Jump to content


Photo

Brasil: Veículo Lançador de Microssatélites VLM-1


This topic has been archived. This means that you cannot reply to this topic.
5 replies to this topic

#1 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,717 posts

Posted 02 de January de 2015 - 14:50

Meus prezados:

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL
EXTRATO DE CONVÊNIO
Espécie: Convênio Nº 813865/2014, Nº Processo:67720029866201451

Concedente: COMANDO DA AERONAUTICA,
Convenente: FUNDACAO DE CIENCIA APLICACOES E TECNOLOGIA ESPACIAIS

CNPJ nº 51619104000110

Objeto: Apoio na gestão administrativa e financeira na execução do projeto de desenvolvimento
tecnológico denominado Veículo Lançador de Microssatélites VLM-1, conforme detalhado no Plano de Trabalho, anexo.

O apoio administrativo e financeiro da fundação consistirá na aquisição de bens e serviços, conforme previsto no Plano de Trabalho, de acordo com os prazos, custos máximos e características definidos pelo IAE.,
Valor Total: R$ 79.000.000,00, Valor de Contrapartida: R$ 0,00

Valor a ser transferido ou descentralizado por exercício:

2014 - R$ 11.199.505,68;

2015 - R$ 30.000.000,00;

2016 - R$ 20.000.000,00;
2017 - R$ 15.000.000,00;

2018 - R$ 2.800.494,32,

Crédito Orçamentário: Num Empenho: 2014NE802936, Valor: R$ 4.422,00,
PTRES: 064363, Fonte Recurso: 0100000000, ND: 44504202; Num
Empenho: 2014NE802935, Valor: R$ 154.712,30, PTRES: 064359,
Fonte Recurso: 0100000000, ND: 33504103; Num Empenho:
2014NE802933, Valor: R$ 548.180,05, PTRES: 064363, Fonte Recurso:
0100000000, ND: 33504103; Num Empenho: 2014NE802917,
Valor: R$ 427.019,33, PTRES: 064368, Fonte Recurso: 0100000000,
ND: 33504103; Num Empenho: 2014NE802915, Valor: R$ 65.172,00,
PTRES: 064368, Fonte Recurso: 0100000000, ND: 44504202; Num
Empenho: 2014NE802913, Valor: R$ 1.500.000,00, PTRES: 076927,
Fonte Recurso: 0100000000, ND: 33504103; Num Empenho:
2014NE802912, Valor: R$ 8.500.000,00, PTRES: 076927, Fonte Recurso:
0100000000, ND: 44504202; Num Empenho: 2014NE802907,
Valor: R$ 65.172,00, PTRES: 064368, Fonte Recurso: 0100000000,
ND: 44504202; Num Empenho: 2014NE802906, Valor: R$
427.019,33, PTRES: 064368, Fonte Recurso: 0100000000, ND:
33504103, Vigência: 17/12/2014 a 17/02/2019.

Data de Assinatura: 17/12/2014

Signatários: Concedente: LEONARDO MAGALHAES NUNES DA SILVA CPF nº 042.553.358-18, Convenente: LUIZ CARLOS MOURA MIRANDA CPF nº 075.835.164-04.



#2 RodrigoRS

RodrigoRS
  • Usuários
  • 235 posts

Posted 02 de January de 2015 - 15:03

Será que agora vai?

 

Pena que vai demorar mais 4 anos ainda, sendo que segundo o plano inicial já era pra estar pronto!



#3 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,717 posts

Posted 14 de June de 2015 - 21:15

Meus prezados

vlm.jpg

Primeiro voo do VLM-1 será em novembro de 2018
O primeiro voo do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) para teste de qualificação está programado para novembro de 2018. O anúncio foi feito pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, na 69ª Reunião Ordinária do Conselho Superior da instituição realizada nesta quinta-feira (11).
No lançamento a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, será transportada uma carga útil também para teste. O Lançador é um foguete de três estágios a propelente sólido com capacidade para satélites de pequeno porte com massa de até 150 quilos.
Desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Comando da Aeronáutica, com cooperação da Agência Espacial da Alemanha (DLR), o VLM é composto de dois estágios equipados com motor S-50 e um com motor S-44.
O teste de qualificação do motor S-50, em banco de ensaio, está previsto para janeiro de 2017. O voo de qualificação do VS-50 é programado para novembro do mesmo ano.
Experimento - O presidente também informou estar em estudo à proposta de ser levado ao espaço três experimentos selecionados no 5º Anúncio de Oportunidade, lançado em fevereiro último. A proposta desta edição visa a selecionar um dispositivo que avalie aspectos fisiológicos do espaçonauta Pedro Nehme no voo suborbital do qual ele participa no final do ano.
Quanto ao projeto Serpens (Sistema Espacial para a Realização de Pesquisas e Experimentos em Nano Satélites), os conselheiros foram informados de que o segundo exemplar do satélite de pequeno porte será coordenado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com a participação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e das universidades federais do ABC (UFABC), de Minas Gerais (UFMG) e Universidade de Brasília (UnB). Seu lançamento está previsto para o segundo semestre de 2017.
Com relação ao primeiro modelo do Serpens será entregue à Agência Espacial do Japão (Jaxa) no próximo mês de julho, para lançamento da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em outubro deste ano.
Fonte: AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA via CECOMSAER 14 JUN 2015



#4 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,717 posts

Posted 25 de October de 2016 - 12:32

Meus prezados

Veículo lançador de satélites deve ser testado em 2018
Para o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, projeto atende a demanda internacional por satélites de menor porte

A Agência Espacial Brasileira (AEB) está desenvolvendo o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), uma espécie de foguete adaptado a pequenos satélites.

A atenção da AEB para o projeto tem motivo. “Hoje em dia, grande parte das missões envolve pequenos satélites. São verdadeiras constelações de pequenos satélites. Se um deles falhar, é só mandar outro de pequeno porte para substituir. Não precisa mandar um equipamento de seis toneladas”, explicou o presidente da agência, José Raimundo Coelho.

Segundo ele, o primeiro teste do VLM está projetado para o final de 2018. "Certamente, teremos uma grande fila de espera de interessados em enviar seus satélites no nosso lançador a partir do Centro de Lançamento de Alcântara", previu.

José Raimundo Coelho ressaltou a importância do Programa Espacial Brasileiro, o desenvolvimento da indústria aeroespacial e o trabalho da AEB para atrair jovens para as carreiras ligadas ao setor. "O Programa Espacial Brasileiro precisa, primeiro, convencer a população da necessidade de estabelecer uma indústria espacial forte e sustentável. Espero que possamos, daqui a alguns anos, ouvir que temos um grande programa espacial que se preocupa em atender ao que a população requer", afirmou.

SGDC

Outro projeto importante para o Brasil é o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), definido por Coelho como questão de soberania nacional. “Tínhamos esse sistema instalado no Brasil por meio de contratos com satélites estrangeiros. E, por meio de uma iniciativa do então Ministério das Comunicações – agora MCTIC – foi sugerida a criação de uma empresa para desenvolver o projeto de um satélite que fornecesse comunicações estratégicas e que provesse banda larga para todo o nosso território. E foi criada uma empresa integradora, a Visiona, que é a associação da Embraer com a Telebras”, contou.

Para desenvolver a indústria brasileira voltada para o setor espacial, defende o presidente, é preciso expandir a demanda do Programa Espacial Brasileiro, para dar sustentabilidade à indústria espacial. A agência investe no programa desde cedo, com crianças de 12 e 13 anos, por meio do AEB Escola, e, mais adiante, o trabalho é feito junto às universidades. Atualmente, cinco universidades federais em todo o País oferecem cursos de engenharia aeroespacial.

“A demanda que temos hoje é essencialmente do governo brasileiro. Temos que ter a capacidade de estender essa iniciativa para outros segmentos da sociedade, de tal maneira que tenhamos grandes empresas necessitando de serviços de satélites do nosso programa espacial”, disse Coelho.

Fonte: Portal Brasil via CECOMSAER 25 OUT 2016



#5 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,717 posts

Posted 26 de October de 2016 - 14:11

Meus prezados
Agência Espacial Brasileira quer exportar veículos lançadores de microssatélites
Para o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, projeto atende a demanda atual por satélites de menor porte. Equipamento deve ser testado no fim de 2018. "Teremos fila de interessados em enviar satélites no nosso lançador."
A Agência Espacial Brasileira (AEB) está desenvolvendo o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), uma espécie de foguete adaptado a pequenos satélites. A atenção da AEB para o projeto tem motivo. "Hoje em dia, grande parte das missões envolve pequenos satélites. São verdadeiras constelações de pequenos satélites. Se um deles falhar, é só mandar outro de pequeno porte para substituir. Não precisa mandar um equipamento de seis toneladas", explicou o presidente José Raimundo Coelho em entrevista ao Portal MCTIC.
Segundo ele, o primeiro teste do VLM está projetado para o final de 2018. "Certamente, teremos uma grande fila de espera de interessados em enviar seus satélites no nosso lançador a partir do Centro de Lançamento de Alcântara", previu.
Na entrevista, José Raimundo Coelho também falou sobre a importância do Programa Espacial Brasileiro, o desenvolvimento da indústria aeroespacial e o trabalho da AEB para atrair jovens para as carreiras ligadas ao setor. "O Programa Espacial Brasileiro precisa, primeiro, convencer a população da necessidade de estabelecer uma indústria espacial forte e sustentável. Espero que possamos, daqui a alguns anos, ouvir que temos um grande programa espacial que se preocupa em atender ao que a população requer", afirmou.
MCTIC: Um dos principais projetos do Programa Espacial Brasileiro é o desenvolvimento de um veículo lançador de pequenos satélites. Por que esse projeto é tão importante?
José Raimundo Coelho: Temos o compromisso de utilizar todo o conhecimento que adquirimos ao longo dos anos para desenvolver um lançador de médio porte exclusivo para pequenos satélites. A ideia desse lançador, chamado VLM, responde à realidade atual. Hoje em dia, grande parte das missões envolve pequenos satélites. São verdadeiras constelações de pequenos satélites. Se um deles falhar, é só mandar outro de pequeno porte para substituir. Não precisa mandar um equipamento de seis toneladas. Hoje, são utilizados satélites de até um quilo. O custo é muito menor. O primeiro teste do VLM está projetado para o final de 2018. Certamente, teremos uma grande fila de espera de interessados em enviar seus satélites no nosso lançador a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.
MCTIC: Quais são os principais parceiros do Brasil no Programa Espacial Brasileiro?
José Raimundo Coelho: Temos dois parceiros considerados estratégicos para o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro. Um na área de satélites, que é a China, e outro voltado para o desenvolvimento de veículos lançadores, que é a Alemanha. Com os chineses, estamos comemorando 30 anos de parceria em 2016. E com os alemães temos 40 anos de trabalho conjunto. Essas parcerias são baseadas em dois princípios que consideramos fundamentais. Primeiro, que o objetivo tem que ser de utilidade mútua. Segundo, que permita o desenvolvimento conjunto. E temos isso com a China e a Alemanha.
MCTIC: Outro projeto importante para o Brasil é o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).
José Raimundo Coelho: É verdade. O Satélite Geoestacionário é uma questão de soberania nacional, de termos o controle das nossas comunicações estratégicas. Tínhamos esse sistema instalado no Brasil por meio de contratos com satélites estrangeiros. E, por meio de uma iniciativa do então Ministério das Comunicações – agora MCTIC – foi sugerida a criação de uma empresa para desenvolver o projeto de um satélite que fornecesse comunicações estratégicas e que provesse banda larga para todo o nosso território. E foi criada uma empresa integradora, a Visiona, que é a associação da Embraer com a Telebras. Cabe a ela integrar todo o sistema do satélite e também integrar a nossa base industrial que trabalha sob demanda para o SGDC. São empresas de pequeno porte e que carecem de um ordenamento desse tipo, até para sua sustentabilidade. Isso demonstra o fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro.
MCTIC: Como é possível desenvolver a indústria brasileira voltada para o setor espacial?
José Raimundo Coelho: É muito forte o nosso compromisso de desenvolver a indústria espacial no Brasil. Ainda não conseguimos fazer isso. Primeiro, precisamos criar demanda para o Programa Espacial Brasileiro, que possa dar sustentabilidade à nossa indústria espacial. A demanda que temos hoje é essencialmente do governo brasileiro. Temos que ter a capacidade de estender essa iniciativa para outros segmentos da sociedade, de tal maneira que tenhamos grandes empresas necessitando de serviços de satélites do nosso programa espacial.
MCTIC: O Brasil tem recursos humanos para isso?
José Raimundo Coelho: Queremos capacitar o Brasil com recursos humanos especializados na área espacial. Começamos esse trabalho muito cedo, com crianças e jovens de 12 e 13 anos. Um dos instrumentos que nós utilizamos é o AEB Escola, que fomenta essa busca pelo mistério que é o espaço. Mais adiante, trabalhamos junto às universidades para que elas criem cursos de graduação de engenharia aeroespacial. Hoje, já temos cinco cursos desse tipo em universidades federais. É um passo importante.
MCTIC: A AEB está para inaugurar o CVT Espacial, no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. Como ele vai funcionar?
José Raimundo Coelho: O CVT é um instrumento do nosso ministério que aproveitamos para desenvolver o entendimento da nossa área. É um ambiente que construímos para atrair os jovens e dar a eles a oportunidade de entender ou de iniciar o entendimento das atividades da área espacial. Queremos que eles aprendam fazendo, solucionando problemas. Assim, eles vão poder absorver o conhecimento e aplicar melhor o que aprenderam. Esperamos que uma parte daqueles que passarem por lá sigam uma carreira no setor espacial.
MCTIC: Qual é o futuro da AEB?
José Raimundo Coelho: O futuro, para mim, é o presente. Acho que, se o Programa Espacial Brasileiro continuar se preocupando com resultados parciais, em construir um passo de cada vez, chegará o momento em que poderemos comemorar o resultado total. O Programa Espacial Brasileiro precisa, primeiro, convencer a população da necessidade de estabelecer uma indústria espacial forte e sustentável. Espero que possamos, daqui a alguns anos, ouvir que temos um grande programa espacial, que se preocupa em atender ao que a população requer.
Fonte: portal MCTIC via CECOMSAER 26 OUT 2016



#6 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,717 posts

Posted 26 de December de 2016 - 16:01

Meus prezados
AEROESPACIAL: Avibras vai produzir motores para lançador de microssatélites do Programa Espacial Brasileiro
Depois de 15 meses de negociação, o Programa Espacial Brasileiro assinou o contrato para a produção de oito motores S50 da Avibras. O contrato, assinado no dia 22 de dezembro, garante também os acessórios dos motores. O equipamento será utilizado nos voos realizados pelo veículo VS-50 e no voo da primeira versão do Veículo Lançador de Microssatélites VLM-1, financiado pela Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTIC). O projeto do VLM será desenvolvido com recursos da AEB por intermédio do convênio celebrado com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate), que prestará auxílios gerencial, financeiro e administrativo ao IAE.
Nos próximos 26 meses, a Avibras deverá industrializar o projeto do motor S50 e produzir seis motores e seus acessórios, que serão acompanhados por técnicos do IAE e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) para o bom desempenho do contrato do ponto de vista técnico e de qualidade. O acordo assinado irá produzir os primeiros seis motores e os dois restantes serão objeto de Termo Aditivo ao contrato, após a revisão, submissão e aprovação de Termo Aditivo ao Convênio 001/2015, entre o IAE e a Funcate, para o desenvolvimento do VLM-1.
De acordo com a AEB, os motores 1 e 2 serão utilizados para ensaios de engenharia (ensaios estrutural e de ruptura). Os 3 e 4 serão utilizados para queima em banco de testes para validação em solo. Os 5 e 6 serão utilizados para validação, durante os voos de dois veículos VS-50. Por fim, os 7 e 8 serão os motores de voo da primeira versão do VLM-1.
“Os esforços das equipes do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) que participaram da formalização, construção e análise da proposta foram imensos e devem ser valorizados por todos que confiam no sucesso do Programa Espacial Brasileiro. As discussões começaram em setembro de 2015 e, 15 meses depois, o contrato foi assinado. A consolidação do contrato deve-se, também, ao empenho da Indústria Aeroespacial (Avibras) envolvida no projeto que conquistou a confiança do IAE por meio de uma proposta séria que abrange planos gerenciais, de risco e de qualidade compatíveis com o tamanho da empresa e com os desejos do instituto contratante”, afirmou a equipe da Diretoria de Transporte Espacial e Licenciamento (DTEL).
O presidente em exercício da AEB, Carlos Alberto Gurgel, acredita no sucesso do projeto e confia no trabalho a ser desenvolvido pela equipe de militares e servidores da Força Aérea Brasileira (FAB), da Funcate e da Avibras e deseja êxito na continuidade desse importante projeto do Programa Espacial Brasileiro.
No ato da assinatura, estavam presentes o diretor-geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Ten. Brig. do Ar Antônio Carlos Egito do Amaral, o diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Brig. Eng. Augusto Luiz de Castro Otero e o gerente do projeto do VLM, Ten. Cel. Eng. Fábio Andrade de Almeida. Da Avibras, estavam presentes o presidente, João Brasil Carvalho Leite, o vice-presidente José Sá Carvalho Júnior, o gerente de Engenharia de Desenvolvimento, Luiz Eduardo Nunes Almeida e o Executivo de Vendas, Marco Aurélio Rodrigues de Almeida e o diretor de projetos da Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate), Dr. Donizeti Andrade.
Fonte: AEB - IDS via Ghost para site  Plano Brasil 26 DEZ 2016


Edited by jambock, 26 de December de 2016 - 16:01 .