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Dragon (Novaer) X Embraer


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#1 jambock

jambock
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Posted 13 de October de 2017 - 23:32

Meus prezados
Excerto de uma notícia...
Dragon – O outro lado da reluzente moeda da Embraer na Aviação Civil é, entretanto, um cenário de muitos dilemas na Aviação Militar.
Nos últimos 20 anos a Embraer abandonou totalmente os aviões de treinamento militar, deixando o T-27 Tucano como um órfão de tecnologia.
O resultado disso: a empresa perdeu vários mercados para aeronaves de adestramento de design engenhoso mas simples, que podem receber armamento leve e cumprir funções de close air support a um preço bem mais em conta que o do avançado mas caríssimo A-29 Super Tucano.
Situação que tende a se agravar com o lançamento, na próxima Dubai Air Show (12-16 de novembro) do projeto do turboélice de ataque B250 Dragon, uma parceria da indústria paulista Novaer (antiga fornecedora da Embraer) com a Calidus, dos Emirados Árabes Unidos.
Em tempo: pródigo em peças publicitárias para justificar as transformações que opera na Força, o Comando da Aeronáutica está mudo (talvez surdo também) em relação
(1) à renovação das suas aeronaves de treinamento,
(2) ao esgotamento (tecnológico e comercial)  do Super Tucano e
(3) ao crescimento da Novaer (que alguns brigadeiros insistem em ignorar).
Fonte: Roberto Lopes site Plano Brasil 13 OUT 2017

Novaer, antiga fornecedora da Embraer? 



#2 Nos-767

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Posted 13 de October de 2017 - 23:53

a Novaer fez um modelo melhorado do trem de pouso para o T-27 (EMB 312 Tucano)

 

http://www.novaer.in...portifolio.html



#3 jambock

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Posted 15 de October de 2017 - 00:10

a Novaer fez um modelo melhorado do trem de pouso para o T-27 (EMB 312 Tucano)

 

http://www.novaer.in...portifolio.html

Prezado Nos-767

http://forum.contato...no +trem +pouso



#4 jambock

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Posted 12 de November de 2017 - 00:36

Meus prezados
Novaer/Calidus B-250 Bader, novo concorrente do A-29 Super Tucano
Calidus-LLC.jpg
Novaer/Calidus B-250 Bader
Por Paul Jackson
Ocupando uma posição central no parque de aeronaves estáticas, a Calidus LLC é uma empresa de máquinas e equipamentos industriais localizada em Abu Dhabi, que se ramificou para fabricação de aeronaves com dois projetos relacionados – civis e militares.
Ambos estão em exibição no Dubai Airshow, o turboélice B-250 Bader, de aspecto robusto, é uma óbvia fonte de interesse, sendo adornado com as marcas da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos. Seja ou não significativo, nenhuma das partes irá dizer, embora também tenha um registro civil brasileiro, PR-ZNU.
Rodeado por armas que podem ser penduradas em seus sete pontos duros e, além disso, equipado com uma torre sensora eletro-ótica sob a frente da fuselagem, o B-250 é oferecido para apoio aéreo aproximado; inteligência, vigilância e reconhecimento; contra-insurgência; e treinamento avançado.
Parece uma versão um pouco maior do Tucano da Embraer – o que não é surpreendente, porque ambos são da mesa de desenho do brasileiro, Joseph Kovács. E faz as mesmas tarefas a um preço mais econômico, diz a Calidus.
O T-Xc de quatro lugares, aqui em forma de protótipo, vem da mesma equipe brasileira e, embora projetado para substituir os velhos Neiva T-25 Universal na América do Sul, possui aplicações óbvias como utilitário e máquina de passeio.
Ambos os aviões foram transportados para o Airshow por um Boeing C-17 Globemaster III da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos, mas a Calidus deverá anunciar planos para a produção futura nos Emirados Árabes Unidos. Isso, e mais, serão revelados quando a aeronave for formalmente revelada hoje, adicionando um novo capítulo a uma história já interessante.
T-Xc-destaque-foto-Novaer.jpg
T-Xc da Novaer

 

Calidus.jpg
Treinador T-Xc da Novaer/Calidus em exposição no Dubai Air Show
E, assim, conta-se uma história …
Em 1983, no Brasil, Joseph Kovács colocou no papel algumas ideias para um avião  acrobático de dois assentos, que seria como uma versão bebê do EMB-312 Tucano que ele criou para a Embraer (e ainda está em produção como o EMB-314 Super Tucano, por sinal). O projeto do Kovacs K-51 Peregrino começou com seriedade em 1988, mas não foi até 28 de novembro de 1998 que o protótipo voou.
Embora promissora, a aeronave não conseguiu encontrar um patrocinador disposto a financiar a produção e, até mesmo, uma versão kitbuilt não viu a luz do dia. Sem demora, Kovács planejou um K-52 maior, para o qual o K-51, até então com mais de 200 horas de voo para seu crédito, foi considerado a prova de conceito.
Enquanto isso, também no Brasil, a empresa Novaer foi formada em 1998 pelo falecido Luiz Paulo Juanqueira, anteriormente chefe da divisão de equipamentos da Embraer, sendo sua principal função ser um fornecedor de componentes de aeronaves. Uma subsidiária da empresa Geometra, tornou-se um contratante principal para o trem de pouso do (Super) Tucano e também trabalhou no projeto do jato executivo Eviation Jets EV-20 (reconfigurado, do antigo VisionAire Vantage).
T-Xc-tr%C3%AAs-vistas-e-painel-imagem-No
T-Xc – três vistas e painel – imagem Novaer
Em outubro de 2007, a Novaer adquiriu os serviços de Kovács e os direitos sobre seus projetos, levando a propostas de 2009 para uma versão desenvolvida de assentos lado a lado do K-52 (Projeto T-Xc) como substituto potencial para o T-25 Universal da Força Aérea Brasileira e um U-Xc de quatro lugares que foi conhecido como o Peregrino. Em dezembro de 2014, o T-Xc tornou-se o Sovi (Ictinia Plumbea, o Papagaio Plumbeous) e o U-Xc foi cancelado. Também foi planejado um MTP Sovi (turboélice militar) com um canopy em bolha.
Com a ajuda do financiamento do desenvolvimento do governo brasileiro, o novo Sovi, de quatro lugares, voou pela primeira vez em 22 de agosto de 2014, em parte graças à holding estatal Santa Catarina, tendo uma participação minoritária na Novaer em 2013, com a intenção de construir uma fábrica local, para abrir em 2018, desde que os fundos sejam obtidos para certificação. A aeronave mostrada em Dubai é este avião original, pintado apesar de ainda possuir o registro brasileiro PP-ZKV e a designação de tipo N-210.
US-Aircraft-A-67-Dragon.jpg
US Aircraft A-67 Dragon

 

Em um desenvolvimento paralelo, a US Aircraft Corporation foi formada em Ohio em 2004 como subsidiária de uma empresa de abrasivos aeroespaciais, prevendo a necessidade de países amigos dos EUA de ter um novo avião de contra-insurgência.
Esta presciência não se estendeu ao seu design para a aeronave que designou A-67 Dragon. A empresa Golden Aviation, com sede em Missouri, construiu um protótipo que voou pela primeira vez (e última) em 6 de outubro de 2006, quando o trem de pouso colapsou parcialmente no pouso.
Um A-67 Dragon completamente novo foi produzido por meio do re-designado K-52 em sua forma de assento em tandem, mas a iniciativa terminou por falta de suporte … até agora.
Fonte: Aviation Week via site Poder Aéreo 11 nov 2017



#5 jambock

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Posted 13 de November de 2017 - 00:03

Meus prezados
Dubai Airshow 2017: Calidus showcases B-250
DObSGOyWkAA3iDP.jpg
Informação:

Aeronave com 50 horas de vôo.
motor PT6A-68 1,600shp P & WC
carga útil máxima 1.796kg
teto de serviço 30.000 pés
faixa de 2.400nm em 301kt
Aviônica Pro Line Fusion - Rockwell Collins
DOb6oqcW0AEmxc-.jpg
Aeronave de treinamento avançado, com assentos em tandem, no mesmo nível? Modelo ultrapassado...



#6 jambock

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Posted 17 de November de 2017 - 11:34

Meus prezados

Novo avião militar do Brasil aparece de surpresa no Dubai Air Show
Monomotor desenvolvido pela Novaer e a Calidus foi desenhado por Joseph Kovács, projetista do Embraer Tucano
[img]http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/notimp/5577/aa.jpg[/img[

Um avião com prefixo brasileiro está chamando atenção no Dubai Air Show e ele não é um jato da Embraer. O B-250 Bader, um monomotor turbo-hélice de aplicação militar, foi apresentado pela primeira vez ao público pela Calidus, grupo industrial de Abu Dhabi e agora parceiro da Novaer, empresa de São José dos Campos (SP) que projetou a aeronave de combate.
Já apontado pela mídia estrangeira como um concorrente para o A-29 Super Tucano, o novo avião fabricado no Brasil pode atuar nas mesmas funções do famoso turbo-hélice da Embraer. Segundo comunicado da Calidus, o B-250 pode realizar missões de ataque ao solo, suporte aéreo e operações de reconhecimento, além de também servir como plataforma de treinamento avançado.
E as semelhanças com o modelo da Embraer não param por aí. O Bader foi desenhado pelo engenheiro aeronáutico Joseph Kovács, mesmo projetista do T-27 Tucano. Kovács, húngaro naturalizado brasileiro, também assina o projeto do outro avião da Calidus/Novaer exposto em Dubai, o monomotor T-Xc Sovi, na versão de treinamento militar primário, que vem sendo testado pela empresa de SP desde 2014.
De acordo com a fabricante, a aeronave é construída com “uso intensivo de materiais compostos”, como componentes de fibra de carbono. Como explica a fabricante, a utilização desses materiais permite reduzir o peso da estrutura do avião, obter a melhor performance do motor e facilita os processos de desenvolvimento e produção.
A divulgação da Calidus/Novaer sobre o avião ainda é arrojada. O grupo afirma que o B-250 tem a melhor capacidade bélica da categoria, acelerações razões de subida “sem paralelo” e autonomia de voo para até 12 horas. O modelo exposto em Dubai é sugerido com armamento pesado, com mocapes de sensores, mísseis, bombas e foguetes.
Fabricado na surdina
A Novaer foi bastante discreta durante o desenvolvimento e produção do monomotor, assim como no anuncio de sua parceria com a Calidus. A construção do primeiro protótipo e seu voo inaugural foi realizado em apenas 25 meses, revelou a empresa. Já o envio da aeronave para Dubai envolveu um cargueiro C-17 Globemaster da força aérea dos Emirados Árabes Unidos, que se deslocou até São José dos Campos para buscar o Bader e o Sovi.
A fabricante ainda não divulgou em que estágio se encontra a campanha de testes do avião. O grupo, em contrapartida, afirma que o custo de seu projeto representa menos da metade de qualquer outro programa desse tipo no mercado. Outros aviões nesse mercado são, além do já citado Super Tucano da Embraer, o Textron AT-6 Wolverine, dos Estados Unidos, e o novo TAI Kürkus, da Turquia, também apresentado no Dubai Air Show.
“A Novaer acredita que é hora de reverter a espiral divergente dos custos de desenvolvimento, particularmente na área da defesa, em sintonia com orçamentos mais controlados. Acreditamos que a capacidade da Novaer de fornecer soluções eficientes e inovadoras para as aeronaves e seus sistemas nos trará novas parcerias além do programa B-250 e gerará novos negócios para ambas as empresas. A Novaer provou ser capaz de realizar desenvolvimentos desafiadores no setor aeronáutico e de defesa e estamos prontos para o próximo desafio “, afirma Graciliano Campos, diretor-presidente da Novaer.
O grupo Calidus/Novaer ainda não confirma se existem interessados em comprar a nova aeronave. O modelo está exposta em Dubai com um esquema de pintura e símbolos da força aérea dos Emirados Árabes Unidos.
Treinador primário
O TX-c Sovi, outro avião desenvolvido pela Novaer presente em Dubai, é o principal candidato a substituir os Neiva T-25 Universal, avião de treinamento básico da Força Aérea Brasileira nos últimos 40 anos. O modelo, que voou pela primeira vez em 2014, é proposto em versões civil para até quatro passageiros e militar para dois ocupantes.
O projeto do TX-c, avaliado em cerca de R$ 10 milhões, é financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A aeronave ainda está em fase de certificação.
A Novaer Aircraft foi fundada em 1999 por Luiz Paulo Junqueira, ex-diretor da Embraer, e iniciou seus trabalhos oferecendo serviços de engenharia aeronáutica, desenvolvendo e produzindo sistemas e componentes para aeronaves no mercado civil e militar. Em 2014, a empresa passou a produzir seus próprios aviões com o início do projeto TX-c.
Fonte: Thiago Vinholes site Airway via CECOMSAER 17 nov 2017



#7 jambock

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Posted 18 de November de 2017 - 16:50

Meus prezados
Parceria com os Emirados Árabes coloca a Novaer na vitrine do mercado aeroespacial mundial.

B-250_bader.jpg

O B-250 Bader é um projeto da brasileira Novaer desenvolvido em 25 meses até o primeiro voo. (Fotos: Calidus/Novaer)
Desenvolvido pela Novaer em parceria com a empresa Calidus, dos Emirados Árabes Unidos, o B-250 é uma das principais atrações do Dubai Air Show, que termina nesta quinta-feira (16 de novembro), em Dubai.

Trata-se da única aeronave de ataque leve projetada no século 21, especificamente para realizar missões COIN (combate de insurgência), CAS (suporte aéreo) e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento) e de treinamento avançado. Para tanto, apresenta capacidade bélica superior, provisões completas para variados tipos de sensores e equipamentos, acelerações e razões de subida sem paralelo, além de autonomia de até 12 horas.

O lançamento da aeronave contou com presença do comandante da Força Aérea Brasileira, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Nivaldo Rosato, e do Chefe do Estado Maior do Comando-Geral de Apoio (COMGAP), Major-Brigadeiro do ar José Augusto Crepaldi. Os executivos da Novaer foram também prestigiados pelo Secretário de Produtos de Defesa, Dr. Flávio Augusto Correa Basílio, representando o ministro Raul Jungmann, e o pelo Diretor do Departamento de Produtos de Defesa, Brigadeiro do Ar Paulo Roberto de Barros Chã. Eles estavam em companhia do embaixador do Brasil, Fernando Luis Lemos Igreja. O comparecimento das autoridades foi mais uma demonstração do fundamental apoio da Força Aérea Brasileira à indústria nacional de Defesa.
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“A Novaer se sente honrada por merecer a confiança da Calidus nesta parceria para desenvolver o B-250. Acredito que nós correspondemos à expectativa realizando algo inédito na história da indústria aeronáutica. Concebemos, projetamos e fabricamos uma aeronave complexa e sofisticada, totalmente em fibra de carbono, e voamos o primeiro protótipo apenas 25 meses após o início dos trabalhos”, afirma Graciliano Campos, Diretor Presidente da Novaer.

A fibra de carbono permite minimizar o peso da estrutura e otimizar o processo de fabricação. Além disso, resulta em superfícies mais limpas aerodinamicamente, gerando menos arrasto. A razão para o uso intensivo de materiais compostos foi obter o resultado máximo do mesmo motor utilizado por praticamente todos os aviões da categoria.

Um diferencial importante do B-250 é o cockpit, maior e capaz de acomodar confortavelmente pilotos com uma altura de 1,57 a 2,00m, e aviônica Rockwell Collins, favorecendo longas viagens. O programa prevê a fabricação seriada de aeronaves nos Emirados Árabes Unidos.

O acordo com a Calidus permitiu que as exportações de serviços e produtos de alta tecnologia fossem incluídas na balança comercial brasileira para os Emirados Árabes Unidos, que até então era dominada por commodities, representando importante parcela das exportações totais para esse país. O custo do programa representa menos da metade de qualquer projeto dessa natureza já desenvolvido no mundo. Isso foi possível devido à estrutura “clean” da Novaer e à filosofia inovadora de gerenciamento de programas.

WhatsApp-Image-2017-11-12-at-21.22.30-1-

“A Novaer acredita que é hora de reverter a espiral divergente dos custos de desenvolvimento, particularmente na área da Defesa, em sintonia com orçamentos mais controlados. Acreditamos que a capacidade da Novaer de fornecer soluções eficientes e inovadoras para as aeronaves e seus sistemas nos trará novas parcerias além do programa B-250 e gerará novos negócios para ambas as empresas. A Novaer provou ser capaz de realizar desenvolvimentos desafiadores no setor aeronáutico e de defesa e estamos prontos para o próximo desafio “, afirma Graciliano.

O T-Xc/SOVI ao lado do B-250 Bader.
A empresa apresentou também no Dubai Air Show a aeronave T-Xc Sovi, na versão de treinamento militar primário/básico.

Empresa cresceu 10 vezes nos últimos três anos

Fundada em 1998 pelo engenheiro Luiz Paulo Junqueira, Novaer teve suas receitas aumentadas em cerca de 10 vezes nos últimos 3 anos.

Atualmente, a empresa ocupa uma área de 5 mil metros quadrados dedicada à engenharia, projeto e produção em São José dos Campos (SP).

Possui aproximadamente 200 funcionários, gerando cerca de 600 empregos indiretos e tem todas as mais modernas ferramentas de design, engenharia e produção, tendo sido a primeira empresa a usar o software “Catia V6” no campo aeronáutico na América do Sul.
B-250-Callidus-696x393.jpg

A empresa já desenvolveu e fabricou aeronaves, componentes e sistemas para diversas Forças Aéreas e também para empresas estrangeiras.

As capacidades e competências da Novaer variam desde a concepção, desenvolvimento e industrialização de produtos específicos de acordo com os requisitos do cliente, incluindo a transferência de tecnologia, a análise, adaptação e modernização de produtos existentes.

A maioria dos profissionais especializados da Novaer é originária do cluster aeronáutico brasileiro, centrado em São José dos Campos. A equipe compreende um mix de profissionais veteranos de “cabeça branca” com jovens talentos que despontam no mercado.

A Novaer, que foi beneficiada com recursos não reembolsáveis da Finep em 2010, atingiu um nível de maturidade e faturamento que a permitiu retribuir, até o momento, em impostos aos cofres públicos valores bem superiores aos recebidos no passado. Por ser referência de retorno recursos de fomento do Estado na iniciativa privada, a Novaer entende que vale a pena investir no empreendedorismo brasileiro.
https://youtu.be/mYYjf8t3qPk

Foto do B-250 Bader prefixo PR-ZNT por Peter Steehower/AirShowPhotoGallery.
Fonte: Roberto Caiafa site Tecnodefesa 15 nov 2017



#8 jambock

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Posted 18 de November de 2017 - 16:52

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spcB250.jpg



#9 Thiago

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Posted 18 de November de 2017 - 18:37

É um ótimo avião. Sem dúvida nenhuma.
Entretanto, é muita ingenuidade achar que a Embraer não sabia do desenvolvimento e finalização desse avião. 
Existe uma coisa que esses "analistas" tem, que é a tal visão "em túnel".
Explicando melhor: linha do tempo.... voltemos à 1990. O E120 era um ótimo produto, mas já defasado em relação às versões mais atuais (à época) do ATR.
O que fez a EMB: focou todas os seus esforços num mercado até então inexplorado, que era dos jatos regionais de 37 a 50 lugares. Ela não tinha dinheiro NENHUM, nenhum nenhum mesmo. Fez o E145 e foi um baita dum sucesso. Aí, tem gente HOJE perguntando porque a EMB não investiu no Brasilia, criando um turboélice pra bater de frente com o ATR e tal.

Os caras não tinham mais o que apostar. Era torcer pro 145 dar certo - como deu - e reerguer a empresa.

Pano rápido, voltemos a 2017: A empresa foca todas as suas atenções em dois projetos vitais: KC390 e E2. O A-29 já é um avião maturado, e sua linha executiva ainda tem um bom tempo até rolar um próximo update.

É claro que abriram mão desse mercado de treinadores médios. Coloca o A-29 nele porque é multimissão: é COIN, é treinador avançado, é interceptador de baixa performance. Ingenuidade achar que o setor de estratégia e mercado simplesmente resolveu não produzir um Tucano NG, porque sabem que outra empresa pode assumir esse nicho. E tá aí a Novaer! Com expertise de gente oriunda da Embraer, lá fizeram essa bela máquina - me surpreendeu o sigilo com que esse avião voou e ninguém veiculou nada.

E a Novaer com essa parceria com a Calidus, vai nadar de braçada. Com a bênção da Embraer, que está mais preocupada com nichos mais a ver com ela atualmente.

A questão é FOCO. E parece que o analista lá da Plano Brasil não sabe muito bem o que é isso...


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#10 BLUE SPEED

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Posted 19 de November de 2017 - 07:33

É um ótimo avião. Sem dúvida nenhuma.
Entretanto, é muita ingenuidade achar que a Embraer não sabia do desenvolvimento e finalização desse avião. 
Existe uma coisa que esses "analistas" tem, que é a tal visão "em túnel".
Explicando melhor: linha do tempo.... voltemos à 1990. O E120 era um ótimo produto, mas já defasado em relação às versões mais atuais (à época) do ATR.
O que fez a EMB: focou todas os seus esforços num mercado até então inexplorado, que era dos jatos regionais de 37 a 50 lugares. Ela não tinha dinheiro NENHUM, nenhum nenhum mesmo. Fez o E145 e foi um baita dum sucesso. Aí, tem gente HOJE perguntando porque a EMB não investiu no Brasilia, criando um turboélice pra bater de frente com o ATR e tal.

Os caras não tinham mais o que apostar. Era torcer pro 145 dar certo - como deu - e reerguer a empresa.

Pano rápido, voltemos a 2017: A empresa foca todas as suas atenções em dois projetos vitais: KC390 e E2. O A-29 já é um avião maturado, e sua linha executiva ainda tem um bom tempo até rolar um próximo update.

É claro que abriram mão desse mercado de treinadores médios. Coloca o A-29 nele porque é multimissão: é COIN, é treinador avançado, é interceptador de baixa performance. Ingenuidade achar que o setor de estratégia e mercado simplesmente resolveu não produzir um Tucano NG, porque sabem que outra empresa pode assumir esse nicho. E tá aí a Novaer! Com expertise de gente oriunda da Embraer, lá fizeram essa bela máquina - me surpreendeu o sigilo com que esse avião voou e ninguém veiculou nada.

E a Novaer com essa parceria com a Calidus, vai nadar de braçada. Com a bênção da Embraer, que está mais preocupada com nichos mais a ver com ela atualmente.

A questão é FOCO. E parece que o analista lá da Plano Brasil não sabe muito bem o que é isso...

Exatamente...

Acrescento a essa linha de "descontinuidade" o IPANEMA, que embora tenha tido pequenas "evoluções" não evolui pra uma "NG" de verdade e vem perdendo mercado a cada que passa...

O A29 se não for revitalizado em breve também vai ir para o mesmo caminho em alguns anos...


Edited by BLUE SPEED, 19 de November de 2017 - 07:35 .


#11 jambock

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Posted 19 de November de 2017 - 14:59

Exatamente...

Acrescento a essa linha de "descontinuidade" o IPANEMA, que embora tenha tido pequenas "evoluções" não evolui pra uma "NG" de verdade e vem perdendo mercado a cada que passa...

O A29 se não for revitalizado em breve também vai ir para o mesmo caminho em alguns anos...

Prezado Blue Speed

Creio que a Embraer vem mantendo o ST no estado da arte, haja vista sua atualizadíssima e avançada aviônica que inclusive, smj, lhe permite operar em rede.


Edited by jambock, 19 de November de 2017 - 14:59 .


#12 VCP-SBKP

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Posted 20 de November de 2017 - 23:56

Prezado Blue Speed
Creio que a Embraer vem mantendo o ST no estado da arte, haja vista sua atualizadíssima e avançada aviônica que inclusive, smj, lhe permite operar em rede.


O problema que o ST foi concebido em uma época que poucas empresas no mundo dominavam por completo o ciclo da fibra de carbono e outros compósitos em estado de arte como atualmente e nos próximos anos... então o material que o ST é fabricado (alumínio) pesa contra ele... de resto não há de que duvidar...
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#13 jambock

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Posted Yesterday, 13:09

O problema que o ST foi concebido em uma época que poucas empresas no mundo dominavam por completo o ciclo da fibra de carbono e outros compósitos em estado de arte como atualmente e nos próximos anos... então o material que o ST é fabricado (alumínio) pesa contra ele... de resto não há de que duvidar...

Prezado VCP-SBKP

Por falar em peso, se o ST fosse provido daqueles sensacionais assentos ejetores russos, haveria uma diminuição de peso em 200 kgs.