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CGH / GRU a preço de banana


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25 replies to this topic

#1 PP-CJC

PP-CJC
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Posted 13 de February de 2015 - 08:03

Bom dia amigos Forenses.

 

Revista Flap Internacional nº 383 – agosto 2004

hECYKrr.jpg

 

Abraços

 

PP-CJC



#2 alvaroaps

alvaroaps
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Posted 13 de February de 2015 - 08:43

Bons tempos da pioneira.



#3 pedrominiaturas

pedrominiaturas
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Posted 13 de February de 2015 - 08:47

Quanto tempo de vôo?

#4 A345_Leadership

A345_Leadership
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Posted 13 de February de 2015 - 08:50

Falta uma ligação entre CGH-GRU, principalmente nos horários de pico.

 

Quanto tempo de vôo?

Acho que era uns 15 minutos, no máximo.



#5 pedrominiaturas

pedrominiaturas
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Posted 13 de February de 2015 - 09:05

Falta uma ligação entre CGH-GRU, principalmente nos horários de pico.
 
Acho que era uns 15 minutos, no máximo.

Talvez até menos. Uma vez fiz GIG - REC - JPA e foi até menos de 15 minutos na última perna.

#6 Brunoo

Brunoo
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Posted 13 de February de 2015 - 09:38

A  ONE não chegou a fazer de E120 também?



#7 PP-CJC

PP-CJC
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Posted 13 de February de 2015 - 10:28

A  ONE não chegou a fazer de E120 também?

Sim, a ONE e a SL operaram na rota.

 

Abs. PP-CJC



#8 navegador

navegador
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Posted 13 de February de 2015 - 10:37

Bons tempos da pioneira.

 

Perdoe-me, Nobre Alvaroaps, mas eu diria: maus tempos da pioneira.

 

Navegador.



#9 Yoshioff

Yoshioff
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Posted 14 de February de 2015 - 08:32

Falta uma ligação entre CGH-GRU, principalmente nos horários de pico.

 

Acho que era uns 15 minutos, no máximo.

 

O problema é abrir mão de slots em horários de pico que são bem valiosos para se realizar voos tão curtos e talvez não tão rentáveis assim. 



#10 Majesty 747

Majesty 747
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Posted 14 de February de 2015 - 14:26

Será que isso era rentável??? Não dá pra acreditar.


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#11 GLK

GLK
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Posted 14 de February de 2015 - 15:09

Provavelmente era alguma necessidade de reposicionamento da aeronave, e aproveitaram para vender, não?



#12 Pessoa 1985

Pessoa 1985
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Posted 14 de February de 2015 - 18:08

Provavelmente era alguma necessidade de reposicionamento da aeronave, e aproveitaram para vender, não?

 

Pensei o mesmo.



#13 Cessna-152

Cessna-152
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Posted 15 de February de 2015 - 03:08

Realmente para os dias atuais, este valor seria comparado ao de algumas dúzias de banana.

 

 

Fico curioso para saber como funcionava os bastidores destes voos. Se havia RPL, Quais eram as Rotas, o ALTN...



#14 JoaoPedro

JoaoPedro
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Posted 15 de February de 2015 - 22:25

Com certeza isso era uma maneira de cobrar pelos traslados. Há de se colocar ai também o preço da taxa de embarque e o tempo antes de decolagem que o cliente tem que se apresentar. No fundo não vale a pena fazer esse trajeto de avião


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#15 A345_Leadership

A345_Leadership
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Posted 17 de February de 2015 - 15:38

 

O problema é abrir mão de slots em horários de pico que são bem valiosos para se realizar voos tão curtos e talvez não tão rentáveis assim. 

Verdade, mas também poderia vender visando conexões em GRU ou então fazer GRU-CGH de manhã aproveitando as chegadas dos vôos internacionais e a noite CGH-GRU para alimentar os internacionais.

 

Quem está em SP vai chegar em GRU de qualquer jeito, mas seria interessante para evitar o congestionamento paulistano.

 

Provavelmente era alguma necessidade de reposicionamento da aeronave, e aproveitaram para vender, não?

Provavelmente, a Trip fazia GRU-VCP para reposicionamento de aeronaves.

 

Com certeza isso era uma maneira de cobrar pelos traslados. Há de se colocar ai também o preço da taxa de embarque e o tempo antes de decolagem que o cliente tem que se apresentar. No fundo não vale a pena fazer esse trajeto de avião


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Acho que em horário de pico vale a pena e, se for para alimentar vôos internacionais, poderia fazer os trâmites em CGH mesmo, se bem que retiraram a classificação internacional de CGH.



#16 cjcsafstrand

cjcsafstrand
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Posted 17 de February de 2015 - 16:39

http://www.revistafl...arulhos-<b-<-b-

#17 Lindauro

Lindauro
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Posted 18 de February de 2015 - 10:56

Normalmente da bem mais de 15 minutos, dependendo do horario.
Ja fiz varios traslados, decolava da 09, Saida Bragança, após Bragança voava Grade(Piracicaba) e dai ingressava na STAR para Congonhas.
Mas tb ja dei sorte de decolar da 27 e ser vetorado para pouso, nem recolhemos os flaps totalmente, ficou em 5 devido restricao de velocidade baixa ja apos decolagem. Deu 6 Minutos solo a solo.
Só 1 vez comigo.


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#18 Jet Age

Jet Age
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Posted 18 de February de 2015 - 13:39

Fico curioso para saber como funcionava os bastidores destes voos. Se havia RPL, Quais eram as Rotas, o ALTN...

 

Os voos da Varig eram despachados seguindo as regras de voos por instrumentos, portanto, aquela operação, apesar da distância, seguia os mesmos princípios dos demais voos domésticos - como o uso de SID e STAR, quando aplicável, para efeito de planejamento -, no entanto, dependendo do movimento e das pistas em uso, o voo podia ser encurtado, mas isso dependia do controle de tráfego aéreo, não da vontade da companhia aérea.

 

No caso do 737, nos voos entre CGH e GRU o abastecimento previa o GIG como alternado.

 

Vale notar que além desses voos - que não eram traslados, mas de aproveitamento de aeronave/malha, mas com autorização de operação comercial por parte do DAC - a Varig fazia movimentação de funcionários pelo ar quando havia alagamento na cidade de São Paulo, transportando, inclusive, pessoal de outras empresas - Vasp e Transbrasil, por exemplo - quando sobravam lugares.

 

Abs.


Edited by Jet Age, 18 de February de 2015 - 13:40 .


#19 Cessna-152

Cessna-152
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Posted 18 de February de 2015 - 17:16

 

Os voos da Varig eram despachados seguindo as regras de voos por instrumentos, portanto, aquela operação, apesar da distância, seguia os mesmos princípios dos demais voos domésticos - como o uso de SID e STAR, quando aplicável, para efeito de planejamento -, no entanto, dependendo do movimento e das pistas em uso, o voo podia ser encurtado, mas isso dependia do controle de tráfego aéreo, não da vontade da companhia aérea.

 

No caso do 737, nos voos entre CGH e GRU o abastecimento previa o GIG como alternado.

 

Vale notar que além desses voos - que não eram traslados, mas de aproveitamento de aeronave/malha, mas com autorização de operação comercial por parte do DAC - a Varig fazia movimentação de funcionários pelo ar quando havia alagamento na cidade de São Paulo, transportando, inclusive, pessoal de outras empresas - Vasp e Transbrasil, por exemplo - quando sobravam lugares.

 

Abs.

Obrigado por compartilhar a experiência Jet Age. 

Um detalhe que não considerei e que você mencionou é o fato desses voos ocorrerem sob regras de IFR. 

 

Por um instante imaginei que estes voos ocorressem também como sob VFR... (burrice minha)


Edited by Cessna-152, 18 de February de 2015 - 17:18 .


#20 PP-CJC

PP-CJC
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Posted 18 de February de 2015 - 20:43

Boa noite amigos Forenses.

 

Ao longo dos anos tivemos alguns vôos no trecho CGH/GRU/CGH, com a Rio-Sul, posteriormente com a OceanAir e com o grupo VARIG - SL/NL/RG.

Na década de 90 tivemos os vôos da Rio-Sul.

 

SL 140 - CGH / GRU / UDI / BSB / AUX e IMP, retornando como SL 141 fazendo a rota inversa.  Fokker 50

 

Em 2003, tivemos a Ocean Air  fazendo dois vôos no trecho CGH/GRU/CGH, com Embraer 120 e um com o Fokker 50

 

C1 6209 - CGH/GRU/SJK/SDU/MEA e CAW, retornando com C1 6208 - Fokker 50

C1 6214 - IGU/CCM/CWB/CGH/GRU e SDU, com  Embraer 120

C1 6218 - CPQ/SJK/GRU/CGH/QSC/RAO/BSB/BRA e PNZ, com Embraer 120

 

Em 2004, tivemos por pouco tempo, talvez por uns dois meses vôos do Grupo Varig, SL / NL / RG, ligando CGH / GRU / CGH.

RG/SL 2740 - CGH / GRU / JOI / NVT - com os Boeings 735

RG/SL 2741 - NVT / JOI / GRU e CGH - com os Boeings 735

 

Posteriormente essa linha foi modificada, passando a fazer.

RG/SL 2740 - BSB / GRU / JOI / NVT

RG/SL 2741 - NVT / JOI / GRU / BSB, com o mesmo equipamento 737/500, rota que também teve pouca duração.

 

Não lembro se trecho CGH/GRU/CGH, foi feito por outra companhia.

 

Obs. Tanto os vôos da RG/SL como os da OceanAir, duraram pouco tempo, com exceção aos vôos da Rio-Sul 140/141 que duraram bem mais.

 

Revista Flap Internacional nº 366 – março / abril 2003

 

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Abraços

 

PP-CJC