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Caças Gripen NG para a FAB: Notícias


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#41 jambock

jambock
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Posted 06 de April de 2015 - 20:06

Meus prezados:

Eis o vídeo do voo do Kovalick:

http://glo.bo/1C510mQ

 

Curiosidade: se o Kovalick tivesse ingerido o medicamento Dramin, duas ou três horas antes do voo, teria evitado o enjôo? 



#42 Sydy

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Posted 06 de April de 2015 - 21:41

jambock,

Amenizaria, mas não dá pra garantir evitar. Já fui num voo semelhante e fomos de +6 a -2.5g. Posso te garantir que é fogo! (mas não passei mal).

Abcs,

Sydy

Edited by Sydy, 06 de April de 2015 - 21:41 .


#43 jambock

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Posted 10 de April de 2015 - 14:20

Meus prezados

FAB - Nota Oficial Aquisição de Caças Gripen NG

Ministério da Defesa

Comando da Aeronáutica
Nota Oficial
Aquisição de Caças Gripen NG

Com relação às recentes matérias publicadas na imprensa sobre o contrato de compra dos caças Gripen NG, este Centro esclarece que:

1.    O Comando da Aeronáutica não reconhece que houve irregularidades no processo de aquisição dos caças Gripen NG, e está pronto para prestar os esclarecimentos necessários às autoridades competentes.

2.    Em janeiro de 2009, a proposta final foi apresentada pela empresa Saab no valor de US$ 4,531 bilhões.
3.    Em 18 de dezembro de 2013, o Governo Brasileiro anunciou a empresa Saab como vencedora para equipar a Força Aérea Brasileira com novos caças. A partir de então, o Comando da Aeronáutica e a Saab iniciaram as tratativas para a formalização do contrato, momento este em que foram realizadas atualizações, tendo em vista a defasagem tecnológica do período (2009 a 2013).

4.    Em 24 de outubro de 2014, o contrato de aquisição das 36 aeronaves Gripen NG foi firmado em coroas suecas, em um valor total de SEK 39.882.335.471,65, conforme publicado no Diário Oficial da União de 27 de outubro de 2014. Além das 36 aeronaves, o contrato inclui apoio e suporte logístico, simuladores de voo e sistemas embarcados (como radar, Wide Area Display - WAD, guerra eletrônica, etc).

5.    Naquela data (24 de outubro de 2014), o valor de coroas suecas correspondia a US$ 5.4 bilhões. Porém, hoje, o valor equivale a cerca de US$ 4.6 bilhões, já que o contrato foi firmado em coroas suecas e houve significativa variação na taxa de câmbio entre as moedas (dólar americano x coroa sueca). A taxa de conversão utilizada foi a do Banco Central do Brasil.

6.    Cabe destacar que o novo caça vai atuar na Defesa Aérea Brasileira por, no mínimo, 30 anos.

Por fim, este Centro enfatiza que o processo de aquisição em questão envolve mais de 30.000 páginas de estudos técnicos pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia.

Brasília, 10 de abril de 2015.

Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: Agencia Força Aérea 10 de Abril, 2015 - 13:00 ( Brasília ) 



#44 jambock

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Posted 11 de April de 2015 - 01:49

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INFOGR%C3%81FICO-GRIPEN_AEROVIS%C3%83O.p



#45 jambock

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Posted 13 de April de 2015 - 00:54

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A FAB atualizou os requisitos da aeronave no 1º semestre do ano passado. No ano passado o Crepaldi, Amorim e o Saito foram explicar na CREDN o motivo do aumento do preço. Além das especificações abaixo*, alegou que tinha sistemas novos como o radar (Raven) com 30% a mais de alcance que o anterior (referia-se ao radar com antena AESA da Thales a mesma usada no Rafale).

* Segundo Bjorn Johansson, engenheiro-chefe do novo caça, outros diferenciais da versão brasileira do Gripen serão:

- um novo sistema de comunicação com encriptação e rádios duplos
- especificações na pressão interna do cockpit, buscando permitir à aeronave operar em altitudes elevadas por muito tempo sem causar mal estar ao piloto pela descompressão.
- rede avançada de guerra eletrônica: ações e sensores que podem identificar, interceptar ou destruir mensagens de interferência
- sensores de infravermelho de busca e salvamento
- sistema resistente a interferências, além da ligação por datalink (transmite informações de dados e voz) que fará a comunicação entre caças e também com torres de controle em terra e outros tipos de aviões militares brasileiros.
- a capacidade de integrar armas produzidas nacionalmente
- o Helmet Mounted (HMD), um óculos acoplado ao capacete que serve também como monitor e a partir do qual o piloto pode atacar e reconhecer alvos
- e uma saída para minimizar a “assinatura radar” do avião, que impeça a identificação pelos inimigos.

“Introduzir o display panorâmico pedido pela FAB irá requerer mudanças na fuselagem e adaptações no sistema aviônico do avião e na interface entre o homem e a máquina. Nós não achamos que isso será difícil de resolver, mas irá solicitar mais trabalho do que se tivessemos o mesmo modelo de display nas versões do Gripen suecas e brasileiras”, afirma o engenheiro da Saab em entrevista exclusiva ao G1.

A decisão de incluir o display panorâmico no novo avião ocorreu com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria nacional de defesa, “favorecendo a manutenção do ciclo de vida” do avião, informou a FAB, acrescentando que a Saab não relutou em aceitar a mudança com medo de atrasar o projeto. Segundo a Força Aérea Brasileira, o aumento do valor do contrato também se deve, além dos novos requisitos, à atualização de valores da proposta após cinco anos de tramitação.

Fonte: http://www.aereo.jor...2014/11/20/conh ... l-comprou/


Edited by jambock, 13 de April de 2015 - 00:58 .

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#46 jambock

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Posted 14 de April de 2015 - 11:16

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Saab destaca ‘tecnologia customizada’ para o Gripen brasileiro
Dois dos elementos destacados em nota da empresa são a integração de sistemas de armas do Brasil e a adaptação ao clima brasileiro, requerendo novas soluções técnicas que podem ser usadas pela Saab em outros mercados

Nesta segunda-feira, 13 de abril, a Saab divulgou nota em seu site abordando algumas das adições ao caça Gripen requeridas pelas especificações brasileiras, em especial a adaptação ao clima e a integração de sistemas de armas, ambos requerendo novas soluções técnicas.

Segundo a nota da empresa, o Brasil escolheu o avião a partir de uma oferta submetida pela Saab em 2009, quando não havia ainda definição das capacidades que o Gripen NG deveria ter (nota do editor – o texto original não é claro nesse trecho se está se referindo à nova geração do Gripen de forma geral ou especificamente às capacidades que o NG deveria ter para o Brasil).

Desde então, ainda segundo a Saab, foi iniciado o desenvolvimento e os dois lados tiveram que redefinir o que deveria ser entregue, baseados no novo conhecimento.

A empresa também relembrou a combinação de vantagens que em dezembro de 2013 o então ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, enfatizou no momento do anúncio da proposta do Saab Gripen NG como vencedora do programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB): o melhor equilíbrio entre alto desempenho operacional, custos favoráveis de aquisição e manutenção, e a oferta de transferência de tecnologia e parceria industrial da Saab.

Sobre as adaptações às necessidades brasileiras, a gerente de produto da Saab para o “Gripen Brazil”, Anna Sverker, afirmou na nota: “O alvo tem sido chegar com soluções que são similares, o tanto quanto possível, às de nosso cliente sueco, mas com diversas adições específicas que serão feitas para o Brasil.”

Essas incluem a substituição do sistema de rádio para atender aos requerimentos brasileiros e também a customização para levar os sistemas de armas próprios do Brasil.

A Saab informou que o pacote completo de adaptações para o Brasil permitirá desenvolvimentos que a empresa poderá usar em outros mercados.

Por exemplo: devido à grande diferença de clima entre Brasil e Suécia, há uma diferença na forma padrão de voo, requerendo assim uma adaptação para maior pressão na cabine. Sverker esclareceu que “o avião precisa ser capaz de voar a um nível superior sem que os pilotos sejam expostos à hipoxia”.

Nessa nota, curiosamente, a empresa não fez referências à tela única de tamanho grande e sensível ao toque denominada WAD (Wide Area Display) e que é destacada pela imprensa, tanto a geral quanto a especializada em defesa e aviação, como a principal mudança solicitada pelo Brasil para os 36 exemplares do Gripen NG que deverá adquirir, já que o modelo sueco deverá manter o padrão de três telas menores, separadas.

Fonte: Poder Aéreo (SP) via CECOMSAER 14 ABR 2015



#47 jambock

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Posted 14 de April de 2015 - 11:40

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LAAD 2015: Mísseis para o Brasil

O futuro caça F-39 Gripen NG da Força Aérea Brasileira iniciou uma nova fase de seu desenvolvimento; a escolha do set de armas ar-ar. O míssil within visual range, ou de curto alcance (WVR), já está definido e integrado à aeronave, trata-se do A-Darter de 5ª geração, matriz ativa off-boresight, na faixa dos 14-20 Km de alcance, resultado de um programa de colaboração binacional Brasil e África do Sul, outra nação operadora do caça sueco.

Quantos aos mísseis BVR (beyond visual range), a Força Aérea Brasileira não revelou ainda qual a empresa selecionada, mas sabe-se que o míssil BVR Meteor, do consórcio europeu MBDA, já integrado aos Gripen C/D da Força Aérea da Suécia, é um forte competidor. Esse moderno míssil de conceito ramjet pode chegar até 100 Km de alcance com grande reserva de energia para manobrar na fase final do ataque, diminuindo consideravelmente as chances do alvo escapar.

O valor estipulado pela FAB para adquirir esse tipo de armamento, inicialmente, é de US$ 300 milhões, não sendo reveladas as quantidades a serem adquiridas ou os prazos de entregas. O Meteor é produzido pela MBDA, empresa controlada pela Airbus Group, BAE Systems e Finmeccanica.

Programa Gripen NG BR

T&D entrevistou Patrick de La Revelière, vice-presidente de vendas para a América Latina da MBDA, durante evento promovido pela FIESP em São Paulo.

Segundo o executivo “O Gripen traço C e D da Força Aérea Sueca já concluiu a integração do míssil de longo alcance Meteor, o que o torna uma boa opção para a FAB, pois a seleção desse avançado vetor não geraria custos adicionais de integração na plataforma do avião, uma vez que isso já foi feito na Suécia”. Segundo La Revelière,

“A MBDA já é parceira da Avibras e da Mectron, empresas estratégicas de defesa brasileiras, no desenvolvimento conjunto de mísseis para as Forças Armadas, uma forma que a MBDA encontrou para se manter no Brasil. Essas parcerias estratégicas e de transferência de tecnologia, tem como exemplo o desenvolvimento conjunto com a Avibras, do míssil ar-superfície AM39 B2, versão de última geração do sistema antinavio Exocet AM39. O AM39 B2 deverá ser utilizado nos helicópteros EC725 que a Helibras está produzindo para a Marinha do Brasil em Itajubá (MG)”.

Corvetas Tamandaré

Falando sobre o anúncio da escolha do Sea Ceptor pela Marinha do Brasil, como armamento de defesa antiaérea das Corvetas Tamandaré, Patrick De la Reveliére fez uma pequena mas importante introdução ao sistema “O míssil modular CAMM, destinado a defesa antiaérea, foi desenvolvido visando substituir o sistema naval Seawolf e o sistema de defesa antiaérea terrestre Rapier, ambos atualmente em serviço nas Forças Armadas Britânicas.

Ademais, o míssil CAMM também servirá de base tecnológica para o desenvolvimento futuro do míssil ar-ar de curto alcance ASRAAM. O CAMM é modular e altamente versátil em suas aplicações, oferecendo diversas vantagens operacionais. Trata-se, na sua forma naval Sea Ceptor, de um sistema de lançamento suave vertical (sem ignição do motor dentro do tubo de lançamento), facilmente instalado em um novo navio como as corvetas Tamandaré, ou adicionado como reequipamento de um navio existente, já que não necessita de nenhum ajuste especial para a gestão do fluxo de saída de gases”.

E Patrick complementa “Esse mesmo conceito deverá servir de base para o desenvolvimento de um sistema de defesa antiaérea terrestre móvel, em associação com a Avibrás Aeroespacial, utilizando toda a tecnologia já desenvolvida para a família Astros 2020 como plataforma de lançamento de alta mobilidade e confiabilidade, reduzindo custos de desenvolvimento e integração e atendendo aos requerimentos do Projeto Estratégico do Exército Defesa Antiaérea, no setor de média altitude” finaliza.

Fonte: Roberto Caiafa para Tecnologia & Defesa via CECOMSAER 14 ABR 2015



#48 jambock

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Posted 25 de April de 2015 - 12:08

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O protótipo deve participar de exposições abertas ao público ainda em 2015
A curiosidade e o entusiasmo marcaram a exposição da maquete em tamanho real do caça Gripen NG nessa quarta-feira (22/04), na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que o equipamento é montado e exposto em uma unidade da Força Aérea Brasileira (FAB).

Os militares e convidados puderam entrar e interagir com o Gripen. O evento fez parte da programação da Reunião da Aviação de Caça, que contou com a participação de 11 unidades aéreas que voam as aeronaves F-5, A-1 e A-29, de 18 a 22 de abril.
Depois de passar por Santa Cruz, a maquete segue para Brasília onde permanecerá sob a guarda da Base Aérea local e poderá ser utilizada em eventos como os tradicionais Portões Abertos nas cidades brasileiras, quando a população terá a oportunidade de conhecer como será o futuro caça da FAB.
O clima e a localização geográfica da capital federal foram determinantes para escolha do lugar onde o modelo ficará guardado, que facilita a conservação do material e está em uma região central do país.

O transporte pode ser feito por carretas ou com a ajuda das aeronaves C-130 Hércules. A previsão é que ainda este ano a maquete participe de exposições estáticas abertas ao público.
O Chefe do Estado-Maior do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, explica que a maquete foi cedida temporariamente pela Saab, fabricante do Gripen, e que uma agenda de exposições está em fase de elaboração.

“Para os militares, conhecer a maquete será uma forma de motivação, pela progressão de nossa Força Aérea; para a população, é uma forma de conhecer melhor o trabalho que a FAB realiza em prol da sociedade”, ressalta o Oficial-General.
A maquete é feita de fibra de vidro, madeira e metal. O painel pode ser ligado e permite visualizar algumas das funcionalidades da aeronave multitarefa. Também fazem parte os protótipos dos armamentos que podem ser utilizados no Gripen, como o míssil A-Darter.
São necessários dois dias de trabalho para a montagem. Os equipamentos pesam cerca de 11 toneladas e ficam armazenados em dois containers.

Técnicos da empresa Saab estão no Brasil para dar instruções aos militares da FAB que ficarão responsáveis pela montagem e desmontagem da maquete.
Quatro especialistas - dois em mecânica de aeronaves e dois em estrutura de aeronaves - acompanharam o processo de montagem no Rio de Janeiro e participaram de algumas fases do processo. O treinamento será concluído em Brasília.
“A montagem do modelo requer um trabalho minucioso, é um quebra-cabeças onde todas as peças têm um lugar bem específico, inclusive dentro do container.

Se a sequência não estiver correta, o material não se encaixa”, afirma o mecânico Suboficial Divaldo Soares.

i1542380626111607.jpg
Fonte: Agência Força Aérea via CECOMSAER 23ABR 2015



#49 jambock

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Posted 27 de April de 2015 - 12:08

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Opinião: O Brasil não tem pressa no projeto Gripen

Enquanto a Índia tropeça, Brasil avança

Ser um parceiro de rés-do-chão, no desenvolvimento de um avião de caça é um grande negócio para o Brasil. Isso ficou claro no show defesa LAAD, no Rio de Janeiro no início deste mês, a partir das longas filas de visitantes esperando uma oportunidade para posar no cockpit do Saab 's Gripen mock-up, ao lado do todo ou parte das armas estrangeiras sob suas asas ou nas muitas exposições "Estamos-on-Gripen" ao redor do salão.

Junto com o projeto igualmente ambicioso do submarino Prosub, Gripen está engolindo muito do orçamento para aquisição no Brasil, atrasando outros projetos. Mas as primeiras 36 aeronaves deverão ser seguidas por cerca de 70 mais JAS 39E / F para a força aérea e marítima. Gripens para dois planejados novos porta-aviões no final dos anos 2020. O Brasil lidera o desenvolvimento do JAS 39F dois lugares e faz o mesmo para o jet transportador.

Nenhum outro vizinho sul-americano constrói corvetas, fragatas ou submarinos; eles são os primeiros mercados de exportação de destino, fazendo com que os projetos sejam um símbolo de liderança do Brasil.

O projeto Gripen está a decorrer de forma metódica, porque nenhum dos lados tem dinheiro infinito ou mão de obra. Será a década de 2020 antes de um Gripen fazer seu vôo inaugural no Brasil. Mas o programa está dentro do cronograma, o que é mais do que pode ser dito para o franco-indiano Combat Aircraft Medium Multi-Role (MMRCA).

Após uma seleção de fonte de quase dois anos à frente do Brasil de, o plano de entregar 126 Rafales à força aérea indiana , com a linha indiana entregar aeronaves, quatro anos após a assinatura do contrato, é afundado bem passado os eixos em um pântano da burocracia e da desconfiança, e está em espera enquanto Dassault entrega 36 jatos de sua própria fábrica.

Esta diferença não é um acaso. O Gripen é um avião mais simples do que o Rafale que importa peças a partir de uma cadeia de fornecimento global. Mas um monte de hardware Rafale é único; é a França de origem, a fim de estar livre de controle estrangeiro. Do Brasil Embraer foi competir no mercado mundial há décadas, ao contrário da estatal Hindustan Aeronautics Ltd ., que é o líder nacional designado no MMRCA. Plano indiano inicial da Dassault pode ter sido a construção de uma fábrica totalmente nova com o seu parceiro preferencial, a Reliance Industries, mas que era politicamente inaceitável.

Quanto mais tempo cronograma no projeto Gripen reduz o risco, e ninguém está pensando ainda sobre co-produção de subsistemas complexos como o radar e motor. O Brasil tem uma ambição para instalar um novo big-screen cockpit da subsidiária local da Elbit, AEL Sistemas, mas caso contrário, as configurações são semelhantes.

Denel da África do Sul foi à LAAD com a sua novidade de médio alcance de mísseis Marlin ar-ar, possivelmente em busca de mais uma parceria (Denel e Odebrecht do Brasil está construindo o A-Darter de curto alcance AAM), mas nem Saab nem Odebrecht parece com pressa para morder uma opção cara. Não é a AAM que é cara, mas a integração e testes.

Subjacente a estas diferenças programáticas são divergentes atitudes indianas e brasileiras para o "dilema defesa" -a pick-qualquer-dois de desenvolvimento autônomo nacional, acessibilidade e capacidade militar, onde nenhuma solução é ideal para todos os três gols.

A forma mais barata para equipar as forças muitas vezes é a importação direta, amolecida com deslocamentos ou da participação industrial. Este é o lugar onde os EUA tradicionalmente armou produtos. Se você quer autonomia, você tem que gastar mais (Japão é um bom exemplo, com seu baixo volume de armas de alta tecnologia) ou sub-satisfazer as necessidades de equipamentos, restringir requisitos operacionais ou aceitar algum risco ao longo do tempo.

Brasil tem adotado uma abordagem pragmática para o dilema, explorando um potencial grande, mas arriscado : a capacidade de recuperar parte do custo de autonomia via exportações. Tanto o Gripen E da versão brasileira como a    construção do submarino Scorpene são vistos como potenciais ganhadores de exportação a longo prazo, incluindo as atualizações pós-venda e suporte. Onde há pouco potencial de exportação, o Brasil favorece compras definitivas.

Mas "Made in India" tornou-se doutrina, em Nova Delhi, acompanhado por leis que restringem o investimento estrangeiro em empresas de defesa. (AEL Sistemas não poderia existir na Índia.) O que atrasou os mais simples acordos, problemas da Pilatus, por exemplo, que teve de encontrar uma empresa nacional para construir PC-7-de treinamento e consumindo tempo e dinheiro enquanto não tiver entregar capacidade de entrega às forças armadas.

Uma das razões para os problemas da Índia é global: hoje, os benefícios de um programa são medidos em postos de trabalho e estratégia que se dane. Prioridade do Brasil, ao contrário, é a aquisição de know-how quando seus engenheiros deslocados (ou pelo menos aqueles que sobreviver ao inverno sueco) retornarem.

A abordagem brasileira não é isenta de riscos. Navios de guerra de superfície e outras armas vão envelhecer até que o Gripen e Prosub estiveremo fora do estágio de desenvolvimento, e é cedo para falar sobre vendas de exportação. Mas, até agora, é Advantage Brasil.
http://aviationweek....defense/opinion ... rticle_1_b

Fonte: Bill Sweetman | Aviation Week & Space Technology 23 ABR 2015

 


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#50 Landing

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Posted 27 de April de 2015 - 12:48

não ter pressa é uma forma romântica e politica de se dizer que não tem dinheiro!



#51 transvasp

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Posted 07 de May de 2015 - 15:38

olha a bronca

 

http://www.aereo.jor...0-do-orcamento/



#52 jambock

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Posted 13 de May de 2015 - 21:50

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Saab upbeat over Gripen E prospects beyond Brazil
Saab’s final assembly work on its first prototype Gripen E/NG fighter is “well under way”, the company says, as officials report unprecedented market interest in the product.
The first fuselage sections of test aircraft 39-8 have already come together in Linköping, demonstrating the benefits of its all-digital design, says Jerker Ahlqvist, head of the company’s Gripen business unit.
“The first sections are being put together in the workshops,” says Ahlqvist. “We put them together and they fit immediately – this shows we’re on the right track.” The aircraft is due to be rolled out during 2016, supporting a programme to deliver the first of 60 Gripen Es to the Swedish air force in 2019.
http://www.flightglo...px?itemid=60412
Also linked to the development is a two-seat demonstrator, which has now logged 281h in 315 flights.
Speaking during a Gripen seminar in Stockholm on 12 March, Ulf Nilsson, the head of Saab’s aeronautics business unit, said the final elements of a 36-aircraft deal with Brazil are expected to be in place by mid-year.
“It’s moving forward in a good way, according to plan when it comes to approving the financial solution and export licences,” he says.
Around 100 Brazilian engineers are due to arrive in Linköping by the end of 2015 to participate in training and airframe development activities, including those linked to a two-seat version of the fighter.
Under a progressive ramp-up of Brazilian involvement in the programme, Ahlqvist says “maybe 10 to 15” of Brazil’s 36 aircraft will undergo final assembly at Embraer. “They will have a full capability to manufacture Gripens in the future, and to create a fighter capability in Brazil,” he adds.
http://www.flightglo...px?itemid=54706

“Already we have seen the ‘Brazil effect’,” Ahlqvist says, with several of the nation’s neighbours “showing an interest” in the type.
“We have never had such a strong situation,” says Nilsson. “We have a business case where we can talk about 300 aircraft, and the potential to sell up to 450. We see good opportunities to have [additional] customers in the near future.
Meanwhile, Saab says Sweden is in negotiations with Slovakia linked to a potential deal to supply Gripen C/Ds to the European nation, with a decision anticipated later this year. Additional potential users in the region could include Bulgaria.
Fonte:: CRAIG HOYLE - : Flightglobal.com



#53 jambock

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Posted 14 de May de 2015 - 21:03

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Gripen NG

Previstos para serem recebidos a partir de 2019, os 36 caças Gripen adquiridos pelo Brasil serão de uma versão superior as atualmente utilizadas no Exercício Lion Effort, batizadas de C e D. O Gripen NG brasileiro terá, entre outras melhorias, uma turbina mais potente e um radar mais avançado.

A SAAB planeja para 2016 a apresentação do protótipo do Gripen NG. Enquanto isso, uma aeronave de ensaio já realizou mais de 300 voos para testar sistemas da nova aeronave.

A participação brasileira no projeto será reforçada ainda este ano, com a ida de aproximadamente 100 engenheiros para atuarem nas atividades de desenvolvimento realizadas na Suécia. Das 36 aeronaves compradas pelo Brasil, treze serão fabricadas por suecos e outras oito sairão do trabalho de brasileiros na Suécia.

As quinze últimas unidades serão inteiramente fabricadas no Brasil através de uma parceria com a Embraer. Até 2024, a FAB terá em seu acervo 28 unidades monoplace e oito biplace.

Com o contrato assinado em outubro de 2014, os caças Gripen NG já fazem parte de praticamente todos os planos da Força Aérea Brasileira. A Base Aérea de Anápolis, a 150 quilômetros de Brasília, já se prepara para receber todas as 36 unidades adquiridas até o momento. Enquanto isso, na Suécia, dois pilotos da FAB concluíram em abril o treinamento na versão C/D do caça Gripen, menos avançadas, porém já com conceitos semelhantes ao novo avião.

Fonte: Agência Força Aérea via CECOMSAER 14 MAI 2015



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Posted 15 de May de 2015 - 14:51

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Cockpit-do-mockup-do-Gripen-NG-presente-

Glass cockpit Gripen NG BR


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Posted 29 de May de 2015 - 08:17

http://jornalggn.com...e-o-caso-gripen

 

A tecnologia de defesa e o caso Gripen
 
QUI, 28/05/2015 - 06:00
ATUALIZADO EM 28/05/2015 - 10:33

Gripen-NG-FAB.jpg

Em toda nação industrializada, os dois maiores investimentos em inovação ocorrem nas áreas de saúde e de defesa. Por razões estratégicas, a área de defesa prioriza o controle tecnológico nacional. E essas duas visões marcaram a escolha do sueco Gripen como o avião de combate a ser desenvolvido no país.

A análise da Aeronáutica foi central para a escolha do avião – superando a maior tradição dos FX dos Estados Unidos e da francesa Dassault. E o ponto central para a escolha foi a ampla transferência de tecnologia prevista no acordo.

***

Ontem, no 59o Fórum de Debates Brasiliana, o Brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) apresentou um amplo quadro dos acordos de transferência de tecnologia com a Saab-Scania, fabricante do Gripen.

Para toda compra pública no exterior acima de US$ 5 milhões, a Constituição exige acordos offset, ou seja a contrapartida a ser oferecida pelo vendedor.

Nas primeiras discussões sobre o FX (a compra de aviões pela FAB) chegava-se a falar em contrapartidas que nada tinham a ver com o objeto do contrato.

Desta vez, a Força Aérea exigiu que todas as contrapartidas fossem na forma de transferência de tecnologia, ou então de investimentos em equipamentos da Aeronáutica.

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Ao todo, a Copac gerencia 22 projetos, sempre em parceria com o setor privado e, algumas vezes, em parceria com outros países.

No caso das armas de combate do Gripen, o desenvolvimento envolveu as empresas Opto Eletrônica, Mectron, Avibras.

O projeto H-XBR, para fabricação de helicópteros de médio porte, começou com parceria inicial com a França, até se obter o domínio da fabricação.

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O projeto Gripen NG, a Copac definiu um conjunto de áreas relevantes, para as contrapartidas exigidas dos suecos, passando por aviônicas e sensores, integração de motor, integração de armamentos entre outras.

Por uma dessas jabuticabas brasileiras, o TCU (Tribunal de Contas da União) não aceita que a Aeronáutica indique as empresas brasileiras que receberão a transferência de tecnologia. Por isso mesmo, em uma área crítica de segurança nacional, são os fornecedores estrangeiros que indiquem os parceiros nacionais.

O acordo offset do Gripen envolve US$ 9,1 bilhões. Estão nele as empresas Embraer, Akaer, Atech, AEL, Mectron e DCTA.

Essas empresas absorverão conhecimento na área de materiais compostos, simuladores de vôo, planejamento de missão,  sistemas de treinamento baseados em computador, design, desenvolvimento e suporte de sistemas relacionados com a aviônica.

***

A parceria levou à Suécia 160 engenheiros e 80 técnicos da Embraer, 26 da Atech, 12 da Mectron, 7 da Akaer, 43 da INBRA, 8 da AEL.

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Em que pese problemas orçamentários, mudanças de governo e de prioridades, a indústria da defesa logrou criar casos de sucesso.

É o caso da Optron, uma empresa de produtos óticos de São Carlos que acabou desenvolvendo sistemas sofisticados para satélites brasileiros. Ou a AEL, empresa com 70 funcionários antes de 2001, hoje com 230, participando de projetos no Novo Centro Tecnológico de Defesa, no Polo Espacial,  e nos satélites brasileiros.

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Posted 05 de June de 2015 - 22:26

Meus prezados
Interview: Brazil's Air Force Programme Head Discusses Gripen Acquisition, National Defence Strategy
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Brigadier Jose Crepaldi* (right), Head of the Brazilian Air Force’s Programmes Office (Georg Mader)

 

With a combined inventory of 700 fixed-wing and rotary-aircraft, the Brazilian Air Force (Força Aérea Brasileira - FAB) and Naval Aviation (Aviação Naval Brasileira - AvN) flies the largest air-arm in the Southern & Latin American hemisphere and is only second in the Americas after the USAF.
As part of its current ‘National Defence Strategy’, a main objective is to support “National Independence through a superior autonomous technological capability and the strengthening of the industrial defence base”.
The route to achieving this lies in encouraging and welcoming partnerships with foreign companies and countries.
During the last International Fighter conference (London, November), Georg Mader discussed key programmes for the FAB with Brigadier Jose Crepaldi, Head of the Brazilian Air Force’s Programmes Office…
DIB: A few weeks after the October 27th contract was signed with Saab over the final decision for the FX-2 programme to be filled by 36 Gripen E/F fighters, you disclosed that this number was not ‘final’ and will potentially rise to 108! This was quite a surprise for the fast jet community…
CREPALDI: [smiling] Yes, it obviously was! But it wasn’t sensational. The final allocation is of course not yet financially covered, but we had our feasibility study regarding the numbers of our new fighter type back in 2007. Why 108? The idea behind this figure is to have standard, single-type fleets within our forces, which includes fighters. They’ll be introduced to the FAB in three batches.

 
But consisting of single- and two-seater versions in all of these batches, right?
That’s right. But it has not yet been decided how many additional twin-seat aircraft will be included in the future two batches. The twin-seater can do much more than conversion or training.
We’ve been talking a lot with the South African Air Force, because they also operate the two-seater Gripen and they use it in a C2 role. That’s our plan too. We’ve therefore pushed for a ‘customized’ two-seater perhaps in contrast to Sweden.
As you referred to that study – I understand it was quite a lengthy process. Can you recall the major benchmarks during these past seven years?
Oh yes, it was a long journey but that’s not too surprising given the scale and volume of the undertaking. We had to select a multirole fighter aircraft to replace the Mirage 2000Cs and, in the long-term, the F-5Ms and A-1Ms [AMX], aiming at modernisation and standardization of the FAB fighter fleet.
Here, the number of 108 you have questioned is embedded in our operational needs. For sure this number can change – we don’t know what the future holds or the budget realities we’ll face. We can plan, but, like everybody, we have to stick to whatever the funds dictate.
On the other hand, we also had to increase the capabilities of the national aerospace industry when it comes to the development of new technologies.
So the RFP went out to the manufacturers in October 2008 –and after the offer-analyses, meetings, evaluations, revised offers and best-and-final analysis in 2009 – the final report was issued to the defence ministry in early 2010.
We then has a political pause until December 2013 when the President’s decision to proceed was given. Of course by then it was necessary to undertake a requirements update which lasted about ten months and produced another 45 volumes and 15,000 man/hours, assessing six areas of different risks, and so on.
Some months after this main contract was signed with Saab, there was another agreement inked concerning Brazil’s Gripen. What was that about?
That contract was between and COMAER [Air Force Aeronautics Command] and was supplementary to the main contract in that it provided CLS [contractor logistics support] for the future Gripens.
It covers continuous maintenance and support services for the Gripen NG aircraft and associated equipment, but will only become effective once the delivery has been fulfilled [between 2021 and 2026].
A question I have to ask. Brazil really is a huge country –its dimensions are the equivalent to the whole of Europe or most of the US Isn’t the Gripen the option with the shortest ‘legs’, compared to other contenders like the Super Hornet or Rafale?
No, no, this is a misguided viewpoint. During our evaluation of the three contenders, all of them were able to fulfil our requirements.
We had two configurations taking off from a FAB base to fulfil a specific mission and return. All of them achieved this, on their own, with no tanker support.
So it’s incorrect to assert that Gripen has less reach. It’s a totally new aircraft with a new engine and it also does not burn fuel at the rate a twin-engine design does.
I visited the Swedish Air Force Gripen training establishment at Såtenas in August. The Flygchef said he expects the first Brazilian pilots to arrive soon after the contract had been signed. Should we assume some of them are now already in Sweden?
Yes, I think it was just a few days after the contract announcement that the first two future FAB instructors arrived at Såtenas. They had their first training sortie on a Gripen D by mid-November and they will stay there for six months.
You will soon also introduce the EMBRAER KC-390 tanker/transport jet, recently rolled out at Gavião Peixoto. How many of these will there be? They’re intended, as I understand, to multiply or ‘round-up’ the Gripen’s mission capabilities, right?
28 of them will be acquired for the FAB and there are export orders as well. Of course they will enhance the mission envelope of the Gripen, but that would have been the case with the other contenders as well.
We just need a tanker full-stop, independent from the fighter-type chosen. The KC-390 will be great – it’s exactly what we need. It is carefully specified to serve our nation, in total alignment with the guidelines of the National Defence Strategy and representing a great leap in the operating capacity of air transport and force multiplication.
It is the largest aircraft ever developed and manufactured in Brazil, the result of an initial agreement signed in 2009 and the series production and delivery contract of mid-2014.
It will fly for the first time soon and we expect the first delivery to the FAB in the second half of 2016.
We already learned that the Brazilian Gripen will carry indigenous weapons like the MAR-1 anti-radiation missile by Odebrecht D&T and the South African ARMSCOR ‘A-Darter’ IR/WVR-missile. But what about the BVR weapon?
We’re undecided…for the moment. We’re actually trying to set up negotiations with the South African government to jointly develop a new BVR missile, regardless of the existing ‘R-Darter’.
We are both non-aligned ‘neighbours’ in the Southern Atlantic hemisphere and have had good relations over a long period of time. South Africa is a very similar country, both socially and in terms of its budget reality, so logically, that cooperation can benefit both of our national defence interests.
General, thanks – and all the best in welcoming ‘wings that protect the country’.
[smiling] Our motto! Thanks for your interest!
Fonte: Georg Mader  http://defenceiq.com  06/03/2015  12:00:00 AM EDT
* O Brigadeiro Crepaldi foi substituído pelo Brigadeiro Paulo Chã a partir de 9 de abril 2015.



#57 jambock

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Posted 09 de June de 2015 - 00:08

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FAB seleciona 250 especialistas que irão para a Suécia conhecer a tecnologia do caça Gripen NG

Cientistas, engenheiros e técnicos trabalham em empresas e órgãos envolvidos com o acordo Brasil-Suécia, como a Embraer e o DCTA

A FAB (Força Aérea Brasileira) está em processo de seleção da comissão de 250 especialistas brasileiros, militares e civis, que irão à Suécia para conhecer e treinar a tecnologia dos caças Gripen.

Fabricados pela Saab, as aeronaves supersônicas foram compradas pelo governo brasileiro para modernizar a frota da Força Aérea.

O contrato prevê 36 aviões por cerca de R$ 13,9 bilhões (US$ 5,4 bilhões), com transferência de tecnologia para produção de aeronaves no Brasil.

Com isso, a nova versão do caça --Gripen NG (New Generation)-- será montada em parceria com empresas brasileiras, principalmente a Embraer, com sede em São José dos Campos.

Em nota, a FAB confirmou que boa parte dos cientistas, engenheiros e técnicos que irão à Suécia trabalham na região, como no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial). Também serão enviados especialistas de empresas, como da Embraer e de outras 100 companhias que poderão fazer parte da cadeia produtiva dos novos caças.

Segundo fontes da Aeronáutica, estão confirmados 66 projetos de offset ligados à produção do Gripen. Tratam-se de compensações que o país exige no caso de compras de material, bens e serviços vindos do exterior.

A FAB não confirmou, porém, a data da viagem dos especialistas para a Europa, que deve ocorrer no segundo semestre deste ano.

O Gripen NG começa a ser produzido em 2017. A previsão é de que a Força Aérea Brasileira comece a receber os caças a partir de 2019.

Sigilo
Países assinarão documento secreto
Em razão da transferência de tecnologia para a produção do Gripen, Brasil e Suécia assinarão um acordo de preservação do sigilo. Conhecido pela sigla em inglês PSI (Project Security Instructions), o documento “encontra-se em fase de elaboração”, disse a FAB (Força Aérea Brasileira). O texto vai amparar e proteger a troca de informações sigilosas.

Guerra
Conflito desperta Forças Armadas
Em visita ao Brasil na semana passada, quando se reuniu com emissários do Ministério da Defesa, o vice-ministro da Defesa da Suécia, Jan Salestrand, revelou que seu país “não estava dando atenção suficiente para as suas Forças Armadas”. Mas com a situação conflituosa com Rússia e Ucrânia, o “setor passou a ocupar papel de destaque”.

Memória
Programa levou 15 anos até escolha
O governo brasileiro demorou 15 anos para definir o caça que irá modernizar a frota de aviões de combate da Força Aérea. O programa FX-2, como ficou conhecida a modernização da frota, foi instalado em 1998 e só definiu a origem dos caças em dezembro de 2013. O supersônico Gripen, da sueca Saab, venceu a França e os EUA na concorrência.

Fonte: Xandu Alves para o jornal O VALE (SJC) via CECOMSAER  7 JUN 2015


Edited by jambock, 09 de June de 2015 - 00:10 .


#58 jambock

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Posted 09 de June de 2015 - 01:46

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Posted 09 de June de 2015 - 08:51

Questão administrativa:

 

Não seria o caso de corrigir o título deste post, retirando o "serão produzidos em São Bernardo a partir de 2015", já que não serão?



#60 jambock

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Posted 11 de June de 2015 - 12:56

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Exposição da maquete 1:1 do Gripen NG na Explanada dos Ministérios.

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