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EB vai de avião ?


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#21 Landing

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Posted 25 de March de 2017 - 16:39

Alguém tem ou já viu um comparativo entre;

DORNIER 228NG
TWIN OTTER
PZL M28

Acredito que a melhor opção seria o DO228NG, por mais difíceis que seja os lugares onde o EB opera, todos esses lugares tem condições de ter uma pista de 1500 metros bem cuidado!

nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar
agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa


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#22 VCP-SBKP

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Posted 27 de March de 2017 - 20:16

nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar
agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa


Realmente você está certo, a melhor opção seria o C212
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#23 jambock

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Posted 29 de April de 2017 - 21:35

nenhum dos 3. melhor opção nessa categoria hj é o CASA C-212 Aviocar
agora se for buscar no mercado de usados por preço ai seria o Short C-23 Sherpa

 

 

Realmente você está certo, a melhor opção seria o C212

Prezados Landing e  VCP-SBKP

Só se for devido à existência de uma porta traseira de carga no C212

Mas, porta traseira por porta traseira, o M-28B PZL Mielec também tem. 

697e87287ec23382cffc368c29b52d0b.jpg

M-28B PZL Mielec

No caso do C-212-400 Aviocar, existe uma rampa e no M-28B PZL Mielec temos uma porta, dividida em duas folhas.


Edited by jambock, 05 de May de 2017 - 22:15 .


#24 jambock

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Posted 10 de May de 2017 - 00:42

Alguém tem ou já viu um comparativo entre;

DORNIER 228NG
TWIN OTTER
PZL M28

Acredito que a melhor opção seria o DO228NG, por mais difíceis que seja os lugares onde o EB opera, todos esses lugares tem condições de ter uma pista de 1500 metros bem cuidado!

Prezado VCP-SBKP

Eis um comparativo entre duas aeronaves de transporte de passageiros e de carga, com porta traseira de carga:  PZL M-28 e CASA 212-400
Configuração...........................................PZL M-28...........................................CASA 212-400
Envergadura...............................................22m..........................................................20,28m
Comprimento.............................................13m...........................................................16,20m
Autonomia de voo..................................1.500km......................................................1.811km
Velocidade máxima.................................355km/h.....................................................370km/h
Velocidade de cruzeiro............................270km/h.....................................................300km/h
Motor........................................P&W Canada PT6A-65B.................................Garrett AiResearch
Assentos……………………….........……..19pax/17pqt………………………….…26pax/24pqt
Carga útil.................................................2.300kg......................................................2.700kg
Teto máximo............................................7.620m.......................................................7.925m
Razão de subida.......................................11m/s.........................................................8,3m/s
Distância para decolagem........................325m............................................................402m
Distância para aterrissagem.....................490m............................................................273m.


Edited by jambock, 10 de May de 2017 - 01:09 .


#25 jambock

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Posted 29 de August de 2017 - 15:31

Meus prezados
Mercado de Usados: Exército Brasileiro decide adquir aviões C-23B Sherpa
11131210623_d28bcb7e50_b.jpg
Após vários estudos e análises visando a aquisição de uma aeronave afim de dotar o Exército Brasileiro de capacidade logística através da operação de “asa fixa”, o Exército Brasileiro finalmente definiu sua opção pelo C-23B Sherpa de segunda mão oriundos dos estoques norte americanos do AMARG.
O C-23B Sherpa foi o escolhido dentre três aeronaves avaliadas pelo Exército Brasileiro, sendo os outros concorrentes o Viking DHC-6 Twin Otter 400 Series, apontado pela nossa equipe como um dos melhores para atender ao Exército brasileiro, levando em consideração seu custo de aquisição e operação, além é claro do desempenho excelente em pouso e decolagem em pistas curtas e rústicas, outro forte candidato foi o Sikorsky/PZL M-28, versão oferecida através da parceria com a polaca PZL e a gigante norte americana,  apresentando uma excelente pontuação em sua avaliação e oferecendo uma ótima capacidade de operação em pistas curtas, aliado ao baixo custo operacional e apresentando rampa traseira. Ambos concorrentes dos vetustos C-23B Sherpa, seriam aeronaves novas e no estado da arte.
JE30_003-1.jpg
C-23 Sherpa 93-1325 from AK-NG

 

O EUA através de sua oferta via FMS, disponibilizou 15 células afim de atender as necessidades do Exército Brasileiro em retomar suas capacidades logísticas após 76 anos sem operar aeronaves de asa fixa, porém, o COLOG foi mais cauteloso, onde irá adquirir inicialmente apenas 4 aeronaves do tipo, tendo em vista sua dotação orçamentária, onde tal aquisição irá conseguir desenvolver a doutrina operacional de asa fixa sem impactar em sua capacidade já muito limitada orçamentária á manter a operação das mesmas e de seus helicópteros.
Na última sexta feira (25), dia em que se comemora o “Dia do Soldado”, o comandante do Exército Brasileiro, o General Eduardo Villas Boas Correia, assinou o despacho que dá como decidida a aquisição dos C-23B Sherpa pelo Exército Brasileiro, lançando a pedra fundamental no retorno da operação de asa fixa pela força terrestre brasileira.
foto2-1.jpg

Os “Sherpa” tem previsão de operar no Brasil sob o cocar do Exército Brasileiro por cerca de 15 anos, sendo o primeiro entregue após um extenso processo de revisão e modernização, sendo a entrega prevista para 2020.
A chegada dos “novos” C-23B irão reduzir significativamente os custos logísticos do EB, que hoje em muito depende do fretamento de aeronaves civis para atender suas necessidades, uma vez que a Força Aérea Brasileira tem apresentando limitações á prover o suporte necessário ao Exército Brasileiro.
Esperamos que a escolha venha a cumprir com o que se espera, e tenhamos uma bem sucedida retomada da operação com aeronaves de asa fixa pelo EB, com um melhor atendimento aos batalhões de fronteira e outras unidades militares
Fonte: Ghost para site Plano Brasil 29 AGO 017


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#26 jambock

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Posted 02 de September de 2017 - 19:56

Meus prezados

El general Villas Boas da luz verde a la compra de cuatro C-23B Sherpa

El Ejército de Brasil recupera la capacidad de operar aeronaves de alas fijas

Después de 76 años, el Ejército Brasilero (EB) recupera la capacidad de operar aeronaves de alas fijas. El Comando Logístico del Ejército (Colog), a través de la Portaria Nº 067-COLOG, del 4 de agosto de 2017, aprobó la Directriz de Iniciación del Proyecto de Incorporación del Modal Aéreo en la Logística Militar Terrestre en la Región Amazónica, la cual fue oficializada, el pasado 25 de agosto, Día del Soldado, por el comandante del Ejército, general Eduardo Villas Boas Correia, mediante la firma del despacho decisorio.

El proceso, originado con la elaboración de un Estudio de Viabilidad del Proyecto Modal Aéreo de la Amazonía, tiene por finalidad adquirir, recibir y operar el Short Brothers C-23B Sherpa a través del programa Foreign Military Sales (FMS), del Gobierno de Estados Unidos de América.

Confirmado el interés en 15 ejemplares almacenados en la 309º Base Aerospace Maintenance and Regeneration Group (Amarg), Tucson, Arizona, el Colog identificó la necesidad de considerar inicialmente el número de cuatro aeronaves a ser adquiridas, de modo a no impactar el monto de los recursos actualmente destinados a la Aviación del Ejército (AvEx), y facilitar la sostenibilidad logística para el ciclo de vida previsto para ese material, que es de 15 años.

El comandante Logístico materializó esa decisión para la adquisición de los cuatro aviones con la presentación de la solicitud oficial de las aeronaves, en la Letter nº 39/Bld/Seç Bld/DMat - Brazilian Army Letter of Request for 4ea C-23B+ SHERPA aircraft by the Excess Defense Articles (EDA) - Grant program with the U.S. Army Foreign Military Sales (FMS), del 3 de abril de 2017.

Misiones

Las aeronaves se destinarán al empleo en las misiones de apoyo logístico; apoyo al combate; transporte de personal y suministro, en particular, para los Pelotones Especiales de Frontera (PEF); y coordinación y cooperación con agencias, para la actuación en toda la Región Amazónica, áreas del Comando Militar de la Amazonia (CMA), Comando Militar del Norte (CMN), Comando Militar del Oeste (CMO) y, eventualmente, también en otras regiones del país.

El Grupo del Estudio de Viabilidad del Proyecto Modal Aéreo de la Amazonía deberá apuntar los reflejos y providencias resultantes de la implantación de éste para el Ejército y acciones relacionadas a las áreas de Doctrina, Organización, Adiestramiento, Material, Educación, Personal e Infraestructura (Doamepi) y recursos relacionados necesarios.

Estas acciones se coronarán con la incorporación de los cautro C-23B + Sherpa al Sistema Aviación del Ejército (SisAvEx), de forma segura, específicamente en cuanto a las nuevas capacidades logísticas y posibilidades de empleo de la aeronave aplicadas a la Región Amazónica, ampliando la capacidad de transporte aéreo logístico de la Fuerza Terrestre (FTer), particularmente en las áreas de responsabilidad del CMA, CMN y CMO.

El estudio de viabilidad completo, presentado al Comando Logístico (Colog), establece las necesidades para capacitar los recursos humanos en la operación de las aeronaves en la Región Amazónica con total seguridad.

También se definirán el alcance de los trabajos de modernización, si se decide por una, y los necesidades de traslado dentro de Estados Unidos y Brasil.

Para el personal técnico de apoyo, se montarán cursos de Ground School. En la lista de adquisiciones de herramientas, equipos de medición y documentación técnica de la aeronave, así como el Contrato de Soporte Logístico (CLS) a ser establecido por cinco años, con la posibilidad de nacionalización del soporte logístico.

Los aviones se basarán en Manaus (capital del estado de Amazonas) y correspondió al grupo del Estudio de Viabilidad del Proyecto Modal Aéreo de la Amazonía planificar la implantación de una Subunidad de Ala Fija en el 4º Batallón de Aviación del Ejército (4º BAvEx), responsable de la operación de las aeronaves en la Región Amazónica.

También deberá ocurrir la adecuación de la infraestructura existente en el 4º BAvEx y en el Comando de Aviación del Ejército (CAvEx) para el resguardo (hangares) de las aeronaves y para la realización de los servicios de mantenimiento e inspecciones programadas en el CLS, y la regulación de las medidas necesarias en cuanto a la implantación del servicio Proyecto Modal Aéreo de la Amazonía en el ámbito del Ejército Brasilero.

La casi totalidad de las misiones de apoyo al combate y apoyo logístico en la región amazónica pueden ser cumplidas por los C-23B + Sherpa, resultando en una solución a corto plazo con excelente relación costo-beneficio para el Ejército.

Además, se efectuarán acciones de capacitación de personal para operación y soporte logístico de las aeronaves en Brasil y en el exterior; la incorporación de nuevos equipos y contenido de instrucción en el Centro de Instrucción de Aviación del Ejército (CIAvEx); el establecimiento de alianzas y/o convenios con instituciones privadas u otras fuerzas para capacitación inicial de personal; (B Mnt Sup Av Ex), responsable de la gestión del contrato CLS.

En tiempos de recortes, el Ejército deberá presentar una propuesta presupuestaria para la incorporación de las aeronaves C-23B + Sherpa, que contemple la adquisición vía programa FMS, más las inversiones necesarias y el costeo para la sostenibilidad logística, así como el origen de los recursos para la consecución del objetivo Proyecto.

Ventajas del Sherpa

En lo que se refiere al modal de transporte aéreo, las planificaciones anuales del Mando de Operaciones Terrestre (Coter), del Comando Logístico (Colog), del Comando Militar de la Amazonía (CMA) y del Comando Militar del Norte (CMN), contemplan, en la actualidad, la realización de apoyo logístico a las Organizaciones Militares del Ejército - particularmente a los Pelotones Especiales de Frontera (PEF), y el transporte de civiles y militares en toda la Región Amazónica, prioritariamente con la utilización de las aeronaves de ala fija de la Fuerza Aérea Brasileña (FAB), por contratación de Empresas civiles de transporte aéreo o con aeronaves de alas rotatorias de la propia Fuerza Terrestre.

La 12ª Región Militar (12ª RM), responsable de la logística de buena parte de la Amazonia, gasta anualmente elevados recursos en la contratación de empresas aéreas regionales civiles, en el modal aéreo.

Por otro lado, la FAB está actualmente comprometida en un extenso proceso de reestructuración y estableció prioridades específicas a sus necesidades (FAB 100), y su flota de bimotores Airbus D&S C-105A Amazonas y Embraer C-95 Bandeirante deberán sufrir ajustes en sus misiones de apoyo al desarrollo del EB.

La desprivatización del servicio

La contratación de empresas civiles de transporte aéreo de cargas y pasajeros en el CMA y en el CMN es una solución que presenta restricciones como la limitada capacidad logística de las aeronaves; altos costos de contratación, restringidos por limitaciones presupuestarias vigentes; poca disponibilidad de rutas y horarios de vuelo que atiendan a las necesidades logísticas de los comandos militares de Area; restricciones al transporte de munición y líquidos inflamables; y el aumento de la vulnerabilidad de la Fuerza con respecto al transporte de material de empleo militar en aeronaves civiles.

Además, varias misiones logísticas y administrativas han sido cumplidas por helicópteros con un costo considerablemente alto. Actualmente, cerca del 30 % del total de las horas de vuelo destinadas a la AvEx son empleadas en misiones de apoyo logístico y apoyo al combate.

Por sus características técnicas, el Sherpa puede cumplir las misiones de apoyo logístico con ventajas operativas y costo considerablemente inferior al de la actual flota de helicópteros de la AvEx.

En una consulta a un operador estadounidense del modelo, se verificó un coste de la hora de vuelo (HV) muy bajo, cerca de un cuarto del valor promedio de la HV de los actuales helicópteros de la AvEx.

El 4º BAvEx, en los últimos cinco años, considerando los tres modelos que utiliza (Pantera, Cougar y Black Hawk), viene utilizando cerca del 30 % del total de sus horas de vuelo para apoyo logístico, horas que podrán ser dirigidas hacia Los nuevos aviones a un costo menor.

Al asociar el costo y el potencial de vuelo de los Sherpa, resulta evidente la ventaja en la relación costo-beneficio, en comparación con las nuevas aeronaves que vienen ofrecidas a Colog (Sikorsky/PZL M-28, Viking DHC-6 Twin Otter, Airbus C-212, Cessna Grand Caravan, etc.).

Mejor distribución de los recursos

La implantación y la operación del Sherpa también permitirá al Ejército brasileño aumentar la disponibilidad de las flotas de helicópteros de la Aviación del Ejército para misiones de preparación y empleo, ampliará la capacidad operacional del CMA, CMN y CMO, en sus diversas misiones, principalmente en el empleo en las misiones eventuales de apoyo a agencias federales, estadales y municipales en la atención a regiones afectadas por desastres naturales.

El valor gastado anualmente en transporte aéreo por la 12ª RM, en la contratación de empresas aéreas regionales civiles, podrá revertirse a favor de las nuevas aeronaves. Los cálculos muestran que el precio del kilogramo transportado por el modelo que se va a adquirir es de alrededor del 39 % (treinta y nueve por ciento) menor que el transportado por la aerolínea civil, contratada por la 12ª RM.

Los cuatro escogidos

Sobre la base de la información y los datos previamente recogidos en el informe de inventario de la flota de aeronaves C-23B Sherpa, disponible en febrero pasado, se presentaron las primeras informaciones y fotos que identifican a las cuatro aeronaves por sus tail numbers.

De acuerdo con las informaciones disponibles, los aviones ya superaron la marca de 30 años desde su fabricación. Según los históricos disponibles, las tres primeros fueron fabricados en 1984 y la cuarta en 1985.

Todos fueron inicialmente concebidos para operadores civiles y posteriormente convertidos a la versión C-23B Sherpa entre el año 1997 y 1998. Inmediatamente después de esta actualización, fueron asignados para el servicio con la US Army National Guard, donde operaron hasta 2013, habiendo sido almacenados en el Amarg en 2014.

En los planes aprobados, la primera unidad deberá llegar a Manaos en 2020.

Este plazo de dos años hasta la primera entrega será necesario para la realización de estandarizaciones y modernizaciones en los aviones, entrenamiento de personal aeronáutico y de tierra, adecuación de instalaciones y reformas en la infraestructura Del 4º Bavex, opción más probable para recibir los cuatro aviones de las tres consideradas, todas dentro del Aeropuerto Internacional Eduardo Gomes.

Las obras deberán incluir la ampliación/duplicación del patio de aeronaves (reforzado para soportar un peso mayor) a través de la conexión a tierra de un área lateral existente en el 4º Bavex, la construcción de hangar, para dos aeronaves, y demás facilidades de apoyo logístico de línea vuelo.

También será necesario la remodelación y ampliación de los taxiway en el área de responsabilidad del Ejército. La pista auxiliar también deberá ser reasfaltada y reforzada

Fonte: Roberto Caiafa para INFODEFENSA.COM (ESPANHA) via CECOMSAER 2 SET 2017


Edited by jambock, 02 de September de 2017 - 19:57 .


#27 jambock

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Posted 04 de September de 2017 - 14:10

Meus prezados

https://youtu.be/UuLlowl4pSM
Versão civil do Sherpa C-23, transportando uma cabine dupla Colorado, da GM.
https://youtu.be/I7htfQ_xxT8



#28 jambock

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Posted 13 de September de 2017 - 10:50

Meus prezados

Exército autoriza adiantamento de recursos para aquisição de C23+ SHERPA
O Exército Brasileiro (EB) autorizou o adiantamento de pagamento dos recursos financeiros relativos à doação de 04 (quatro) aeronaves de asa fixa modelo C23+ SHERPA, à aquisição de 02 (dois) pacotes de assistência e pagamento de taxas associadas, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS). A decisão foi publicada no Boletim do Exército do dia 30 de agosto. Segundo o EB, a transação corresponde a US$ 41.062.

As aeronaves fazem parte do o projeto de implantação da aeronave de asa fixa na Força Terrestre até 2019. O objetivo é que as aeronaves americanas estejam em operação no Brasil até 2021. Ainda de acordo com o EB, os C23+ SHERPA terão vida útil de 15 anos.

Fonte: Portal Defesa e Segurança via CECOMSAER 13 SET 2017


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#29 jambock

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Posted 13 de September de 2017 - 11:48

Meus prezados
Aviões C-23B Sherpa serão doados ao Exército Brasileiro via FMS
DESPACHO DECISÓRIO Nº 183/2017. Em 30 de agosto de 2017.
PROCESSO: PO nº 1600004 EB: 64536.019946/2017-31 ASSUNTO: autorização para adiantamento de pagamento dos recursos financeiros relativos à doação de 04 (quatro) aeronaves de asa fixa modelo C23+ SHERPA, à aquisição de 02 (dois) pacotes de assistência e pagamento de taxas associadas, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS).
1. Processo originado no Comando Logístico, por meio do DIEx nº 239-Seç CLIX Bld/ S Dir Mat/DMAT, de 17 de agosto de 2017, visando obter autorização para:
a. o adiantamento de pagamento de recursos financeiros necessários ao fornecimento de bens e à prestação de serviços obtidos junto ao Governo dos Estados Unidos da América (USG), por intermédio do Programa Foreign Military Sales (FMS), para a doação de 04 (quatro) aeronaves de asa fixa C23 + Sherpa, a aquisição de 02 (dois) pacotes de assistência, bem como as taxas administrativas correspondentes; e
b. a assinatura pelo Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washington, em nome do Exército Brasileiro, da Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-IAF (Letter Offer And Acceptance BR-B-IAF), por meio do qual o USG define os valores correspondentes à doação de 04 (quatro) aeronaves de asa fixa C23+ Sherpa, a aquisição de 02 (dois) pacotes de assistência, bem como as taxas administrativas correspondentes.
2. Considerando:
a. o disposto no art. 38 do Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986, e o previsto no parágrafo único do art. 87, alterado pela Portaria do Comandante do Exército nº 249, de 17 de maio de 2004, das Instruções Gerais para a Realização de Licitações e Contratos no Ministério do Exército (IG 1202), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 305, de 24 de maio de 1995, publicadas no Diário Oficial da União de 26 de maio de 1995;
32 – Boletim do Exército nº 36, de 8 de setembro de 2017.
b. que o pagamento, de acordo com cronograma estabelecido na Carta de Oferta e Aceitação, está previsto na sistemática de aquisição de materiais e serviços por intermédio do Programa FMS;
c. que o fornecimento de material e serviço de Defesa do qual trata este despacho tem respaldo no Decreto nº 3.831, de 1º de junho de 2001, que promulga o Acordo, por troca de Notas, entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América, celebrado em Washington-DC, em 2 de junho de 2000;
d. tratar-se de pagamento e assinatura da Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-IAF, conforme solicitado pelo Comando Logístico, por intermédio do DIEx Nº 239Seç CLIX Bld/ S Dir Mat/DMAT, de 17 de agosto de 2017;
e. que o pretendido instrumento atende aos interesses das duas nações e respeitam acordos internacionais de cooperação entre Brasil e Estados Unidos da América; e
f. que estão anexados ao processo pareceres favoráveis da Secretaria de Economia e Finanças, por intermédio do DIEx nº 320-Asse2/SSEF/SEF, de 22 de agosto de 2017, e da Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando do Exército, por intermédio do Parecer nº 714/2017/CJAEx/CGU/AGU, de 18 de agosto de 2017, dou o seguinte
D E S P A C H O
1) AUTORIZO o adiantamento do pagamento no valor de US$ 41,062.00 (quarenta e um mil e sessenta e dois dólares americanos), conforme previsto no cronograma de desembolso da Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-IAF, por meio do Programa FMS.
2) AUTORIZO o Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washington a firmar, em nome do Exército Brasileiro, a Carta de Oferta e Aceitação referente à linha de fornecimento BR-B-IAF.
3) Publique-se o presente despacho em Boletim do Exército.
4) Restitua-se o processo ao Comando Logístico, para as providências decorrentes
C-23B_Sherpa_Foto-US_Army2.jpg
Fonte: Boletim do Exército Nº  36/2017 via Manuel Flávio site Poder Aéreo 12 SET 2017

Curiosidade: aeronave "amarrada" ao solo, como um teco-teco.


Edited by jambock, 13 de September de 2017 - 11:57 .


#30 Cmt Eduardo Pqd

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Posted 13 de September de 2017 - 14:50

Meus prezados

Exército autoriza adiantamento de recursos para aquisição de C23+ SHERPA
O Exército Brasileiro (EB) autorizou o adiantamento de pagamento dos recursos financeiros relativos à doação de 04 (quatro) aeronaves de asa fixa modelo C23+ SHERPA, à aquisição de 02 (dois) pacotes de assistência e pagamento de taxas associadas, por meio do programa Foreign Military Sales (FMS). A decisão foi publicada no Boletim do Exército do dia 30 de agosto. Segundo o EB, a transação corresponde a US$ 41.062.

As aeronaves fazem parte do o projeto de implantação da aeronave de asa fixa na Força Terrestre até 2019. O objetivo é que as aeronaves americanas estejam em operação no Brasil até 2021. Ainda de acordo com o EB, os C23+ SHERPA terão vida útil de 15 anos.

Fonte: Portal Defesa e Segurança via CECOMSAER 13 SET 2017

Com relação ao processo de aquisição por via do FMS sempre existe a previsão do pagamento de um valor simbólico, como sinal de aceitação da "doação" ou aquisição.



#31 jambock

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Posted 15 de February de 2018 - 14:00

Meus prezados
Exército Brasileiro: Aeronaves C-23B+ Sherpa deverão chegar a força em 2021

Desde aquele 20 de janeiro de 1941, que por decreto presidencial fora criado o então Ministério da Aeronáutica, e assim fez-se nascer a Força Aérea Brasileira, a qual ganhou a exclusividade da realização de estudos, serviços e/ou trabalhos relativos à atividade aérea nacional, onde na mesma data extinguiu-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando, assim, a fase inicial da Aviação do Exército, que o Exército Brasileiro sonha em poder a voltar ter suas próprias asas.
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Parte deste sonho concretizou-se na década de 80, quando o Estado-Maior do Exército iniciou os estudos doutrinários do emprego de aeronaves de asas rotativas em proveito das forças de superfície. Estes estudos culminaram na criação da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) e do 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx), em 1986. Fisicamente, a Aviação passou a tomar forma com a instalação do 1º BAvEx na cidade de Taubaté-SP, em janeiro de 1988. Mas ainda faltava algo ao Exército, mesmo com a grade parceria realizada com a Força Aérea Brasileira, a qual sempre esteve pronta aos apoios e demandas do EB.
historico_1anv.jpg

Formatura de recebimento do 1º helicóptero (Esquilo HA-1) em 21 Abr 89

E assim, quase 80 anos depois, o Exército Brasileiro está prestes a voltar possuir suas próprias asas. Em Julho/2017 noticiamos com exclusividade e sustentado nas palavras do Centro de Comunicação Social do Exército, de que a Força Terrestre estaria muito perto da aquisição de 04 (quartro) aeronaves modelo Short C-23B+ SHERPA (clique aqui para ver a matéria), onde as quais foram oferecidas ao Exército Brasileiro pelo Governo Americano, via Foreign Military Sales (FMS), conforme Documento Nº 14-021/Congress Authorization.

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Em Agosto/217, também com exclusividade, noticiamos que o Comando Logístico do Exército (COLOG), por meio da PORTARIA No 067-COLOG, DE 4 DE AGOSTO DE 2017, teria aprovado a Diretriz de Iniciação do Projeto de Incorporação do Modal Aéreo na Logística Militar Terrestre na Região Amazônica - PROJETO MODAL AÉREO NA AMAZÔNIA (Clique https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/08/comando-logistico-do-exercito-inicia.html  e veja a matéria).
Baseado nestas matérias, e querendo saber um pouco mais sobre o andamento da aquisição e implementação da Aviação de Asa Fixa no Exército Brasileiro, enviamos ao CComSEx alguma perguntas as quais pensamos ser, a de muitos de vocês nossos leitores, vem se fazendo sobre esta aquisição do Exército. Sendo assim segue abaixo na íntegra as perguntas e respostas feitas pela Orbis Defense ao Centro de Comunicação Social do Exército.
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Oficiais do Exército Brasileiro, dentre eles o general Setembrino de Carvalho e o tenente Ricardo Kirk, em Porto União, região do Contestado.

OD - Como está o andamento do projeto (um resumo do que vem sendo feito)?
EB - Após a publicação da Portaria Nr 67 do Comando Logístico (COLOG) foi realizada uma Visita Técnica na Base Estadunidense, na Cidade de Tucson, Arizona, local onde estão as aeronaves. A Equipe de Militares do Exército realizaram uma inspeção técnica nas aeronaves e reuniões com os representantes do Governo Americano, ligados à área do Foreign Military Sales (FMS). O Projeto segue seu calendário normal. Está previsto até março deste ano a publicação em Boletim do Exército da Portaria de Implantação, onde diversos novos dados serão divulgados ao público.
OD - As aeronaves Sherpa já foram escolhidas?
Sim, a Visita Técnica realizada por militares do Exército Brasileiro (EB) na Base Americana (AMARG), teve esse objetivo. Atualmente o EB já possui todos os dados das aeronaves, seu “status”, o potencial de cada avião e seus componentes. As aeronaves estão em excelente estado e muito bem preservadas.
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Onde será feita a atualização destas aeronaves, aqui no Brasil ou em alguma empresa nos EUA mesmo?
O processo a ser conduzido pelo FMS e Governo Americano prevê uma licitação interna nos EUA, com os parâmetros identificados pelo Comando Logístico do EB. Assim, no decorrer do calendário do Projeto será identificada a empresa Americana que realizará a Modernização, Manutenção das aeronaves e o provimento de um Contrato de Suporte Logístico (CLS) no Brasil. O Projeto prevê que as aeronaves deverão estar operacionais a partir de Jan de 2021, não antes disso.
Onde os pilotos serão treinados?
Os Pilotos serão selecionados pelo Comando de Aviação de Exército (CAvEx) e realizarão o treinamento no Exército Americano, em data e local ainda ser definido.
A Força Aérea poderia ser um lugar?
Sim é possível. Porém a decisão pelo processo de formação inicial dos pilotos está a cargo do CAvEx, previsto no Projeto. A qualificação final já está definida e será realizada nos EUA.
Estes pilotos foram ou serão selecionados dentro da própria Aviação do Exército?
Sim, serão selecionados dentro da própria Aviação do Exército ( AvEx).
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A base para a operação destas aeronaves, seria junto do 4º BAVEx?
O Projeto, desde sua origem, prevê o emprego das aeronaves junto ao 4º BAvEx e em proveito a toda a Região Amazônica.
Já existe uma nomenclatura para as aeronaves, ou elas serão C-23 Sherpa mesmo?
O Projeto, até o momento, não estabeleceu a mudança de nomenclatura das aeronaves, podendo vir a ser designada AC-1, mas o nome será mantido "SHERPA".
Qual será o nome do Esquadrão?
Até o presente momento, Esquadrão Sherpa, subordinado ao 4º BAvEx.
Após a aquisição destas aeronaves e as operações começarem a ser rotineiras, existe algum pensamento ou estudo de, em um futuro vir a ser adquirido algum KC 390 pelo EB?
Não existe nenhum estudo conduzido pelo Comando Logístico (COLOG) para aquisição do KC 390. Todo estudo operacional e logístico realizado mostrou que a operação, a partir de 2021, das aeronaves C-23B+ SHERPA atenderão, em muito boas condições, a logística (suprimento e pessoal) dos Pelotões de Fronteira (PEF) da Região Amazônica.
Toda e qualquer outra aquisição de aeronave de Asa Fixa, considerando aeronaves novas, está sendo conduzida dentro do “Programa Aviação”, cujas informações estão disponíveis no Site do EPEx, onde temos: “AMPLIAÇÃO DA CAPACIDADE DE TRANSPORTE LOGÍSTICO - Adquirir aeronave de asa fixa para as missões de Pronta Resposta Tática, Comando e Controle e Sustentação Logística, particularmente na faixa de fronteira, para apoiar os Pelotões Especiais de Fronteira.”
Atenciosamente,

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO
BRAÇO FORTE - MÃO AMIGA
Fonte: Anderson Gabino para Orbis Defense via Forum Defesa Brasil 12 jan 2018



#32 GLK

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Posted 15 de February de 2018 - 16:02

É um caixote nem tão antigo assim, com 2 PT6. O que vão modernizar que vai demandar tanto tempo? Suite de aviônicos, meter um G1000?



#33 VCP-SBKP

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Posted 15 de February de 2018 - 16:47

É um caixote nem tão antigo assim, com 2 PT6. O que vão modernizar que vai demandar tanto tempo? Suite de aviônicos, meter um G1000?


Meu amigo, nossos militares são são inteligentes e competentes quantos nossos políticos....

#34 jambock

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Posted 09 de March de 2018 - 23:07

Meus prezados
Algumas capacidades de transporte do Sherpa que, a primeira vista, não tinham sido informadas:
a. vinte e sete (27) paraquedistas
b. 18 macas e dois médicos/enfermeiros para evacuação aeromédica (EVAM)

Mais um vídeo do Sherpa ( este, filipino)



#35 jambock

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Posted 22 de June de 2018 - 10:36

Meus prezados

Exército Brasileiro amplia encomenda de aviões Sherpa

Prestes a voltar a voar com seus próprios aviões, o Exército Brasileiro (EB) aumentou o número de aeronaves Short C-23 Sherpa que receberá dos Estados Unidos. Em vez de apenas quatro modelos, agora serão oito unidades. A informação foi confirmada na revista oficial do EB Verde-Oliva. Ainda de acordo com a publicação, os dois primeiros Sherpas chegam ao Brasil em 2021, quando o Exército encerrará um jejum de 80 anos sem operar aeronaves de asa fixa.

Dos oito aviões encomendados, seis deles vão passar por processos de manutenção e modernização dos cockpits nos EUA. Os outros dois aparelhos, segundo a revista do Exército, serão destinados ao “suprimento” – aeronaves que normalmente ficam paradas e fornecem peças de reposição para os modelos em operação. O valor da negociação não é divulgado pelo EB.

O lote de aviões encomendados pelo EB foi fabricado entre 1984 e 1985. Já entre 1997 e 1998, essas mesmas aeronaves foram modernizadas para o padrão C-23B+, com sistemas de voo mais avançados. Os Sherpas serão operados pela Subunidade de Asa Fixa do 4° BAvEx (Batalhão de Aviação do Exército), criada recentemente em Manaus (AM) para receber as aeronaves. Segundo o publicação, os tripulantes do Exército serão treinados nos EUA.

Aviões são um antigo sonho do Exército Brasileiro, que não possui esse tipo de instrumento desde 1941, quando a Força Aérea Brasileira (FAB) foi criada e passou a operar todas as aeronaves militares do Brasil. Em 1986, o EB ganhou o direito de ter seus próprios helicópteros, mas ainda ficou dependente da FAB e empresas civis para operações aéreas mais complexas.

O Sherpa pode transportar cerca de 30 passageiros ou até 3.500 kg de carga, com autonomia máxima próxima de 2.000 km a velocidade de cruzeiro de 422 km/h. Mas uma das partes que mais interessam ao EB é o seu custo operacional, muito mais baixo que os de helicópteros.

Segundo a publicação do Exército, o C-23 tem um custo de hora de voo estimado em US$ 1.415 com carga máxima (ou US$ 0,40/kg). Já o helicóptero EC-725 Jaguar, hoje a maior aeronave do EB, transporta 5.670 kg ao custo de US$ 12.216 por hora de voo (US$ 2,15/kg).

Com a introdução de aviões da Amazônia, o Exército vai aumentar sua capacidade de transporte logístico e passageiros na região e reduzir custos. Como apontou a revista, 30% das horas de voo de todo o grupo de aviação do Exército, hoje composto somente por helicópteros, são registradas na região amazônica. A principal função do meio aéreo nesses locais é o transporte de tropas e abastecimento dos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF).

Avião valente, mas desconhecido

O Sherpa é a versão militar do Short 330, um avião utilitário desenvolvido no início dos anos 1970 pela Short Brothers, da Irlanda do Norte, empresa controlada pela Bombardier desde 1989. O bimotor foi um dos últimos projetos da empresa britânica, que é lembrada nos livros de história por ser a primeira fabricante a estabelecer uma linha de produção de aviões, em 1908. A empresa hoje desenvolve componentes aeronáuticos e sistemas de voo.

Criado para operar em pistas curtas e muitas vezes precárias (ou mesmo em pista alguma), o Sherpa é um avião com grande capacidade para esse tipo de missão. Como a maioria dos aviões utilitários, tem asas altas, potentes motores turbo-hélices e um robusto conjunto de trens de pouso retrátil, uma característica incomum nesse segmento, que quase sempre prefere trens de pouso fixos.

Outra facilidade da aeronave é a porta traseira retrátil, usada para embarque e desembarque de cargas ou mesmo para o lançamento de paraquedistas. Segundo dados do fabricante, o Sherpa pode pousar e decolar com peso máximo em um espaço de apenas 600 metros.

Os principais operadores do Sherpa foram a força aérea e o exército dos EUA, entre o início da década de 1980 até meados de 2014. O bimotor também serviu na Guarda Nacional dos EUA e atualmente 15 unidades são operadas pelo serviço de defesa florestal do país.

Apesar do pouco tempo de operação militar com as forças armadas dos EUA, o Sherpa participou de um teatro de guerra: a aeronave foi utilizada no transporte de tropas e cargas nos conflitos do Iraque entre 2006 e 2011.

O Sherpa foi desenvolvido em uma época de grande florescimento de aviões utilitários bimotores, entre os anos 1960 e 1970. Aviões projetados nesse tempo demonstraram desempenhos tão eficientes que muitos permanecem até hoje voando em versões atualizadas, como é o caso do clássico Viking Twin Otter, avião que chegou a ser testado pelo Exército no Brasil.

Diferentemente do Twin Otter, que soma mais de mil unidades produzidas, a produção do Sherpa, em versões civis e militares, foi de apenas 125 exemplares. O avião foi produzido pela Short Brothers entre 1974 e 1992.

Fonte: Thiago Vinholes para site AIRWAY via CECOMSAER 22 JUN 2018