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Lockheed Martin F-35 : inúmeros problemas

F-35 F-16 Combate Aéreo

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#1 navegador

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Posted 11 de July de 2014 - 00:42

EFE

Em Washington 10/07/201420h18

 

A frota de caças F-35, o modelo mais caro da história, está parada há uma semana sem voar após a detecção de problemas em um motor, apesar de o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, ter reafirmado nesta quinta-feira (10) seu compromisso com o projeto.

"Não vamos pôr este caça no ar até que tenhamos certeza que é absolutamente seguro", disse Hagel em uma visita à base aérea de Eglin, na Flórida, o principal centro de operações dos F-35.

Hagel se reuniu hoje com o piloto que teve que se ejetar de um dos caças após um incêndio no motor durante uma sessão de treinamento, motivo de uma investigação que ainda não concluiu.

Na sua visita, o chefe do Pentágono destacou a importância que este caça, em fase de desenvolvimento, terá para a segurança dos Estados Unidos e o compromisso "total" do Pentágono com o F-35, um avião desenvolvido pela Lockheed Martin que saiu do orçamento inicial e foi duramente criticada pelo Congresso.

O caça, projetado para substituir as frotas de F-16 dos Estados Unidos e seus aliados, acumulou atrasos apesar de ter sido apresentado como um projeto acessível e necessário.

Após duas décadas de concepção e desenvolvimento o custo do projeto disparou até cerca de US$ 400 bilhões, o projeto armamentista mais caro da história do Pentágono.

A falha no motor, produzido por uma filial da Pratt & Whitney, causou o cancelamento da esperada estreia do caça em duas exibições aéreas no Reino Unido.

O Pentágono está desenvolvendo três variantes do F-35, para a Força Aérea, a Marinha e os fuzileiros navais, projetos ainda em fase de desenvolvimento, motivo pelo qual o caça ainda não foi utilizado em operações de combate.

Os fuzileiros navais esperam começar a operar as primeiras unidades para meados de 2015, a Força Aérea em 2016 e a Marinha em 2017.

 

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#2 jambock

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Posted 13 de July de 2014 - 15:00

Meus prezados:
Avião de US$ 399 bi voa para o nada
Frota inteira de caças F-35 é retida em solo pela terceira vez em 17 meses por problemas de motor e desperta críticas nos EUA
Ocultando as más notícias antes do feriado do 4 de Julho, o Pentágono anunciou às 21 horas do dia 3 que a frota inteira de caças F-35 permaneceria em terra após um incêndio, no dia 23, na Base Aérea Eglin, Flórida.
A decisão não podia chegar no pior momento, especialmente para o Corpo de Fuzileiros Navais, que estava com inúmeros eventos importantes planejados este mês para sua versão do avião de próxima geração, cujos custos dispararam, alcançando cerca de US$ 112 milhões por aeronave.
Efetivamente, afirmar que o mais caro avião de guerra da história americana é perigoso de voar é um enorme golpe em termos de relações públicas para o Pentágono, que há anos vem sendo criticado por permitir que os custos do aparelho aumentassem mesmo quando sua data de entrega continuava a ser protelada.
A principal empresa contratada, a Lockheed Martin, também veria prejudicados seus resultados financeiros se o F-35 não fosse autorizado a voar para a Grã-Bretanha para uma série de feiras de aeronáutica repletas de potenciais clientes.
Mas a decisão não destruiu o F-35, peso pesado de um programa que aparentemente tem cobertura política suficiente para suportar qualquer tempestade.
Parte dessa proteção vem do montante de dinheiro em jogo.
O Pentágono pretende gastar US$ 399 bilhões para desenvolver e comprar 2.443 desses aviões. Mas, durante o tempo de vida das aeronaves, os custos operacionais devem ultrapassar US$ 1 trilhão.
A Lockheed contratou fornecedores e subcontratou empresas em praticamente todos os Estados para assegurar que todos os senadores e membros do Congresso tivessem interesse em manter o programa - e os empregos que gerou - em vigor.
"Uma questão que se apresenta com relação a esse programa é: quantos distritos eleitorais estão envolvidos nele?", questionou Thomas Christie, ex-funcionário do Pentágono.
No caso do F-35 a resposta é: muitos. Contando todos os fornecedores e subcontratantes, partes do programa estão espalhadas por pelo menos 45 Estados.
É por isso que os parlamentares continuarão a financiar o programa mesmo que esta seja a terceira vez em 17 meses que a frota inteira é retida em solo por problemas com o motor.
Na verdade, segundo a lei sobre aquisições pela Defesa aprovada pela Câmara, os legisladores concordaram com a compra de 38 aviões em 2015, 4 a mais do que o Pentágono havia requisitado.
O Pentágono forneceu poucas informações sobre as causas do incêndio. O Corpo de Fuzileiros Navais informou que a versão fabricada para ele - o F-35B - não recebeu autorização para participar da Feira Internacional de Aeronáutica de Farnborough e da Royal International Air Tattoo, na Grã-Bretanha, esta semana.
"Ninguém deseja apressar a volta ao ar da aeronave antes de saber exatamente o que ocorreu", afirmou o assessor de imprensa do Pentágono, almirante John Kirby.
Além da versão destinada aos Fuzileiros Navais, o F-35 vem sendo fabricado para Marinha e Força Aérea. Cada serviço tem sua versão de aparelho, embora o mais importante - o motor - seja o mesmo nos três modelos.
Mas as Forças Armadas não são os únicos clientes. Oito parceiros internacionais firmaram contratos para ajudar a construir e vender os aviões:
Grã-Bretanha, Itália, Holanda, Turquia, Canadá, Austrália, Dinamarca e Noruega.
Embora não envolvidos no desenvolvimento do avião, Israel e Japão pretendem comprá-lo por meio de um processo de vendas militares estrangeiras e a Coreia do Sul informou que vai adquirir ao menos 40 aeronaves.
É crucial para o Pentágono que cada um desses países mantenha suas compras para evitar que o preço unitário de cada aeronave aumente mais.
Para a Lockheed, as vendas para outros países constituem uma parte importante de sua estratégia para diversificar seus negócios, avançando além do mercado em retração da Defesa nos EUA e entrando em outros no exterior que vêm se expandindo.
Infelizmente para o Pentágono, e para a Lockheed, diante da decisão de reter os aviões, sua estreia internacional marcada para 4 de Julho foi cancelada.
Nenhum dos países envolvidos no programa indicou mudança na sua intenção de compra.
Seu futuro realmente não está em questão, mas o F-35 enfrenta desaprovação em casa.
No Capitólio, o maior crítico é o senador republicano John McCain. Ele deplorou os custos do programa e o fato de os EUA adquirirem uma aeronave antes da conclusão dos testes.
A Boeing, rival da Lockheed, critica as capacidades do F-35 na imprensa e compete com ele para conseguir recursos no Capitólio. Mas mesmo a Boeing tem cuidado com as críticas, pois não quer prejudicar seu relacionamento com clientes governamentais, disse Winslow Wheeler, funcionário do Congresso
Fonte: jornal O Estado de São Paulo via CECOMSAER 13 jul 2014



#3 transvasp

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Posted 14 de July de 2014 - 14:51

Que novela.

 

Mas com certeza terá fim.



#4 RodrigoRS

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Posted 01 de January de 2015 - 19:24

O gato subiu no telhado...

 

 

Computer glitch prevents US most advanced F-35 fighter jet from firing until 2019 report

Published time: January 01, 2015 20:50

f-35.si.jpg
Reuters / U.S. Air Force / Staff Sgt. Joely Santiago / Handout
 
The Pentagon’s fighter jet F-35 may not be fully operational until 2019 due to a newly discovered computer glitch. The $400 billion ultra-sophisticated jet, the most expensive in US history, was expected to enter service in 2015.

 

F-35 is the fifth generation combat aircraft which is designed in three variations for US Air Force, Navy and Marines to replace out of date aircraft. It was planned to join the Marines in 2015 and Air Force in 2016.

 

It is planned to replace the Air Force’s A-10 Warthog ground attack plane and Lockheed F-16 multirole fighter, the Navy instead of Boeing F/A-18 Hornet carrier-based fighter, and the Marines instead of Boeing AV-8B Harrier II jump-jet.

 

However, the most awaited plane’s main weapon will not be able to fire due to a computer glitch. The four-barreled rotary cannon for the Air Force version of the F-35 cannot function until new software is elaborated, despite jet scheduled to join the army this year.

“There will be no gun until [the Joint Strike Fighter’s Block] 3F [software], there is no software to support it now or for the next four-ish years,” an Air Force official affiliated with the F-35 program told the Daily Beast. “Block 3F is slated for release in 2019, but who knows how much that will slip?”

 

This problem is especially acute as this version of the jet is planned for close air support (CAS) operations. While the F-35 is equipped with other armaments, it might be not enough.

 

“Lack of forward firing ordnance in a CAS supporting aircraft is a major handicap,” an experienced pilot commented for the Daily Beast. “CAS fights are more fluid than air interdiction, friendlies and targets move... Often times quickly. The ability to mark the target with rockets and attack the same target 10 seconds later is crucial.”

 

Equipped with a gun, Air Force’s F-35A version barely carries enough ammunition. Despite being able to shoot 3,300 rounds per minute, it will only be carrying 180 to 220 rounds.
 
f-35-1.jpg
Daniel Hughes / U.S. Air Force / Handout via Reuters

The two other versions of F-35 - for the Navy and Marine Corps - have different configurations with external gun pods, however, they will not have a software for them either, the Daily Beast reported.

 

F-35 production has been facing delays and cost overruns due to numerous software problems and production defects. The jet which has already cost $400 billion dollars to US taxpayers since the program started in 2006. The costs doubled since the start of construction in 2011 making it the most expensive project in military history.

 

However, the Pentagon denied the aircraft will be delayed, the International Business Times reports as well as neither Lockheed nor the F-35 Joint Program Office responded to inquiries.

 

Last December, a problem with fuel was discovered. The engine of the aircraft can shut down when the fuel gets too hot to work as a coolant, although this information was disputed by the Pentagon.

 

Last summer, the F-35 was supposed to be the star attraction at the Farnborough Air Show in Hampshire, but it did not appear after the entire fleet was grounded after a fire at a Florida airbase in June.

 

The Pentagon plans to buy 2,433 jets in three variations. Great Britain has also ordered 14 jets. However, the program is getting more and more severe criticism.

 

“To me, the more disturbing aspect of this delay is that it represents yet another clear indication that the program is in serious trouble,” an Air Force official told the Daily Beast. “F-35 maker “Lockheed Martin is clearly in a situation where they are scrambling to keep their collective noses above the waterline, and they are looking to push non-critical systems to the right in a moment of desperation.”

 

Via: http://on.rt.com/ri9o3w


Edited by RodrigoRS, 01 de January de 2015 - 19:27 .


#5 jambock

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Posted 08 de January de 2015 - 21:33

Meus prezados:
F-35 TERÁ CANHÃO INOPERANTE ATÉ 2019
“Glitch” em software é o problema mais recente do caça que está custando quase 400 bilhões de dólares aos contribuintes americanos
Falha de software é o mais recente de uma série de problemas que assolam o projeto do F-35 desde sua implementação
O F-35, avião de caça stealth tão alardeado, já tem um lote fresco de problemas por conta de uma falha de software que impede a aeronave de operar seu canhão embarcado.
Ainda que a máquina, que custa atualmente quase 400 bilhões de dólares aos contribuintes americanos, entre em serviço este ano, relatórios atestam que levará mais quatro anos para que ela consiga disparar o canhão.
Esse é mais um embaraço para o programa, que vem sendo assolado por atrasos, aumentos vertiginosos nos custos e “glitches” desde sua implantação em 2006.

O custo por unidade do caça mais avançado já projetado dobrou, tornando-o também o mais caro, e a produção de larga escala das máquinas começará seis anos depois do previsto.
O programa do F-35 vinha sendo o carro-chefe do Pentágono, com 2.443 unidades previstas para serem enviadas a todas as Forças Armadas. Porém, segundo o portal Daily Beast, a aeronave ainda não tem o software necessário para operar o canhão rotativo de quatro câmaras.
Essa falha representa um problema em particular caso o F-35 seja usado para apoio de tropas em terra, pois o canhão seria mais preciso do que lançar uma bomba pequena sobre a área – esta segunda opção teria mais risco de morte e ferimentos por fogo amigo.
No primeiro semestre de 2014, o F-35 deveria ter sido a atração principal do Farnborough Air Show, mas a frota toda teve que permanecer em terra e não compareceu ao evento por conta de um incêndio em uma base aérea na Flórida em junho.

Outros problemas do caça fabricado pela Lockheed Martin incluem a descoberta de que o motor pode desligar quando o combustível se aquece demais para funcionar como elemento refrigerador.
No Reino Unido, o Ministério da Defesa encomendou 14 unidades, algumas das quais já estão em teste nos EUA. Um contrato para os primeiros quatro aviões foi assinado há alguns meses, e as primeiras unidades stealth devem entrar em serviço na Real Força Aérea em Norfolk a partir de 2018.
Porém, nos EUA as críticas ao programa de desenvolvimento da aeronave só aumentam, até mesmo dentro do governo.

Em janeiro de 2014, o gabinete de testes do Pentágono descreveu a performance do F-35 como “imatura”, e dois meses depois outro gabinete do governo Obama enfatizou os atrasos na entrega de softwares e questionou a eficiência deles.
Fonte: David Millward – Texto do The Telegraph via Business Insider
Tradução, adaptação e edição – Nicholle Murmel para Defesanet



#6 Luzspit

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Posted 09 de January de 2015 - 01:44

Que viagem!

 

E os caras querem aposentar o A-10.... 



#7 jgabriel

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Posted 09 de January de 2015 - 02:49

F-35 Program Office: Gun Remains On Schedule



#8 Rlabreu

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Posted 09 de January de 2015 - 09:46

400 BILHÕES.

Meu deus, será que um dia sai?

Outra. 4 anos para corrigir um SW? Conta outra.



#9 Pifpaf

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Posted 02 de July de 2015 - 12:50

Muito interessante o texto da Aviation Week. Coloquei em vermelho as partes que julguei mais relevantes.

Abraço,

PP

 

-=-=-=-

Controversy Flares Over F-35 Air Combat Report

Lockheed Martin F-35A Joint Strike Fighter (JSF) was outperformed in the type’s first basic fighter maneuvering exercise by a 20-plus-year-old F-16fighter, according to a leaked Lockheed Martin report prepared by the pilot who flew the mission.

Inferior energy maneuverability (EM), a limited pitch rate and flying qualities that were “not intuitive or favorable” in a major part of the air-combat regime gave the F-16 the tactical advantage and allowed its pilot to get into both missile-launch and gun parameters over the F-35. Another drawback was that the large helmet and F-35 canopy design restricted the pilot’s rearward view.

Lockheed Martin and the JSF Program Office confirm that the document, originally leaked by the War is Boring website, is genuine but says “the interpretation of the scenario results could be misleading.” Maj. Gen. Jeffrey Harrigian, director of the U.S. Air Force F-35 integration office, says that it is “too soon” to judge the F-35’s maneuverability.

JSF risk reduction and development have been under way since late 1996 and more than $80 billion has been spent.

 

 

The test mission in the report was carried out on Jan. 14. It could have been one of those flown from Edwards AFB in California by Lockheed Martin site lead test pilot David “Doc” Nelson and reported by AW&ST in April. At that time, however, the question of which aircraft had the advantage in the engagement was not discussed. The author’s name has been removed from the copy of the report obtained by Aviation Week.

The key performance parameters set for the JSF do not call for the aircraft to be superior to the F-16 and F/A-18C/D in air-to-air combat, but they demand comparable performance in terms of sustained and instantaneous g and acceleration. However, Lockheed Martin executives and pilots have stated that when including sensor fusion, stealth and other attributes, the F-35 will be superior in air combat, by margins of 400-600%, to so-called “fourth-generation” fighters (a term coined by Lockheed Martin to denote both older U.S. fighters and current non-U.S designs).

The F-16 that outmaneuvered the F-35 in the January test was an F-16D Block 40, one of the lower-performing versions of the family, delivered between 1987 and 1994. The Block 40 was beefed up to carry more weapons than the preceding Block 30 and incorporated Have Glass radar-cross-section reduction measures, boosting its empty weight, but lacked the higher-performance engines introduced on the Block 50. The F-16 retained its two 370-gal. external fuel tanks during the engagement and was limited to 7g until they were empty.

Lockheed Martin notes that AF-2 is an early development aircraft without stealth coatings, although those are not relevant in within-visual-range (WVR) combat and their absence would make the airplane lighter. It was also not equipped with simulated air training missiles, but neither was the F-16. Lockheed Martin says AF-2 lacked “software that allows the F-35 pilot to turn, aim a weapon with the helmet, and fire at an enemy without having to point the airplane at its target,” but this capability is available in clear daylight on any modern fighter, and was not used by the F-16 in the test. Also, the F-35 cannot exploit this capability in stealth configuration because there is no suitable high-off-boresight air-to-air missile planned for internal carriage on the aircraft.  

The report identifies changes to F-35 flight control software that could mitigate some of the problems found in the test. However, none of them can correct the deficit in energy maneuverability, which is defined at any given airspeed by the aircraft’s available thrust, drag and weight and indicates its ability to accelerate, climb or change maneuver state.

The F-35 has higher angle-of-attack (AoA) limits than the F-16, which should normally be an advantage, but a combination of factors, including a limited pitch rate and the inferior EM, made it less useful. It took too long to reach high AoA, and the lack of energy maneuverability meant the F-35 could not quickly re-accelerate into high-speed maneuver states.

The sortie included 17 engagements starting between 18,000 and 22,000 ft. with a 10,000-ft. floor, with starting speeds between 380 and 440 kt. indicated airspeed, the report says. The test was primarily designed to “stress the high AoA control laws during operationally responsive maneuvers utilizing elevated AoAs and aggressive stick/pedal inputs,” the report says. The pilot judged the test as being “extremely effective at providing data that are not achievable with scripted test cards,” it adds.

The first observation in the report is that “the most noticeable characteristic of the F-35A in a visual engagement was its lack of energy maneuverability,” and the pilot notes that the F-35A has a smaller wing than the F-15E, similar weight and 15,000 lb. less thrust.

The “insufficient pitch rate exacerbated the lack of EM” the pilot reported, because energy would bleed off continuously as the pilot tried to get the nose up. The F-35 would have had more shot opportunities in some cases if the pitch rate limit (imposed by control laws rather than aerodynamics) had been more relaxed, the report says. Offensive and defensive gun moves were slow and easily detected and countered, the report says, and the highest g loading was around 6.5g in breaks or on entering a turn, decreasing as the aircraft slowed down. The F-35 airframe is designed for 9g.

High AoA flight allowed “a few offensive opportunities” against the F-16 (which is AoA-limited and roll- and yaw-limited towards its maximum angle of attack). For instance, a long full-rudder input could yaw the F-35 sharply enough to cause the F-16 to cross its nose and get a missile shot, the report says. But this maneuver “required a commitment to lose energy” with the F-35 headed for the floor, and “meant losing the fight unless the bandit made an error.”

The F-35 has a sophisticated flight control system (FCS) that changes the response of the control surfaces to stick and rudder commands as the airplane moves through its flight envelope, with low- and high-AoA regions and a “blended” region between them, at 20-26 deg. This was the area where the aircraft “fought best,” the pilot reported. But it was not easy, because flying qualities “were neither intuitive nor favorable” and “the lateral/directional response was often unpredictable.”

The problem, in the pilot’s view, is the way that the FCS adjusts response according to AoA. In flight test, the pilot aims at a specific AoA and expects a certain response, but in a dynamic flight “attention is focused on the bandit rather than the specific AoA [and] the response was often confusing,” the report says. The pilot was left waiting for a roll rate that did not happen, or expected yaw and got sideslip.

In one case the pilot applied full rudder to no immediate effect, then tried a stick input – just as the rudder kicked in. The pilot added more rudder and got a “fantastic yaw rate” that was promptly quashed (“immediate, abrupt and forceful”) by the anti-spin logic in the FCS.

Both the anti-spin logic and the slow pitch rate meant that the F-35 could not escape a gun attack by the F-16. “No successful guns defense was found,” the report says. For instance, a standard escape maneuver – unload, roll and pull to change the plane of the aircraft’s movement – was bogged down by pitch rate, so “the result was an out-of-plane maneuver that was easy to track.”

 

 

The size of the helmet-mounted display system presented a problem. “There were several occasions where the bandit would have been visible, but the helmet prevented getting in a position to see him,” the report says. The “eyebrow” formed by the visor assembly also blocked the tally at times.

Some mitigating measures are advocated in the report, such as relaxing restrictions on AoA onset and pitch rate. Both would let the pilot move more quickly into and out of the higher-AoA regime, where the F-35 has a controllability advantage over the F-16. The pilot also advises expanding the “blended” control regime, avoiding shifts in control laws in a key part of the combat envelope and giving the pilot more yaw authority versus the anti-spin logic.

In the pilot’s view, the F-35’s departure resistance is good enough to allow more latitude. Other aircraft, including the F/A-18 Super Hornet, have benefited from flight control software changes over time, which have allowed pilots to better exploit the aircraft’s strong points and mitigated early problems.

However, the basic energy maneuverability deficiency is more difficult to address, and most contemporary fighters are much less restricted at high AoA than the F-16. (“Drag him into the phone booth” has long been the adversary’s best way to fight the F-16.) “The F-35 goes out against something like a Sukhoi or a Typhoon and they’re going to eat his lunch,” remarks an experienced military pilot. “They have the advantage in turn rate, [specific excess power] and energy bleed rate.”

Pilots who talked to Aviation Week about the leaked report – some but not all of whom work or have worked for other fighter manufacturers – were surprised by the magnitude of the shortfall in energy maneuverability but not by its existence. The limitations of the Block 40 F-16 and the fact that it retained its tanks “should have been a plus for the F-35,” says one, and the engagement altitude – “above mid-range” in terms of within visual range combat – should have favored the F-35 because of its modern, powerful engine.

“People all need to look at what F-35 really is,” another aviator comments. “A stealth A-7 bomb truck, capable of first-night suppression of enemy air defenses, with limited self-escort.  It is, as software-configured right now, not a light air-combat-maneuvering-capable platform. This is what we saw with the early F/A-18E/F blocks: millions of lines of code, and in need of constant update. But, in this case, it’s becoming increasingly easier to rewrite the code laws to allow for those changes.”

“Anyone can see that it is not a very agile aircraft,” a third pilot comments, pointing out that changing flight test laws may be more of a problem if – as some operators expect – pilot flying hours are reduced and training is transferred to lower-cost aircraft and simulators.

 

Part of Lockheed Martin’s response to the release of the report is to downplay the importance of maneuvering combat. “The F-35’s technology is designed to engage, shoot, and kill its enemy from long distances, not necessarily in visual ‘dogfighting’ situations,” the company says. But as one of Aviation Week’s sources says, reliance on deciding the fight beyond visual range may not always be possible in the early stages of a conflict (power projection, show-of-force) or where rules of engagement limit BVR shots. “My belief is that the tactics against the F-35 will be something which we are not used to saying: If you see one — get close.”

http://aviationweek....f00945ac062c002


Edited by Pifpaf, 02 de July de 2015 - 12:54 .


#10 jambock

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Posted 17 de January de 2016 - 09:59

Meus prezados

Mais um problema no F-35: risco de sobrepressurização nos tanques de combustível
A maldição da concorrência atingiu o Lockheed Martin F-35 novamente, desta vez durante qualificação de proteção contra raios, quando foi descoberto que os tanques de combustível do jato poderiam sobrepressurizar “além dos limites do projeto” em certos perfis de voo.

Com 154 aeronaves entregues até à data, e mais um ano de testes restantes, a concorrência (o desenvolvimento simultâneo e implantação de aeronaves incompletas) tem perseguido o programa F-35 desde a sua criação, com grandes descobertas muitas vezes levando a atrasos e correções caras ou soluções alternativas.

O “baixo risco potencial” de que o ar no sistema de combustível poderia sobrepressurizar os tanques de combustível de um F-35, foi identificado no final de 2014 durante qualificação de proteção contra raios, e foi confirmado novamente nos testes seguintes no ano passado, um porta-voz do Joint Programme Office (JPO) disse ao Flightglobal.

A falha de projeto atinge todas as três variantes do F-35 operadas pelas forças dos EUA e compradores internacionais, e levaram a “limites de voo de precaução” em 2015.

Em dezembro passado, o programa testou em voo com sucesso novas válvulas de alívio de pressão que removeriam estas restrições aéreas. O trabalho de modificação deve começar imediatamente em 41 aeronaves modelo A, ao abrigo de um contrato US$ 28,8 milhões com a Lockheed anunciado em 12 de janeiro. O acordo inclui os aviões de decolagem e pouso convencional já entregues à Austrália, Itália, Holanda e Noruega.

O diretor do escritório de integração do F-35 da Força Aérea dos Estados Unidos Maj Gen Jeffrey Harrigian alertou o Congresso para a matéria em testemunho escrito em outubro passado, dizendo que uma decisão seria tomada em dezembro se a “grande” modificação para evitar a sobrepressurização podia esperar até o próximo ciclo de modificação ou ser concluída imediatamente. Esta última poderia tornar difícil para a USAF declarar a capacidade operacional inicial (IOC) em agosto, como planejada.

Uma ruptura do tanque de combustível em voo seria desastrosa para a maioria das aeronaves e, particularmente, um jato de combate em movimento rápido. Uma ruptura do tanque de combustível em voo em 2009 causou um dano no valor US$ 25 milhões em um avião Northrop Grumman E-8C JSTARS que tinha sido reabastecido por um avião-tanque Boeing KC-135 no Oriente Médio.

O JPO diz que uma modificação do contrato já foi feita para equipar a variante de decolagem curta e pouso vertical F-35B com as válvulas de alívio, e a Lockheed está montando uma proposta de engenharia para corrigir os F-35C baseados em navio-aeródromo. F-35As adicionais serão modificados usando o “financiamento de concorrência”, incluído nos contratos de produção de baixa escala iniciais.

Fonte: James Drew para Flightglobal 15 de janeiro de 2016



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Posted 18 de March de 2016 - 20:09

Meus prezados

Tecnologia: Fiscalização do governo Obama diz que o F-35 ainda pode precisar de 6 anos (!) antes de estar pronto para o combate (saiba porquê)

F35decabineaberta.jpg

                                                                          F-35 com a pintura dos “Marines”

 

O site americano de notícias econômicas The Fiscal Times noticiou, nesta quinta-feira (17.03), que o caça americano de 5ª geração (eletrônica) F-35 ainda pode precisar de seis anos (!) antes de estar completamente pronto para entrar em combate.

De acordo com as informações colhidas pelo site, uma respeitada equipe de monitoramento de projetos governamentais denominada Project on Government Oversight relaciona, como os principais motivos dessa demora, os seguintes itens:

Testes-chave que foram adiados;
O repetido impacto causado pelo acionamento de controles de voo sobre a manobrabilidade do aparelho;
Problemas graves de segurança para a tripulação não equacionados;
Problemas significativos na Logística do software do avião;
Vulnerabilidade nas diferentes fases de teste acerca de cybersegurança;
Problemas de manutenção que, periodicamente, mantém os F-35 “groundeados”; e
Falhas no simulador responsável por testar o programa de ameaças ao jato.

F35.jpg
F35

Custos – O site lembra que não se trata de lidar com os problemas habituais de um projeto de aeronave comercial – uma simples plataforma de transporte –, e sim de avaliar o estágio de desenvolvimento de um projeto onde quase todos os números são superlativos. Se não, vejamos: o programa F-35 Joint Strike Fighter, de 1 trilhão de dólares, vem repetindo ensaios em voo há mais de dez anos.

O F-35 foi reprojetado em 2004, porque pesava demais. O grupo Lockheed Martin gastou 6,2 bilhões de dólares em pesquisas de materiais compostos e redesenhos para deixa-lo 1,22 tonelada (ou 2.700 libras) mais leve.

Em 2010 o Pentágono admitiu que o programa do F-35 havia ultrapassado as suas estimativas de custo originais em mais de 50%…

Cada F-35 tem seu custo unitário estimado, hoje, em cerca de 100 milhões de dólares.

Os atrasos no programa são especialmente danosos porque implicam em multas a serem pagas pelo fabricante aos países que encomendaram a aeronave para usá-la ainda nesta década, ou no início dos anos de 2020. E agora um grupo de monitoramento independente conclui que o jato não estará completamente pronto para ir a um teatro de operações real antes de 2022.

Marines – O mais curioso é que o relatório emitido pelo Project on Government Oversight aparece depois de um dos três modelos do F-35 – o dos Marines americanos – foi declarado pronto para entrar em ação – e isso há oito meses atrás…

F35C-02.jpg

F35C-02
Imagem do F-35 com as bandeirinhas dos países que já o encomendaram pintadas na fuselagem
O pessoal da equipe de fiscalização da Administração Barack Obama diz agora que a decisão tomada pelos Marines foi claramente “prematura”, e que as autoridades deveriam agir em consonância com essa avaliação – ou, em outras palavras, rever a autorização dada aos fuzileiros amerianos para operar a aeronave!

De qualquer forma, o Joint Strike Fighter Program Office (Escritório do Programa Joint Strike Fighter) não está parado.

Nos bastidores do governo americano, ele enfatiza que o jato ainda está “em desenvolvimento” e que existe uma “longa lista de realizações” referente à correções já efetuadas no projeto original.

Projeto original que, diga-se, previa que o F-35 estivesse completamente pronto para operar em 2012.

Fonte: Roberto Lopes para blog Plano Brasil 18 MAR 2016


Edited by jambock, 18 de March de 2016 - 20:11 .


#12 jambock

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Posted 20 de March de 2016 - 19:14

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JSF_helmet_F35-GEN_III.jpg?w=1800
Risco de lesões no pescoço em ejeção manteve pilotos com peso menor que 61,7 kg no chão
O F-35 Joint Program Office está prestes a começar a testar um protótipo de um novo capacete para os pilotos do Joint Strike Fighter – uma atualização crítica dos sistemas de controle da aeronave.

O atual capacete Gen III Helmet Mounted Display System (HMDS), que atua como um “head up display” e “night vision goggles” para o piloto, descobriu-se no ano passado ser tão pesado que rompeu o pescoço de manequins de teste menores durante os testes de ejeção.
O capacete Gen III, que é essencial para o funcionamento do F-35 em todas as suas variantes, avançou a arte de realidade aumentada. Combinado com sensores ópticos e infravermelhos na aeronave, essencialmente permite que o piloto consiga olhar através da aeronave – um recurso muito desejado pelo Corpo de Fuzileiros Navais (USMC) para o pouso vertical de precisão do F-35B. Ele também permite aos pilotos rastrear e designar as armas olhando para os alvos, sem ter que virar a aeronave em direção a eles. Mas o capacete enfrentou várias dores de crescimento, incluindo problemas com “jitter” nas imagens no início de testes, o que poderia causar enjôo até nos pilotos com estômagos mais fortes.
F-35-Ejection-Seat-Fix-Delayed-to-2018.-
O capacete Gen III que custa US$ 400.000 e tem massa de 2,27 kg, poderia empurrar a cabeça do piloto para baixo durante a aceleração de ejeção e causar lesões tanto no pescoço quanto nas costas dos pilotos. Quando combinado com as forças repentinas exercidas pela abertura do paraquedas do assento de ejeção, particularmente quando o assento é arremessado ao ponto em que fica quase de cabeça para baixo, a força da abertura do paraquedas pode ser suficiente para quebrar o pescoço de pilotos mais leves.
Como resultado, os pilotos com menos de 61,7 kg foram impedidos desde o último outono de voar o F-35 Lightning II, e o JPO reconheceu que os pilotos entre 61,7kg e 74,9 kg enfrentam um “nível elevado de risco” de lesão no pescoço.
O novo capacete que está sendo preparado para testes é 10% mais leve. O F-35 JPO e a Lockheed também estão trabalhando em modificações para o sistema de ejeção que retardam o avanço do assento após a ejeção e um painel de suporte da cabeça no próprio assento que impede a hiperextensão do pescoço. O objetivo é remover as restrições de tamanho de pilotos para o F-35 em novembro.
F-35hmdsII2Bone.jpg?w=1896
Um capacete convencional de piloto de caça perto do Gen III Helmet Mounted Display System (HMDS) do F-35
Fonte: arstechnica.com via Poder Aéreo 15 MAR 2016



#13 jambock

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Posted 26 de May de 2016 - 21:19

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heres-the-most-expensive-weapons-system-
Segundo o site Defensenews, o Pentágono informou ontem que o teste operacional inicial e avaliação (IOT&E) do F-35 foi postergado para 2018.
O atraso se deve aos “bugs” apresentados na versão 3i do software da aeronave, que estão consumindo tempo demasiado para serem corrigidos. A USAF necessita que essa versão funcione plenamente para declarar a IOC (initial operational capability) dos seus F-35A ainda este ano. O problema é que o trabalho na versão 3i está ocupando grande parte da equipe que ainda está trabalhando no software 3F.
Segundo o tenente general Christopher Bogdan, chefe do Joint Program Office – JPO, 23 caças F-35 deverão receber a atualização para o software 3F antes da IOT&E, e isso não deve ocorrer antes de 2018.
Fonte: site Poder Aéreo 26 MAI 2016



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Posted 17 de September de 2016 - 14:09

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Força Aérea dos EUA deixa de utilizar caças F-35 devido a defeitos de fabricação

A Força Aérea norte-americana suspendeu a utilização de 10 caças F-35 de quinta geração por causa de alguns defeitos de fabricaçao, comunica o canal de televisão CNN.

A decisão de suspensão temporária de utilização foi tomada um mês depois de ter sido anunciado que os caças estavam "prontos para combater". Segundo o CNN, a causa terá a ver com o "material isolante do sistema de esfriamento dos reservatórios de combustível, que está se deteriorando". Os EUA classificaram a medida tomada como "suspensão temporária de voos".

No total foram registrados defeitos em 57 caças. Só 15 deles entraram no serviço e só dez foram declarados completamente operacionais.

O Pentágono planeja gastar até 400 milhões de dólares na compra de 2.500 caças F-35 nos próximos anos. Em 2017 deverão ser adquiridos 63 caças aparelhos. O programa de desenvolvimento do caça Lockheed Martin F-35 Lightning II já custou cerca de 8 mil milhões de dólares e foi reconhecido como o programa de desenvolvimento de equipamentos mais dispendioso dos EUA.

Entretanto, os desenvolvedores enfrentaram muitas dificuldades, visto que foi gasto mais dinheiro do que fora inicialmente planejado e há atrasos de pelo menos sete anos na entrega dos caças.

Fonte: Portal SPUTNIK BRASIL via CECOMSAER 17 SET 2016



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Posted 19 de September de 2016 - 11:03

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Problemas com peças defeituosas imobilizam 15 caças F-35A
Outros 45 aviões na linha de montagem sofrem do mesmo problema. Culpa foi dada à fornecedor que produziu as peças
F-35-IOC.jpg
A Força Aérea dos EUA ordenou o “groudeamento” (proibição de voo) de 13 caças F-35A, bem como um par de F-35A da Noruega, após a descoberta de problemas relacionados com “desintegração e fragmentação ” do isolamento do tubo de refrigeração.
A questão parece estar relacionada com um fornecedor dos isolantes, que são instalados nas asas do jato. Durante a verificação de manutenção descobriu-se que o isolamento nos dutos estava se desfazendo em alguns casos, deixando resíduo no combustível, de acordo com um comunicado do governo da Noruega.
O problema foi rastreado até os tubos de refrigeração fabricados por um fornecedor particular, que só foram instalados nos tanques de combustível das asas de 15 aeronaves.
O problema foi descoberto pela primeira vez no verão deste ano durante um processo de manutenção nível parque de um F-35A sendo preparado para a IOC ( initial operational capability), disse o porta-voz da Lockheed Martin, Mike Rein.
Depois que as equipes de manutenção encontraram o mesmo problema em três aeronaves a Lockheed realizou testes subsequentes que “indicavam a possibilidade dos resíduos deste isolamento se alojarem no sifão de ligação entre os tanques de combustível das asas e tanques e da fuselagem”, disse o porta-voz da Força Aérea dos EUA Ann Stefanek”. Isso poderia resultar em pressões negativas excessivas nos tanques de combustível durante as operações aéreas ou em pressões positivas excessivas durante reabastecimento em voo ou no solo. Em ambos os casos isto poderia causar danos estruturais para os tanques de combustível do avião”.
A Lockheed trabalha com vários fornecedores que são responsáveis pela fabricação das linhas de refrigeração, mas Rein se recusou a revelar qual dos seus subcontratados tenha sido responsável pela parte em não-conformidade. A empresa pretende continuar a trabalhar com esse fornecedor em futuros lotes de F-35.
“Não houve nenhuma discussão sobre a mudança de fazer negócios com eles”, disse ele.
O impacto vai além das aeronaves em atividade uma vez que existem 42 F-35 atualmente na linha de produção que receberam partes do mesmo fornecedor.Entre elas estão três aeronaves para a Noruega,  cuja entrega está prevista para o início do próximo ano. Não está claro se essas partes terão de ser substituídas ou se outros aviões encomendados por outras nações serão impactados.
O escritório do programa do F-35 (JPO) salientou que o problema foi causado por um defeito de fabricação em vez de um problema técnico que possa afetar o desempenho da aeronave.
Fonte: Defense News via site Poder Aéreo 17 SET 2016



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Posted 24 de September de 2016 - 14:15

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Caça F-35 pega fogo durante a partida do motor na base de Mountain Home / EUA

Um caça F-35 pegou fogo na noite desta sexta-feira, 23, em uma base aérea do estado norte-americano de Idaho, segundo informou a Força Aérea dos Estados Unidos.

“O piloto teve que deixar a aeronave durante a partida devido a um incêndio na seção traseira do avião”, disse o capitão Mark Graff através de um comunicado oficial.

De acordo com as autoridades, o incidente ocorreu na base de Mountain Home. As chamas foram rapidamente apagadas e ninguém ficou gravemente ferido.

“Como medida de precaução, quatro aviadores da 61ª Unidade de Manutenção de Aeronaves, três aviadores da 366º do Grupo de Manutenção e o piloto do Esquadrão de Caças foram levados ao centro médico da base para uma avaliação padrão”.  A causa do acidente está sendo investigada. Atualmente, há sete caças F-35A da base aérea de Luke, no Arizona, na base de Mountain Home, participando de exercícios militares.

Fonte: Konner - site Plano Brasil 24 SET 2016

 



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Posted 02 de October de 2016 - 12:37

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Um-de-dois-F-35A-que-chegaram-a-Eglin-em
Um F-35A pegou fogo durante um exercício ocorrido na Base Aérea de Mountain Home, Idaho, informou o Defense News no último dia 23 de setembro.
O incidente ocorreu por volta do meio-dia e envolveu uma aeronave F-35A do 61º Esquadrão de Caça baseado Luke AFB. Parece que não houve feridos graves, seja o piloto ou a equipe de solo que se encontrava nas proximidades.
“O piloto teve que abandonar a aeronave durante a partida do motor devido a um incêndio na porção traseira da aeronave”, disse o porta-voz da Força Aérea, o capitão Mark Graff, em um email. “O fogo foi extinto rapidamente. Como medida de precaução, oito pessoas foram transportadas para o centro médico da base para avaliação.”
Sete caças F-35A procedentes de Luke AFB (uma das bases responsáveis pela instrução) foram enviados para Mountain Home com o propósito de realizar treinamentos entre os dias 10 e 24 de setembro.
Fonte: Defenses News (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)



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Posted 09 de November de 2016 - 01:16

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Um F-35B do USMC pega fogo em voo durante treinamento
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O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA está investigando um coso recente de um novo incêndio que ocorreu em um Joint Strike Fighter F-35B baseado em Beaufort, Carolina do Sul , enquanto este estava em voo.
O incidente aconteceu em 27 de outubro. O F-35B teve um incêndio no compartimento de armas durante a realização de uma missão de treinamento sobre Beaufort.
O 1º Tenente John Roberts, porta-voz do Corpo de Fuzileiros Navais, comunicou ao Military.com.:
“O avião pousou em segurança e ninguém ficou ferido. Uma investigação está em curso e iremos fornecer atualizações assim que elas estiverem disponíveis.”
Recentemente, em Setembro, um F-35A pegou fogo na seção de popa da aeronave após seu motor ter dado a partida, forçando o piloto a abandonar às pressas a aeronave.
Para o Corpo de Fuzileiros Navais, este incidente acontece em um momento crucial para a aeronave. Os F-35B que estão operacionais na Marinha estão sendo preparados para a transferência em Janeiro para o Japão.
Fonte: Konner – site Plano Brasil 8 NOV 2016



#19 jambock

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Posted 08 de December de 2016 - 14:47

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Caça F-35 vai precisar de 50 horas de manutenção por hora de voo
F-35A-foto-2-Lockheed-Martin.jpg
Quatro anos após o início de sua carreira operacional, espera-se que os caças F-35 exijam entre 41,75 e 50,1 homem-hora de manutenção (MMH) por hora de voo, ou cerca de três vezes mais do que a maioria das aeronaves de caça atualmente operadas pelas forças aéreas ocidentais.
Esta extremamente elevada relação MMH por hora de voo é extrapolada de uma solicitação de 1 de dezembro feita pelo US Naval Air Systems Command (Navair), que afirma que a frota mundial em serviço de F-35 vai exigir 17 milhões de homens-hora de manutenção e apoio nos anos fiscais FY 2018 e FY 2019.
A solicitação “Sources Sought” da Navair, publicada no site Federal Business Opportunities (FBO), estima que a frota de F-35 incluirá 597 aeronaves no final do ano fiscal de FY18 e 760 no final de FY19 (setembro de 2019).
O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC) declarou a Capacidade Operacional Inicial (IOC) para seu F-35B em julho de 2015, e a Força Aérea dos EUA fez o mesmo com o seu F-35A em agosto de 2016, então naquele momento a aeronave estará em serviço por três a quatro anos, dependendo da versão.
A tabela a seguir resume o tamanho da frota em serviço do F-35 esperada pelos operadores, conforme declarado pelo Navair em sua solicitação. Estes números estão obviamente sujeitos a alterações, mas dado que o ciclo de produção do F-35 é de três anos, a maioria destas aeronaves já está em produção e, portanto, menos susceptíveis de mudança.
F-35-FY2019.png

O número de aeronaves em serviço – 597 no final do FY18 e (597 + 163 = 760) no final do FY19) implica que o total solicitado de 17 milhões de homens-hora de apoio equivale a 12,527 por aeronave por ano, ou cerca de 1.043 horas por aeronave por mês.
Dado que a aeronave de combate F-35 deve voar em média 250 horas por ano, a aritmética simples mostra que o Navair espera que o F-35 exija, em média, 50,1 homens-hora de manutenção por hora de voo – teria exigido 41,75 MMH se fizesse 300 horas de voo, como planejado originalmente.
A Força Aérea dos EUA originalmente planejava fazer seus F-35 voarem 300 horas por Primary Aircraft Inventory (PAI) por ano. Posteriormente, reduziu as horas de voo do F-35A de 300 a 250 horas de voo por PAI.
Isso representa várias vezes mais horas de manutenção do que os atuais jatos da linha de frente operados pelos serviços dos Estados Unidos e também bem mais do que o F-22 Raptor, que “estava obrigado a atingir 12 horas de manutenção diretas por hora de voo DMMH/FH) na maturidade do sistema, que devia ocorrer quando a frota de F-22 acumulasse 100.000 horas de voo”, de acordo com uma resposta da US Air Force Association a uma reportagem do Washington Post.
Fatos: Em 2008, o F-22 alcançou 18,1 DMMH/FH que depois melhorou para 10,5 DMMH/FH em 2009. É importante reconhecer que esta métrica deveria ser atingida na maturidade do sistema, que estava projetada para ocorrer no final de 2010. Assim, o F-22 estava melhor do que a exigência bem antes da maturidade.
Claramente, no FY2018, o F-35 só terá estado em serviço “operacional” por três ou quatro anos (IOC em meados de 2015 e meados de 2016) e, portanto, ainda muito longe da maturidade, mas um número tão elevado de horas de manutenção vai fazer explodir os custos operacionais para seus operadores, que foram informados há muito tempo que o F-35 seria barato de operar.
Fonte: www.defense-aerospace.com via Giovanni de Briganti/ site Poder Aéreo 7 DEZ 2016



#20 RodrigoRS

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Posted 30 de December de 2016 - 20:07

A coisa tá tão feia nesse projeto, que o Trump pediu à Boeing para orçar o projeto de um caça equivalente ao F-35 porém mais barato.

 

As ações da Lockheed Martin despencaram US$ 2 bilhões no dia em que ele disse isso.

 

Donald Trump vai apronta poucas e boas na Presidência da América e vou adorar assistir isso.







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