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[HOTRAN LATAM BR] Maio 2017


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76 replies to this topic

#61 leelatim

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Posted 25 de May de 2017 - 19:12

Eu não pagaria 70 USD pra ter como ''premium'' duas polegadas a mais, mas pagaria o triplo por uma verdadeira Y+...
 
Enfim... deixa a LATAM fazer o que quiser, ela deve saber mais que nós.

Eu não pagaria 70 USD pra ter como ''premium'' duas polegadas a mais, mas pagaria o triplo por uma verdadeira Y+...
 
Enfim... deixa a LATAM fazer o que quiser, ela deve saber mais que nós.


Acredito que a Latam viu que é melhor ganhar 50-70 dólares em 60 poltronas do que cobrar mais e ter menos poltronas Y+,tanto que retrofitou todos A350 e agora vai fazer o mesmo para os B777 que ainda ficarão 4-5 anos na frota

#62 LipeGIG

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Posted 26 de May de 2017 - 18:21

O produto J da TAM no 77W é bem ruim atualmente.

Realmente precisam mexer, mas acho que é um segmento muito mal explorado justamente pela fama de que não é dos mais confortáveis.

 

E pensar que quando lançaram os A330, o produto J era matador para sua época.

 

O mercado tem atualmente produtos que podem sem duvida ajudar a Latam a achar o tamanho ideal, que pra mim não é nem de perto 30J nos 77W. Com produto bom, penso que o minimo seriam 12 fileiras de 4 assentos e uma area capaz de ser "manobrada". Se ficassem com 10 poderiam até ter 6 deles com 14 fileiras de J (56J) e os outros 4 com 44 ou 40J

 

O resto é saber precificar.



#63 giuli

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Posted 27 de May de 2017 - 14:21

Essa LATAM é uma decepção total, enquanto as norte-americanas e europeias investindo no serviço, ela com a diminuição dos assentos da C. Afinal quem toma essas decisões BR ou Chile?


Qual o sentido em manter uma C de última geração em um país quebrado e que a atividade empresarial, que é a quem paga por esse serviço, dimunui a cada dia? Decisão acertada da Latam.
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#64 Silva

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Posted 28 de May de 2017 - 09:48

Sim! Opera A321 sem restrição.

 

Novo pedido foi feito para o A321 no BSB/RBR, desta vez já para início de julho!



#65 SQ-GRU

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Posted 28 de May de 2017 - 16:33

Qual o sentido em manter uma C de última geração em um país quebrado e que a atividade empresarial, que é a quem paga por esse serviço, dimunui a cada dia? Decisão acertada da Latam.

 

Pergunta para a EK, LH, AF, AA, SA, TK, DL, IB, AC, AZ..... que utilizam seus aviões mais premium e novos para GRU.

 

Vocês acham que todas estão rasgando dinheiro?

 

Existe fluxo de inda e vinda de passageiros. E atividade empresarial no Brasil realmente passa por momento difícil, mas quem tem que viajar daqui para lá ou de lá para cá viaja.


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#66 giuli

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Posted 28 de May de 2017 - 18:48

 
Pergunta para a EK, LH, AF, AA, SA, TK, DL, IB, AC, AZ..... que utilizam seus aviões mais premium e novos para GRU.
 
Vocês acham que todas estão rasgando dinheiro?
 
Existe fluxo de inda e vinda de passageiros. E atividade empresarial no Brasil realmente passa por momento difícil, mas quem tem que viajar daqui para lá ou de lá para cá viaja.


Pergunte vc para Latam pq eles estão diminuindo a C, se na sua ótica e de posse de todos números da Latam, que vc deve ter analisado, e chego a conclusão que os vôos estão lotados nessa classe de serviço e ainda com high yield. Vai ver querem rasgar dinheiro como vc diz...

#67 boulosandre

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Posted 28 de May de 2017 - 20:31

Pergunta para a EK, LH, AF, AA, SA, TK, DL, IB, AC, AZ..... que utilizam seus aviões mais premium e novos para GRU.
 
Vocês acham que todas estão rasgando dinheiro?
 
Existe fluxo de inda e vinda de passageiros. E atividade empresarial no Brasil realmente passa por momento difícil, mas quem tem que viajar daqui para lá ou de lá para cá viaja.


Esqueceu de mencionar algumas outras cias que vêm aumentando a oferta ou trazendo melhores aeronaves para GRU.

Recentemente o Financial Times publicou uma matéria interessante sobre a importância de SP para "grandes negócios, "start-ups" e próspera cena artística".
https://www.ft.com/c...35-0dd2cb31823a

Vale lembrar também as inaugurações de novos hotéis 5 e até 6 estrelas na cidade como o Palacio Tangará (Oetker Collection), Cidade Matarazzo (Rosewood Hotels & Resort) e o "Four Seasons" no Parque da Cidade neste e nos próximos 2 anos. E vem mais por aí....

#68 Doug

Doug
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Posted 28 de May de 2017 - 20:48

Pergunte vc para Latam pq eles estão diminuindo a C, se na sua ótica e de posse de todos números da Latam, que vc deve ter analisado, e chego a conclusão que os vôos estão lotados nessa classe de serviço e ainda com high yield. Vai ver querem rasgar dinheiro como vc diz...

 

Giuli, 

 

        O produto C da JJ necessita de uma revisão profunda no que tange ao produto a bordo (layout e modelo de poltrona). As poltronas utilizadas no 77W estão extremamente desatualizadas e a configuração 2-3-2 em uma C é pra chorar, principalmente quando se está no meio. Desculpa, mas quem paga USD 3000/ USD 4000 para um voo em C e tem que "escalar" a poltrona do lado para não pisar no vizinho, principalmente quando ele está dormindo, tem a nítida sensação de que comprou gato por lebre. Passageiro de C e F quer privacidade e praticidade no seu espaço!

        A LH voa com o 748 e a configuração é 2-2-2, ou seja, você tem apenas 02 passageiros "bloqueados" na hora de saírem do assento. Se eles quiserem sair do assento, precisarão pedir licença apenas para as 02 pessoas que estão no corredor, enquanto que no 77W da JJ a gente tem que fazer quase que uma dança das cadeiras para sair. Imagina se as duas janelas e o meio resolverem sair ao mesmo tempo, você tem que levantar quase que a fileira inteira para todo mundo poder sair, uma confusão! Falo isso pq eu já presenciei, e a cara de todo mundo que precisou levantar "estampava" que estavam insatisfeitos. Isso impacta diretamente no quesito "Conforto", afinal, quem quer levantar toda hora na C para alguém passar, não tem sentido, concorda? Quanto mais pratica a configuração, menor a chance do passageiro ter que levantar para dar passagem para o vizinho.

        É importante levarmos em consideração que a poltrona é o item de experiência de viagem do passageiro que mais pesa, afinal aquilo vai ficar lembrando o passageiro durante todo o voo.

         Um exemplo bem simples: o pax A escolhe o prato de massa durante o jantar e a tripulação informa que já acabou. Ele ficará insatisfeito por alguns minutos, mas ele ainda poderá optar por carne ou outro prato. Já se o pax B chegar a bordo e se deparar com um assento que ele não gosta, ele não poderá escolher outro assento, afinal o produto é igual na cabine inteira e ele ficará insatisfeito durante todo o voo. Nesse exemplo, o pax A provavelmente voltará a voar com a companhia, afinal pode, de fato, esgotar uma opção do serviço de bordo, mas foi possível contornar a situação tranquilamente a bordo. Já o pax B não voará com a companhia até que ela troque aquele assento, afinal não é possível contornar aquela situação a bordo.

        Talvez você pontue que este pax B poderá voltar a viajar com a companhia afinal o serviço de bordo é excelente, a tripulação é super atenciosa, o lounge é incrível, enfim tudo, exceto o assento, é ótimo na companhia. Só que vamos dividir o tempo de experiência deste cliente em um voo de 12 horas (GRU-FRA,, GRU-LHR)

 

Check-in: 10 minutos;

Lounge: 1 hora;

Embarque: 05 minutos;

Serviço de bordo e atendimento da tripulação: 03 horas;

Poltrona: 12 horas (!);

Restituição de bagagens: 30 minutos.

 

         Se o passageiro ficou insatisfeito com o lounge, esta experiência durou apenas 01 hora, já se ele ficar insatisfeito com a poltrona, ele ficará insatisfeito com o voo como um todo, pois na mente dele ficará gravado que, durante 12 horas, ele esteve insatisfeito.


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#69 Doug

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Posted 28 de May de 2017 - 20:57

Apenas complementando:

 

           Precisamos considerar que um item do produto C, no caso a poltrona/layout, pode estar "espantando" os passageiros de optarem pela JJ quando da escolha da companhia aérea. Se o produto for atualizado ela estará em condições de disputar os passageiros que voam com as outras aéreas.

          Uma coisa é você reconfigurar uma cabine de 56C para 45C, outra coisa é ir de 56C para 30C, é uma redução de quase 50% enquanto que as outras companhias ajustaram a disponibilidade do produto C, mas não com um corte tão forte!


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#70 giuli

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Posted 28 de May de 2017 - 21:56

Todos conhecem o produto da Latam, mas se ela não esta disposta a investir em uma atualização, qual a opção mais lógica? Manter uma C que não agrada, no atual tamanho, ou diminuir?

Edited by giuli, 28 de May de 2017 - 21:57 .


#71 Boeing_Rules

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Posted 28 de May de 2017 - 22:50

Será que não vão atualizar e colocar os mesmo assentos do A350/787 ??? Assim o layout ficaria 2X2X2 em uma cabine muito mais moderna já que os assentos são no novo padrão LATAM ....

A350
LATAM-Airbus-A350-Business-Class-Review-

787
Boeing-787-9-14-640x360.jpg



#72 TheJoker

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Posted 29 de May de 2017 - 01:16

Mas qual a fonte de que a JJ vai retrofitar 77W? o modelo não faz parte dos planos da LTM a partir de 2020. Mandou 4 A359 pra QR porque não tem rotas/demanda pra operá-los antes do término dos contratos dos 77Ws, que vão começar a vencer final de 2017/2018, os 4 primeiros a sair pois foram vendidos com cláusula de remarketing. 

 

Se não fizerem outro pedido de reprogramação junto a Airbus, ano que vem tem +4 A359 a receber, 2019 +2 A359 e 2 A35J, 2020 + 2 A35J. Como é que a LTM vai fazer a JJ operar 17 A350s em 2020, se não mandar embora todos os 10 77Ws?


Edited by TheJoker, 29 de May de 2017 - 01:17 .


#73 GILMARM

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Posted 29 de May de 2017 - 07:24

Pior jogada da LATAM em visão para do passageiro foi a troca do A330 pelos antigos e defasados B767.



#74 Cassio.Fernandes

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Posted 29 de May de 2017 - 08:47

Pior jogada da LATAM em visão para do passageiro foi a troca do A330 pelos antigos e defasados B767.

Mais a maioria dos ex Lan são aviões bem novos com pouco tempo de uso. 

O mais antigo é de 2008, os outros são 2013/14/15



#75 SA280

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Posted 29 de May de 2017 - 08:49

Pior jogada da LATAM em visão para do passageiro foi a troca do A330 pelos antigos e defasados B767.

Tirando o PT-MOG, todos os B767 da Latam têm entre 4 e 5 anos. São aviões extremamente novos! O B767 é uma excelente aeronave em termos de custo operacional.

Do ponto de vista do produto, na classe econômica arrisco a dizer que não há widebody mais confortável para se viajar, graças à configuração 2-3-2.
E na classe executiva a defasagem é reflexo do posicionamento de produto que se deseja ter, não do modelo ou idade da aeronave. Mesmo a classe executiva dos novíssimos A350 está pelo menos 5 anos atrasada em relação ao que é apenas "normal" no mercado (se formos comparar com empresas como Singapore e Qatar, é algo até mais distante).

Não é estratégia da empresa ter uma classe executiva "up to date" e brigar por market-share nesse nicho de mercado. Nesse caso, a reconfiguração e densificação das aeronaves com menos assentos de classe executiva, faz todo o sentido. Foca-se apenas no passageiro que é realmente fiel à empresa ou que está disposto a pagar relativamente menos, diminui-se a disponibilidade para upgrades e enche o avião na classe econômica. É essa a estratégia.

Agora, se o posicionamento de produto fosse outro, pode ter certeza que o B767 seria o menor dos problemas. Configuração de interior e modelo/idade das aeronaves são coisas que não têm nada a ver!
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#76 Matheus_SP

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Posted 29 de May de 2017 - 20:14

Isso que o tópico é sobre Hotran de Maio.
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#77 Juan Garcia

Juan Garcia
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Posted 29 de May de 2017 - 20:59

Isso que o tópico é sobre Hotran de Maio.

 Ia comentar o mesmo. deviam abrir um topico separado pra essa discussão do produto business.