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CLA sedia encontro que define atividades espaciais no Brasil para 2017 e 2018


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#1 jambock

jambock
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Posted 05 de May de 2016 - 20:35

Meus prezados
CLA sedia encontro que define atividades espaciais no Brasil

Imagem-1-CLA-GIL12016-696x447.jpg

Nesta semana o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebe a primeira edição da reunião do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL1/ 2016) deste ano.
Durante uma semana especialistas da área espacial do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e da Barreira do Inferno (CLBI) vão discutir os próximos passos da atividade espacial no Brasil.
Serão abordados assuntos relacionados aos lançamentos previstos para 2017 e 2018, incluindo o programa microgravidade, Veículos Lançadores de Satélites (VLS) em desenvolvimento ou em fase de estudos no IAE, Projetos VLM-1 e VS-50, a atual situação do cronograma para o lançamento do VSB-30 com carga útil MICROG-2 na Operação Rio Verde e foguetes de treinamento (FOGTREIN) com os lançamentos dos Foguetes de Treinamento Básico (FTB) e Intermediário (FTI).
A atualização das obras inauguradas do CLA com impactos em lançamentos futuros também será tema de apresentação, assim como a 1ª Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Rio Verde. Ao término do GIL, um relatório final será produzido com conclusões e sugestões visando orientar as ações na área espacial a médio prazo.
Imagem-2-CLA-GIL12016.jpg
GIL se reúne no CLA para discutir futuros passos da atividade espacial no Brasil. (Imagem: CLA)
Para o coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, Diretor do CLA, a reunião do Grupo de Interfaces de Lançamento irá propor adequações que nortearão melhorias e avanços na Área Espacial Brasileira.
O Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL) é regulado pela Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 60-1 e se reúne até três vezes ano para discutir, dar encaminhamentos e propor soluções para o andamento da atividade espacial no Brasil. Além do presidente, fazem parte do grupo integrantes do DCTA, AEB, IAE, IFI e dos Centros de Lançamentos em território nacional.
Fonte: Ivan Plavetz para Tecnodefesa 4 MAI 2016



#2 jambock

jambock
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Posted 23 de January de 2017 - 17:26

Meus prezados

Brasil assume de vez negociação espacial com americanos.

Após o fracasso na parceria com os ucranianos para o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, que causou prejuízo de pelo menos meio bilhão de reais ao Brasil, o Palácio do Planalto está pronto para negociar o uso da base com os Estados Unidos. A ideia é oferecer aos americanos acesso ao centro de lançamento, cobiçado por sua localização rente à Linha do Equador, que diminui o gasto de propelente em cada empreitada especial, para, em troca, utilizar equipamentos fabricados pelos potenciais parceiros.

O uso dos modernos sistemas espaciais dos Estados Unidos, jamais obtidos pela indústria nacional, porém, não significará transferência tecnológica ao setor privado brasileiro. Pelo contrário: para que a negociação avance, o Brasil terá que aprovar uma lei que indique de forma técnica e pormenorizada a proteção que será dada a todo componente tecnológico manipulado.

Fonte: Eliane Oliveira, Gabriela Valente e Roberto Maltcchik - O Globo, 23 JAN 2017