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Caças Gripen NG para a FAB: Notícias


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#161 jambock

jambock
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Posted 27 de October de 2017 - 17:43

Meus prezados
Mais informações do voo supersônico do caça Saab Gripen E
A empresa de defesa e segurança Saab anunciou que o caça inteligente (Smart Fighter) Gripen E voou supersônico pela primeira vez. A aeronave quebrou a barreira de som sobre o Mar Báltico no dia 18 de outubro.
O caça inteligente Gripen E voou a velocidades superiores à velocidade do som, em mais de Mach 1, como parte do programa de testes em voo em curso. O objetivo foi coletar dados da aeronave à medida que alcançava e sustentava velocidade supersônica. O voo ocorreu no mar Báltico e a aeronave voou a uma velocidade supersônica durante vários minutos, enquanto realizava manobras, demonstrando a combinação bem-sucedida do design do caça e seu poderoso motor.
“Como pilotos do Gripen estamos acostumados a uma velocidade extrema, mas passar pela barreira do som pela primeira vez com a aeronave ainda é um momento para comemorar. É importante que a aeronave faça a transição suavemente através do que chamamos de zona transônica em torno da barreira do som e ela certamente o fez, foi muito suave”, disse Marcus Wandt, piloto de testes da Saab.
Congratulando-se com as notícias, Jonas Hjelm, vice-presidente sênior e chefe de área de negócios da Aeronáutica, disse: “marcos individuais, como esse voo supersônico, demonstram o rigor da nossa abordagem de engenharia e a validade da modelagem. É uma evidência adicional de que o programa de teste de voo do Gripen E está indo extremamente bem, enquanto o cronograma de entrega para nossos dois clientes continua sendo nosso foco principal”.
Este marco foi precedido por mais de 20 horas de voo desde o primeiro voo em 15 de junho de 2017.
Fonte: Saab via site Poder Aéreo 27 OUT 2017



#162 jambock

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Posted 09 de November de 2017 - 08:51

Meus prezados

Conceito a partir do qual o Gripen foi desenvolvido pela Saab

O raciocínio revolucionário da Saab por trás do programa Gripen assegura a entrega de um dos caças mais avançados do mundo. O Gripen E é um caça não só apto para fins específicos da atualidade, mas pronto e adaptável para eventos além do futuro que vemos no horizonte.

Gripen, um sistema de caça avançado

O projeto Gripen, renomado em todo o mundo, foi criado inicialmente como resultado de uma sinergia entre a academia, a indústria e o governo. Chamado de “tripla hélice”, este modelo tem sido empregado pela Saab para garantir avanços tecnológicos altamente sofisticados.

A chefe de Cooperação Industrial da Saab, Eva Söderström, explica: “Isso existe há muitos anos na Suécia. Embora na época não fosse conhecida como “tripla hélice”, era um modelo que utilizávamos: a academia, a indústria e um órgão governamental. Fizemos isso para desenvolver o programa Gripen e também porque funcionava”. Certamente, a “tripla hélice” está longe de ser uma ideia conceitual na Saab, mas sim um método de trabalho.

A colaboração no Brasil

Quando o Brasil estabeleceu um contrato com a Saab para a entrega do Gripen NG, também firmou uma importante cooperação industrial, bem como transferência de tecnologia. Como resultado do contrato assinado em 2015, cerca de 150 engenheiros brasileiros estão na Suécia e mais de 30 já voltaram para o Brasil, após participarem de treinamentos teóricos e práticos. Essa colaboração continuará por vários anos e, no final, cerca de 350 brasileiros terão feito a mesma viagem. Essas cooperações ajudarão todas as partes envolvidas e contribuirão para a inovação.

No Brasil, o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) trabalha para identificar, desenvolver e apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia avançada, em particular nas áreas de meio ambiente, defesa e transporte. A organização tem 17 membros e mais de 100 parceiros. “Compartilhar tecnologia e trabalhar em conjunto são características fundamentais dos negócios relacionados ao Gripen”, afirma Söderström. De fato, construir confiança e colocar o foco nos relacionamentos de longo prazo, certamente se tornaram características do modo como a Saab trabalha.

Parcerias premiadas de longo prazo

Söderström gosta de destacar outras histórias de sucesso, como, por exemplo, a Saab Grintek Defence (SGD), na África do Sul. “A SGD é uma empresa muito bem-sucedida que traz para a Saab conhecimentos especializados e, para a África do Sul, exportações que não teriam existido sem a Saab, especialmente nas áreas de guerra eletrônica e aviônica”, disse. Aliás, a empresa recebeu o prêmio Best Exporter Award pela SA Premier Business Awards em 2013 e 2014.

Olhando para o futuro, um número de países cada vez maior está se interessando em trabalhar com o Gripen. De acordo com Söderström, isso é muito positivo pois, embora os relacionamentos possam levar tempo para serem construídos, são feitos para durar. As parcerias colaborativas com a Saab são, frequentemente, de longo prazo e se caracterizam por uma troca mútua de ideias e inovação.

Fonte: site Defesa Aérea e Naval via CECOMSAER 9 NOV 2017


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#163 jambock

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Posted 25 de November de 2017 - 11:33

Meus prezados
Vídeo: Caça Saab Gripen e Força G
https://youtu.be/jDre5G6eGWM
Acompanhe agora uma viagem do interior de um caça Gripen em um teste com o piloto André e observe como a força G age durante manobras extremas.
Voar caças de última geração como o Saab Gripen não é para qualquer pessoa. É preciso possuir o preparo e as condições físicas para voar com segurança e suportar as elevadas cargas G que esses aviões produzem, quando realizam manobras de combate aéreo.
Por isso a Força Aérea Sueca possui um simulador de voo combinado com um centrifugador que serve como treinador para pilotos de Gripen e como laboratório médico, para pesquisas sobre os efeitos das elevadas cargas G nos pilotos.
Pilotos brasileiros que voaram o caça Gripen na Suécia já experimentaram o simulador, que pode ser visto em:

http://www.aereo.jor...voar-no-gripen/
Fonte: site Poder Aéreo 22 nov 2017



#164 jambock

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Posted 19 de February de 2018 - 20:46

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Resumo do seminário "Desenvolvimento tecnológico: o projeto Gripen em pauta"

https://youtu.be/gGi5kcunCBA
O seminário completo é bem elucidativo, no minuto 52:20 então... Só não entende a indireta quem não quer.

Seminário completo


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#165 jambock

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Posted 20 de February de 2018 - 10:25

Meus prezados
A tão propagada fusão entre Boeing e Embraer, é fundamental neste exato momento para ambas as empresas. O planeta é o tabuleiro do eterno jogo de xadrez do mercado aeroespacial e este movimento é desejoso, crucial talvez, para ambos.
Explico.
A empresa de Chicago e o governo norte-americano deflagraram a crise ao apertar a Bombardier, impondo à ela 300% de taxas se quisesse vender aeronaves à Delta Airlines e, por tabela, o governo canadense na eterna questão dos subsídios governamentais àquela empresa – uma perene reclamação da Embraer mas que migrara para a Boeing à medida em que o tráfego aéreo aumentou, fazendo com que as aeronaves regionais encostassem cada vez mais nas áreas de atuação das gigantes Boeing e Airbus.
No Canadá de Justin Trudeau, questões nacionais são tratadas com entusiasmo, principalmente se identificadas desvantagens à província de Quebec, coincidentemente onde se encontra a maior parte da Bombardier. A pressão acabou levando à absorção pela Airbus da linha da Série C de 100-150 lugares, um segmento que deve demandar cerca de 6.000 novos aviões nos próximos 20 anos. No papel a Airbus terá 50,01% da linha, mas na realidade o controle será total sobre os aviões comerciais da Bombardier.
De repente, a Boeing se viu diante do fortalecimento de sua maior rival e sem um produto para enfrentá-la. Qualquer desenvolvimento de uma aeronave nova levaria tempo demais e o único avião que garantiria à empresa norte-americana uma rápida resposta no quesito time-to-market era o esperado E-2 da Embraer, considerado o melhor avião de sua classe antes mesmo de entrar em serviço.
Além disto, desenvolver e fabricar aviões no Brasil é mais barato do que montá-los no primeiro mundo, e isto é uma vantagem competitiva. Assim, o que já vinha se configurando há alguns anos para aqueles que ousavam olhar para a frente de forma analítica, se torna emergencial, hoje, para a Boeing.
No caso da Embraer, a joint venture Airbus-Bombardier também a coloca em situação difícil. Se para a gigante americana, enfrentar o novo conglomerado é essencial, para a empresa brasileira, cujo grosso da venda vem da aviação regional, e que vinha, assim como sua rival canadense, evitando invadir o mercado dos dois gigantes, o futuro se torna muito complicado.

Os cachorros grandes finalmente chegaram à briga. Estima um dos mais capazes especialistas do mercado aeroespacial brasileiro que neste cenário a Embraer sentirá os efeitos de sua limitada posição neste novo desenho de mercado, no máximo, nos próximos três ou quatro anos, o que resultaria no início de uma queda acentuada de market share. Um outro efeito muito interessante e positivo da associação da Embraer com a Boeing é a possibilidade de a empresa brasileira participar do desenvolvimento da família de aviões que sucederá a linha 737. As equipes de engenharia da Boeing voltadas à área de aviação comercial estão se aposentando ou concentrando em aviões maiores. Assim, diante deste cenário, a associação em discussão deve se consolidar em curto espaço de tempo.
Mas existe um problema.
O braço de defesa da Embraer corresponde hoje a não mais do que 20% do faturamento total da empresa. É uma área crítica para a manutenção da soberania do país no mercado aeroespacial do futuro, porque é a que diz respeito à sua aptidão de desenvolver suas próprias soluções, uma situação da qual o Brasil não abre mão desde o início dos anos 50, quando compreendeu que uma dependência em relação à indústria de Estados hegemônicos não permitiria jamais uma capacidade de defesa e dissuasão real e efetiva.
Por mais que tenha se destacado ao capitanear produtos bem pensados e desenvolvidos, a verdade é que a área militar da empresa nunca foi uma campeã de vendas, esbarrando na concorrência de gigantes do setor e na pequena projeção geopolítica do país naquele campo. Uma associação com a maior empresa aeroespacial do planeta poderá trazer um crescimento na exportação de produtos de defesa não estratégicos, abrindo caminho também para uma elevação de nível da força de trabalho brasileira.Assim, quando o governo brasileiro diz que “...não se examina” a transferência do controle da empresa para o capital estrangeiro, não está inviabilizando o negócio.

Na verdade, a Embraer já pertence em sua maior parte ao capital estrangeiro de forma pulverizada, uma vez que a maioria de suas ações está em bolsa. O que o governo detém e deve defender, é o controle sobre as decisões que recaem sobre os programas de defesa estratégicos para o país. Programas estes, que, até aqui foram salvaguardados desde a privatização da Embraer pelos representantes apontados pelo governo brasileiro no Conselho de Administração da empresa e pelas sucessivas levas de executivos e diretores quase que exclusivamente brasileiros comprometidos com a soberania do país.
É importante que, desde já, fique muito claro que muito mais importante do que a empresa, é a capacidade industrial aeroespacial brasileira e o discernimento que foi adquirido por todos os seus integrantes ao longo dos anos, desde que o Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro teve que pousar em pane nos pastos de São José dos Campos, o que acabou resultando no CTA, no ITA e, posteriormente, na própria Embraer.
Entre todos os programas de defesa atualmente sendo levados a cabo pela Empresa Brasileira de Aeronáutica, o mais importante, de longe para a Força Aérea é o do caça F-39 Gripen, um projeto que, diga-se de passagem, não era o mais popular para a companhia. Há quem diga que ela preferia o F/A-18, da Boeing num possível prelúdio a ações futuras, ou ao menos uma predisposição de quem já então queria ser vendido.
Mas a verdade é que, assim como o avião leve de ataque A-29, e o cargueiro KC-390, a mola mestra que impulsiona estes programas não é a indústria, mas a Força Aérea Brasileira, que vem gerenciando cada um deles de perto, vislumbrando a indústria como meio de supri-la de vetores necessários ao cumprimento de seus objetivos estratégicos e suas missões e não como um fim em si.
Inteligentemente, a Força Aérea dividiu o programa entre diversos polos de tecnologia visando evitar a concentração do aprendizado e assim abrindo caminho para um futuro no qual novas soluções terão que ser adequadas às suas necessidades operacionais. Por exemplo; o desenvolvimento da estrutura do avião se concentra na empresa Akaer, a aviônica é desenvolvida na AEL, em Porto Alegre, a logística e manutenção dos motores e sistemas já possuem solução. E mesmo a montagem final, o programa de ensaio e a homologação da aeronave hoje previstos para as dependências da Embraer em Gavião Peixoto poderiam alternativamente ser feitos em São José dos Campos.
O item estratégico mais importante para o país no que diz respeito ao Programa Gripen reside no domínio do desenvolvimento e manutenção de todo o software e a integração de sistemas da aeronave. É este o fator que irá possibilitar uma visão de raios X sobre cada faceta do programa e isto afeta não só a aeronave, seus sensores e armamento no estado atual, mas, talvez até mais importante, a sua capacidade de crescimento futuro. Para abrigar estas atividades foi criado, em Gavião Peixoto, o Gripen Design Development Network (GDDN). É ali que será desenvolvida toda a integração de sistemas, sensores e armas da aeronave. Integrada diretamente às redes computacionais da Saab, na Suécia, esta rede será responsável por adquirir e gerir o grosso da tecnologia transferida daquele país para o Brasil ao longo do programa, elevando o nível tecnológico da Força Aérea bem como da indústria como um todo.

Dificilmente uma empresa que disputa o mercado mundial de aeronaves de combate irá abrir seus segredos e procedimentos para outra, controlada por um concorrente. Aprendemos isto durante os programas AMX, A-29, F-5M e A-1M. Sentimos isto de perto no Brasil durante a discussão dos famosos “códigos-fonte” cujas informações e segredos alguns fabricantes não estavam dispostos a passar durante a concorrência do programa F-X2. O GDDN poderia também, no futuro, servir como base para o desenvolvimento de novos produtos de maior interesse comercial para a controladora da nova empresa, mas não necessariamente para a Força Aérea Brasileira.
Portanto, segregar as atividades do GDDN transferindo-o hierárquica, lógica e fisicamente para o Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA) parece ser uma decisão estratégica fundamental e uma solução de custo baixo, se comparada com a dimensão e o potencial do negócio em pauta.

A Embraer seria evidentemente mantida no programa com grande carga de trabalho, inclusive com participação no GDDN, mas sem, no entanto, colocar em risco questões relativas à segurança nacional.
É importante que o país não se deixe levar no futuro por ofertas comerciais capazes de afetar o Programa Gripen e assim atrapalhar os objetivos da FAB, que são os de construir sua defesa aérea de agora e das próximas décadas sob a égide da eficiente dissuasão, operando nas mais diversas áreas da guerra aérea com seu bem planejado e provisionado vetor.

Ao longo do ciclo de vida de três a quatro décadas em que o F-39 operará na FAB, serão necessárias novas capacidades ainda não cobertas pelo atual contrato de desenvolvimento e fornecimento. Ocorrerão inúmeras atualizações de software e a integração de novos equipamentos e capacidades, bem como novos avanços tecnológicos hoje sequer vislumbrados.
A associação atualmente na mesa tem tudo para andar muito rapidamente nas próximas semanas, e seu fulcro ainda não é o Programa Gripen. Mas se a necessária segregação dos pontos focais do programa não for endereçada imediatamente, ele logo entrará num imbróglio que tem tudo para se tornar um pântano comercial e político. E se terá jogado fora o mais bem desenhado programa de defesa jamais montado no país.
Fonte: Editorial da revista Força Aérea via CECOMSAER 20 FEV 2018



#166 jambock

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Posted 22 de February de 2018 - 18:35

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Saab: primeiro caça Gripen da FAB será entregue em 2019
Desenvolvimento do caça Gripen E segue o cronograma, diz presidente da Saab
A Saab permanece no cronograma para entregar os primeiros exemplares de produção da série Gripen E no terceiro trimestre do próximo ano e também tem esperança de concluir as vendas atrasadas de exemplares dos modelos C/D de nova fabricação em 2018, noticiou o site FlightGlobal.
“Vamos nos manter de acordo com o planejado e entregar as duas primeiras aeronaves para a Força Aérea Brasileira e a Força Aérea Sueca no próximo ano”, diz o presidente-executivo da Saab, Håkan Buskhe. “As coisas estão seguindo de acordo com o plano”, disse ele ao discutir os resultados financeiros da empresa de 2017, em 16 de fevereiro.
“Os testes e a avaliação do primeiro avião [protótipo] estão indo extremamente bem. Estamos recebendo dados melhores do que esperávamos”, diz Buskhe. Um segundo protótipo vai se juntar aos testes até o final deste ano.
“É sempre desafiante ter esse tipo de programa, mas, se não for desafiador, provavelmente não será um bom produto no final”, ele observa, enquanto descreve o trabalho de desenvolvimento como um progresso “bastante bom”.
Observando que a Saab está tendo oportunidades potenciais para vender o Gripen E para outras nações, incluindo Canadá, Finlândia e Suíça, ele diz: “Nosso desempenho na entrega também provará que temos um produto pronto”.
Buskhe diz que a Saab esperava concluir as novas vendas de seu Gripen C/D até o final do ano passado, mas esses fatores, incluindo processos políticos em potenciais países clientes, impediram que isso acontecesse. “O número de ofertas possíveis não mudou”, ressalta. “Temos algumas discussões intensivas com alguns países, e há grandes possibilidades durante este ano”.
Com a Força Aérea dos EUA tendo adiado uma decisão em sua competição de treinadores T-X do ano passado até meados de 2018, Buskhe diz que a Saab também gastou “muito mais do que antecipado” na atividade no ano passado. Trabalhando em parceria com a Boeing, empresa líder na licitação, está buscando um contrato para 350 aeronaves a fim de substituir o Northrop T-38 Talon da USAF.
Gripen-E-rollout-6-1024x682.jpg
Fonte: site Poder Aéreo 21 FEV 2018



#167 jambock

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Posted 02 de March de 2018 - 16:45

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Vídeo: Saab True Collaboration – 2ª temporada
A Saab vai iniciar uma segunda temporada de vídeos que mostram que o Programa Gripen representa muito mais do que o aumento da capacidade operacional da Força Aérea Brasileira.
Ele representa também um enorme salto tecnológico para a indústria brasileira, através de um extenso programa de transferência de tecnologia, que vai permitir que aviões supersônicos sejam desenvolvidos, produzidos e mantidos no Brasil.
Os primeiros engenheiros brasileiros chegaram na Suécia no início de 2016, para ajudar a desenvolver o futuro caça da FAB.
Até 2022, mais de 350 brasileiros vão trabalhar com o projeto Gripen NG na Suécia. Além da Embraer, as empresas AEL, Akaer, Atech e Inbra, entre outras, também estão enviando profissionais para a sede da Saab em Linköping.
Eles vão atuar no desenvolvimento da aeronave, gerenciamento de projeto, desenvolvimento de simuladores e certificação, dentre outras atividades.
Com status de parceiro no projeto Gripen NG, o Brasil tem papel de protagonista no desenvolvimento da versão biposto e nos primeiros estudos de viabilidade do Sea Gripen, modelo com adaptações necessárias para operar a bordo de porta-aviões.
Nos vídeos mostrados abaixo da série anterior divulgada pela Saab, são apresentados os primeiros brasileiros que foram para a Suécia trabalhar no projeto do novo Gripen. Eles falam da experiência de viver na Suécia e de como é trabalhar com os parceiros suecos nos projetos de desenvolvimento.
Os mais atentos poderão observar vários detalhes, como o display WAD (Wide Area Display) sendo testado em simulador na Suécia.
Gripen – O novo caça brasileiro
https://youtu.be/9VbTB_IUBzE

Saab: True Collaboration - 1º episódio - Deixando o Brasil
https://youtu.be/ghM9UmWeoHY

Saab: True Collaboration - 2º episódio - Chegando na Suécia
https://youtu.be/mmyfenrK43g

 

Saab: True Collaboration - 3º episódio - Treinamentos na Suécia
https://youtu.be/6VSi9uHysAk

 

Saab: True Collaboration - 4º episódio – Transferência de tecnologia

https://youtu.be/XRjeKPUQ1So

 

Saab: True Collaboration - 5º episódio – Valor da experiência

https://youtu.be/WXNta3zvClI

Saab: True Collaboration - 6º episódio - Vida na Suécia

https://youtu.be/Qke7MjDuFUc

 

Saab: True Collaboration - 7º episódio - Colaboração internacional

https://youtu.be/LpzW-vrLa5s

Saab: True Collaboration - 8º episódio - O ponto de vista sueco
https://youtu.be/4TFGM6eqAWw

Fonte: site Poder Aéreo 2 MAR 2018



#168 jambock

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Posted 04 de March de 2018 - 09:02

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Saab -True Collaboration - De volta ao Brasil
https://youtu.be/CMVoKOKOZM4

 

Saab -True Colaboration - 10° episódio 

https://youtu.be/4TFGM6eqAWw



#169 jambock

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Posted 14 de March de 2018 - 19:13

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Justiça marca para junho depoimento do Lula no caso dos caças.

Fonte: jornal Bandnews 14 MAR 2018 



#170 jambock

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Posted 25 de March de 2018 - 13:05

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Vídeos: Saab True Collaboration – continuação da 2ª temporada
Gripen-E-cena-v%C3%ADdeo-producao-protot
Montagem do caça Saab Gripen E

 

A Saab divulgou mais vídeos da segunda temporada que mostram como está o andamento do Programa Gripen para a Força Aérea Brasileira.
A troca de conhecimento entre a Saab e a indústria aeronáutica brasileira está sendo feita através da cooperação industrial, um processo extremamente complexo, envolvendo não apenas aspectos técnicos, mas também uma profunda interação entre as partes.
O objetivo comum é permitir que o Brasil desenvolva, fabrique e mantenha caças supersônicos no país.
A enorme competência da Embraer, adquirida ao longo dos últimos anos, e sua posição no mercado internacional neste setor, fez da empresa o parceiro ideal para desenvolver e montar o Gripen aqui no Brasil.
Outra empresa brasileira de alta tecnologia envolvida no programa Gripen da FAB é a Akaer. Entre o projeto e o desenvolvimento de peças estruturais e o cálculo dessas peças, a Akaer já realizou mais de meio milhão de horas de trabalho, o que representa um salto de anos em termos de operabilidade.
Já a AEL, é a fornecedora de importantes equipamentos da cabine do caça Gripen, desenvolvendo três sistemas distintos: o Wide Area Display (WAD), o Head Up Display (HUD) e o capacete Targo (Helmet Mounted Display – HMD).
Entre outubro de 2015 e 2024, mais de 350 engenheiros e técnicos brasileiros das empresas parceiras da Saab irão à Suécia para participar de cursos e treinamentos presenciais, o que representará uma década de aprendizado e parceria intensa.
Cooperação industrial
https://youtu.be/bY83QWyeR8A
O papel da Embraer no Programa Gripen
https://youtu.be/eyFqaPDoLIA
O trabalho da Akaer
https://youtu.be/DCHIKVbW_HQ
O trabalho da AEL
https://youtu.be/ZLO97My84Nk
Por que o Gripen foi escolhido pela Força Aérea Brasileira?
https://youtu.be/n8y8H5QA7KQ
Transferência de tecnologia
https://youtu.be/BN6hvCnEAI0
Fonte: site Poder Aéreo 21 MAR 2018



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Posted 25 de March de 2018 - 18:50

Com a possibilidade de associação da Embraer com a Boeing, qual a segurança da Saab que a tecnologia e segredos do novo Gripen não serão repassados para os caças da Boeing?



#172 jambock

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Posted 26 de March de 2018 - 16:10

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Comitiva da Saab realiza nova verificação estrutural em Anápolis
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Saab visita Anápolis

A nova aeronave Gripen NG será operada pelo 1° Grupo de Defesa Aérea a partir de Anápolis
Uma comitiva composta por especialistas em engenharia e logística da empresa SAAB, fabricante sueca dos caças Gripen NG (F-39), visitou as futuras instalações sediadas na Ala 2, em Anápolis, nos dias 14 e 15. Esta é a quarta visita técnica (Site Survey) da empresa à Anápolis e teve o objetivo de verificar as instalações do 1° Grupo de Defesa Aérea (1° GDA) que operará o Gripen a partir de 2021, e também para que a empresa entenda como a Força Aérea Brasileira (FAB) treina e opera aeronaves de caça.
“Desta vez, nosso foco foi o treinamento dos pilotos, dos técnicos e a verificação de algumas funções de manutenção. Também estamos olhando as instalações, já que o novo avião terá outros requisitos e as instalações atuais serão adaptadas. Estamos aqui para alinhar os requisitos e procurar a melhor solução, e essa é a hora perfeita, já que estamos construindo e projetando, para realizar toda a preparação tanto para a FAB quanto para a SAAB, como uma companhia, e ter certeza que tudo estará pronto para a chegada do avião”, comentou o Diretor de Logística do Programa, Magnus Hultin, que esteve presente nas outras visitas técnicas.
Militares da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), órgão da FAB responsável por projetos de aquisição e modernização de aeronaves, e do Grupo Fox, equipe de seis pilotos de caça dedicada à gerência operacional do projeto Gripen, também acompanharam a visita.
“É muito importante manter o laço estreito com o fabricante para que não haja lacuna entre a chegada do avião e o suporte de estrutura e pessoal. O Gripen é um sistema, não é só um avião que vai chegar e ser voado. Estamos trabalhando para ter certeza de que estaremos prontos e adaptados para a chegada dele”, explicou o Major Aviador Ramon Lincoln Santos Fórneas, membro permanente do Grupo Fox.
Novo caça da FAB, o Gripen NG, fará parte da defesa aérea do território brasileiro dentro da Dimensão 22.
Mockup-Gripen-NG-na-Festa-da-Ca%C3%A7a-n

Mockup do caça Gripen NG na Festa da Caça na Base Aérea de Santa Cruz, em 2015
Fonte: Força Aérea Brasileira via site Poder Aéreo 26 MAR 2018



#173 jambock

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Posted 27 de April de 2018 - 00:46

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Saab vai instalar fábrica de componentes no bairro Cooperativa em São Bernardo
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Émerson Bezerra¹

O bairro Cooperativa em São Bernardo, área conhecida por abrigar um polo de empresas, sediará a nova fábrica de componentes da Saab.

O lançamento da pedra fundamental do empreendimento ocorrerá no dia 9 de maio, a partir das 14h. A informação foi confirmada pela diretoria de comunicação da Saab, que por hora, não revela mais detalhes sobre a nova empreitada.
A sueca é a fabricante do avião-caça Gripen, que substituirá a frota de 36 aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) entre 2019 e 2024. A empresa confirma que o engenheiro Marcelo Lima será o diretor geral da SAM (Saab Aeronáutica Montagens), que funcionará em São Bernardo. No dia do evento, o executivo fará uma apresentação sobre os planos da unidade e vai detalhar o funcionamento e como será a planta do empreendimento.
De acordo com informações obtidas pelo RD, o chefe da unidade de negócios Gripen Brasil na Saab, Mikael Franzén, também estará presente. Na oportunidade o executivo vai detalhar e explicar como anda o Programa Gripen NG, realizado em parceria entre os dois países.
Em outubro do ano passado a Saab havia anunciado que a empresa se instalaria em São Bernardo, sem revelar o local. Na oportunidade anunciou Lima como diretor da SAM e ressaltou que estava em processo de seleção do imóvel e fase final de recrutamento de profissionais. Na época o engenheiro afirmou que “o programa Gripen é um divisor de águas para o setor de defesa no Brasil. Tenho a honra de participar de um projeto tão importante para a indústria brasileira”.
O ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT), pré-candidato ao governo do Estado, foi um dos defensores da aquisição do modelo Gripen quando chefiava o Executivo da cidade. Na ocasião, em 2011, chegou inclusive viajar para a Suécia com objetivo de estreitar relações para o desenvolvimento local.
O gestor relata que a condição para defender a empresa sueca foi consolidada com o compromisso de realização de investimentos no município. O presidente do PT estadual avalia que a chegada do empreendimento em São Bernardo é importante para o Estado e o País, pois gera conhecimento e um conjunto de benefícios agregados.
“Um dos resultados foi a criação do Cisb (Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro) e também o compromisso de montar uma fábrica de componentes do Gripen em São Bernardo. Fico feliz que estão cumprindo. Gerar empregos sempre foi uma obsessão para nós”, observa Marinho.
O RD também procurou o atual prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), para falar sobre importância do lançamento da pedra fundamental da Saab para a cidade. A assessoria de imprensa do Paço alega que o chefe do Executivo ainda não tem informação oficial sobre a realização do evento, mas se manifestará no momento oportuno.
Em julho do ano passado Morando retomou o diálogo com representantes suecos visando a retomada do projeto, oportunidade em que conversou sobre o assunto, em seu gabinete, com o diretor da empresa, Bengt Janér. Depois disso, esteve em Brasília em agenda oficial com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, Flávio Augusto Corrêa Basilio, além de representantes das Forças Armadas.
SAM – A Saab Aeronáutica Montagens será responsável por produzir aeroestruturas, como cone de cauda, freios aerodinâmicos, asas, fuselagem dianteira (tanto da versão monoposto quando da biposto) e fuselagem traseira para os caças Gripen da Força Aérea Brasileira. A SAM iniciará suas operações empregando 55 profissionais diretos, número que deverá crescer nos próximos anos.
A Saab alega que escolheu São Bernardo por conta de sua longa tradição em receber empresas suecas. A cidade é conhecida pela qualidade de sua força de trabalho industrial e está perto de universidades, indústrias e centros de pesquisa. Além disso também ressalta a importância estratégica em termos de logística, tendo em vista o fácil acesso da cidade aos portos, aeroportos, rodovias, ao polo aeronáutico de São José dos Campos e ao Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN) em Gavião Peixoto, São Paulo, onde os caças Gripen para o Brasil serão montados.

Fonte:¹REPÓRTER DIÁRIO (SP) - Via Notimp / Agência Força Aérea – FAB 25 ABR 2018


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Posted 17 de May de 2018 - 20:10

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Seminário da Saab destaca os principais recursos do Gripen
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Caça Saab Gripen E em voo de testes

A Saab realizou hoje seu seminário anual do Gripen em sua sede em Estocolmo, para compartilhar, com um público global, os mais recentes pensamentos e insights sobre essa família exclusiva de caças.
Jonas Hjelm, vice-presidente sênior e chefe da área de negócios Aeronáuticos, foi o anfitrião do evento, abrindo o seminário com uma visão geral do Gripen.
A evolução contínua da classe Gripen C foi destacada, incluindo a atualização da Força Aérea Tcheca com o padrão MS20, que permite novas missões para sua frota Gripen C.
Novas imagens foram mostradas sobre o programa Gripen E em andamento, com notáveis realizações desde o seminário de 2017, incluindo seu primeiro voo e mudança para supersônico.
O recente anúncio de uma nova instalação de aeroestruturas do Gripen E mostrou o progresso da cooperação com o Brasil, enquanto o grupo de usuários Gripen realizou reuniões pela primeira vez.
Uma atualização sobre os níveis contínuos de interesse global na família Gripen foi fornecida por Richard Smith, diretor de marketing e vendas do Gripen, mostrando que a Saab é capaz de atender às demandas de diversos segmentos de mercado com as séries C e E.
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Ciclo OODA no Gripen E

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Sistema de Guerra Eletrônica (EW) do Gripen E

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O seminário deste ano contou com a participação de novos oradores que discutiram as características da aeronave Gripen E e abordaram especificidades relevantes para os caças. Mikael Olsson, piloto do Gripen do Centro de Ensaios em voo da Saab, falou sobre a importância do Gripen E como um caça que permite ao piloto ter controle total, em vez de apenas voar para sobreviver em um campo de batalha hostil.
O tema da Guerra Eletrônica (EW, sigla em inglês) está ganhando cada vez mais interesse à medida que o número de radares e mísseis avançados em terra e no ar tornam imperativo que um caça seja projetado para competir no espaço de batalha de EW. Inga Bergström, diretora de vendas do Gripen EW, explicou como o Gripen E possui um sistema de EW sofisticado, essencial em seu projeto, para garantir o sucesso da missão contra esse amplo espectro de ameaças.
O seminário Gripen é um evento anual em que a Saab oferece insights sobre seu renomado caça e no qual os participantes podem fazer perguntas. É um evento realizado simultaneamente em Estocolmo, na Suécia, e on-line, ou seja, no mundo todo.
<iframe frameBorder="0" style="border:none" scrolling="no" width="100%" height="100%" src="https://saab-seminar...Hb252Q?p=66846" allowfullscreen></iframe>
Fonte: Saab / MSLGROUP via site Poder Aéreo 16 MAI 2018


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Posted 18 de May de 2018 - 10:22

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Saab prepara primeiros testes com o Gripen NG armado

O futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB), o Gripen NG, da Saab, está pronto para iniciar seu próximo grande período de testes, mas desta vez com armamentos. Falando durante o seminário anual sobre o Gripen, realizado pela fabricante sueca nessa quarta-feira (16), em Estocolmo, Jonas Hjelm, diretor da divisão aeronáutica da empresa sueca, confirmou os preparativos para a nova etapa e ressaltou que as primeiras aeronaves serão entregues até o final de 2019.
“Estamos nos preparando para a próxima fase de testes de voo, ou seja, de equipamentos externos”, disse Hjelm. “Estamos no caminho certo. Vamos entregar (as aeronaves) de acordo com os contratos que temos”, acrescentou o diretor da Saab.
A Saab tem 96 pedidos pelo Gripen NG (também chamado de Gripen E): 60 unidades para a força aérea da Suécia e mais 36 para a FAB, que serão produzidos em parceria com a Embraer e outras empresas brasileiras.
Na semana passada, em passagem pelo Brasil para a apresentação da fábrica da Saab Aeronáutica Montagens (SAM), em São Bernardo do Campo (SP), Hjelm já havia dito que a FAB deve receber todas as aeronaves entre 2019 e 2024. A nova unidade na Grande São Paulo, que tem participação da Akaer, de São José dos Campos (SP), vai produzir segmentos aeroestruturais do Gripen NG.
O primeiro protótipo do Gripen NG voou pela primeira vez em 15 de junho de 2017 e cinco meses depois completou seu primeiro voo supersônico. O novo caça é projetado para voar a 2.200 km/h, mais de duas vezes a velocidade do som.
As armas do Gripen NG
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A nova geração do Gripen poderá carregar uma grande variedade de mísseis, bombas e sensores de alta tecnologia para missões de defesa aérea ou ataque ao solo. São armamentos que podem alcançar alvos que vão muito além do alcance visual dos pilotos e com alta precisão.
A lista de armas sugeridas pela Saab para o caça contém alguns dos artefatos mais avançados do mundo, usados por forças armadas de grandes potências militares, como os EUA, Israel e a própria Suécia. No Brasil, o pacote inicial de armas para o Gripen NG também será interessante.
Em 2015, o site G1 publicou uma matéria com dados obtidos através da Lei de Acesso à Informação revelando um contrato da FAB avaliado em US$ 245,3 milhões para a compra de um pacote de 70 equipamentos, entre mísseis, bombas e sensores para equipar os Gripen.
Por questões estratégicas, a força aérea na época ainda não comentava sobre a quantidade e os tipos de armamentos que serão utilizados pelo Gripen NG no Brasil. Passados três anos da reportagem, a Aeronáutica mantém a mesma posição.
Uma fonte da FAB consultada pelo Airway e que pediu para não ser identificada, confirmou o contrato e que “os trabalhos estão em andamento”. Os primeiros equipamentos serão entregues a partir de 2019, junto com os primeiros caças.
A-Darter
Cotado para ser a principal arma do Gripen NG brasileiro, o míssil de interceptação aérea A-Darter está sendo desenvolvido por um consórcio de empresas do Brasil e África do Sul. As primeiras entregas estão programadas para 2019. Ao todo, a FAB vai receber 8 mísseis com capacidade operacional e 2 modelos de treinamento.
O A-Darter é um míssil de curto alcance (12 km), projetado para combates aéreos próximos. O equipamento é orientado por um sensor infravermelho que “persegue” o calor gerado pelo avião inimigo. Não só isso, segundo a FAB, o míssil terá alta capacidade de manobra e poderá ignorar as contramedidas lançadas por aviões hostis.
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Iris-T
Outro míssil de combate aéreo, desta vez de médio alcance (até 25 km), o Iris-T fabricado pela Diehl BGT Defence, da Alemanha, é uma importante arma de defesa em diversos países na Europa, em operação desde 2005 e soma mais de 5.000 unidades produzidas.
Como o A-Darter, o míssil alemão também é guiado por infravermelho e pode enganar contramedidas lançadas por aviões inimigos. Um ponto diferente do armamento é sua capacidade de poder trocar de alvo após o lançamento. O pacote do Iris-T para FAB contém 10 unidades operacionais e outros 20 modelos de treinamento.
Spice 1000
A arma mais poderosa e precisa do Gripen será a bomba Spice 1000, fabricada em Israel pela Rafael Advanced Defense Systems. O artefato é uma espécie de “bomba-planadora”, com pequenas asas que aumentam seu alcance, de até 100 km.
A Spice 1000 é considerada uma das armas mais letais de Israel, com alto nível de precisão. O nome da bomba é uma referência ao seu peso, de 1.000 libras (450 kg). Depois de lançada do caça, o artefato pode ser guiado por GPS ou marcadores laser (em solo, de outras aeronaves ou do próprio caça), que “iluminam” o alvo.
A encomenda de Spice 1000 da FAB contém 20 unidades, todas com capacidade operacional.
Spice 250
A Spice 250, também fabricada pela Rafael, é uma espécie de miniatura da Spice 1000, com 250 libras (113 kg). Como sua irmã maior, a bomba também é orientada por laser e GPS. A encomenda prevista no contrato é de 30 bombas com capacidade operacional.
As bombas da série Spice já foram certificadas pela Rafael para equipar caças como os F-15 e F-16 de Israel, e outros jatos como o Mirage 2000, Panavia Tornado e versões anteriores do Gripen (C/D). O Brasil será o primeiro cliente estrangeiro das bombas israelenses.
Litening G4
Essencial para o lançamento de armamentos do Gripen, o “pod” Litening G4 é um casulo com um potente sensor infravermelho para busca de alvos no ar e em solo, especialmente em missões noturnas. O equipamento é fabricado pela israelense Rafael a Northrop Grumman, dos EUA.
A FAB encomendou 10 desses equipamentos. Os pods Litening podem ser utilizados por uma grande variedade de aeronaves, desde o bombardeiro B-52 até caças como o F/A-18 e o Gripen. O Brasil já utiliza uma versão anterior do casulo nos caças A-1.
Reccelite
Outro produto da Rafael Systems, o pod Reccelite é um equipamento para missões de reconhecimento com uma série de sensores e câmeras usados para a marcar alvos e mapeamento de alta resolução de terrenos e transmissão em tempo real para bases de comando.
O Reccelite é operado por caças de forças aéreas de países como Israel, Espanha e Afeganistão. O pedido da FAB contém 4 unidades.
Fonte: Thiago Vinholes para site Airway via CECOMSAER 18 MAI 2018


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Posted 22 de May de 2018 - 13:37

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SAAB Gripen E está pronto para a próxima fase de testes

O SAAB Gripen E está pronto para uma nova fase de testes, desta vez em relação aos armamentos, disse Jonas Hjelm, chefe da unidade de negócios de aeronáutica da Saab.

O primeiro prótotipo da nova geração do Gripen alçou voo em 2017, na Suécia, e desde então vários testes estão acontecendo com a nova aeronave.

Existe uma empolgação e expectativa para que todos os testes do Gripen sejam feitos dentro do cronograma, pois se tudo ocorrer bem as primeiras unidades do novo caça serão entregues à FAB e para a Força Aérea Sueca já em 2019.

O último teste do Gripen E foi realizando voos com velocidade supersônica, em uma região do Mar Báltico.

O teste de armas indica que o cronograma está no seu fim, e se adiantando em mais um passo crucial para uma aeronave desse tipo.

O Brasil comprou 36 unidades do Gripen NG, uma versão com modificações do modelo E/F, para modernizar a Força Aérea Brasileira.

Fonte: André Magalhães para AEROFLAP via CECOMSAER 22 MAI 2018

 


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Posted 25 de May de 2018 - 09:39

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Gripen NG será exposto no Greenk Tech Show, em São Paulo

O Gripen NG, futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB), é atração na Greenk Tech Show, maior festival de tecnologia e sustentabilidade do Brasil. Uma réplica em tamanho real da aeronave estará exposta na feira de sexta a domingo (25 a 27) no Anhembi, em São Paulo (SP).

A réplica é feita de fibra de vidro, madeira e metal. O painel pode ser ligado e permite visualizar algumas das funcionalidades da aeronave multitarefa. Além disso, os protótipos dos armamentos que podem ser utilizados no Gripen, como o míssil A-Darter, também estarão expostos.

Os participantes da feira poderão ter uma experiência de realidade virtual com os óculos que simulam um voo com caças Gripen lado a lado e também poderão experimentar o videogame do Gripen, com quatro jogadores ao mesmo tempo.

Além de saber mais detalhes sobre a aeronave que equipará a FAB, e até entrar na cabine do caça, os interessados poderão conversar com os militares para saber como ingressar na Força Aérea, formas de capacitação de novos profissionais e curiosidades sobre o dia a dia dos homens e mulheres que contribuem para a defesa do espaço aéreo brasileiro.

O público estimado é de oito mil pessoas por dia. "Ao longo desses três dias, nós vamos fazer diversas promoções por meio das nossas redes sociais e o público vai concorrer a diversos brindes, kits personalizados da FAB. A ideia é interagir com o público e mostrar as formas de ingresso e um pouco do nosso dia a dia", ressaltou o Chefe da Subdivisão de Relações Públicas do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, Tenente-Coronel Denys Martins de Oliveira.

Novo Caça

Com 14,1 metros de comprimento e 8,6 metros de largura, o Gripen NG atinge mais de duas vezes a velocidade do som. Os 36 caças serão entregues à Força Aérea Brasileira entre 2021 e 2024. Todos ficarão sediados na Ala 2, em Anápolis (GO), podendo operar a partir de pistas de pouso espalhadas em todo o país.

Serviço

Evento: Greenk Tech Show
Local: Anhembi, São Paulo (SP)
Quando: 25 a 27 de maio

Fonte: Agência Força Aérea via Paola Carvalho para PORTAL AEROFLAP publicado no CECOMSAER 25 MAI 2018



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Posted 31 de May de 2018 - 11:06

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Militares são capacitados em avaliação da aeronave Gripen

Os alunos do XXVII Curso de Ensaios em Voo (CEV) realizaram, entre os dias 07 e 18 de maio, a avaliação final do curso, chamada Preview, na aeronave JAS 39 Gripen D, em Linköping, Suécia. O objetivo foi verificar a capacidade dos pilotos e engenheiros alunos em avaliar uma aeronave de alta performance para as ações de defesa aérea e ataque.
A avaliação foi baseada na Solicitação de Ensaio de Instrução, feita pela Divisão de Formação em Ensaios em Voo, do Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo (IPEV), Unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) localizada em São José dos Campos (SP), e reúne os principais requisitos operacionais e de certificação da aeronave. Com base na solicitação, os alunos devem demonstrar ser capazes de planejar as missões num perfil que permita a avaliação desses requisitos, com a aplicação das técnicas de ensaio em voo necessárias para adquirir as informações para a avaliação. Eles devem, também, mostrar rápida adaptação à aeronave para pilotá-la a partir da posição dianteira, conduzir os voos com segurança e compilar os resultados num relatório de ensaio.
Na oportunidade, os pilotos e engenheiros alunos realizaram oito voos na aeronave JAS 39 Gripen D, pertencente à SAAB, e dois voos na aeronave “alvo” SK-60 (SAAB 105). “A Preview é uma excelente atividade para verificar o nível de aprendizagem dos alunos e colocá-los num ambiente de ensaio adverso, a fim de verificar a sua alta capacidade de adaptação. Num exercício como esse, o nível de maturidade e confiança dos alunos aumenta significativamente e, se aprovados, há uma confiança enorme que os alunos possam ser engajados nos diversos projetos que o IPEV está inserido”, afirma o Vice-Diretor do IPEV, Tenente-Coronel Aviador Marcelo Zampier Bussmann.
Após a conclusão do CEV, os novos pilotos e engenheiros de ensaio serão engajados em programas de outras aeronaves, como do KC-390 e do Gripen E/F, entre outros que o IPEV participa atualmente, a fim de garantir que a entrega das aeronaves seja realizada conforme os requisitos contratuais definidos.
“Nosso dever é garantir que as aeronaves atinjam os requisitos contratados, o que é bastante complexo quando se trata de sistemas cada vez mais modernos. O desenvolvimento das aeronaves, por meio dos ensaios em voo, contribui significativamente para que a FAB realize a sua missão constitucional em prol da sociedade brasileira”, destaca o Tenente-Coronel Bussmann.
Curso de Ensaios em Voo
O CEV tem por finalidade a formação de pilotos e engenheiros qualificados para planejar, executar e gerenciar atividades de Ensaios em Voo relacionadas com voos experimentais de desenvolvimento, modificação, avaliação ou certificação de aeronaves e/ou sistemas embarcados, bem como para verificar atividades desse gênero conduzidas por terceiros igualmente qualificados.
Fonte: IPEV – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente João Elias via CECOMSAER 30 MAI 2018



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Posted 06 de June de 2018 - 01:38

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Vídeo da SAAB com as configurações de armamento e outras descrições:



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Posted 14 de June de 2018 - 16:35

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Fuselagem traseira do Gripen E, projetada pela Akaer, passa nos testes de carga
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Saab JAS 39E Gripen em voo de teste

 

A Akaer – empresa certificada como EED (Empresa Estratégica de Defesa), com controle acionário nacional e gestão independente – projetou a fuselagem traseira do caça Gripen que foi aprovada após passar pelos testes de carga.
Engenheiros e técnicos brasileiros da Akaer desenvolveram uma nova fuselagem traseira para as aeronaves de caça Gripen E/F da Força Aérea Brasileira (FAB). O projeto baseia-se na tecnologia desenvolvida pela Saab para a versão anterior da aeronave. Porém, a Akaer precisou redesenhar algumas estruturas desde o conceito básico até o detalhamento total da estrutura.
A Akaer mudou a arquitetura da estrutura, dando uma solução inovadora para atender os requisitos da nova versão do caça, mais potente, com novos aviônicos, novas funcionalidades, além de maior durabilidade. Para isso, além de redesenhar a estrutura da fuselagem traseira, foi preciso redesenhar a ligação entre o motor e a fuselagem, definir novo design para os painéis laterais, projetar uma nova porta do compartimento do motor e redesenhar a ligação da empenagem, para atender às severas cargas térmicas, voo, pouso e decolagem típicos de um caça supersônico. O mesmo acontece com os pontos de fixação do motor, atendendo às necessidades de durabilidade exigidas pela FAB.
A empresa revisou algumas estruturas com o objetivo de adotar novos conceitos. O novo projeto da porta do compartimento do motor utilizou material e conceitos diferentes das versões anteriores do caça, resultando em melhorias significativas na relação peso / resistência / durabilidade.
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A Akaer é responsável pelo projeto das partes em verde do gráfico do caça Gripen E

 

A baia do APU (Auxiliary Power Unit – Unidade de Energia Auxiliar), espécie de gerador, também foi redesenhada para atender aos novos requisitos do caça, com temperaturas e vibrações elevadas.
“Agregamos muito valor a essa estrutura. Foram anos desenvolvendo o projeto e mais um ano de testes de carga na sede da Saab, na Suécia, que validou o nosso projeto. Isso nos deixa muito orgulhosos por comprovar o quanto nossa empresa está capacitada para desenvolver projetos de extrema complexidade como esse”, explica o presidente e CEO da Akaer, Cesar Augusto Teixeira Andrade e Silva.
Os testes de carga da fuselagem traseira simulam todas as manobras previstas pela aeronave em operação sobre a estrutura do avião, acrescidas de 50%, para atender as normas de certificação. Esses testes utilizaram 140 sensores de tensão para medir o estresse nos pontos críticos da estrutura.
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Gripen E

 

Sobre o Grupo Akaer
O Grupo Akaer, fundado em 1992, é especializado no fornecimento de soluções tecnológicas em diferentes áreas de atuação como aeroespacial, defesa, energia e automotiva. Com mais de 350 funcionários altamente capacitados, tem atuado no desenvolvimento em projetos estratégicos para o Brasil como o Gripen, KC-390, além de câmeras para satélites.
Fonte: site Poder Aéreo 14 JUN 2018