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[Air Canada] Testando o ultra-longo HKG/YYZ/GRU - O regresso

HKG YYZ GRU Air Canada 77L 763 Star Alliance

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#1 Kal_Center

Kal_Center
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Posted 11 de October de 2016 - 11:56

Olá pessoal,

 

Meses depois atrasado, resolvo postar a parte final da viagem rsrsrs.

 

Terminada a visitação na Canton Fair em Guangzhou, era hora de iniciar o longo caminho de volta pra casa. Apesar do hotel ficar localizado ao lado da estação Guangzhou Central, o trem para Hong Kong parte da outra estação, da Guangzhou West. O jeito foi pegar um bom e velho VW Santana táxi e seguir para a estação por este modal, já que inexistem trens diretos entre as duas estações. Chegamos com tempo, pensei em tirar algumas fotos das composições, mas é impossível. As fotos são proibidas e não tem acesso as plataformas. Apesar de ser uma estação não tão grande, com aspecto de shopping decadente, havia opções de lanches ocidentais McDonalds, KFC e Starbucks.

 

Enfim, a viagem foi bacana, o trem saiu no horário e em menos de 2h já estávamos de volta a estação Hunghom em Hong Kong, a poucos passos do bom e velho Ramada Kowloon. Tarde livre para os ultimos passeios nesta cidade que adoro e bora descansar.

 

Dia seguinte, hora de ir embora. Como o café-da-manhã deste hotel é ruim e caro, optamos por fazer o desjejum em alguma sala vip Star Alliance no aeroporto. Por volta das 10h pegamos o busão A21 na porta do hotel e partimos para o aeroporto. Tempo de viagem de 1h aproximadamente.

 

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[Voo #3 - HKG/YYZ]

Data: 20/04/2016

Voo: AC16

Aeronave: Boeing 777-200LR

Prefixo: C-FIVK

Assento: 32C Economy

Fechamento de portas: 15:06 HLO

Abertura de portas: 18:20 HLO

 

Enfim, chegamos ao aeroporto por volta das 11h da manhã. O aeroporto de Hong Kong é enorme, bonito e agradável. No local indicado para ser o check-in da Air Canadá, apenas algumas pessoas na fila mas ninguém trabalhando. Não haviam montado ainda as filas separadas para Star Alliance Gold e classe executiva. Ao lado embarcavam o voo da Jin Air para Busan, na Coréia do Sul.

 

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Não tendo o que fazer, já me antecipei e retirei os cartões de embarque no totem que havia próximo da entrada da fila. Desta vez ficaríamos em dois corredores, eu na 32C e meu colega na 33C, conforme eu já tinha marcado deste o momento da emissão do bilhete. Naquela época (outubro/15) já haviam poucos lugares disponíveis para marcação, resultado de ser voo de regresso da feira, ao meu ver.

 

Enfim, o tempo foi passando e nada de aparecer alguém pra trabalhar. Por volta das 12h30 finalmente apareceram os funcionários terceirizados para atender este voo. Simpatia nota zero!

 

Éramos os primeiros da fila do Star Alliance Gold, o cara que nos atendeu falava um inglês terrível. Pra ajudar, invocou com uma espécie de mala de rodinhas feita de papelão, que davam como brinde na feira, que quis levar de amostra. Me encheu o saco porque estava vazia, apenas ela. Falei que era uma amostra. Ele não autorizou o despacho e chamou uma supervisora. Igualmente ruim de conversa. Expliquei que não tinha nada dentro, que era só uma amostra que eu precisava levar e tals, mas não estava convencendo. Ai chamou outro supervisor, que olhou trocentas vezes a embalagem e disse que autorizaria desde que eu empacotasse ela no ProtecBag, no qual neguei pq não valeria o preço. O problema, segundo ele, é que alguém poderia colocar algo lá dentro. Ai tive uma ideia, pedi uma fita emprestada e lacrei a embalagem de modo que fosse impossível abrir sem violá-la. O cara sorriu e gostou da ideia kkkk, vai entender... ai liberou sem maiores ressalvas.

 

Perguntei sobre os lounges da Star Alliance, havia lido que da Singapore era muito boa. A anta não sabia me explicar onde era e nem se estava aberta. Perguntei das demais (Thai e United) e igualmente não sabia de nada. Péssimo atendimento por parte destes terceirizados.

 

Enfim, o jeito era achar por conta e passear por este belíssimo terminal.

 

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Boas andadas depois, finalmente achamos a sala da Thai, que me pareceu ser bem bacana. Entramos e nos surpreendemos! Atendimento nota 10! A sala era belíssima, mas por alguma razão me proibiram de tirar fotos, com toda educação do mundo. Prontamente atendi e não tirei foto da área do buffet, que no momento servia almoço, tanto ocidental quanto da cozinha tailandesa, extremamente apimentada por sinal, mas boa. A área de bar tinha pouca opção de bebidas, apenas uisque Red Labe, cervejas chinesas Tsingtao, água e sucos enlatados. Tinha área para tomar banho e também massagem tailandesa para os passageiros em First Class.

 

Pra não dizer que não tirei fotos, escondido tirei essas três da janelona que dava para o pátio:

 

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O tempo começou a ficar curto, o aeroporto é imenso, então decidimos seguir caminho para o portão de embarque designado para o Air Canadá naquela tarde.

 

Pra minha surpresa (e frustação) seria o mesmo 77L que nos trouxe na ida, o C-FIVK, que já estava gateado no momento que chegamos ao portão.

 

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Não tardou muito e começam a organizar o embarque. Zona 1 para os passageiros de status mais alto Star Alliance e classe executiva e Zona 2 para os Gold. Os demais embarcariam conforme a numeração dos assentos através das Zonas 3 e 4. Até então, tudo organizado.

 

Éramos os primeiros da fila da Zona 2. Tão logo finalizou o embarque da Zona 1, abriram "a porteira" e lá fomos nós. Entregamos os cartões de embarque e o passaporte e... "Please, wait here for a moment".

 

Lá vem... será que novo vão encher o saco pra embarcar?

 

Não deu outra. Do nada chegou uma oficial canadense do TSA deles, extremamente arrogante. Pegou nossos passaportes e nos levou para o canto direito do portão. Começou o interrogatório. 

 

- Vão para o Brasil? 

- Qual o motivo da viagem?

- Qual seu trabalho no Brasil?

- Quais países visitaram anteriormente?

- Por que escolheram o Canadá para trânsito?

- Quando foi obtido o visto de trânsito para o Canadá?

 

Sinceramente, fiquei #####. De todos naquele embarque, apenas a gente foi sorteado para tal questionário. Pelo que percebi, apenas a gente era brasileiro (ou latino) naquele voo. Já estive em mais de 50 países ao redor do mundo e nunca passei por situação parecida.

 

Sanada as dúvidas da oficial de imigração, o embarque já estava próximo da Zona 4 e finalizando. Tudo bem, fazer o que? É o trabalho do cara e devo ter cara de muambeiro, enfim...

 

A bordo do belo e já conhecido jato transcontinental, fomos para nossas poltronas. Se não foi possível upgrade, pelo menos tiramos a sorte grande. Os dois únicos lugares livres daquele avião eram justamente os assentos de meio ao meu lado e ao lado do meu colega. Teríamos bastante espaço.

 

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Até que o espaço para as pernas nos assentos convencionais era bacana, não podia reclamar. Ao meu lado, na janela, também contente pelo fato do meio ficar livre, viajava uma filipina muito simpática que morava no Canadá, estava vindo de conexão com a Cebu Pacific.

 

Ao contrário do comandante da vinda, este não abriu a boca pra falar nada. Apenas o chefe de equipe, muito simpático, passou o tempo de voo e o que seria servido durante a viagem. Fisicamente era uma cópia autenticada do Clodovil, parecia que o mesmo tinha reencarnado kkkkk.

 

Voo decolou no horário, sem maiores problemas. Aproximadamente 2h de voo depois, iniciou-se o primeiro serviço de bordo desta longa jornada, um snack até que bem servido, que infelizmente esqueci de tirar foto. 

 

Não tardou muito já vieram recolher tudo. Logo começou uma turbulência moderada sobre o Japão, que durou aproximadamente umas 2h, mas que não foi nada assustador, tanto que a chinesada continuava indo ao banheiro mesmo com o avião tomando porrada e os avisos de atar cintos ligados.

 

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Como era um voo diurno e transpolar, a noite não chegava nunca, então a tripulação pediu a todos para fechar as janelas para deixar a cabine mais relaxante e agradável. 

 

Optei por assistir os filmes que sobraram, já que boa parte eu já assisti nos dois voos da vinda. O sistema de entretenimento da Air Canadá, ao meu ver, é bem meia boca. Logo peguei no sono e dormi. 

 

Acordei, já em espaço aéreo canadense, com minha colega de fileira pedindo licença para ir ao banheiro. O voo neste momento estava super suave e agradável. Puxei o mapa na telinha e eis o que aparece:

 

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Umas duas horas e meia depois, as luzes se acendem e inicia-se o serviço de mais uma refeição, que era o jantar, pois já eram 16h no horário canadense. Também muito bom e com três opções de prato, eu escolhi o menor deles pois estava sem fome.

 

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Finada a refeição, logo os comissários passaram retirando tudo e preparando a cabine para o inicio da descida que se daria logo mais adiante.

 

Finalmente o capitão resolveu abrir a boca e passou a previsão de pouso, dentro do horário, e as condições meteorológicas, que neste dia estavam boas, apesar dos fortes ventos, céu claro e com temperatura de 4 graus.

 

A descida foi bem panorâmica, com vistas bacanas da região próximo a Toronto. Dei sorte pois o meu lado dava pra ver perfeitamente a cidade.

 

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Pouso suave e assim chegamos ao Canadá. O tempo de trânsito seria de apenas 3h, então dava tempo de tomar mais um banho no lounge Maple Leaf, já conhecido e comer alguma coisa.

 

O desembarque se deu rápido. Como as conexões são no mesmo terminal e já sabíamos o caminho, rumamos direto para a imigração. Pra variar, somente a gente naquela conexão e imigração igualmente seca e com aquele olhar amedrontador de praxe. Pra mim, não perguntou nada demais, apenas qual era o voo de conexão e informou que o visto de trânsito perderia validade naquele momento. Pro meu colega teve mais perguntas, inclusive se tinha visto americano, que ele tinha, e encurtou as perguntas.

 

Pra mim, conexão no Canadá, never more... já achava fazer conexão nos EUA um chute no saco, o Canadá conseguiu ser pior. Inclusive a pouca vontade que eu tinha de passear um dia no Canadá, zerou ali. Quem sabe um dia eu mude de opinião. No resto do mundo sou muito bem tratado, porque ali teria que ser diferente? Não gostei e não pretendo voltar.

 

Enfim, lá fomos ao Maple Leaf, diferentemente do tratamento dos oficiais, aqui a pegada é outra. Tal qual na ida, todos muito cordiais e atenciosos. Já fui direto para o banho, desta vez acertei a torneira e o banho foi bem mais quente que na ida kkkkk. Era hora da janta e a comida estava muito boa.

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[Voo #4 - YYZ/GRU]

Data: 20/04/2016

Voo: AC90

Aeronave: Boeing 767-300ER

Prefixo: C-FPCA

Assento: 18A Emergência Econômica

Fechamento de portas: 22:30 HLO

Abertura de portas: 09:36 HLO

 

Devidamente banhados e jantados, fomos ao portão de embarque aguardar o voo que nos levaria de volta ao Brasil. Desta vez conseguimos "upgrade" e nos colocaram na saída de emergência da fileira 18, janela e corredor. O 767 é meu avião favorito, a configuração 2+3+2 pra mim é a melhor de todas.

 

Hoje quem faria a ligação brasileira era um veterano 767 fabricado em 1989 ex-Canadian. Apesar da idade, estava impecável por dentro.

 

Neste dia o voo não estava lotado, eu diria que tinha uns 70% de ocupação no máximo. Grande maioria composto por público jovem.

 

Essa fileira é muito boa, o espaço era muito bom. A comissária só chamou atenção devido ao fato de que naquela janela não havia persiana, mas que daria um jeito de cobrir. Disse pra ela nem se incomodar com isso.

 

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Voo partiu dentro do horário previsto. Sem maiores delongas, não deu 40 minutos iniciaram o jantar.

 

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Já estava começando a ficar com sono, aproveitei para tomar meu Diazepan pra tombar de vez. Era correr fazer xixi e voltar antes do remédio fazer efeito.

 

Liguei a tela a frente pra por mapa e dar uma última curtida nele, mas não deu tempo kkkk.

 

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Não sei como foi o decorrer do voo pois dormi pesadamente. Acordei em cima de Santarém. Meu colega disse que foi bem tranquilo, nem turbulência pegou durante o cruzamento da ITCZ. 

 

O dia já havia raiado e, pra minha surpresa, minha janela estava coberta com um papel preto. Sim, a gentil comissário deu seu jeito de cobri-la de modo que eu nem percebesse. Gostei da atitude dela.

 

Vi que todo mundo já estava acordando e tirei o tal papel. Já estávamos sobrevoando Brasilia, tentei tirar uma foto:

 

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Nesta altura da viagem começaram a servir o café-da-manhã, não tirei foto. Seguiu o padrão da ida, exatamente a mesma coisa.

 

Iniciam-se os procedimentos de descida para São Paulo, tempo bom com 18 graus e céu igualmente claro. Sem fila para pouso, chegamos via Perus para pouso na pista 09R.

 

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Após o pouso, desembarque rápido e organizado pelo Terminal 3, neste horário apenas com nosso voo e um da United recém chegado. Zero filas na imigração de chegada e as bagagens chegaram rapidamente, sendo obedecida a etiqueta Priority. Estava preocupado com minha amostra, mas chegou perfeitamente.

 

Sem passar pelo Free Shop, passamos pela Receita Federal sem revistas e rumamos para o Terminal 2 para finalmente pegar o ultimo voo pra casa, no qual conseguimos antecipar na JJ e chegar em casa mais cedo.

 

Resumo da ópera:

 

Valeu pela tarifa paga, pela experiência nova e pela cordialidade em boa parte dos voos e no atendimento em terra em São Paulo e no Maple Leaf em Toronto. Valeu também pela prioridade no atendimento Star Alliance Gold e na busca por agradar o cliente em São Paulo (fornecer assentos com mais espaço gratuitamente) e em Toronto (emergência na volta sem custos extras). Porém, perdeu muitos pontos pela arrogância da imigração canadense (não é culpa deles, óbvio) e pela falta de informação sobre a isenção de visto para brasileiros em Hong Kong na conexão da ida, assim como o péssimo atendimento da terceirizada em Hong Kong. O fato dos aviões não serem novos em nada me atrapalhou, muito pelo contrário, que compensaram a idade no conforto dos assentos.

 

É mais negócio pegar um voo pela Ethiopian, que a diferença é pouca, do que se submeter a esse stress todo de visto de trânsito (demorado, chato, ter que ir no consulado em outra cidade) e ainda ser tratado como bandido pelos canadenses. Só vale a pena para quem tem passaporte com isenção de visto ou que vai fazer stop no Canadá, senão é besteira.

 

Espero que tenham gostado.

 

Abs!

 

 

 

 

 

 



#2 Thiagovskie

Thiagovskie

    Fokker F100 MASTER Flight Engineer

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Posted 11 de October de 2016 - 12:26

Olá Kal_Center,

Belo relato! Acaba manchando a imagem do país esse tipo de atendimento de imigração, eu também não tenho visto americano e pelo jeito também vou evitar esse tipo de recepção, se um dia tiver a opção de passar por tal país.

No mais, tenho interesse em conhecer HK e obrigado por compartilhá-lo!

 

Abs!



#3 MissedApproach

MissedApproach
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Posted 11 de October de 2016 - 13:36

Ótimo FR e sempre bom receber um feedback de como é o atendimento nesses outros países, evitarei o Canadá como país de trânsito.

#4 raverbashing

raverbashing
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Posted 11 de October de 2016 - 13:39

Seria interessante colocar esse relato num fórum gringo para ver o que falam (vai ser o "blá blá blá para sua segurança" mas sei lá, talvez alguém tenha alguma idéia)



#5 Leonardo de Paula

Leonardo de Paula
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Posted 11 de October de 2016 - 14:31

Muito bom FR! Vejo sempre o YYZ-GRU passando aqui por cima!



#6 Approach-Air

Approach-Air
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Posted 12 de October de 2016 - 21:49

Excelente! Lembro que o Mr_Loner tem um relato cabreiro num FR aqui também sobre o Canadá,

 

Sinceramente, não entendo isso. Nem os EUA depois do 11 de Setembro e até MAD nos tempos sórdidos chegaram a esse nível que várias pessoas relatam da imigração especifica de YYZ. 



#7 gabriel P

gabriel P
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Posted 13 de October de 2016 - 02:10

Excelente FR. Sobre a questão do Canadá, creio que seja um problema apenas na imigração. Não deixe de ir visitar o país por isso, o povo é super educado e atencioso e há muito o que conhecer.

 

Na verdade mesmo na imigração, costumo ir lá com frequência e nunca tive maiores problemas. Só na última vez que o cara me encheu de perguntas, quase intimidando, mas acho que foi algo bem pontual. 



#8 Geoshina

Geoshina
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Posted 14 de October de 2016 - 00:36

Excelente FR! 

Gosto muito de Hong Kong! E o HKG é fenomenal! A melhor coisa é pegar o teleférico que leva até o Ngong Ping e ver o movimento dos aviões. 

 

Em relação a AC... parece que ela ficou meio que parada no tempo, não é? Vendo as fotos do 767 dá para ver que é simplesmente o mesmo avião que eu utilizei em 2010. Antes eu achava que ela era melhor do que as americanas. Hoje eu já tenho dúvidas, principalmente na questão do equipamento e hard-product.

 

Sobre a imigração no Canadá: eu já fui algumas vezes para lá. Percebi que a última vez (em fevereiro deste ano)  a funcionária da imigração foi bem grossa mesmo. Foi a primeira vez entrando por Vancouver. E também era quase 02:00 da manhã. Mas pelo que pude ver através de  relatos de gringos e até americanos eles são assim mesmo.



#9 Kal_Center

Kal_Center
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Posted 14 de October de 2016 - 09:44

Olá Kal_Center,

Belo relato! Acaba manchando a imagem do país esse tipo de atendimento de imigração, eu também não tenho visto americano e pelo jeito também vou evitar esse tipo de recepção, se um dia tiver a opção de passar por tal país.

No mais, tenho interesse em conhecer HK e obrigado por compartilhá-lo!

 

Abs!

 

É verdade, fui até infeliz em jogar todo um país na mesma vala comum por causa de 3 ou 4 estúpidos. Vá pra HKG, vale muito a pena, aliás, ano que vem deve inaugurar a ponte gigante que liga eles a Macau, será um belo passeio (e sem precisar de visto kkk).

 

Ótimo FR e sempre bom receber um feedback de como é o atendimento nesses outros países, evitarei o Canadá como país de trânsito.

 

Não compensa mesmo, muito esforço pra pouca vantagem.

 

Seria interessante colocar esse relato num fórum gringo para ver o que falam (vai ser o "blá blá blá para sua segurança" mas sei lá, talvez alguém tenha alguma idéia)

 

To pensando mesmo em jogar no Airliners, só pra ver qualé kkkk.

 

Muito bom FR! Vejo sempre o YYZ-GRU passando aqui por cima!

 

:yeah:  :yeah:

 

Excelente! Lembro que o Mr_Loner tem um relato cabreiro num FR aqui também sobre o Canadá,

 

Sinceramente, não entendo isso. Nem os EUA depois do 11 de Setembro e até MAD nos tempos sórdidos chegaram a esse nível que várias pessoas relatam da imigração especifica de YYZ. 

 

Tá bem chato mesmo, até pra tirar o visto é um pé no saco. Não vale o esforço.

 

Excelente FR. Sobre a questão do Canadá, creio que seja um problema apenas na imigração. Não deixe de ir visitar o país por isso, o povo é super educado e atencioso e há muito o que conhecer.

 

Na verdade mesmo na imigração, costumo ir lá com frequência e nunca tive maiores problemas. Só na última vez que o cara me encheu de perguntas, quase intimidando, mas acho que foi algo bem pontual. 

 

Eu chuto que devido a grande massa de brasileiros que esteja indo pro Canadá pra morar, eles estejam apertando o cerco. 

 

Excelente FR! 

Gosto muito de Hong Kong! E o HKG é fenomenal! A melhor coisa é pegar o teleférico que leva até o Ngong Ping e ver o movimento dos aviões. 

 

Em relação a AC... parece que ela ficou meio que parada no tempo, não é? Vendo as fotos do 767 dá para ver que é simplesmente o mesmo avião que eu utilizei em 2010. Antes eu achava que ela era melhor do que as americanas. Hoje eu já tenho dúvidas, principalmente na questão do equipamento e hard-product.

 

Sobre a imigração no Canadá: eu já fui algumas vezes para lá. Percebi que a última vez (em fevereiro deste ano)  a funcionária da imigração foi bem grossa mesmo. Foi a primeira vez entrando por Vancouver. E também era quase 02:00 da manhã. Mas pelo que pude ver através de  relatos de gringos e até americanos eles são assim mesmo.

 

Pois é! Segue um padrãozão American melhorado, mas não chega perto de uma Delta por exemplo. E bem lembrado do teleférico, pena que desta vez não deu tempo de voltar lá.



#10 BratuS

BratuS
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Posted 14 de October de 2016 - 14:07

Uma pena que tua experiencia nao tenha sido boa. Eu moro em Montreal e de 2011 a 2013 eu vim pra ca como turista e os agentes aqui sempre foram super gentis. Realmente Toronto e Vancouver o negocio é punk, mas venha conhecer o lado do Quebec! Ate na imigração por terra é bem tranquilo e sem estresse. Sem perder a postura do oficial, claro!