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Governo indica que pode dar ajuda a Gol, TAM, Azul e Avianca


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44 replies to this topic

#1 Mistura Rica

Mistura Rica
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Posted 13 de August de 2013 - 15:41

Governo indica que pode dar ajuda a Gol, TAM, Azul e Avianca

Reinaldo D´Ercole, O Globo

O ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Wellington Moreira Franco (foto abaixo), sinalizou nesta segunda-feira que o governo poderá sair em socorro das grandes companhias aéreas do país — Gol, TAM, Azul e Avianca — que, em razão de seguidos prejuízos, vêm reduzindo a oferta de voos e cortando pessoal. Moreira Franco informou que vai se reunir com os dirigentes dessas companhias na próxima semana para discutir a situação do setor.
Moreira Franco ressaltou a “grande vulnerabilidade” dessas empresas ao câmbio, que afeta diretamente os custos via combustíveis e despesas com leasing (aluguéis) das aeronaves. Um problema que, ressaltou ele, “não é do Brasil, mas do mundo”.

#2 Mastercaptain

Mastercaptain
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Posted 13 de August de 2013 - 16:01

Este governo em um passado recente afirmou que as empresas deveriam seguir somente as soluções de mercado. Oxalá tenha mudado de ideia e percebido da importância econômica e estratégica de empresas fortes.

#3 Stelios4K

Stelios4K
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Posted 13 de August de 2013 - 16:15

se o governo quer ajudar, então que ajude no câmbio mais baixo, o icms baixo e padrão para combustivel em todos os estados.

#4 Mastercaptain

Mastercaptain
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Posted 13 de August de 2013 - 16:39

se o governo quer ajudar, então que ajude no câmbio mais baixo, o icms baixo e padrão para combustivel em todos os estados.


Stelios, o cambio é flutuante e o governo já afirmou que não vai alterar.O ICMS sobre o combustível é estadual, e uma pressão em cima de São Paulo com sua horrorosa alíquota de 25% ajudaria e muito,e a diferença entre estados alem do ICMS, é o custo de logística para transporta-lo.O governo federal pode ajudar com redução de encargos da folha de pagamento e linhas de credito via BNDES em condições excepcionais.

#5 E175

E175
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Posted 13 de August de 2013 - 16:40

Tem que ajudar com mudanças definitivas. Soluções pontuais e com prazo para terminar não vão resolver nada. Se o ministro diz que os principais problemas "são do mundo" é sinal que a negociação já começou mal.

#6 Murundum

Murundum
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Posted 13 de August de 2013 - 17:30

Avisem a GOL para repintar de GOL os aviões que ainda vestem a pintura da VARIG pois se alguém no governo souber ou desconfiar que a VARIG Índia existe a ajuda será cortada imediatamente. Nao preciso dizer mais nada....

#7 Stelios4K

Stelios4K
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Posted 13 de August de 2013 - 18:00


Stelios, o cambio é flutuante e o governo já afirmou que não vai alterar.O ICMS sobre o combustível é estadual, e uma pressão em cima de São Paulo com sua horrorosa alíquota de 25% ajudaria e muito,e a diferença entre estados alem do ICMS, é o custo de logística para transporta-lo.O governo federal pode ajudar com redução de encargos da folha de pagamento e linhas de credito via BNDES em condições excepcionais.

Sim, claro! isso eu já sei, quis dizer que uma forma para "ajudar" seria essa porem temos p ICMS q é estadual e cada um tem sua propria aliquota, nesse ponto poderia sair alguma coisa q o governo ajudasse a reduzir de alguma maneira mais sensata, porem todos tem que cooperar. O câmbio obvio q flutuante e certamente vejo um "ciclo" de cambio favorecendo alguns por um periodo e outros em outro ciclo.....maaaassssss

#8 Rafa Engenheiro

Rafa Engenheiro
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Posted 13 de August de 2013 - 18:23

Ajudar empresa aérea, com nosso dinheiro. Ai sim, tá certinho.
Deixa fechar, não sabe administrar, fecha.

#9 Mistura Rica

Mistura Rica
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Posted 13 de August de 2013 - 18:57


Por emprego, governo socorre empresa aérea



[email=""]Correio Braziliense[/email]


Publicação: 13/08/2013 08:37 Atualização:




O governo vai socorrer as maiores companhias aéreas do país — Gol, TAM, Azul e Avianca —, que enfrentam graves turbulências financeiras em razão da disparada dos custos, sobretudo do querosene de aviação, na esteira do dólar mais caro. Entre as medidas sob avaliação da Secretaria de Aviação Civil (SAC) está o repasse de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A ajuda tem como principal objetivo evitar uma onda de demissões no setor. Só a TAM já anunciou a dispensa de até 1 mil profissionais nos próximos meses.

O ministro da SAC, Wellington Moreira Franco, informou ontem que se reunirá na próxima terça-feira (20), em Brasília, com os representantes das empresas para discutir a situação de caixa delas. “Não adianta ter infraestrutura de alta qualidade se não tivermos companhias aéreas saudáveis”, ponderou ele, durante palestra na capital paulista. No evento, ele ressaltou que os aeroportos do país estão aptos a atender a demanda durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

As líderes do setor, Gol e TAM, intensificaram nas últimas semanas a redução da oferta de voos e anunciaram demissões para conter os sucessivos prejuízos trimestrais. A expectativa do mercado é de que ambas voltem a apresentar perdas expressivas nos balanços do segundo trimestre. Em 2012, elas tiveram juntas prejuízo de R$ 2,7 bilhões, uma alta de 148,6% sobre os resultados negativos do ano anterior (R$ 1,1 bilhão).

Depois de duros ajustes, a Gol reduziu as perdas para R$ 75,3 milhões no primeiro trimestre deste ano. A Latam, holding da TAM e da Lan, por sua vez, apresentou, no período, lucro de R$ 88 milhões. Apesar de positivo, o desempenho caiu 49% sobre igual período do ano passado, em razão da valorização do dólar. Moreira Franco não detalhou os temas que vai discutir com os executivos, mas disse que pretende ouvir deles um diagnóstico detalhado do quadro financeiro das empresas e recolher sugestões para amenizar a crise.

O ministro destacou, na exposição, que o dólar é o principal risco para as áreas em todo o mundo, pois o câmbio interfere não só nos preços dos combustíveis, mas no custo de outros itens importantes, como o próprio pagamento pelas aeronaves. Para enfrentar essa realidade, as companhias, representadas pela associação do setor, a Abear, têm defendido, entre outras medidas, unificação do imposto estadual (ICMS).

Desde que tomou posse, no começo do ano, Moreira Franco tem acenado com ajuda às empresas, inclusive via BNDES, argumentando que a aviação civil sempre precisou de apoio do governo. Mas, para especialistas ouvidos pelo Correio, a solução esperada pelas companhias áreas envolve a desoneração radical do querosene, considerando que recursos de longo prazo não teriam efeito, e incentivos já foram dados, como a desoneração da folha de pagamento.

Para o tributarista Jorge Henrique Zaninetti, sócio do escritório Siqueira Castro Advogados, não há alternativa de estímulo à aviação civil sem mexer na carga tributária sobre os combustíveis. “Enquanto na maioria dos países há grande isenção sobre as empresas aéreas, o Brasil é um dos que mais tributa. Para piorar, 40% dos custos do serviço estão baseados no querosene”, observou. Ele defende redução do ICMS e retirada da Cide, um tributo federal.

Trabalhadores

Os trabalhadores engrossam o coro pelo socorro federal. O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Marcelo Ceriotti, acredita que medidas de incentivo são essenciais para a sobrevivência das companhias, que também sofrem quando a economia patina. “Não há política pública para o setor. Quando o mercado está ruim e o faturamento cai, a mão de obra é a primeira a sofrer cortes”, comentou.

Ceriotti ressaltou que, mesmo com o cenário conturbado, ainda não há um indicativo de paralisação ou de greve da categoria. Já o presidente da Associação Nacional dos Aeronautas, João Pedro Passos, afirmou que os trabalhadores de todos aeroportos devem cruzar os braços no próximo dia 30. “O protesto tem o objetivo de suspender as 811 demissões na TAM e evitar que os rumores de dispensa em outras companhias se concretizem”, comentou.

Menos viajantes

A Latam Airlines, grupo que inclui as operações da chilena LAN e da brasileira TAM, anunciou ontem que o tráfego doméstico de passageiros no Brasil caiu 0,9% em julho na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto as operações em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru) aumentaram 10,3% no mês. De forma geral, o fluxo de viajantes subiu 2% no último mês




#10 raphael_ph

raphael_ph
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Posted 13 de August de 2013 - 19:05

Ajudar empresa aérea, com nosso dinheiro. Ai sim, tá certinho.
Deixa fechar, não sabe administrar, fecha.


Pode ser esse o problema, mas não é isso.

Saca? :joinha:

#11 chico

chico
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Posted 13 de August de 2013 - 19:58

Tem que ajudar com mudanças definitivas. Soluções pontuais e com prazo para terminar não vão resolver nada. Se o ministro diz que os principais problemas "são do mundo" é sinal que a negociação já começou mal.


Ok, mas algumas ajudas podem ser para "ganhar fôlego" até a demanda voltar a crescer...

Dólar: esquece, não adianta salvar o setor aéreo e "quebrar" boa parte do setor industrial. Já tivemos câmbio (Real) supervalorizado por muito tempo...

ICMS: acho difícil, mas quem sabe né...

Acho mais fácil eliminarem alguns impostos federais sobre a querosene. Se for o caso, que voltem a cobrar a CIDE na gasolina - com certeza alguns centavos na gasolina já compensariam a redução de impostos na querosene...

Folha de pagamento: já entrou em vigor aquele questão de trocar o 20% do INSS sobre a folha por 1-2% sobre o fatuamento? Ou só entra em vigor em 1° de Janeiro de 2014?

Poderiam reduzir significativamente os impostos para as peças dos aviões, pois creio que pagam 35% de Imposto de Importação, mais IPI, ICMS, etc. Reduzir ou congelar tarifas aeroportuárias, e por aí vai...

#12 pilotoKAL

pilotoKAL
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Posted 13 de August de 2013 - 20:03

Chico concordo com voce totalmente, o problema maior e o momento que a economia Brasileira vive, um downgrade no investment grade talvez seja a cereja no bolo...Para emprestar ou ajudar o $$ tem que existir, ou a gente vive de brincar que somos os USA(esqueci que eles iam quebrar e nos iriamos ser maiores que a China)..Espero que o governo busque uma solucao para preservar os empregos ...

Edited by pilotoKAL, 13 de August de 2013 - 20:03 .


#13 lespc

lespc
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Posted 14 de August de 2013 - 10:38

Brasília - O governo está disposto a avaliar, caso a caso, os problemas das empresas aéreas para evitar novas demissões, estancar o processo de encolhimento das companhias e auxiliar na redução de custos operacionais e trabalhistas. Autoridades federais querem, entretanto, acesso às planilhas e às contas das empresas, sob intensa pressão causada pelo dólar caro.<p class="noindex">


Na próxima semana, um grupo composto por ministros e dirigentes de agências reguladoras terá uma reunião preliminar para receber as demandas das principais companhias. A força-tarefa terá a participação dos ministros Moreira Franco (Aviação Civil), Manoel Dias (Trabalho) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), além do presidente da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, e representantes do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Nos bastidores, admite-se uma negociação sobre a estrutura de custos do querosene de aviação, que pressiona as aéreas. Uma fonte do governo disse ao Estado que "não faz sentido" cobrar das companhias brasileiras um valor em dólar, com base na cotação do Golfo do México. Embora admitam o descompasso no caso do querosene de aviação, as autoridades ouvidas negaram qualquer benefício fiscal ao setor, dizendo que não há mais espaço no orçamento para isso.

#14 adenilson707

adenilson707
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Posted 15 de August de 2013 - 23:30


Por emprego, governo socorre empresa aérea


[email=""]Correio Braziliense[/email]

Publicação: 13/08/2013 08:37 Atualização:



O governo vai socorrer as maiores companhias aéreas do país — Gol, TAM, Azul e Avianca —, que enfrentam graves turbulências financeiras em razão da disparada dos custos, sobretudo do querosene de aviação, na esteira do dólar mais caro. Entre as medidas sob avaliação da Secretaria de Aviação Civil (SAC) está o repasse de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A ajuda tem como principal objetivo evitar uma onda de demissões no setor. Só a TAM já anunciou a dispensa de até 1 mil profissionais nos próximos meses.

O ministro da SAC, Wellington Moreira Franco, informou ontem que se reunirá na próxima terça-feira (20), em Brasília, com os representantes das empresas para discutir a situação de caixa delas. “Não adianta ter infraestrutura de alta qualidade se não tivermos companhias aéreas saudáveis”, ponderou ele, durante palestra na capital paulista. No evento, ele ressaltou que os aeroportos do país estão aptos a atender a demanda durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

As líderes do setor, Gol e TAM, intensificaram nas últimas semanas a redução da oferta de voos e anunciaram demissões para conter os sucessivos prejuízos trimestrais. A expectativa do mercado é de que ambas voltem a apresentar perdas expressivas nos balanços do segundo trimestre. Em 2012, elas tiveram juntas prejuízo de R$ 2,7 bilhões, uma alta de 148,6% sobre os resultados negativos do ano anterior (R$ 1,1 bilhão).

Depois de duros ajustes, a Gol reduziu as perdas para R$ 75,3 milhões no primeiro trimestre deste ano. A Latam, holding da TAM e da Lan, por sua vez, apresentou, no período, lucro de R$ 88 milhões. Apesar de positivo, o desempenho caiu 49% sobre igual período do ano passado, em razão da valorização do dólar. Moreira Franco não detalhou os temas que vai discutir com os executivos, mas disse que pretende ouvir deles um diagnóstico detalhado do quadro financeiro das empresas e recolher sugestões para amenizar a crise.

O ministro destacou, na exposição, que o dólar é o principal risco para as áreas em todo o mundo, pois o câmbio interfere não só nos preços dos combustíveis, mas no custo de outros itens importantes, como o próprio pagamento pelas aeronaves. Para enfrentar essa realidade, as companhias, representadas pela associação do setor, a Abear, têm defendido, entre outras medidas, unificação do imposto estadual (ICMS).

Desde que tomou posse, no começo do ano, Moreira Franco tem acenado com ajuda às empresas, inclusive via BNDES, argumentando que a aviação civil sempre precisou de apoio do governo. Mas, para especialistas ouvidos pelo Correio, a solução esperada pelas companhias áreas envolve a desoneração radical do querosene, considerando que recursos de longo prazo não teriam efeito, e incentivos já foram dados, como a desoneração da folha de pagamento.

Para o tributarista Jorge Henrique Zaninetti, sócio do escritório Siqueira Castro Advogados, não há alternativa de estímulo à aviação civil sem mexer na carga tributária sobre os combustíveis. “Enquanto na maioria dos países há grande isenção sobre as empresas aéreas, o Brasil é um dos que mais tributa. Para piorar, 40% dos custos do serviço estão baseados no querosene”, observou. Ele defende redução do ICMS e retirada da Cide, um tributo federal.

Trabalhadores

Os trabalhadores engrossam o coro pelo socorro federal. O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Marcelo Ceriotti, acredita que medidas de incentivo são essenciais para a sobrevivência das companhias, que também sofrem quando a economia patina. “Não há política pública para o setor. Quando o mercado está ruim e o faturamento cai, a mão de obra é a primeira a sofrer cortes”, comentou.

Ceriotti ressaltou que, mesmo com o cenário conturbado, ainda não há um indicativo de paralisação ou de greve da categoria. Já o presidente da Associação Nacional dos Aeronautas, João Pedro Passos, afirmou que os trabalhadores de todos aeroportos devem cruzar os braços no próximo dia 30. “O protesto tem o objetivo de suspender as 811 demissões na TAM e evitar que os rumores de dispensa em outras companhias se concretizem”, comentou.

Menos viajantes

A Latam Airlines, grupo que inclui as operações da chilena LAN e da brasileira TAM, anunciou ontem que o tráfego doméstico de passageiros no Brasil caiu 0,9% em julho na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto as operações em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru) aumentaram 10,3% no mês. De forma geral, o fluxo de viajantes subiu 2% no último mês




Rum, deixa o pessoal da VARIG que ainda depende do Aerus saber disso...


Sete anos atrás tal ajuda não veio. Tá essa zona a aviação desde 2007.

#15 Darlan

Darlan
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Posted 16 de August de 2013 - 00:50

Brasília - O governo está disposto a avaliar, caso a caso, os problemas das empresas aéreas para evitar novas demissões, estancar o processo de encolhimento das companhias e auxiliar na redução de custos operacionais e trabalhistas. Autoridades federais querem, entretanto, acesso às planilhas e às contas das empresas, sob intensa pressão causada pelo dólar caro.&lt;p class=&quot;noindex&quot;&gt;


Na próxima semana, um grupo composto por ministros e dirigentes de agências reguladoras terá uma reunião preliminar para receber as demandas das principais companhias. A força-tarefa terá a participação dos ministros Moreira Franco (Aviação Civil), Manoel Dias (Trabalho) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), além do presidente da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, e representantes do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Nos bastidores, admite-se uma negociação sobre a estrutura de custos do querosene de aviação, que pressiona as aéreas. Uma fonte do governo disse ao Estado que &quot;não faz sentido&quot; cobrar das companhias brasileiras um valor em dólar, com base na cotação do Golfo do México. Embora admitam o descompasso no caso do querosene de aviação, as autoridades ouvidas negaram qualquer benefício fiscal ao setor, dizendo que não há mais espaço no orçamento para isso.


Não gosto nada desta coisa de "caso a caso".. Ou faz algo que beneficie o setor ou não faz nada. Tem que ter regras claras e coletivas, não pode estimular o lobby individual.

#16 pilotoKAL

pilotoKAL
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Posted 16 de August de 2013 - 00:57

Situacao complicada esta, o $$ iria sair de onde? Ia ser entregue para quem? Governo Brasileiro dando $$ para empresa estrangeira?Que tal uma politica para a atividade aerea? Que tal mantermos as empresas Brasileiras , Brasileiras com empregos no Brasil?

#17 Kellet

Kellet
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Posted 16 de August de 2013 - 01:54

Redução dos impostos sobre o QAV
Redução (temporária) das taxas aeroportuárias, principalmente no aeroportos mais distantes ou alternativos (VCP/GIG/GRU/etc)
Redução dos impostos para importação de peças de reposição
Redução (temporaria) dos impostos para os prestadores de serviços de apoio prestados as aeronaves, desde que os descontos sejam repassados ao preços dos serviços
Isenção de impostos sobre serviços de hotelaria prestados as tripulações em serviço.

Sei lá alguns desses, ou outros parecidos. Basta ter criatividade e não precisa meter a mão no bolso, basta deixar de recolher....

Antonio

#18 Pellegrini

Pellegrini
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Posted 16 de August de 2013 - 02:35

ICMS de 25% em São Paulo até onde eu saiba é para artigos de luxo, QAV é artigo de luxo? Alguém sabe o ICMS de gasolina automotiva é este também?

#19 SOUSA CPV

SOUSA CPV
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Posted 16 de August de 2013 - 08:17

Para resolver 60% dos problemas do Brasil:
Reforma TRIBUTÁRIA URGENTE.

Nosso pais tem a carga tributária mais alta do mundo.

Edited by SOUSA CPV, 16 de August de 2013 - 08:17 .


#20 JG27

JG27
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Posted 16 de August de 2013 - 12:17

Já vivemos na selva, um caos total. Lei não serve para nada ( só serve para quem não tem grana para bancar um escritório de advocacia em Brasília), o que depende do governo funciona mal. Quem sabe não acabamos com o governo e começamos de novo?