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Indonésia compra oito aeronaves Super Tucano da Embraer


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#1 jambock

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Posted 27 de November de 2017 - 13:13

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Para surpresa minha, o CR não havia informado tal transação!

Indonésia compra oito aeronaves Super Tucano da Embraer
Embraer acaba de fechar a venda de oito aeronaves Super Tucano, aeronave de treinamento avançado e ataque leve, para a Força Aérea da Indonésia.
A informação foi divulgada ontem pelo Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, durante evento de certificação do foguete sub-orbital VSB-30 e do teste do motor do foguete de sondagem VS-40, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aerospacial (DCTA), em São José dos Campos.
A Embraer, procurada pelo Valor, informou, por meio da assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar sobre essa operação.
Com este novo contrato de venda, o terceiro fornecimento internacional do Super Tucano em 2009, as encomendas da aeronave este ano totalizam 40 unidades. As vendas do modelo já somam 177 unidades, das quais 100 já foram entregues, sendo 75 para a Força Aérea Brasileira (FAB) e 25 para a Colômbia.
O valor do contrato com a Indonésia também não foi divulgado, mas a versão básica do Super Tucano custa cerca de US$ 10 milhões. O crescimento das vendas do Super Tucano também deve aumentar a participação da área de defesa no faturamento da Embraer. Em 2008, por exemplo, a aeronave foi responsável por mais da metade das exportações desse segmento da empresa, que totalizaram U$$ 504 milhões.
A FAB, de acordo com o comandante Saito, recebe royalties pela venda do Super Tucano, uma vez que financiou o desenvolvimento da aeronave e adquiriu 99 unidades, projeto avaliado em R$ 449,7 milhões.
As vendas do jato de defesa e ataque brasileiro ainda podem dar um grande salto este ano, caso a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) decida-se pela compra de um lote inicial de 100 aeronaves. A viabilização do negócio, segundo o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, depende da formalização de um acordo de cooperação na área de defesa, que está sendo costurado entre o Brasil e o governo dos Estados Unidos.
“A proposta de um acordo-quadro entre os dois países nessa área está sendo analisada neste momento pelo Itamaraty e pretendo acelerar este processo ainda hoje em uma reunião com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim”. Segundo Jobim, o interesse do governo americano pelo Super Tucano foi reafirmado durante visita recente do representante do Secretário de Estado daquele país ao Brasil. “Existe a possibilidade da compra direta, sem licitação, de até 200 aeronaves”, afirmou.
O Comandante Saito disse que o Super Tucano já está sendo avaliado pela Marinha americana há mais de um ano, com um modelo adquirido da Embraer em 2008. “Já existe uma sinalização do governo americano para a compra do Super Tucano, caso o acordo de cooperação com o Brasil seja assinado”. O ministro Jobim ressaltou que a escolha do jato pela USAF não tem nenhuma relação com a aquisição dos caças do programa F-X2. “São duas coisas independentes”, afirmou.
Independentemente desse acordo, a Embraer participa do processo de seleção aberto pela USAF, no final de julho, para a compra de 100 aeronaves turboélice de ataque leve, na categoria do Super Tucano. A Embraer é apontada por especialistas do setor como a grande favorita da competição, pois o Super Tucano é o único modelo no mundo com operação comprovada em missões anti-guerrilha na Colômbia, país que possui 25 aeronaves em sua frota.
Em janeiro, a República Dominicana comprou oito aeronaves do Super Tucano e o Equador adquiriu outras 24 unidades. O acordo com a Força Aérea Equatoriana (FAE) inclui um pacote de Suporte Logístico Integrado (da sigla em inglês ILS) e um avançado Sistema de Suporte ao Treinamento e à Operação (TOSS), que inclui não só a aeronave, mas também estações de apoio em solo e um simulador de vôo.
Em agosto de 2008, a Embraer anunciou a venda de 12 Super Tucano para a Força Aérea Chilena (FACh). A primeira aeronave tem entrega prevista para o dia 3 de novembro. A primeira venda internacional do Super Tucano foi feita para a Força Aérea Colombiana, em 2006. O contrato, no valor de US$ 235 milhões, incluiu a compra de 25 aeronaves e um pacote de treinamento e suporte à operação semelhante ao que foi adquirido pelo Equador.
Fonte: Valor Econômico via Virgínia Silveira para site DefesaBrasil 21 out 2009
 



#2 capelini

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Posted 27 de November de 2017 - 14:15

Caro Jambock, pelo que vi pelo Wikipedia são 15 aeronaves na ativa. Foram adquiridas 16 e uma delas sofreu um acidente em Malang.



#3 jambock

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Posted 27 de November de 2017 - 15:41

Caro Jambock, pelo que vi pelo Wikipedia são 15 aeronaves na ativa. Foram adquiridas 16 e uma delas sofreu um acidente em Malang.

Prezado capelini

Muito bem lembrado! Irei postar mais uns três ou quatro posts, atualizando as informações sobre a aquisição pela Indonésia. Inclusive o "rolo" que ocorreu com um pronunciamento da Dilma. 



#4 jambock

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Posted 27 de November de 2017 - 15:44

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Força Aérea da Indonésia adquire mais oito aviões Super Tucano da Embraer.
FARNBOROUGH: Força Aérea da Indonésia adquire mais oito aviões Super Tucano da Embraer.

A Indonésia encomendou mais oito aeronaves turboélices Embraer A-29 Super Tucano, e um simulador completo de vôo para o tipo.

O anúncio, feito no Farnborough International Air Show, ocorre juntamente com a entrega do primeiro lote de oito aviões que está prestes a começar. A Força Aérea da Indonésia vai receber todos os aviões na configuração de ataque leve.

As entregas do segundo lote deve ocorrer durante 2014, disse Luiz Carlos Aguiar, CEO da Embraer Defesa e Segurança. Para o primeiro lote, as entregas devem começar em agosto, com as quatro primeiras aeronaves. As quatro seguintes devem ser entregues em 2013.

Aguiar não revelou o valor do contrato, mas enfatizou que a frota de A-29 atingou a marca de 154.000 horas de vôo, incluindo 23.000 em combate, sem qualquer perda.

A encomenda visa substituir os aviões North American Rockwell OV-10 Broncos, e os Super Tucanos serão utilizados principalmente para missões de contra-insurgência. Os pilotos da Indonésia realizam treinamento no Brasil.

Fontes:  www.cavok.com.br  - AIN Online – Tradução: Cavok via  maranauta@yahoo.com 9 jul 2012



#5 jambock

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Posted 27 de November de 2017 - 15:56

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Após retaliação de Dilma, Indonésia pode cancelar compra de aviões da Embraer
O presidente da Indonésia, Joko Widodo, disse nesta terça-feira que as execuções dos 11 condenados, entre eles o brasileiro Rodrigo Gularte, serão mantidas
A Presidente Dilma Rousseff não recebeu as credenciais do embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto. Ele esteve na cerimônia no Palácio do Planalto nesta sexta-feira, mas deixou o local sem ser recebido

Indonésia protesta contra ‘ato hostil’ do governo brasileiro

A Presidente Dilma Rousseff não recebeu as credenciais do embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto. Ele esteve na cerimônia no Palácio do Planalto nesta sexta-feira, mas deixou o local sem ser recebido
Governo da Indonésia chama de volta seu diplomata e cobra explicações do Brasil

De acordo com o jornal, o vice-presidente indonésio Jusuf Kalla disse que o governo está repensando se adquire para a Força Aérea do país um esquadrão de 16 aviões EMB-314 Super Tucano, fabricados pela Embraer. A Indonésia ainda estaria estudando a possibilidade de cancelar uma encomenda de lançadores múltiplos.

Na sexta-feira, em uma cerimônia no Palácio do Planalto, a presidente recebeu as credenciais de cinco novos embaixadores. O diplomata indonésio, Toto Riyanto, chegou a constar da lista dos que seriam recebidos na cerimônia, o que não aconteceu.

— Nós achamos que é importante que haja uma evolução na situação para que a gente tenha clareza de em que condições estão as relações da Indonésia com o Brasil. O que nós fizemos foi atrasar um pouco o recebimento das credenciais, nada mais do que isso — disse Dilma a jornalistas, após a cerimônia.

O presidente da Indonésia, Joko Widodo, disse nesta terça-feira que as execuções dos 11 condenados, a maioria por tráfico de drogas, não serão canceladas ou suspensas, alertando aos outros países para não intervirem no direito da Indonésia de praticar a pena de morte.

— A primeira coisa que eu preciso dizer firmemente é que não deve haver qualquer intervenção na pena de morte porque é nosso soberano direito de exercer nossa lei — disse Widodo, em uma possível resposta aos pedidos da presidente Dilma Rousseff, da França, Holanda e Austrália, para que os condenados destes países não fossem executados.

Nesta terça-feira, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, disse que não há uma crise instalada entre os dois países. Ele visitou as instalações da Marinha em Itaguaí, onde são contruídos submarinos.

— Não tem uma crise ainda instalada. Isso não é um rompimento, é um momento onde se discute a questão do não acolhimento (do embaixador). Óbvio que a Indonésia tem sua autonomia, mas creio que é postura do Brasil respeitar a autonomia dos países. Não creio que isso no médio prazo vai afetar essa compra (dos aviões militares). Acho que isso vai ser superado, é um momento de trauma.

Widodo disse ter recebido telefonemas dos líderes de Brasil, França e Holanda sobre a pena de morte, mas afirmou que os apelos não serão atendidos. De acordo com informações da BBC, o governo Francês chamou o embaixador da Indonésia no país para falar sobre a preocupação com o destino de Serge Atlaoui, preso no país por tráfico de drogas e condenado a morte.

As autoridades australianas, que também apelam pela vida de dois condenados, fizeram uma grande campanha diplomática pelas vidas de Myuran Sukumaran e Andrew Chan. O primeiro-ministro autraliano, Tony Abbott, causou um mal estar na semana passada quando disse que a Indonésia deveria se lembrar da ajuda de 1 bilhão de dólares australianos enviada ao país após o tsunami que atingiu o país em 2004.

Marco Archer foi executado na Indonésia no dia 17 de janeiro, apesar do pedido de clemência feito pelo governo brasileiro. A presidente telefonou para o presidente indonésio Joko Widodo. Na ocasião, ela afirmou ao colega que no Brasil não há pena de morte, e que o fuzilamento do brasileiro causaria comoção e estremeceria as relações entre Brasil e Indonésia.

Outro brasileiro aguarda no corredor da morte na Indonésia. O nome de Rodrigo Gularte, condenado por tráfico de drogas, consta numa lista divulgada pelo governo indonésio no início do mês. Diagnosticado com esquizofrenia, o brasileiro pode ter sua sentença suspensa.

Fonte: 24 fev 2015



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Posted 27 de November de 2017 - 16:19

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A29 Super Tucano cai na Indonésia
Super Tucano caiu durante exercício. Segundo agências, três pessoas morreram no acidente.
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Equipes de resgate carregam uma parte do avião indonésio da Força Aérea na Indonésia, nesta quarta-feira (10). (o: AP)
Três indonésios morreram nesta quarta-feira (10), uma mulher e dois militares, depois que um avião militar Super Tucano, caiu em uma zona residencial em Malang, no leste da ilha de Java, de acordo com informações das agências AP e EFE.
O piloto, copiloto e um civil foram levados a um hospital após o acidente, onde morreram por causa dos ferimentos sofridos, informou o porta-voz da base aérea de Abdul Rahman Saleh, o comandante Hamdi Londong, citado pela imprensa local.
O aparelho, um avião turboélice Super Tucano, efetuava um voo de treino quando caiu, por causas que são investigadas, sobre uma casa na qual se encontrava uma mulher, segundo o canal "MetronewsTV".
O ministro da Defesa da Indonésia, Ryamizard Ryacudu, afirmou aos jornalistas que era um avião "relativamente" novo e em boas condições, por isso que os especialistas terão que estabelecer se o acidente foi ocasionado por falha mecânica ou um erro humano.
O avião é um modelo fabricado no Brasil e projetado para ações militares, como ataques leves, treinamento avançado, vigilância, intercepção aérea e contra insurgência. A Indonésia comprou 16 aviões Super Tucano  do Brasil, avaliados em US$ 260 milhões, dos quais recebeu 8, que têm como base no Esquadrão 21 de Malang.
O acidente ocorreu dois meses depois que dois pilotos morreram no acidente de outro avião militar que também efetuava um voo de treino.
Em junho de 2015, outro avião da Força Aérea indonésia caiu chocou em um bairro de Medan, capital da província de Sumatra do Norte, durante a decolagem e deixou 142 mortos.
Entrega do primeiro lote de Super Tucano para a Força Aérea da Indonésia
As aeronaves foram entregues em agosto de 2012, na sede da Embraer em São José dos Campos, no interior de São Paulo, quatro aeronaves A-29 Super Tucano para a Força Aérea da Indonésia.
A entrega fez parte do primeiro lote de um acordo firmado com o país da Ásia em 2010. A encomenda inicial ainda previa o fornecimento de outras quatro aeronaves do mesmo modelo. Um segundo tratado entre a Força Aérea da Indonésia e a Embraer de outras oito unidades foi fechado ainda no mesmo ano com previsão de entrega a partir de 2014.
Fonte:  Defesanet 10 fev 2016



#7 jambock

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Posted 27 de November de 2017 - 16:22

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Embraer completa entrega de Super Tucanos para Indonésia
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Ações antiguerrilha constituem a principal missão dos A-29B indonésios. (Imagem: Embraer D&S)
O último lote de quatro aviões de ataque leve e treinamento avançado A-29B Super Tucano, dos 16 aviões do modelo vendidos para a Indonésia, chegaram recentemente ao país asiático para juntar-se aos 12 exemplares já entregues pela Embraer Defesa e Segurança.
Um lote inicial, de oito unidades, foi encomendado pelo governo de Jacarta no dia 10 de novembro de 2010. Os quatro primeiros avões desse lote foram entregues no dia 06 de agosto de 2012. Durante o evento, a Embraer D&S confirmou a encomenda de um segundo lote, agora de oito A-29B, sendo que os quatro primeiros foram entregues no dia 02 de novembro de 2015.
Os A-29B da Força Aérea da Indonésia estão operando no Skadron Udara 21, sediado em Malang, em substituição aos veteranos OV-10 Bronco de fabricação norte-americana. Um exemplar foi perdido em acidente ocorrido no dia 10 de fevereiro deste ano e suas causas estão sendo investigadas.
Fonte: Airforces Monthly via Ivan Plavetz Tecnodefesa 17 mai 2016



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Posted 27 de November de 2017 - 16:26

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Mais um ‘front’! Indonésia desdobra os A-29 Super Tucano para defender a fronteira norte do país

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Embraer A-29 Super Tucano fotografado antes da entrega à Indonésia, ainda com a matrícula brasileira

Depois de ser escolhido para ver o combate COIN (counterinsurgency) em cenários tão diversos quanto a fronteira leste do Líbano, o lado Oeste do Afeganistão, a parte meridional da Indonésia e os areais da República Islâmica da Mauritânia, entre outros, o turboélice A-29 Super Tucano da Embraer está recebendo nova missão.
O governo de Jacarta escolheu o EMB-314 para ser o seu “representante” (componente) aéreo no esforço tripartite anti-guerrilha montado este ano pelas Forças Armadas da Indonésia, Malásia e Filipinas.
A Aviação Militar Indonésia decidiu criar uma nova estrutura operacional (a princípio, seis aeronaves) no Aeroporto Internacional Juwata, da ilha de Tarakan, bem defronte à cidade malaia de Sabah.
A unidade será formada com parte dos 15 Super Tucanos adquiridos à companhia brasileira Embraer (eram 16 aparelhos, mas um foi perdido em fevereiro de 2016) entre os anos de 2010 e 2016.
Os aviões compõem, atualmente, o Esquadrão Nº 21, sediado no Aeroporto Abdul Rachman Saleh, de Malang, 1.373 km (em linha reta) ao sul de Tarakan.
Na terceira semana de junho último, a Administração do presidente filipino Rodrigo Duterte anunciou a formação de uma Patrulha Marítima Trilateral com a Indonésia e a Malaísia, para combater os ativistas islâmicos apontados como responsáveis por ações de pirataria marítima, terrorismo e sequestros.
Desde essa época a cooperação militar entre esses países vem se expandindo.
Base – Os Super Tucanos serão alojados em um estacionamento de aeronaves de 183 m de comprimento, concluído em dezembro de 2014 para abrigar quatro caças Sukhoi Su-30 e dois quadrimotores de carga Hercules C-130.
O plano do governo de Jacarta é organizar em Tarakan uma base de operações de Defesa Aérea, que além dos Super Tucanos, possa abrigar uma unidade de aeronaves de vigilância não tripuladas.
A primeira etapa do plano deverá estar totalmente concluída no ano de 2022. Posteriormente os indonésios planejam ampliar essa infraestrutura, de maneira a que as instalações militares se expandam e fiquem aptas a receber outros tipos de aeronave, de combate aéreo, ataque ao solo e busca e resgate.
Fonte: Roberto Lopes site Poder Aéreo 27 nov 2017