Jump to content


Photo

MB propõe comprar, a prestações, o porta-helicópteros HMS "Ocean"


  • You cannot start a new topic
  • Please log in to reply
46 replies to this topic

#1 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 03 de April de 2017 - 20:08

Meus prezados
Marinha envia proposta a Londres para pagar, de forma parcelada, o porta-helicópteros ‘Ocean’; preço gira em torno dos 300 milhões de Reais
PhalanxpelaproaESSESIMABREABRE.jpg
O Comando da Marinha enviou ao Ministério da Defesa britânico (MoD), por meio de sua representação em Londres, uma proposta de pagamento parcelado do porta-helicópteros HMS Ocean (L12), de 21.500 toneladas, recentemente oferecido ao Brasil.
Os ingleses estão pedindo cerca de 80 milhões de libras – o equivalente a 99,7 milhões de dólares ou 312,7 milhões de Reais – pelo navio, que será desativado no segundo semestre de 2018, depois de cumprir uma última comissão de longa duração, no Mar Mediterrâneo, entre o fim deste ano e o início do próximo.
De acordo com um oficial ligado ao Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, o preço do Ocean pareceu “conveniente”.
No primeiro semestre de 2015 a Marinha comprou o navio-doca multipropósito Bahia (G40) – ex-Siroco francês –, de 12.000 toneladas (a plena carga), por 83 milhões de dólares, que também foram parcelados e ainda estão sendo quitados.
A principal diferença é que o Bahia foi entregue à Marinha do Brasil precisando de alguns reparos e modernizações, e o Ocean foi submetido, há pouco mais de dois anos, a uma ampla remodelação que custou 65 milhões de libras – 254 milhões de Reais – aos cofres de Sua Majestade.
CIWS – Todo o Almirantado apóia a decisão de Leal Ferreira de aprofundar a negociação sobre o Ocean. O próprio Comandante da Marinha sente que as conversações estão bem encaminhadas, e que o pagamento em prestações não causa má impressão aos britânicos.
A Alta Administração Naval também considera que a aquisição do navio exigirá certos trâmites de cunho político-militar, como uma autorização do governo Donald Trump para que o porta-helicópteros seja transferido à Esquadra Brasileira com os três postos de CIWS Phalanx de fabricação americana que possui hoje.
O Phalanx é uma arma de tiro rápido destinada a criar uma espécie de cortina de fogo para a defesa antiaérea a curta distância.
Phalanxnaviovistoder%C3%A9%C3%93TIMA.jpg
Um dos postos de Phalanx fica na proa do barco, fixado sobre o convoo; outros dois foram montados sobre “bandejas” (foto acima) que ficam nas extremidades de boreste e de bombordo da popa da embarcação (abaixo do convoo).
Fonte: Roberto Lopes via site Plano Brasil 3 ABR 2017

 


  • Comte Curtiss likes this

#2 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 03 de April de 2017 - 20:24

Meus prezados

HMS Ocean (L12) é um porta helicópteros pertencente a marinha do Reino Unido.
Começou a ser construído em 1994 após a marinha do reino unido ter constatado não possuir navios de desembarque anfíbio desse porte. Foi comissionado em setembro de 1998 após 4 anos de construção nos estaleiros Vickers Shipbuilding and Engineering.
A embarcação possui 203 metros de comprimento e uma boca de 35 metros. Faz uma velocidade máxima de 18 nós (21 mph; 33 km/h). Percorre uma distância equivalente a 8.000 milhas náuticas ( 7.000 nmi; 13.000 km).
Possui capacidade para transportar 40 veículos, 830 fuzileiros navais e 4 LCVPs.
Vem armado com 4 canhões 30mm DS30M Mark 2 Automated Small Calibre Gun, 3 sistemas Phalanx CIWS e algumas metralhadoras pesadas.
Pode transportar um máximo de 18 helicópteros médios e pesados como o AW101 (EH101) Merlin, o AgustaWestland AW159 Wildcat, o Boeing Chinook e o Apache AH1. Assim podendo projetar um poder defensivo ( contra submarinos ) e um poder ofensivo a partir do uso do AH1 Apache.
Desde de 1998 o HMS Ocean vem participando de diversas operações, como a guerra do Iraque ( 2003 ).
Entre 2012 e 2014 foi feita uma grande modernização onde foram instalados diversos sensores modernos como o radar Artisan 3d.
Foi feita uma proposta de venda e para a marinha do Brasil, porém as informações não foram publicadas. Trata-se de uma proposta interessante visto que o navio passou por recentes obras de modernização.

HMS_Ocean_IFOS2005%2C_cropped.jpg

RFonte: Wikipédia

Smj, a disposição dos dois Phalanx's limita sua área de atuação. Tratando-se de um 

navio porta-helicópteros, creio que estariam melhor posicionados nas extremidades da popa, no convoo. 


Edited by jambock, 03 de April de 2017 - 20:34 .


#3 Cassio.Fernandes

Cassio.Fernandes
  • Usuários
  • 3,623 posts
  • Gender:Male
  • Location:Campinas-SBKP
  • Cidade/UF/País:Campinas-sp
  • Data de Nascimento:10/09/1988

Posted 03 de April de 2017 - 20:48

Sera que mais uma vez o Brasil vai comprar algo usado?

Que apesar de bom esta sendo descartado por outro pais.

Não compensa investir em um zero?



#4 Allan777

Allan777
  • Usuários
  • 393 posts
  • Gender:Male
  • Location:São Paulo
  • Cidade/UF/País:Brasília
  • Data de Nascimento:09/10/1976

Posted 03 de April de 2017 - 21:24

Sera que mais uma vez o Brasil vai comprar algo usado?

Que apesar de bom esta sendo descartado por outro pais.

Não compensa investir em um zero?

 

Compensa para aqueles que mais uma vez ganharão um por fora nessa maracutaia...restando para os contribuintes mais essa gorda fatura para liquidar.


  • Sandro and Stratocruiser like this

#5 Landing

Landing
  • Usuários
  • 11,743 posts
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:br
  • Data de Nascimento:06/06/1966

Posted 03 de April de 2017 - 21:45

Bela compra de oportunidade!
O navio pouco mais de 20 anos e tem uma vida útil de pelo menos mais 30 anos!

Diferente do A-12 são paulo, que quando comprado ja tinha 40 anos.

 

O motivo da venda também é bem diferente, enquanto o A-12 já estava descomissionado, e sem equipamentos, o Ocean está totalmente operacional.

Mes que vem o Queen Elizabeth será comissionado e até 2020 também estará totalmente operacional, seguido do Prince o Wales.

Até 2020 não há pq eles manterem 3 navios de grande porte com o resumido orçamento dos dias atuais.

 

A grande questão é o custo. Parcelar a compra é uma solução eficiente.


  • Murundum, Stratocruiser and Comte Curtiss like this

#6 Rafa Engenheiro

Rafa Engenheiro
  • Usuários
  • 374 posts
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:SP/SP/Brasil
  • Data de Nascimento:05/01/1981

Posted 03 de April de 2017 - 22:36

E lá vamos nós de novo! 



#7 raverbashing

raverbashing
  • Usuários
  • 2,691 posts
  • Gender:Male
  • Location:SBCT - KOTOL
  • Cidade/UF/País:Curitiba PR
  • Data de Nascimento:01/05/1981

Posted 06 de April de 2017 - 17:29

Tá, e qual o propósito do Brasil comprar um navio desses

 

Qual a nossa capacidade em termos de helicópteros militares e de um possível uso desse navio

 

Sim, está novo, mas comprar por comprar vai virar elefante branco novamente


  • jambock and BlackAce like this

#8 BlackAce

BlackAce
  • Usuários
  • 3,256 posts
  • Cidade/UF/País:Natal/Rn
  • Data de Nascimento:18/12/1971

Posted 07 de April de 2017 - 11:22

A Marinha fazendo marinhices



#9 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 08 de April de 2017 - 15:12

Meus prezados
O centro de Comunicação Social da Marinha divulgou por nota oficial¹, na noite desta sexta-feira que, “no transcurso dos eventos da LAAD/2017” foi informada pela Marinha Britânica de que o porta-helicópteros HMS “Ocean” – atual navio-capitânea da frota de Sua Majestade –, estará disponível para venda a partir de 2018, “sendo o Brasil, uma das Nações Amigas consideradas para venda”.
“O assunto foi revelado com exclusividade pela Coluna INSIDER na noite de 27 de março, sem merecer, nos dias subsequentes, a menor manifestação do Centro de Comunicação Social da Marinha.
O texto de ontem, de menos de cinco linhas, traz ao menos três inverdades:
– Em primeiro lugar porque a oferta do “Ocean” não aconteceu durante a LAAD 20017, conforme afirma o comunicado, mas há pelo menos um mês. O próprio diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, contra-almirante Flávio Agusto Viana  Rocha confidenciou a este colunista, por telefone, na noite da segunda-feira 27 de março, que soubera da oferta do porta-helicópteros britânico ao mercado internacional no dia 13 de março;
– Frase do comunicado da Marinha; “Até o momento, não houve qualquer menção a valores” – A coluna INSIDER já publicou, na última segunda-feira (03.04), que o preço pedido pelos britânicos pelo navio está na faixa das 80 milhões de libras (cerca de 312 milhões de Reais);
– Trecho do comunicado da Marinha: “nem tampouco a MB analisou a informação” – A coluna INSIDER também publicou, no dia 27, que o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, considera o valor “razoável”, ou “conveniente”, e que vê a possibilidade de compra com “prudente otimismo”. Além disso, neste tema ele conta com o apoio unânime do Almirantado.
É preciso, entretanto, aludir a duas informações corretas da nota oficial de ontem à noite: a de que a Marinha do Brasil é apenas uma das que são consideradas potenciais clientes do navio, e de que não houve, ainda, “qualquer compromisso” firmado em torno dessa aquisição.
NotoficialHMSOcean.jpg
O “Ocean”, atual capitânea da Esquadra inglesa
Realizações – Posto isso, é preciso dizer que uma eventual compra do HMS Ocean pela Marinha do Brasil terá o efeito de transformar uma gestão de 25 meses que parecia fadada ao fracasso, em razão da carência extraordinária de recursos, em um período que, sem alardes, vem se notabilizando por sua capacidade administrativa”.
“Nota à Imprensa
Brasília, 7 de abril de 2017.
A Marinha do Brasil (MB) informa que, no transcurso dos eventos da LAAD/2017, recebeu informação da Marinha Britânica de que o HMS OCEAN, navio porta-helicóptero, deverá estar stapara venda.
Até o momento, não houve qualquer menção a valores, nem tampouco a MB analisou a informação ou firmou qualquer compromisso.
FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha
Nota: o trecho em negrito é responsabilidade do colunista
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 8 ABR 2017


Edited by jambock, 08 de April de 2017 - 15:14 .


#10 BLUE SPEED

BLUE SPEED
  • Usuários
  • 583 posts
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:Brasil
  • Data de Nascimento:05/02/1975

Posted 08 de April de 2017 - 21:30

Alguém tem ou já viu algum comparativo desse navio com os que Franca construiu para a Rússia e atualmente estão com o Egito!

#11 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 16 de May de 2017 - 13:09

Meus prezados
ESPECIAL O porta-helicópteros inglês mais perto do Brasil!

Oficiais de três diretorias da Marinha vão a Plymouth, na Inglaterra, fazer a 1ª inspeção no HMS ‘Ocean’
FlemingvistaaereaemDevonportABREVALEESTA
O HMS “Ocean” em seu atracadouro de Devonport

 

O Comando da Marinha definirá ainda esta semana os nomes dos quatro oficiais que, na metade final de junho, viajarão até a cidade de Plymouth, no condado de Devon, sudoeste da Inglaterra, para conhecer e vistoriar o porta-helicópteros HMS Ocean (L12), que será desativado no ano que vem e foi oferecido, em março passado, à Força Naval Brasileira.
A vistoria será feita na Base Naval de Devonport, operada por 2.500 militares e civis – e que possui 15 docas secas –, “lar” do Ocean.
O navio deve cumprir uma última comissão de longa duração, entre o fim deste ano e o início do próximo, no Mar Mediterrâneo.
Somente depois dessa jornada ele será desprogramado, e só então, caso confirme o seu interesse pelo barco, a Marinha do Brasil poderá fazer uma segunda inspeção, com o objetivo de aquilatar o desgaste da embarcação, definir os reparos que ainda serão necessários e o quanto, exatamente, gastará em sua aquisição, entre compra e manutenções.
Nesta primeira vistoria a delegação da Marinha do Brasil (MB) será composta por integrantes da Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM), da Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM).
FlemingatracadoemDevonportABREABREABRE.j
O “Ocean” ainda cumprirá uma última comissão de longa duração

 

Conforme a coluna INSIDER já havia adiantado para os seus leitores no mês passado, a inspeção dependia do recebimento, em Brasília, de um comunicado da Marinha Real fazendo a oferta formal do navio – mensagem esta que chegou na primeira quinta-feira deste mês (04.05).
Fuzileiros – A eventual aquisição do porta-helicópteros representará, juntamente com o navio de desembarque-doca Bahia (G-40), uma verdadeira revolução na capacidade da Esquadra de embarcar e apoiar o adestramento de uma força expedicionária do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN).
FlemingMattosoMaia.jpg
Fuzileiros embarcando em um blindado a bordo do NDCC “Mattoso Maia”

 

A 11 de maio – uma semana depois de a oferta oficial do Ocean ter sido recebida em Brasília –, o adido de Defesa do Reino Unido, capitão de mar e guerra Kevin Fleming – um veterano piloto de Lynx Wildcat –, visitou o Comando do CFN para, segundo a Comunicação Social da Marinha,  “identificar possibilidades de cooperação entre os dois países”.
Fleming está no Brasil desde agosto de 2016. Para servir em Brasília estudou o idioma português durante um ano e dois meses (junho de 2015 a julho de 2016) na Academia de Defesa do Reino Unido.
Na visita do dia 11, após ter sido recebido pelo comandante geral do CFN, almirante de esquadra Alexandre José Barreto de Mattos, ele ouviu uma palestra do imediato do CGCFN, capitão de mar e guerra (FN) Marcelo Dias Guimarães, sobre a organização, as capacidades e atividades da corporação.
Em seguida os oficiais do CFN mantiveram “um debate” com o militar do Reino Unido.
Ex-comandante (entre dezembro de 2005 e março de 2008) do Esquadrão Naval Aéreo nº 702 – de adestramento de tripulações e mecânicos no helicóptero de ataque Lynx – da Marinha Real, Fleming, no período de maio a setembro de 2012, chefiou o “Elemento de Coordenação Aérea” das Forças Marítimas Combinadas sediadas no Bahrein, Golfo Pérsico.
Nessa posição ele trabalhou diretamente com as operações aéreas a bordo do HMS Ocean e de vários outros navios da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da Agência de Defesa Europeia, em uma área de operações que abrangia o Golfo Pérsico, o Mar da Arábia, o Golfo de Oman, o Golfo de Aden, o Mar Vermelho e o noroeste do Oceano Índico.
Lobby – A notícia do envio da equipe brasileira ao Reino Unido, divulgada pelo Centro de Comunicação Social da Marinha na última sexta-feira (12.05), representou um golpe para os interesses da companhia francesa DCNS no Brasil.
Em fevereiro último a Marinha decidiu rejeitar um plano dos franceses de modernizar o porta-aviões São Paulo (A-12), que desagradava ao ministro da Defesa Raul Jungmann e custaria aos cofres de Brasília a bagatela de 800 milhões de dólares.
Nessa época a DCNS ainda tentou, sem sucesso, retomar com os chefes navais brasileiros uma conversa da metade inicial desta década, que abria à MB a perspectiva de construir um porta-aviões com assistência francesa, por um valor estimado (na DGMM) em 5,5 bilhões de dólares.
Assim, desde que, na noite de 27 de março, esta coluna noticiou, com exclusividade, o oferecimento do HMS Oceanà MB, lobistas que operam nas redes sociais travestidos de jornalistas e se encontram a serviço da DCNS vêm levantando diversas dúvidas acerca da conveniência de a Força Naval Brasileira adquirir o Ocean, cujo preço – fora a eventual necessidade de reparos especiais – está no patamar dos 80 milhões de Euros, pouco mais de 10% do valor que os franceses queriam que a Marinha gastasse na reforma do São Paulo…
“Vazamento” – No início de abril os blogueiros pró-DCNS fizeram nova ofensiva.
Eles divulgaram que, durante a mostra de armamento LAAD 2017, realizada no Rio de Janeiro, o diretor-geral do Material da Marinha, almirante Luiz Henrique Caroli – oficial que disputará a sucessão do atual Comandante da Marinha do fim do ano que vem, mas é tido por seus companheiros como um profissional reservado, de poucas palavras (e difícil relacionamento) – debochou da notícia veiculada na coluna INSIDER sobre o oferecimento do porta-helicópteros ao Brasil, chamando-a de “vazamento irresponsável”.
O esforço para prejudicar a negociação entre as Marinhas do Brasil e do Reino Unido se vale também do curioso sigilo com que os chefes navais tratam do assunto.
As tratativas sobre o "Ocean" são tema vetado na Sinopse do Portal da Marinha na Internet. Nem mesmo os comunicados oficiais do Centro de Comunicação Social da Marinha sobre a negociação com a Marinha Real merecem alguma repercussão.
Um oficial do Estado-Maior da Armada observou à coluna INSIDER que tal comportamento pode se dever a um dos três fatores:

(1) o desejo do Comandante da Marinha de não dar, dentro do governo (leia-se Ministério da Defesa), a impressão de que a Marinha se empenha em planos caros e ambiciosos em plena era de contenção de gastos;

(2) a preocupação do Comando em não criar uma expectativa exagerada na oficialidade (especialmente na da Força Aeronaval) sobre a obtenção do navio; e

(3) o cuidado da Marinha do Brasil em não alardear as suas novas aquisições em um momento em que as forças navais da Argentina (principalmente) e do Uruguai estão em franca decadência e completamente desamparadas pelos seus governos.
*Com informações do Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM).
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 16 MAI 2017

 



#12 Rafa Engenheiro

Rafa Engenheiro
  • Usuários
  • 374 posts
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:SP/SP/Brasil
  • Data de Nascimento:05/01/1981

Posted 16 de May de 2017 - 23:39

Dá vontade de chorar!



#13 transvasp

transvasp
  • Usuários
  • 5,154 posts
  • Gender:Male
  • Location:Salvador
  • Cidade/UF/País:Salvador - Bahia - Brasil
  • Data de Nascimento:04/02/1974

Posted 29 de May de 2017 - 17:45

A Marinha fazendo marinhices

 

 

[2]

 

Isso mesmo !!   :facepalm:



#14 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 30 de May de 2017 - 14:51

Meus prezados
Ex-comandante do ‘São Paulo’ chefiará delegação da MB que irá à Inglaterra no dia 5 avaliar se a Força deve (ou não) fazer inspeção técnica no porta-helicópteros ‘Ocean’
O ex-comandante do navio-aeródromo São Paulo (A-12), capitão de mar e guerra Amaury Calheiros Boite Júnior, foi escolhido pelo Comando da Marinha para liderar a delegação da Força que viajará já na semana que vem à Plymouth, no sul da Inglaterra, para avaliar o atual estado de conservação do porta-helicópteros HMS Ocean(L12), oferecido pela Royal Navy ao Brasil.
A equipe do CMG Calheiros, formada por três oficiais de diferentes especialidades, fará a vistoria na Base Naval de Devonport, onde o barco tem o seu atracadouro.
O governo de Londres decidiu desprogramar o Ocean em 2018, e a coluna INSIDER apurou que o seu preço de venda à Marinha do Brasil gira (ainda informalmente) em torno dos 80 milhões de Euros.
A missão dos oficiais brasileiros vai se estender entre os dias 5 e 8 desse mês, e é de grande responsabilidade. Afinal, seus relatórios é que vão embasar a decisão da Marinha de avançar, ou não, na negociação do navio.
De acordo com um comunicado do Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM) recebido na noite de ontem pela coluna INSIDER, o grupo do comandante Calheiros vai “conhecer e levantar dados técnicos dos principais sistemas do navio, em especial em relação às eventuais obsolescências e dificuldades na realização da sua manutenção no Brasil”.

Caso os oficiais concluam que a embarcação vale a pena, a Marinha enviará ao Reino Unido, no período de julho a agosto, uma comissão mais numerosa de militares, que realizará uma “inspeção técnica”, com base no “escopo e no cronograma” definidos pelo pessoal que os antecedeu.
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 30 MAI 2017



#15 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 01 de July de 2017 - 20:50

Meus prezados

Eis o que um site publicou a respeito de uma possível aquisição do "Ocean":

"Por intermédio dos EUA existir uma grande possibilidade do Brasil adquirir tb 12 helicópteros Apache dos atuais 18 que fazem parte do HMS Ocean… "

Interessante, não? 

Só não sei como a FAB reagiria a tal fato...


  • Landing likes this

#16 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 04 de July de 2017 - 18:23

Meus prezados
Marinha mandará 12 militares, mês que vem, realizar a ‘inspeção técnica’ no HMS ‘Ocean’; plano é fazer ‘testes operacionais nos sistemas e equipamentos a bordo’!
EmaProadonavioABREABREABREVALEESSEABRE.j
Apesar de todas as dificuldades orçamentárias e da situação política convulsionada do país, o Comando da Marinha não desistiu de formar um quadro completo da situação do porta-helicópteros britânico HMS Ocean (L12) – atual capitânea da frota de Sua Majestade –, que será desativado no ano que vem e, cinco meses atrás, foi oferecido à Força Naval Brasileira.
O objetivo dessa investigação é concluir pela conveniência, ou não, de se comprar o navio, cujo preço – conforme a coluna INSIDER já informou por mais de uma vez nas últimas semanas – foi avaliado no patamar dos 80 milhões de Euros.
No fim da noite desta segunda-feira (03.07), o diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, contra-almirante Flávio Augusto Viana Rocha, assinou um e-mail para este colunista, comunicando que “após a realização da visita inicial ao HMS “Ocean”, no mês de junho, está sendo planejada uma inspeção técnica, a ser realizada no mês de agosto, por uma equipe multidisciplinar, composta por 12 militares”.
Segundo Rocha, a viagem desses oficiais “está condicionada a um parecer favorável da Alta Administração Naval [Almirantado, que se reúne uma ou duas vezes por mês], com base nos estudos preliminares ora conduzidos, considerando as informações coletadas desde o início de todo o processo. Na provável inspeção, é intenção que sejam realizados alguns testes operacionais nos sistemas e equipamentos de bordo, além de aprofundar os conhecimentos até então obtidos para concluir sobre a viabilidade de se prover uma adequada sustentação orçamentária e logística do navio, no Brasil.”
Aprovação – De acordo com o que a coluna INSIDER pôde apurar, o relatório da “visita inicial” levada a cabo entre os dias 5 e 9 de junho por quatro oficiais liderados pelo ex-comandante do porta-aviões São Paulo (A-12), capitão de mar e guerra Arnaldo Calheiros Boite, entre os dias 5 e 9 de junho, não identificou um só problema relevante no navio, constatando apenas que (a) ele precisará cumprir um PMG (Período de Manutenção Geral), e (b) como ele não dispõe de doca alagável, não pode transportar e desovar equipamentos pesados de tropa anfíbia em alto-mar.
Tal impedimento seria, entretanto, contornável por meio de uma operação em conjunto com o navio-doca multipropósito Bahia (G-40) – ex-Siroco da Marinha Francesa –, um classe Foudre que possui doca alagável e rampa traseira
De qualquer forma, o Ocean possui escotilhas em ambos os bordos que, por meio de gruas, permitem baixar lanchas de desembarque de pessoal e de carga leve (sequência abaixo).
Emalanch%C3%A3odescendofoto2.jpg
EmanaviocomescotilhasparaadesovaENORMEOT

Em outro ponto, o trabalho de Calheiros e de seus companheiros anota que o porta-helicópteros pode operar com qualquer aeronave de asa rotativa da Força Aeronaval da MB, sem restrições.
Emahelic%C3%B3pteroemopera%C3%A7%C3%A3oO
Seus elevadores estão aptos a deslocar todos os helicópteros do inventário, e seu hangar capacitado a abrigar qualquer um desses aparelhos.
Dinheiro – No fim de sua nota para a coluna INSIDER, o almirante Flávio Rocha menciona que “o Ministro da Defesa está ciente de que o Reino Unido ofereceu o HMS “Ocean” para transferência ao Brasil. Os demais dados atinentes a uma possível futura aquisição serão levados ao Ministro após conhecidos e analisados os resultados das inspeções”.
Segundo este colunista pôde entender das informações coletadas, o que separa o HMS Ocean da Marinha do Brasil são, ainda, dúvidas acerca de custos:
– A capacidade financeira da Marinha de adquirir o navio;
– O custo do PMG que o barco demanda; e
– A capacidade da Marinha de manter e operar a embarcação.
Fonte: Roberto Lopes para site Plano Brasil 4 JUL 2017



#17 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 30 de August de 2017 - 17:19

Meus prezados

ESPECIAL: Baixa do ‘Ocean’ é marcada para o fim de março, mas a Marinha do Brasil só fica com o navio se o Ministério da Defesa puder ajudar (Jungmann ajudará?)
AllisonABREABREABRE.jpg
O “Ocean” deixando, ontem (terça-feira), o sul da Inglaterra, rumo ao Mar Mediterrâneo

Em um texto publicado nesta terça-feira (29.08)¹, o editor do portal de notícias britânico UK Defence Journal, George Allison, revelou que o porta-helicópteros HMS Ocean (L12) “será descomissionado no fim de março do próximo ano” (The vessel will decommission on at the end of March next year).
O navio partiu ontem (terça) para cumprir a sua última comissão a serviço da Marinha Real e da Otan (organização do Tratado do Atlântico Norte) no Mar Medierrâneo, onde irá operar com unidades das Marinhas da Espanha, França, Grécia e Turquia.
O porta-helicópteros transporta fuzileiros navais dos Estados Unidos e da França, além dos Royal Marines do Commando 40, de Taunton (215 km a sudoeste de Londres), e helicópteros navais dos esquadrões 820 e 845, baseados em Culdrose e Yeovilton, além de cargueiros Chinooks da Real Força Aérea (foto).
AllisonChinookoperando.jpg
O Ocean foi oferecido à Marinha do Brasil (MB) em março passado, e, nos meses de junho e de agosto, detidamente inspecionado por duas equipes de oficiais brasileiros, que tiveram impressão positiva acerca do estado geral da embarcação.
A eventual incorporação do navio à Esquadra Brasileira representaria, efetivamente, um ganho para a capacidade expedicionária da MB.
O convés de voo possui seis spots para a operação de aeronaves de asas rotativas (helicópteros ou convertiplanos tipo Osprey), a velocidade máxima (declarada) do barco é de 16 nós, e ele possui capacidade de operar a 8.000 milhas (14.816 km) de sua base.
AllisoneleeosrebocadoresnocontraluzBOA.j
Dependência – Mas a MB passou a tratar do assunto com discrição ainda maior do que já vinha fazendo, porque sua vontade de incorporar o barco, por si só, não definirá coisa alguma.
A decisão precisará ser encampada pelo Ministério da Defesa. A Força Naval não dispõe, em sua verba de custeio, de uma reserva de 300 ou 400 milhões de Reais para trazer o navio – mesmo que esse pagamento possa ser feito em parcelas.
Em resumo: tudo dependerá do empenho que o ministro da Defesa, Raul Jungmann, possa colocar no assunto junto à área econômica do governo e ao presidente Michel Temer.
AllisonJungmanncomLealFerreira.jpg
Jungmann e o Comandante da Marinha, almirante Leal Ferreira
A rigor, não existe aí nenhuma novidade.
aLLISONjACQUESDECAPACETE.jpg
No início de 2015 foi a intervenção pessoal do então ministro da Defesa, Jacques Wagner (visto acima), do PT, junto ao governo francês, que viabilizou a importação do navio-doca de assalto anfíbio Siroco – renomeado, na frota brasileira, de navio-doca multipropósito Bahia (G-40). Operação facilitada, é verdade, pela esperança que o governo François Hollande depositava na contratação da empresa DCNS (hoje Naval Group) para a modernização do porta-aviões São Paulo (A-12) – um “servicinho” que começou orçado em 800 milhões de dólares e, no início deste ano, já invadia o patamar de 1,5 bilhão de dólares…
No caso do Ocean, o relatório da inspeção técnica realizada este mês no navio ainda está sendo preparado, e deve corroborar a visão dos quatro primeiros oficiais que vistoriaram o navio em junho, e o aprovaram.
Cronograma – Uma fonte do setor de Material da Marinha amiga desta coluna opinou que os ingleses vão aguardar uma decisão do governo Temer nos próximos quatro meses.
Caso a MB confirme sua capacidade de ficar com o navio, o mais provável é que ele chegue ao Brasil por volta do meio do ano de 2018, para ser submetido a um Período Geral de Manutenção de, aproximadamente, seis meses.
De acordo com esse raciocínio, o porta-helicópteros estaria pronto para dar início ao processo de certificações da Esquadra Brasileira – especialmente com os helicópteros da Força Aeronaval – no começo de 2019.
O cenário de contingenciamentos nas Forças Armadas é, evidentemente, desfavorável à vinda do Ocean.
Nos últimos meses o Exército precisou anunciar o adiamento do seu projeto de desenvolver um veículo blindado de Infantaria 8×8, congelar o programa que visava a obtenção de um sistema de artilharia de 155 mm embarcado em caminhão tipo Caesar (para o qual a Avibras já havia feito até uma parceria com a companhia francesa Nexter), e deixar temporariamente de lado a iniciativa de montar uma unidade de helicópteros de ataque.
Nesse caso para viabilizar, em regime de urgência – ao custo de uns 15 milhões de dólares –, a instalação, em Manaus (AM), de uma pequena unidade de Aviação de Asa Fixa: quatro bimotores ex-US Army C-23B Sherpa, com os quais o CAVEX (Comando da Aviação do Exército) pretende atender os Pelotões de Fronteira sediados nas divisas do Brasil com as Guianas, a Venezuela e a Colômbia.
A Força Aérea Brasileira encerrou o seu programa de modernização de caças F-5E, revitalizando apenas três dos 11 jatos obtidos aos estoques da Força Aérea da Jordânia. E diminuiu, drasticamente, o ritmo de revitalização dos jatos de ataque A-1 (AMX).
Desencontro – O oficial que conversou com a coluna observa: nessas difíceis circunstâncias, “o silêncio por parte da MB em relação ao assunto Ocean é normal e correto. Você já imaginou se a MB divulga que aprova a aquisição e o MD veta? Criaria um problema de relacionamento desnecessário e que não queremos. A decisão terá de ser tomada em conjunto pela MB e MD. Só depois disso poderá divulgar se aprovou ou não a aquisição do Ocean”.
Allisonmarinheirasacenando.jpg
¹Disponível em:
https://ukdefencejou...avy-deployment/
Fonte: Roberto Lopes – site Plano Brasil 30 AGO 2017



#18 jambock

jambock
  • Membro Honorário
  • 24,724 posts
  • Gender:Male
  • Location:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Interests:aeronáutica, militar em geral, informática, fotografia
  • Cidade/UF/País:Porto Alegre/RS/Brasil
  • Data de Nascimento:13/10/1941

Posted 05 de December de 2017 - 12:09

Meus prezados

Marinha define compra de porta-helicóptero britânico para substituir navio "São Paulo"

Embarcação de 21.500 toneladas tem capacidade para transportar até 800 militares e 18 aeronaves de asas rotativas de grande porte

Após confirmar a aposentadoria do porta-aviões São Paulo, a Marinha do Brasil iniciou um processo de busca de um novo meio para manter sua capacidade aérea no mar. A solução veio de conversas com os britânicos, que começaram no início do ano. Eles ofereceram para o Brasil o HMS Ocean (L12), um porta-helicópteros de assalto anfíbio.

O Ministério da Defesa autorizou a Marinha a negociar os termos de compra do navio britânico que entrou em serviço em 1998. O HMS Ocean é um navio de 21.500 toneladas, com capacidade para transportar até 800 militares e 18 helicópteros de grande porte.

Atualmente, o HMS Ocean está em missão no Mediterrâneo, como líder da flotilha 2 da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A previsão é que o descomissionamento ocorra em março de 2018, vinte anos após ser declarado operacional.

Uma das virtudes do navio é sua capacidade de receber os convertiplano V-22 Osprey e aviões com capacidade de decolagem e pouso verticais, como o AV-8B Harrier e o F-35 Lightning. O custo estimado para a compra é de R$ 312 milhões.

Fonte: redação Aeromagazine via CECOMSAER 5 dez 2017

É, mas o Brasil não poderá desfrutar destas virtudes...


Edited by jambock, 05 de December de 2017 - 12:10 .

  • Comte Curtiss likes this

#19 Comte Curtiss

Comte Curtiss
  • Usuários
  • 1,336 posts
  • Gender:Male
  • Cidade/UF/País:Sao
  • Data de Nascimento:20/11/1950

Posted 05 de December de 2017 - 19:57

Foi um bom negocio, o navio esta em otimas condiçoes e com meia vida util.É uma plataforma que permite manter um bom nivel de treinamento e apoio em operaçoes na plataforma maritima,alem de que a Aviaçao Naval precisa ser mantida independente e reforçada



#20 Packo1

Packo1
  • Usuários
  • 983 posts
  • Gender:Male
  • Location:São Paulo, SP, Brasil
  • Cidade/UF/País:São Pailo
  • Data de Nascimento:18/05/1988

Posted 06 de December de 2017 - 08:05

Diferente do São Paulo o navio está comissionado e está como Nau Capitania de uma das flotilhas da OTAN no mediterrâneo.

 

Concordo com o Curtiss, foi uma ótima aquisição para a MB.


  • Landing likes this