados pelo 2º Sargento Daniel, responsável pelas equipagens de voo. Depois de devidamente equipados, os três se dirigiram até os hangaretes onde estavam à espera os dois Falcões, para que fosse iniciada a missão denominada “Falcão Negro”.

VF-1Natal-21-600x399.jpg

Junto às aeronaves, vários militares trabalhavam preparando as mesmas para o voo, e assim que os pilotos chegaram rapidamente iniciou-se o procedimento de checagem das aeronaves e conexão de equipamento de força auxiliar. Enquanto isso, os pilotos realizavam o “check” externo, percorrendo os caças de forma detalhada antes da missão para, em seguida, guarnecerem seus postos de voo.

Os pinos de segurança, os famosos “Remove Before Flight”, são então retirados e realizada a amarração dos cintos, com o auxílio de um militar, que em seguida desce  e desconecta a escada. Inicia-se o procedimento de “start” dos motores.

VF-1Natal-28-600x399.jpg

Prontas, as aeronaves iniciam o taxi, liderado pelo CC Lamego, que acelera o N-1004 e sai do hangarete com o tradicional acionamento dos freios, que faz o nariz do seu Falcão baixar muito, flexionando o braço da bequilha. O lindo  avião, com um belo falcão pintado na fuselagem, então curva à direita e segue na direção da cabeceira 16R. O mesmo procedimento é realizado pelo Falcão 21, que tem como 1P o CC Eduardo Luis e o CC Rogerdson como 2P, no” backseat”.

VF-1Natal-30-600x399.jpg

Mesmo com as condições do tempo degradadas, as aeronaves decolaram em um estrondoso ruído da turbina J-52, primeiro o 1004, seguido pelo 1021. As aeronaves sobem e se distanciam em linha reta até sumirem da visão.

VF-1Natal-29-600x399.jpg

Após pouco mais de uma hora de voo, as aeronaves retornaram para pouso em ala. Infelizmente o tempo não colaborou, mas mesmo assim, ainda foi possível registrar o pouso dos Falcões, que cumpriram 100% a missão prevista, retornando às suas posições nos hangaretes.

O DAN cobriu o exercício, que terminou em 12 de dezembro. Na sequência, traremos para vocês detalhes do mesmo.

 

Fonte: http://www.defesaaer...com.br/?p=34389


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#27 BlackAce

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Posted 23 de December de 2013 - 10:19

Foi legal vê-los sobrevoando a cidade. O som dos motores é indescritível.



#28 transvasp

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Posted 25 de March de 2014 - 15:21

Exclusivo – Programa de Modernização dos caças AF-1/1A da Marinha do Brasil
A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-22-600x399.jpg

AF-1B – 1011

Por Luiz Padilha e Guilherme Wiltgen

Bolacha-VF-1.jpgO Programa de Modernização dos caças AF-1/1A

Em 14 de abril de 2009, durante a LAAD – Latin America Aero & Defense, realizada no Rio de Janeiro, foi assinado o contrato para o Programa de Modernização dos caças AF-1/1A da Marinha do Brasil com a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. – EMBRAER.

Embraer-MB-A4-600x450.jpg

Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto com o então presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado

No contrato (com duração aproximada de 5 anos), a Embraer irá modernizar 12 caças da Marinha, sendo 9 AF-1 (monoplace) e 3 AF-1A (biplace). O objetivo desta modernização é a atualização destes caças devido a defasagem de aviônicos e sensores com relação aos caças modernos existentes hoje em dia e assim estender sua vida operacional até 2028, quando o NAe São Paulo tem sua baixa prevista.

Ainda no mesmo ano, a Marinha aprovou a inclusão de melhorias no programa, aumentando ainda mais as capacidades dos novos caças, doravante chamados AF-1B/C.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-18-290x193.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-8-290x193.jpg  

A Marinha enviou para a unidade da Embraer em Gavião Peixoto, São Paulo, seus dois primeiros caças AF-1 (1014 e 1023) para iniciar o programa. Porém, o caça AF-1 - 1011, enviado depois, foi o escolhido para ser o protótipo do Programa de Modernização.

É importante salientar, que no programa existem 2 linhas de atuação:

Modernização e  Manutenção

Cabe à Embraer, realizar a modernização das células, aviônicos, sensores e overhall dos 12 motores.

À Marinha, cabe efetuar a manutenção/atualização dos itens não modernizados, como por exemplo, o trem de pouso e os sistemas hidráulicos.

A Marinha do Brasil fechou um acordo com a marinha americana para a modernização das aeronaves AF-1/1A, por meio de disponibilização de publicações e assistência técnica de engenharia.

  A modernização dos caças consiste em:

*Revisão Geral das aeronaves (PMGA) *Revisão Geral dos motores (IAI em Israel) *Novo radar (Elta 2032) *Novo HUD (Head Up Display);

*Dois displays táticos 5”x7”, Color Multi-Function Display (CMFD) *HOTAS (Hand On Throttle and Stick;

*Computador principal que executará todo cálculo de navegação e balístico, para o piloto poder empregar os armamentos (bombas, metralhadora e demais mísseis de curto e médio alcance existentes nos inventários da FAB e MB) *Novo sistema de geração de energia, com a substituição dos atuais geradores e conversores;

*Sistema OBOGS (On Board Oxygen Generation System), que gerará o oxigênio proveniente da atmosfera para os tripulantes, sem a necessidade de abastecimento das atuais garrafas de oxigênio;

*Novos rádios Rohde & Schwarz M3AR, que possuem comunalidade com os das aeronaves da FAB, para realizar, automaticamente, comunicação criptografada e que permitirão no futuro a transmissão de dados via data-link *Instalação do Radar Warning Receiver (RWR);

*Instalação do 3º Rádio VHF, capaz de realizar transmissão de dados via data-link, enquanto a aeronave permanece com a escuta dos órgãos ATC (Air Traffic Controler);

*Revitalização do Piloto Automático *Integração do Radar Altímetro e do TACAN *Sistema inercial (EGI) de última geração *Integração dos instrumentos do motor e

*Instalação de Estações de briefing e debriefing, possibilitando ao piloto condições de preparar melhor a missão, garantindo assim um maior aproveitamento, economia de utilização dos aviônicos, melhor disposição das     informações geradas em vôo para treinamento das equipagens e avaliação das missões.

* Envio dos motores Pratt & Whitney J52-P-408 para a empresa IAI em Israel, onde passam por uma revisão completa (overhall), retornando como novos.

Pratt-Whitney-J52-P-408-600x399.jpg

Pratt & Whitney J52-P-408

DAN na Embraer-Gavião Peixoto

Em 2013 ocorreu o “roll out” do protótipo AF-1B – 1011. O caça voou pela primeira vez a partir da unidade da Embraer em Gavião Peixoto. Apesar do mesmo ainda não estar completo foi possível iniciar a fase de vôos de ensaios, onde os sistemas já instalados vão sendo analisados.

A-4M-DAN-FF-600x399.jpg

AF-1B – 1011

Passados 4 anos desde a assinatura do contrato, o Defesa Aérea & Naval – DAN, solicitou junto à Marinha e a Embraer, uma visita a Gavião Peixoto com a finalidade de trazer aos nossos leitores o status atual do Programa de Modernização do AF-1.

Embraer-Gavi%C3%A3o-Peixoto-1-290x193.jp Embraer-Gavi%C3%A3o-Peixoto-290x193.jpg  

Ao chegarmos na Embraer de Gavião Peixoto, um detalhe que salta aos olhos é sua gigantesca estrutura e a bela visão de um A-29 nas cores da Esquadrilha da Fumaça bem na entrada. Nesta unidade, ainda este ano, ocorrerá o primeiro vôo do protótipo do KC-390, o novo cargueiro da FAB.

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Capitão-de-Fragata Fabrício Fernando Nazareth Duarte, Nelson Jabour representante da Embraer e o Capitão-de-Mar-e-Guerra Augusto José Da Silva Fonseca Jr.

Fomos recebidos pelo Gerente do Programa de Modernização do AF-1, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Fonseca Jr, por seu sucessor, o Capitão-de-Fragata Fabrício e pelo representante da Embraer no programa, o engenheiro Nelson Jabour, que nos acompanharam até o prédio onde se desenvolve o programa.

Após uma breve apresentação, feita pelo representante da área de comunicações da Embraer Defesa e Segurança, Sr. Valtécio Alencar, nos dirigimos para o hangar onde estavam as aeronaves da Marinha do Brasil.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-15-600x399.jpg

Foi possível observar 6 caças AF-1/A (1001 – 1008 – 1011 – 1014 – 1022 – 1023), no hangar onde está sendo executada a modernização. O protótipo monoplace AF-1B – 1011 está realizando os vôos de ensaio com pilotos de testes da Embraer e com o piloto de testes da Marinha do Brasil acompanhando toda a evolução do Programa.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-7-290x193.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-10-290x193.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-9-290x193.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-13-290x193.jpg  
A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-12-600x399.jpg

Asa de um dos AF-1 sendo revisada

 

A nosso pedido, o protótipo foi energizado (não havia vôo programado naquele dia), e foi possível ver o novo painel aceso, com todas as páginas disponíveis. Infelizmente, por questões de regulamentação (International Traffic in Arms Regulations (ITAR), não foi possível fotografar alguns itens que compõem a modernização.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel-600x399.jp

Novo painel do AF-1B

Abaixo, as páginas do novo display do painel do AF-1 Modernizado A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel6-190x127.j A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel5-190x127.j A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel3-190x127.j A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel2-190x127.j A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel7-190x127.j A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-painel4-190x127.j  

Painel-Modernizacao_AF-1.jpg

Mas foi possível ver os novos equipamentos de refrigeração para os sistemas eletrônicos sendo instalados, observar o esmero na recuperação das células que lá se encontram, descobrir onde serão instalados os RWR no nariz do caça, o local onde serão instalados os dispensers de Chaff-Flare, enfim, ter a certeza que a modernização caminha a passos largos, com a previsão de entrega da primeira aeronave ao esquadrão VF-1 (AF-1B – 1001) já em 2014.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-27-600x399.jpg

Apesar de ainda não estar instalado, os sensores de RWR foram colocados no protótipo para a seção de fotos.

Os caças quando chegam a Embraer, são desmontados e submetidos a rigorosa inspeção, com um trabalho minucioso e profundo de revitalização das células. Para a instalação de alguns equipamentos foram necessárias algumas mudanças estruturais, para melhor adequação dos mesmos, mas sempre mantendo o CG da aeronave, não alterando as características de vôo do caça.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-600x399.jpg

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A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-4-190x127.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-3-190x127.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-2-190x127.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-14-190x127.jpg A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-16-190x127.jpg  

O primeiro protótipo da versão bi-place, AF-1C, será o 1022, que já está sendo preparado para receber os novos aviônicos e os novos sensores. Por possuir 2 cockpits, verificamos algumas diferenças no sistema de refrigeração dos sensores no nariz do caça.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-6-600x900.jpg

Nariz do AF-1B 1022

O  protótipo do AF-1C-1022 realizará os mesmos ensaios feitos pelo AF-1B – 1011, e uma vez aprovado, o AF-1C – 1023 será montado e entregue ao esquadrão VF-1.

RADAR

O radar escolhido pela Marinha para equipar os caças AF-1B/C é o IAI ELTA ELM-2032. Por ser um radar multifunção, com alcance estimado de 120 km no modo ar-ar, ele permite a realização de variados tipos de missões, como intercepção com mísseis ar-ar de curto alcance ou BVR (Beyond Visual Range ou além do alcance visual).

ELM_2032.jpg

Radar IAI Elta ELM-2032

No modo marítimo, em missões de ataque naval, o alcance estimado de 250 milhas confere ao piloto a capacidade de identificar alvos, determinar distâncias e lançar mísseis anti-navio com segurança.

O radar IAI Elta- 2032, também pode ser usado em missões de ataque ao solo, utilizando armas inteligentes.

ARMAMENTO

Atualmente a Marinha possui apenas os mísseis Sidewinder AIM-9H recebidos quando da aquisição dos 23 caças junto ao Kuwait. A Marinha está estudando qual será o novo míssil a ser utilizado nos caças AF-1B/C.

Sidewinder-9H-600x399.jpg

Sidewinder-9H

O escolhido poderá ser o Sidewinder AIM-9X Block I, o MAA-1B Piranha ou o A-Darter, que a FAB está desenvolvendo com a DENEL da África do Sul.

sidewinder-AIM-9X_l-190x127.jpg MAA-1B-Piranha-190x127.jpg A-Darter-190x127.jpg  

Já a versão BVR ainda é uma incógnita, mas o radar permite a integração do míssil Derby, já utilizado pela FAB.

Derby-600x399.jpg

Para a guerra ASuW (Anti-surface warfare), a opção natural seria pelo míssil anti-navio americano AGM-84 Harpoon, pois o mesmo já foi testado no modelo pela US Navy. Outra possibilidade seria o AM 39, míssil de origem francesa no qual a MB possui larga experiência, tendo sido utilizado pelo esquadrão HS-1 nos antigos helicópteros SH-3 Sea King.

A-4-Skyhawk-Harpoon-no-Test-Center-Pacif

A-4-Skyhawk-Harpoon-no-Test-Center-Pacific-Missile

Com o desenvolvimento do míssil anti-navio nacional MAN-1 (superfície-superfície) pela Marinha, em parceria com a Mectron, Avibrás e a MBDA, evoluindo rapidamente, a variante ar-superfície em breve deverá ser uma realidade. O que pesa, neste caso, é o prazo para a entrada em serviço da versão nacional.

MAN-1-600x399.jpg

Míssil Anti-Navio MAN-1

Para a utilização de bombas inteligentes, será necessário que a Marinha adquira sistemas de guiagem modernos como o Lizard ou Spice.

Spice-600x550.jpg

Manutenção

À Marinha do Brasil cabe a manutenção-atualização das partes em que não existe a opção de modernizar.

Como por exemplo, temos o trem de pouso principal que é fundamental para suportar o pouso embarcado, e está sendo remanufaturado pela empresa norte americana UAC, que fica em Los Angeles-CA.

A empresa possui expertise na manutenção-remanufatura de vários equipamentos do A-4 e está pronta para trabalhar em conjunto com a MB para o sucesso deste Programa.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-17-600x399.jpg

Trem de pouso principal revisado pela UAC

A Marinha ainda não definiu se irá trocar a turbina de partida (JSF) por outra pneumática. Para os demais sistemas, a Marinha está,  junto com a Embraer, capacitando empresas nacionais para dar suporte logístico e manter os caças em operação.

Quando todos os caças AF-1B/C estiverem prontos, a Marinha do Brasil terá um caça no estado da arte em aviônica e sistemas embarcados, aumentando sobremaneira a operacionalidade da Aviação Naval da Marinha, sem dúvida um salto gigantesco de qualidade no emprego em operações aeronavais e aéreas e, no futuro, em operações internacionais. 

Com o Programa caminhando a passos largos, resta torcer pelo retorno ao setor operativo do NAe São Paulo (A 12), para que os objetivos traçados, possam ser colocados em prática.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-30-600x399.jpg

Relação dos caças AF-1, seus respectivos Construction Number e status (1):

CN 160180 – Falcão 1001 – Em modernização na Embraer

CN 160181 – Falcão 1002 – *

CN 160183 – Falcão 1003 – Monumento na Base Aeronaval de São Pedro D’Aldeia

CN 160186 – Falcão 1004 – Ativo no Esquadrão VF-1

CN 160188 – Falcão 1005 – Aguardando envio para a Embraer

CN 160189 – Falcão 1006 – *

CN 160190 – Falcão 1007 – *

CN 160192 – Falcão 1008 – Em modernização na Embraer

CN 160193 – Falcão 1009 - Aguardando envio para a Embraer

CN 160195 – Falcão 1010 – Embarcado no NAe SãoPaulo como mock-up

CN 160196 – Falcão 1011 – Em modernização na Embraer

CN 160197 – Falcão 1012 – Aguardando envio para a Embraer

CN 160198 – Falcão 1013 – Ativo no Esquadrão VF-1

CN 160199 – Falcão 1014 – Em modernização na Embraer

CN 160201 – Falcão 1015 – *

CN 160202 – Falcão 1016 – *

CN 160203 – Falcão 1017 – *

CN 160204 – Falcão 1018 – Aguardando envio para a Embraer

CN 160205 – Falcão 1019 – *

CN 160206 – Falcão 1020 – *

CN 160212 – Falcão 1021 – Ativo no Esquadrão VF-1

CN 160213 – Falcão 1022 – Em modernização na Embraer

CN 160215 – Falcão 1023 – Em modernização na Embraer

* Células aguardando definição

(1) – Fonte: http://a4skyhawk.org/2e/brazil/brazil-vf1.htm

* Nossos agradecimentos à Embraer Defesa e Segurança, pela acolhida na unidade Gavião Peixoto e a equipe da Embraer no Programa que atendeu a todos os nossos pedidos.

engenheiro-e-mecanico-600x399.jpg

Engenheiro Juliano Sansão e o Mecânico chefe do Programa

 

 

 

Fonte: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=38770

 

 


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#29 transvasp

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Posted 25 de March de 2014 - 15:26

Entrevista com o Gerente do Programa de Modernização do caça AF-1 da MB

CMG-Fonseca-Jr1.jpg

Capitão-de-Mar-e-Guerra, Augusto José Da Silva Fonseca Jr.

Na sequência do nosso artigo sobre a modernização do caça AF-1 da Marinha do Brasil, trazemos abaixo uma entrevista com o gerente do Programa, Capitão-de-Mar-e-Guerra, Augusto José Da Silva Fonseca Jr.

A-4-Skyhawk-AF-1C-VF-1-21-600x399.jpg

AF-1C – 1011 na porta do hangar da Embraer – Gavião Peixoto

DAN – Qual será o novo peso básico da aeronave após a modernização? Com o aumento, haverá alguma redução em termos de capacidade de decolagem/autonomia de voo e quando embarcado no NAe São Paulo?

CMG Fonseca Jr: O contrato de modernização prevê que a incorporação dos equipamentos modernizados não acarrete aumento significativo de peso nas aeronaves, de forma a não comprometer a operação embarcada das aeronaves AF-1/1A.

DAN – A modernização inclui a aviônica, o sistema de geração de energia, sistema de geração de oxigênio, de auto defesa entre outros. Porém, alguns sistemas vitais continuam os mesmos, tais como sistemas hidráulicos, motores, assentos ejetáveis e a própria célula, que sofre com a ação da corrosão. O que a MB, junto com a Embraer, está fazendo para que esses sistemas antigos não atrapalhem o desempenho esperado da aeronave modernizada?

CMG Fonseca Jr: Durante a realização do SDLM os sistemas não modernizados estão sendo revisados e em alguns casos overhaullizados para que possam operar em sua plena capacidade. Além disso, a manutenção dos sistemas que permanecerão nas aeronaves poderá ser feita por empresas nacionais e estrangeiras, que ao longo do processo de modernização, vêm se capacitando com o apoio da Embraer para suportar logisticamente a operação das aeronaves nos próximos 10 anos.

DAN – A turbina de partida (JFS), será substituída por outra? Se sim, por qual modelo?

CMG Fonseca Jr: Atualmente existe um estudo da Embraer para substituição do atual sistema de partida (JFS) por um sistema de partida pneumático. Tão logo o novo sistema esteja maduro para a operação nas aeronaves, a MB iniciará os estudos para verificar a viabilidade de substituição e seus consequentes impactos operacionais.

DAN – Um armamento tipo BVR no AF-1 reduziria sua limitação em prover defesa aérea da frota, uma vez que não foi concebido para ser um interceptador, adquirindo assim capacidade a maior distância. Com o radar multimodo Elta 2032, os armamentos a serem integrados pela MB permitirão a integração de armas BVR?

CMG Fonseca Jr: Inicialmente não está prevista a integração de armas BVR nas aeronaves modernizadas. Entretanto, o novo radar multi-modo ELTA 2032 permitirá que a MB opte pela integração de armas BVR futuramente.

DAN – A MB pretende equipar o AF-1 com AAM de curto alcance e guiagem IR, do tipo MAA-1B Piranha? Nesse programa os caças também terão a integração de bombas inteligentes, guiadas a laser ou GPS?

CMG Fonseca Jr: Atualmente a MB estuda a melhor opção de míssil ar-ar de curto alcance para equipar as aeronaves modernizadas. No caso das bombas, as aeronaves poderão ter a capacidade de lançamento de bombas inteligentes, caso a MB adquira sistemas de guiagem de bombas existentes no mercado, como os sistemas LIZARD e SPICE.

DAN – A MB utiliza como seu míssil anti-navio o Exocet B2. Há alguns anos, a Marinha americana realizou alguns testes bem sucedidos utilizando o míssil AGM-84 Harpoon, instalado no cabide ventral de um A-4 Skyhawk. Para a guerra ASuW, existe algum estudo para a integração de um míssil anti-navio no AF-1 modernizado? Em caso positivo, qual seria o modelo que a MB considera como o mais apropriado para esta utilização?

CMG Fonseca Jr: O aumento da capacidade operacional das aeronaves AF-1/1A com a utilização de mísseis anti-navio é inquestionável. O poder combatente da força teria um incremento significativo com a sua aquisição. Dentre as possibilidades existentes no mercado, encontra-se o míssil HARPOON, que já teve seu teste de instalação realizado e aprovado pela Marinha Norte-Americana. Caso esta linha de ação seja adotada, há a necessidade de que o míssil escolhido seja certificado e integrado ao novo sistema de missão das aeronaves modernizadas.

DAN – Foi necessária alguma modificação do cone do nariz da aeronave, devido a instalação do radar Elta 2032 e das as antenas de RWR? Esta modificação gerou alguma mudança no CG da aeronave ou na sua operação embarcada?

CMG Fonseca Jr: Não houve modoficação no cone do nariz da aeronave. As alterações estruturais foram apenas internas para a correta fixação do radar, de forma a não comprometer o CG da aeronave.

DAN – Com os novos aviônicos e radar, quais foram as modificações necessárias para auxiliar a refrigeração destes sistemas?

CMG Fonseca Jr: Foram instalados novas unidades de refrigeração com capacidade para sustentar a futura demanda dos novos aviônicos e radar.

DAN – O novo gerador de energia da aeronave possui capacidade extra para a adição de outros equipamentos eletrônicos no futuro?

 

301 Moved Permanently nginx/1.4.4 style="text-align: justify;">CMG Fonseca Jr: Atualmente não há previsão de adição de novos equipamentos aviônicos nas aeronaves, além dos já previstos. O novo sistema atende perfeitamente às demandas do avião modernizado, cujas necessidades foram estabelecidas em requisitos de alto nível de sistemas pela MB.

 

DAN – Há previsão para se instalar nos consoles laterais o módulo de controle do buddy-store?

CMG Fonseca Jr: A capacidade de operação do budy store pelas aeronaves modernizadas será mantida com a modernização.

DAN – Existe algum planejamento da MB para aquisição de algum pod de designação/reconhecimento do tipo LANTIRN, LITENING III ou similares?

CMG Fonseca Jr: Até a presente data não está estabelecida pela MB a aquisição de tais sistemas para as aeronaves AF-1/1A modernizadas.

DAN –  A MB, junto com a Embraer, já programaram equipar o esquadrão com um simulador de voo e de sistemas para treinar os pilotos? Em caso afirmativo, ele será Full Motion? Qual será o fabricante e quando ele seria adquirido?

CMG Fonseca Jr: Encontra-se em fase de prontificação a determinação final dos requisitos técnicos que embasarão o processo licitatório para a aquisição do novo treinador de voo para as aeronaves modernizadas.

DAN – Após a entrega da última aeronave, por quantos anos a Embraer Defesa e Segurança irá prover manutenção e apoio logístico ao esquadrão? Se sim, esta manutenção seria realizada na BAeNSPA ou seria necessário deslocar a aeronave para Gavião Peixoto?

CMG Fonseca Jr: O contrato prevê uma garantia da Prime Contractor de 12 meses para os novos equipamentos. Este suporte logístico poderá ser conduzido tanto na Embraer como na BAeNSPA, dependendo do tipo de pane apresentado. Para a manutenção futura das aeronaves existem várias possibilidades, dentre as quais eu destaco a possibilidade de manutenção pela própria MB ou a assinatura de um contrato de suporte logístico.

DAN – A manutenção dos itens não modernizados ficará a cargo da MB?

CMG Fonseca Jr: A manutenção dos itens não modernizados dependerá da linha de ação adotada para o suporte logístico das aeronaves.

DAN – Será necessária alguma modificação física na estrutura do VF-1 para operar com a aeronave modernizada?

CMG Fonseca Jr: Sim. A estrutura deverá ser modificada para atender às exigências de alguns equipamentos modernizados que serão instalados.

DAN – Quais foram os testes feitos para saber se o glass cockpit, instalado na aeronave, irá suportar os esforços produzidos durante os pousos enganchados e catapultagens no navio-aeródromo? Bem como se estes equipamentos são “marinizados” e se vão suportar as condições em operação no mar?

CMG Fonseca Jr: Todos os equipamentos escolhidos para dotar as aeronaves atendem às especificações de vibração e choque estabelecidas em manual técnico. Entretanto, para a aceitação das aeronaves, estão previstos testes embarcados, que serão conduzidos durante a fase do Programa de Modernização conhecido como Plano de Verificação e Aceitação das aeronaves.

DAN – Qual valor terá essa modernização na ampliação real da capacidade da aeronave e do Esquadrão, em cumprir sua missão principal, e quanto tempo as aeronaves ainda conseguirão voar?

CMG Fonseca Jr: O planejamento é de que as aeronaves sigam voando até 2025. Com a incorporação do radar ELTA 2032 e dos novos sistemas de aviônica, o esquadrão VF-1 poderá incrementar novos procedimentos a sua atual doutrina de interceptação, além de permitir que a precisão de seus ataques passe a ter valor inquestionável frente a qualquer força oponente.

DAN – O que quer a MB com esse programa? Um salto real de capacidade ou manter doutrina?

CMG Fonseca Jr: Com a modernização dos meios, a MB poderá ter um aumento significativo em sua capacidade real de combate e incrementar sua doutrina de emprego operacional, concomitantemente.

 

 

Fonte: http://www.defesaaer...com.br/?p=38457


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#30 jambock

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Posted 20 de August de 2014 - 17:45

Meus prezados:
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Esquadrão VF-1 realiza voo com primeiro protótipo de A-4 Skyhawk modernizado

No período de 31 de março a 2 de abril, a aeronave N-1011 – primeiro protótipo do programa de modernização das aeronaves AF-1/A – realizou pela primeira vez o deslocamento até a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, em cumprimento ao cronograma de testes e certificações da aeronave modernizada. Foram realizados testes com o perfil de pouso à bordo utilizando o sistema ótico de pouso da BAeNSPA, com a finalidade de se verificar a compatibilidade no novo layout da cabine com as operações embarcadas.
A proximidade com a aeronave modernizada e o contato próximo com o piloto de teste foram de grande valia para o esquadrão. Pilotos e mecânicos puderam observar os novos equipamentos embarcados, além de atentarem para as futuras demandas de manutenção. Em breve, os novos equipamentos aviônicos incorporados, além de incrementar significativamente o nível de segurança operacional dessas aeronaves, elevarão a sua capacidade de detecção e interceptação, bem como a precisão em seus ataques.

Fonte: Comando da Força Aeronaval



#31 jambock

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Posted 10 de November de 2014 - 12:59

Meus prezados:

Segundo a matéria postada no tópico http://forum.contato...?hl=+gripen +ng
“Também de acordo com o PAEMB, a MB irá adquirir um lote inicial de 24 unidades de uma aeronave embarcada de caça e ataque, em substituição ao A-4 Skyhawk. Seguindo a política de padronização de meios implementada pelo Ministério da Defesa para aquisição de material militar, a MB acompanha de perto o desfecho do Programa FX-2 da Força Aérea Brasileira, já que a versão embarcada da aeronave vencedora do FX-2 seria encomendada pela MB para compor a ala aérea embarcada de seu novo navio-aeródromo.”
Para que, então, o upgrade nos A-4 Skyhawks?



#32 Luzspit

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Posted 10 de November de 2014 - 15:01

Caro Jambock,

A Marinha ainda estuda a possibilidade de adquirir o Gripen. Não há nada certo como algumas matérias vem dizendo. Esse pessoal tenta acelerar as coisas mas a escolha de um novo equipamento não é tão simples assim.

E mesmo que o Gripen seja o futuro caça da Marinha, iria demorar no minimo uns 10 anos até eles entrarem em operação. Como nós sabemos ainda não existe um Gripen Naval e ele seria feito como uma versão do Gripen NG (que também ainda não existe).

A opção da MB no momento é a modernização dos A-4 mesmo e usar eles até que um novo caça seja comprado.


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#33 sergiotucano

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Posted 10 de November de 2014 - 15:10

Caro Jambock,

A Marinha ainda estuda a possibilidade de adquirir o Gripen. Não há nada certo como algumas matérias vem dizendo. Esse pessoal tenta acelerar as coisas mas a escolha de um novo equipamento não é tão simples assim.

E mesmo que o Gripen seja o futuro caça da Marinha, iria demorar no minimo uns 10 anos até eles entrarem em operação. Como nós sabemos ainda não existe um Gripen Naval e ele seria feito como uma versão do Gripen NG (que também ainda não existe).

A opção da MB no momento é a modernização dos A-4 mesmo e usar eles até que um novo caça seja comprado.

 

 

Sei que é difícil, mas dependendo da vontade ambos, NG e Naval, poderiam ser desenvolvidos em conjunto.

Seria muito bom ver o Gripen voando pela FAB e MB ! :D



#34 transvasp

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Posted 10 de November de 2014 - 15:32

 

 

Sei que é difícil, mas dependendo da vontade ambos, NG e Naval, poderiam ser desenvolvidos em conjunto.

Seria muito bom ver o Gripen voando pela FAB e MB ! :D

 

 

Tá longe, muito longe !!



#35 F-BHSP

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Posted 10 de November de 2014 - 15:57

Essa modernização não prevê uma vida útil muito além de 2025 se não me engano (o que, para um projeto de 1950 e bolinhas, já é até demais!). 



#36 J.Leo

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Posted 04 de December de 2014 - 15:56

Dúvidas de um leigo:

 

A previsão de volta do NAe São Paulo, após modernização, é para 2020, o AF-1M terá, segundo os vídeos acima, vida útil até 2025, não seria demasiadamente pouco tempo, para uma aeronave embarcada? 

Vale o investimento feito?

Nesse espaço de tempo, de 2015 até 2020, esses AF-1M fazem rotineiramente o que, para se manterem operacionais?

 

Grato.



#37 transvasp

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Posted 08 de December de 2014 - 08:48

Dúvidas de um leigo:

 

A previsão de volta do NAe São Paulo, após modernização, é para 2020, o AF-1M terá, segundo os vídeos acima, vida útil até 2025, não seria demasiadamente pouco tempo, para uma aeronave embarcada? 

Vale o investimento feito?

Nesse espaço de tempo, de 2015 até 2020, esses AF-1M fazem rotineiramente o que, para se manterem operacionais?

 

Grato.

 

 

Um voozinho aqui outro ali ...

 

... É mais ou menos isso. :cool:



#38 transvasp

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Posted 05 de January de 2015 - 11:17

Marinha do Brasil estaria boicotando propositalmente o programa de modernização dos A-4?
 

AF-1-Skyhawk-Marinha-do-Brasil-600x393.j

Sim, pelo menos é o afirma o site holandês AIRheads?FLY, num artigo publicado hoje.

De acordo com o artigo, a Aviação Naval Brasileira (AvN) estará recebendo ainda no mês de janeiro o primeiro A-4 modernizado, denominado localmente de AF-1M, entretanto o programa foi propositalmente colocado num ritmo de execução bastante lento, com uma redução nos investimentos da ordem de 50%, deixando apenas US$ 50 milhões para a modernização das outras 11 aeronaves. Os trabalhos deverão estar concluídos até 2017, em vez desse ano, conforme originalmente planejado.

Ainda de acordo com o AIRheads?FLY, essa mudança no planejamento pode significar que a Marinha do Brasil já se decidiu à favor do Sea Gripen.

Gripen-Naval-600x417.jpg

O artigo também cita a Saab, que teria afirmando que desenvolver a versão naval do Gripen E/F seria uma tarefa relativamente fácil e rápida de ser executada.

FONTE: AIRheads?FLY – EDIÇÃO: Cavok

http://www.cavok.com.br/blog/?p=82660



#39 transvasp

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Posted 12 de February de 2015 - 09:55

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Entre os dias 20 e 30 de janeiro, 17 militares do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), do Grupo de Fiscalização e Recebimento de Aeronaves (GFRAerAF-1) e um engenheiro do Centro de Análise de Sistemas Navais (CASNAV), participaram do Ground School das aeronaves AF-1B/1C, ministrado pela empresa EMBRAER nas dependências do Esquadrão VF-1 em São Pedro da Aldeia.

vfground02-580x302.jpg

O Ground School é o adestramento que ocorre em sala de aula, com a finalidade de apresentar teoricamente a aeronave, com descrição dos novos sistemas e outros conhecimentos necessários para a familiarização dos pilotos antes do início dos voos de qualificação.
O curso faz parte dos preparativos do Esquadrão VF-1 para o recebimento das aeronaves que estão em processo de modernização na EMBRAER, com previsão de entrega no primeiro trimestre de 2015.

AF-1M-580x384.jpg

FONTE: Comando da Força Aeronaval



#40 jambock

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Posted 26 de May de 2015 - 23:23

Meus prezados
MB Recebe o primeiro AF-1B
Embraer Defesa & Segurança entrega primeiro caça AF-1B modernizado para a Marinha do Brasil.
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O Presidente da Embraer Defesa & Segurança, JacksonSchneider, entrega maquete do primeiro AF-1B modernizado ao Comandante da Marinha

Gavião Peixoto, 26 de maio de 2015– A EMBRAER Defesa & Segurança realizou hoje a cerimônia de entrega do primeiro caça AF-1 modernizado (AF-1B) para a Marinha do Brasil na sua planta industrial em Gavião Peixoto, no interior paulista.

A cerimônia contou com a participação do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e oficiais do Alto Comando da Marinha do Brasil.

O programa AF-1 (designação da Marinha para o McDonnell Douglas A-4 Skyhawk) prevê a revitalização e a modernização de 12 caças subsônicos – nove AF-1 monopostos e três AF-1A bipostos.

O AF-1 é um avião de interceptação e ataque operado a partir de um porta-aviões como vetor para a defesa aérea da esquadra. As aeronaves modernizadas da Marinha receberam novos sistemas de navegação, armamentos, geração de energia, computadores, comunicação tática e sensores, incluindo um radar multímodo de última geração.

Esses equipamentos, aliados ao trabalho estrutural realizado, permitirão a estes caças operar até o ano de 2025. O programa de modernização da Embraer prevê ainda o fornecimento de estações de briefing e debriefing que já estão sendo empregadas no treinamento e na proficiência dos pilotos do Esquadrão VF-1 Falcão, possibilitando um melhor aproveitamento, redução de custos e maior eficácia no planejamento e execução das missões.

“Para a Marinha do Brasil, a modernização das aeronaves AF-1 na Embraer é mais um importante passo na capacitação da Base Industrial de Defesa brasileira e os resultados alcançados permitirão que a Aviação Naval opere uma aeronave com sensores e equipamentos no estado da arte, representando um grande salto de qualidade na capacidade da Força”, disse o Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, Comandante da Marinha.

“Este é o primeiro contrato de integração de sistemas que firmamos com a Marinha do Brasil e, portanto, um marco na nossa relação”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da EMBRAER Defesa & Segurança. “A modernização do AF-1 representou um desafio tecnológico significativo por ser uma plataforma não desenvolvida por nós.

Mesmo assim, com o apoio e competência da equipe da Marinha do Brasil, conseguimos entregar uma solução que atende plenamente às necessidades operacionais do nosso cliente demonstrando o nosso compromisso com os projetos da Marinha”.
Fonte: Defesanet 26 de Maio, 2015 - 20:00 ( Brasília )