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Franceses vão aposentar os Super Étendard modernizados; Argentina interessada


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#1 jambock

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Posted 02 de June de 2016 - 23:45

Meus prezados

Segundo a revista Flap Internacional, jul 2011- Aviação MIlitar na América Latina - a Marinha Argentina ainda possui dez dessas aeronaves, que estão sendo objeto de uma negociação para sua modernização, através do SEM (Super Etandard Modernizado), nos mesmos moldes utilizados pela Aviação Naval Francesa, sendo que está sendo (sic) aguardada a desativação desse tipo de aparelho na Armada Francesa, para que os kits destes estejam disponíveis para os aviões argentinos.
Mercado de usados: franceses vão aposentar caças navais Super Étendard modernizados; Argentina se interessa por eles

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A sequência mostra um SEM a bordo do porta-aviões “Charles De Gaulle” em posição de decolagem e, abaixo, alguns Super Étendard na base argentina Comandante Espora
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Pode vir da França – ou, mais especificamente, dos estoques de armamentos usados da França – a primeira boa notícia do governo Mauricio Macri para as suas desprestigiadas Forças Armadas.
A Embaixada argentina em Paris acompanha de perto as notícias de que a Marinha francesa prepara a retirada do serviço ativo, em julho próximo, dos seus últimos oito caça-bombardeiros navais Dassault-Breguet Super Étendard modernizados (Super Étendard Modernisé, ou SEM, como eles são conhecidos no jargão militar francês).
As aeronaves pertencem à Flotilha Aérea 17F, sediada em Landivisiau (Bretanha Francesa), e estão plenamente operacionais – tanto que, nesse momento, cumprem suas derradeiras missões de combate a bordo do porta-aviões Charles De Gaulle, em operação no Golfo Pérsico.
Os SEM são os antigos jatos Étendard IVM originais, modificados em meados da década de 1990 para poderem utilizar mísseis e bombas mais sofisticadas. A nova versão estreou na Guerra do Kosovo, em 1999, realizando nada menos do que 400 incursões contra o inimigo em terra. Depois foi empenhada em campanhas áereas no Afeganistão e na Líbia. Agora cumpre tarefas de autodefesa da frota francesa capitaneada pelo Charles De Gaulle, enquanto os caças Rafale embarcados no navio incursionam sobre as posições da organização terrorista Estado Islâmico nos territórios da Síria e do Iraque.
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Aeronaves Super Étendard, pertencentes à Flotilha 17F, embarcadas no “Charles De Gaulle”
Espera – A primeira previsão era de que a Marine Nationale começasse a retirar esses aviões da ativa no ano de 2010, o que não se confirmou.
Entre 2011 e 2013, valendo-se de canais diplomáticos e militares, o governo argentino comunicou ao Ministério da Defesa francês, por três vezes, seu interesse pelos aviões. Mas, pouco depois, foi informado de que, em função de um atraso na entrada em operação dos novos caças Rafale M (que só começaram a se tornar operacionais a partir de 2006, e assim mesmo de forma muito lenta), os SEM seriam mantidos na ativa até o fim de 2015.
A 2ª Esquadrilha Aeronaval de Caça e Ataque do Comando Aeronaval argentino mantém nove aeronaves Super Étendard em sua Base Aeronaval Comandante Espora (sede da Força Aeronaval Nº 2), da cidade de Bahía Blanca – a 636 km de Buenos Aires e apenas 29 km de Puerto Belgrano, principal base naval argentina.
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Flagrantes da rotina da Base Aeronaval Comandante Espora, “lar” dos Étendards argentinos
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Os aviões estão da maneira com que chegaram à Argentina, em 1980… Uma promessa de autoridades francesas de modernizar os caças argentinos nunca foi concretizada, e, hoje, apenas um ou dois aparelhos ainda realizam voos, e assim mesmo de forma esporádica.
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Um Super Étendard em exibição estática na Base Aeronaval Comandante Espora, pouco mais de 600 km ao sul de Buenos Aires; os armamentos expostos são os mesmos que servem à aeronave há mais de 35 anos…
Os cinco jatos EMBRAER 326G Xavante que constituíam a dotação da 1ª Esquadrilha Aeronaval de Caça e Ataque foram aposentados em 2007, e a própria unidade fechada dois anos mais tarde.
A compra das aeronaves SEM que serão desativadas na França permitiria regularizar as atividades da 2ª Esquadrilha – a única dotada de aparelhos a jato na aviação de combate da Marinha Argentina.
Fonte: Roberto Lopes para blog Plano Brasil 27 JAN 2016



#2 transvasp

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Posted 03 de June de 2016 - 10:26

Tem coisas que não dá para entender.

 

Não sei se é uma boa ideia.

 

Tem tanta coisa faltando na FAA

 

Sds  :joinha:



#3 jambock

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Posted 14 de July de 2016 - 15:27

Meus prezados

Vídeo comemorativo dos 38 anos de serviço e aposentadoria do super etandard

http://www.planobraz...super-etendard/



#4 jambock

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Posted 03 de October de 2017 - 23:52

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O Governo Mauricio Macri está rompendo todos os seus principais projetos militares com a França.
Além de desistir da aquisição de quatro navios-patrulha classe L’Adroit, fabricados pelo Naval Group (ex-DCNS), Buenos Aires também descontinuou as negociações para a aquisição de cinco ou seis caças navais Super Etendard tipo SEM (Modernizados) que a Marine Nationale aposentou no início deste ano.
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Caças Super Etendard desativados pela Marinha Francesa na base de Landivisiau
O plano de comprar os jatos foi uma iniciativa do ex-ministro da Defesa argentino, Julio Cesar Martínez, e da Armada local, mas agora é coisa do passado.
No primeiro semestre deste ano a Fuerza Aerea Argentina já havia recusado receber um lote de caças Mirage F.1, que se encontram armazenados em bases aéreas francesas (os aviões foram vendidos, no início do segundo semestre, a uma empresa privada do estado americano da Flórida que provê treinamento para pilotos de combate da Guarda Nacional americana).
A única negociação que ainda resiste ao vendaval no relacionamento político da Argentina com a França é a aquisição de um lote de suprimentos de Aviação que, concluído, permitirá a devolução ao voo de, ao menos, cinco caças Super Etendard incorporados à Aviação Naval Argentina há mais de 35 anos que nunca receberam qualquer modernização.
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 3 OUT 2017



#5 jambock

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Posted 13 de November de 2017 - 17:50

Meus prezados
Força Aérea e Marinha argentinas brigam pelos Super Étendard que Macri comprou
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Super Étendard, da Aeronavale francesa

 

Elas querem manter o controle das aeronaves, que terá um papel decisivo na operação de segurança que envolverá o G-20
Por Mariano De Vedia
A recente compra de cinco aviões Super Étendard modernizados da França desencadeou uma disputa inesperada e intensa entre a Força Aérea e a Marinha Argentinas, que buscam ter a posse das aeronaves.
O governo pagará 2,5 milhões de euros por aeronaves caça-bombardeiros, às quais irá adicionar US$ 2 milhões para custos de transporte, com a decisão de fortalecer a segurança na Cúpula G-20, que será realizada no final do ano próximo na Argentina.
O ministro da Defesa, Oscar Aguad, resolverá a disputa incomum, que não é mais do que uma briga sobre a escassez, no momento em que a Força Aérea e a Marinha passaram por uma crise em seus equipamentos militares há algum tempo.
Nessa briga, os chefes da Marinha, o Almirante Marcelo Eduardo Hipólito Srur e a Força Aérea, Brigadeiro-geral Enrique Víctor Amrein, tentam adicionar argumentos para manter os aviões.
Duas interpretações doutrinais se destacam na disputa. Um indica que os meios aéreos são usados na Força Aérea com uma função estratégica e só são justificados para a Marinha como um meio complementar e suporte logístico para outras missões.
A outra doutrina defende o conceito de poder naval integral, que permite que a Marinha se guarneça de todos os meios possíveis (submarinos, aéreos e de superfícies) para suas operações navais. Esse critério foi aplicado, alguns indicam, na Guerra das Malvinas.
Argumentos
“O natural é que os aviões fiquem na Força Aérea e que todos os meios aéreos estejam concentrados em um único lugar”, é a opinião de um oficial aeronáutico fundamentando-se na lógica.
A Marinha, entretanto, pretende ficar com os aviões que chegarão antes do final do ano da França, porque armazenou, desde os tempos da Guerra das Malvinas, nove unidades de Super Étendard. Embora não estejam operacionais ou capazes de voar, estão sujeitos a um processo de modernização.
“Por que a Marinha quer adicionar aviões se não tem um porta-aviões?” Eles perguntam na Força Aérea, em uma disputa que até agora não foi além da retórica.
Próximos do ministro Aguad estimam que o mais provável é que os aviões sejam finalmente destinados a uma base da aeronáutica, por razões de execução prática. “Com a operação de prevenção de segurança do espaço aéreo durante o G-20, é melhor ter as unidades aéreas em uma base próxima, como El Palomar, do que na Base Naval de Puerto Belgrano, perto de Bahía Blanca.
A operação dos Super Étendard não difere muito do que exigiu o Mirage, cujas unidades foram desativadas na Argentina em 2015. Ambos foram projetados pela empresa francesa Dassault, explicaram fontes militares.
Como informou o La Nacion, as unidades adquiridas agora na França foram construídas entre 1978 e 1982. As negociações entre os dois países incluíram a entrega de motores, peças sobressalentes e um simulador de voo, entre outras peças adicionais. É por isso que se especulou que poderiam se juntar às aeronaves que a Marinha já possui.
Segundo fontes aeronáuticas, entretanto, entende-se que, se o equilíbrio for finalmente inclinado pelo destino naval, a Marinha teria capacidade de um avião de combate que a própria Força Aérea não tem.
“Temos os bombardeiros A-4AR, que podem desempenhar funções operacionais similares ao Super Étendard, mas é muito provável que estejam fora de serviço e dispensados até o final de fevereiro, porque não existe uma cadeia de suprimentos e peças sobressalentes”, disse uma fonte aeronáutica.
Como sinal da deterioração do poder aéreo, na década de 1990, 35 aviões A-4AR foram incorporados à força, mas agora, com muito esforço e restrições orçamentárias, em dias excepcionais, há três aeronaves operacionais.
Fonte: La Nacion via site Poder Aéreo 13 nov 2017



#6 jambock

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Posted 15 de November de 2017 - 23:08

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Ministério da Defesa da Argentina: ‘não haverá espaço para duas forças aéreas’

Ministro Aguad avança em uma reestruturação militar para ‘unificar recursos’

Por Mariano De Vedia

Sem tomar partido diretamente com a Marinha ou a Força Aérea, na disputa sobre os cinco aviões modernizados Super Étendard recentemente adquiridos na França, fontes militares deixaram saber que no plano de reestruturação militar em que o ministro da Defesa Oscar Aguad estava trabalhando, “não haverá espaço para duas Forças Aéreas”. Isso implica, como soube o La Nacion, que, de fato, todas as unidades aéreas que hoje pertencem ao Exército e à Marinha atuariam sob a supervisão das autoridades aeronáuticas.


A controvérsia surgiu como resultado de conhecer a disputa incomum que foi desencadeada entre a Marinha e a Força Aérea sobre a compra dos cinco caça-bombardeiros franceses, por 12,5 milhões de euros (mais US$ 2 milhões pelo transporte das aeronaves) com o objetivo de fortalecer as condições de segurança do espaço aéreo durante a cúpula do G-20, prevista para o final do próximo ano na Argentina.

“O objetivo será a unificação dos recursos”, foi ouvido do ministro Aguad, que analisou com seus colaboradores a situação levantada como resultado da incorporação de aeronaves francesas, disseram fontes militares a esse jornal. Enquanto o chefe da Força Aérea, brigadeiro-geral Enrique Víctor Amrein, disse que os aviões correspondem à sua força por “razões lógicas e estratégicas”, o chefe da Marinha considera que as novas adições devem ser adicionadas à aviação naval , dado que a força já tem mais nove Super Étendard, hoje desativados e fora de circulação, mas submetidos a processos de modernização. Ao contrário do que aconteceu durante a Guerra das Malvinas, quando essas aeronaves foram usadas, hoje a Marinha não tem um porta-aviões.

A intenção de Aguad é aproveitar o plano de reestruturação, que poderia estar pronto antes do final do ano, para unificar recursos e evitar sobreposições de gastos e estruturas militares.

“Não faz sentido que existam mais de uma Força Aérea ou mais de uma Marinha, embora isso não implique que uma certa força gere tudo”, disse uma fonte militar. Nesse sentido, o plano de Aguad, cujas diretrizes gerais ainda permanecem em reserva, é fortalecer as funções do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que é chamado a coordenar as ações operacionais das diferentes forças e que, nos últimos anos, perdeu a proeminência, à custa dos cabeças de cada arma.

“A disputa não faz sentido, todos devem trabalhar de forma coordenada, sem se sentir deslocados”, afirmou uma fonte militar com acesso ao Ministro Aguad.

Estritamente falando, a possibilidade de os aviões franceses serem finalmente destinados à Força Aérea é reforçada pelo fato de que, operacionalmente, com vista ao encontro do G-20, seria mais apropriado que eles estejam disponíveis em uma base aérea como a El Palomar, do que uma mais distante como a de Puerto Belgrano.

A disputa entre a Marinha e a Força Aérea ocorre, particularmente em um contexto em que ambas as forças, como o Exército, enfrentam uma crise em seus equipamentos militares.

O que não foi explicado pelos militares consultados por La Nacion é se a política de reestruturação e otimização de recursos se estenderá à relação entre as Forças Armadas e as forças de segurança, como a Gendarmerie e Prefectura, que também possuem unidades aéreas e vasos, que em certo sentido poderiam se sobrepor às ações operacionais da Força Aérea, do Exército e da Marinha.

Fonte: La Nacion via site Poder Aéreo 14 nov 2017



#7 jambock

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Posted 16 de November de 2017 - 08:21

Meus prezados

Implementação de "novo" caça gera briga na Argentina

Há algum tempo a Argentina estava precisando de novos caças, após a aposentadoria dos Mirage III, isso em parte foi resolvido com a implementação de 5 aviões Super Étendard, provenientes da França, porém isso gerou um grande problema interno.

Está ocorrendo uma disputa entre a Força Aérea e a Marinha da Argentina para saber quem vai operar o avião primeiro. Enquanto a Força Aérea da Argentina está sem poderosos vetores aéreos, a Marinha não tem quase nada para proteger a costa do país via ar.

Argumentos da Marinha dizem que eles tem preferência pois estocaram o avião desde a Guerra das Malvinas, mas a Força Aérea rebate dizendo que a Marinha nem mesmo tem um porta-aviões para operar com os Super Étendard, e ainda dizem que a “força” deve se concentrar no mesmo lugar.

A real da história é que se a Força Aérea da Argentina receber um ataque via ar ela não poderá fazer muita coisa, mesmo que seja de um F-5M, pelo menos a Marinha poderá fazer algo para ataques via mar. Para piorar a situação, todos os aviões Lockheed Martin A-4AR Skyhawk estão fora de serviço na Força Aérea Argentina.

Nessa situação a prioridade será manter as aeronaves com a aeronáutica, para centralizar o poder aéreo do país em somente um lugar e facilitar a operação das Forças Armadas. Além disso as bases aéreas têm localizações melhores para o “novo” avião operar.

Os Super Étendard estocados e agora reformados são como um alívio para as Forças Armadas da Argentina, que tem um avião de baixa velocidade mas com operação similar ao Mirage III, e capazes de responder rapidamente contra uma invasão aérea. Com a inflação galopante de 46% em 2016 e restrições no comitê de segurança internacional, principalmente partindo do Reino Unido, a expectativa é de nenhuma encomenda da Argentina nos próximos anos.

Mas esses aviões servirão principalmente como um apoio de segurança (bem fraco, inclusive) para uma reunião da Cúpula do G-20, que irá ocorrer nos últimos meses de 2018 em Buenos Aires. De qualquer modo, os EUA deverão enviar Trump escoltado por caças F-18 Super Hornet com bombardeiros e reabastecedores aéreos, e até mesmo o Brasil poderá enviar aviões F-5M juntamente com o presidente em exercício, pela falta de segurança nacional nessa reunião na Argentina.

Na reunião do G-20 a Argentina também espera colocar em operação 3 caças A-4AR, como o último suspiro de vida desse avião.

Fonte: Portal Aeroflap via CECOMSAER 16 nov 2017