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Boeing negocia compra da Embraer, diz jornal

Boeing Embraer aquisição

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#41 Cmt Eduardo Pqd

Cmt Eduardo Pqd
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Posted 22 de December de 2017 - 08:01

   Se vai ou não demitir nunca se sabe, se aos poucos vai depenar a empresa e pegar o que interessa não se sabe, afinal como dizem aqui negócios são negócios..não vejo assim.

       Ufanismo???? Defender a única empresa de porte que nos coloca no mercado internacional é Ufanismo??? Alguns me parecem o Chico Buarque falando das desigualdades elogiando o PT mas morando em Paris...

Tive a oportunidade de ir na Embraer mês passado e em palestra foi passado que com uma nova americana lei a cerca do MTOW das aeronaves consideradas "Regionais" somente o ERJ 175 se não me engano se enquadrava e que iria isso ter um impacto grande nas vendas de outras empresas...

Não foi só a privatização que tornou a Embraer o que é Hoje, o desenvolvimento da aeronave AMX em parceria com ao Aermacchi Italiana também deu um salto tecnológico na empresa e a lançou ao que é hoje e com o desenvolvimento do Gripen em fase final o segundo salto tecnológico vai ser tão grande quanto o primeiro

    Temos um aeronave militar em fase de certificação final, vai passar a ser boeing???

  E o programa FX2 que também no futuro terá grande impacto nas operações da Embraer, afinal muitas subsidiárias da Embraer fabricarão componentes da aeronave, terão dedo americano?

   A Embraer é considerada indústria estratégica de Defesa, e sua parte militar a Embraer Indústria e Defesa na venda de Aeronaves precisa do aval do Ministério da Defesa para vender seus equipamentos, e se for Boeing, como vai ficar o negocio enrola um pouco...


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#42 PHAJET

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Posted 22 de December de 2017 - 09:02

Tem caroço nesse angu... Há 3 meses, a Folha de SP, noticiou que o Ministro da Fazenda, Meirelles, estaria interessado em se livrar das ações, "golden share", do governo, na VALE, IRB e EMBRAER. As transações não foram adiante em função de o TCU ter alertado o governo sobre o valor bilionário destas.

 

Há especulações de que Temer sofreu forte pressão dos Oficiais Superiores das Forças Armadas, contrários à incorporação da Boeing na EMBRAER, por isso, hoje foi à público dizer que a empresa não receberá seu aval para a venda.

 

pressão de militar? só se for de militar norte-americano, porque os do Brasil mesmo não são mais nacionalistas, o neoliberalismo invadiu até mesmo as escolas militares, tenho percebido isso ao conversar com pessoas que saíram dessas escolas recentemente, é impressionante. vão entregar tudo mesmo...



#43 José Castro

José Castro
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Posted 22 de December de 2017 - 09:16

Vamos lá pensar um pouco além do umbigo tuoiniquim.
Essa negociação poder ser boa ou ruim sim a depender das condições impostas pelo Brasil na manutenção das unidades fabris e empregos por aqui. Mas vamos lá ao importante, nesse mercado altamente competitivo o poderia econômico impera, e nele ainda entra o poder político de uma grande potência. A Embraer é fábrica de nicho e nele continuará, não tem poder econômico pra poder entrar e bater de frente contra dois gigantes Boeing e Airbus. Mas os dois gigantes podem bater nela e forte, ainda mais que agora a Bombardier está sob manto europeu, tendo dinheiro, poder, mercados e fábricas diversas.
Sob esta ótica a Embraer tem sim alguma vulnerabilidade quanto a seu futuro, ainda mais com os chineses querendo entrar no grupo dos grandes fabricantes aeronáuticos (é questão de tempo).
Tem ainda a Embraer ter que lutar pra sobreviver num ambiente econômico hostil como é o Brasil.
Se não pensar adiante, pode ser que o futuro da Embraer tenha sim esse risco concreto.

Mas e com a Boeing?
Ganharia um poderio como a Bombardier o teve com a Airbus, e tendo como falei um contrato bem amarrado, no Brasil manteríamos os empregos e fábricas, ganhando em know how. Sonhar em ter B73 brasileiro acho surreal, mas expandir o nosso produto E2 para lá é bem factível.
Os dois fabricantes não tem competição de produtos entre si como tem o grupo do outro lado (Airbus), e seja em aviões civis, seja militares. A Boeing ganharia e muito no portfólio com modelos regionais, militar leve (A 29 ST), alem da executiva que a Boeing não tem uma linha diversificada e consolidada como são os produtos da Embraer . Na divisão militar mais pesada e custosa, a Embraer não tem o mesmo cacife, mas poderia ganhar em know how, além do enorme ganho em musculatura financeira. Trocando em miúdos seria algo sensato em ficar o E2 produzido lá e aqui, executiva idem, linha militar leve aqui, linha KC lá e aqui. Mas B73 creio que só lá.

Não seria tão mau negócio como os ufanistas querem que pareça. É um caso que merece sentar no banco e ver se vai sair além de uma volta de mãos dadas. É torcer pra que saia namoro.

Edited by José Castro, 22 de December de 2017 - 09:19 .

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#44 José Castro

José Castro
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Posted 22 de December de 2017 - 09:27

A ação mais valiosa que a Embraer tem hoje é a "golden share" do governo brasileiro a "ação de ouro" concede poder de veto numa eventual venda da companhia para a Boeing, caso avancem as tratativas entre as duas empresas anunciadas nesta quinta-feira (21).

A opinião é do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, que foi presidente do BNDES nos anos 1990 e atuou no processo de privatização da Embraer. Para ele, o governo tem de extrair os melhores benefícios que o negócio pode trazer à indústria brasileira, fazendo exigências como manutenção da produção no país.

*

Folha - Como o sr. avalia as tratativas entre Boeing e Embraer?

Luiz Carlos Mendonça de Barros - Quando saiu a notícia de que a Airbus tinha comprado a operação de aviões pequenos da Bombardier, em outubro, eu comentei com várias pessoas que a Embraer ia ser comprada pela Boeing. Ela faria isso para incorporar na linha de produtos os aviões abaixo de 120 ou 130 lugares. Quem tem esse mercado é a Embraer. A Boeing não tem que comprar a Embraer. Ela tem que comprar o mercado da Embraer.

'Comprar o mercado' como?

Quando saiu o negócio da Airbus, eu te garanto que, no dia seguinte, a Boeing começou a conversar com a Embraer. Não é a questão de produzir aviões. É comprar o mercado para ter a linha completa. Aí o preço que ela vai pagar não está relacionado a Ebitda, a lucro, coisa nenhuma.

Qual é a grande importância da Embraer para a Boeing?

A Boeing terá que ter aviões menores, de 90, 110, 75 lugares, na linha dela para competir com a Airbus [que em outubro anunciou acordo com a Bombardier no mercado de aviões menores]. E quem tem tecnologia de produção de software é a Embraer. E, aí, o que o governo tem que fazer é, sabendo dessa necessidade, extrair compromissos da Boeing que tenham reflexo sobre a indústria brasileira.

Como o governo deveria aproveitar a "golden share"?

A ação mais valiosa que tem na Embraer hoje é a "golden share" do governo. Ela vai valer mais do que a ação normal num contexto desses porque tem o poder de veto. Isso dá ao governo o poder de impor certas condições. Mas tem que ser usado em benefício da empresa e da economia brasileira, e não como um viés nacionalista ultrapassado. Precisa ter a dimensão do que vale isso hoje. O único risco é o Temer ter uma febre nacionalista que leve para o lado da importância de ser brasileiro.

No caso da associação entre Bombardier e Airbus, Québec é nacionalista, eles fizeram sob a forma de uma associação em uma outra empresa.

Que condições o governo deveria impor?

Por exemplo, a produção. A Embraer é um software de como se produz avião pequeno. Mas ela praticamente compra tudo de terceiros. Então, é muito fácil para a Boeing pegar esse software e levar para os Estados Unidos. O governo vai ter que usar a "golden share" para impor essas condições.

A produção tem que ser aqui. E aí é importante porque a produção da Boeing vai ser muito maior do que a Embraer produz hoje. O objetivo tem que ser absorver mais produção aqui no Brasil.

Como os órgãos de concorrência vão avaliar isso?

Isso eles sabem fazer direito. O importante é que a bola agora está com o governo brasileiro. Ele tem que extrair o máximo sem atrapalhar o negócio. Se a Boeing não comprar a Embraer, ela vai desenvolver a linha de aviões dela. E aí a Embraer vai ficar fora. Como é que ela vai concorrer com a Boeing e a Airbus?

Como fica a área de defesa da Embraer?

A Boeing tem mais coisas em defesa do que a Embraer. Poderia obrigar a ter uma colaboração.

http://www1.folha.uo...conomista.shtml



Tem mais pessoas pensando na mesma linha que relatei no post anterior.
São negócios, tem que ser vistos pelo lado racional, e não emocional.
E o anão pode crescer junto com gigante. Se for bem amarrado pode ser bem interessante para a Empresa e o País. Eles estão mais interessados que a Embraer. Para eles é um negócio muito estratégico. Agora se pegar carona pra se beneficiar na oportunidade .

Edited by José Castro, 22 de December de 2017 - 09:30 .


#45 PHAJET

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Posted 22 de December de 2017 - 09:42

O governo Temer e a desnacionalização do pré-sal e da Embraer

Por Pedro Paulo Zahluth Bastos
Da Carta Capital

Não é de hoje que o PMDB nacionalista de Ulysses Guimarães e Severo Gomes aderiu à globalização e ao neoliberalismo. Há, porém, uma diferença entre o governo liderado por Michel Temer e Henrique Meirelles e os transformismos anteriores.

Na década de 1990, o partido foi coadjuvante do PSDB nos sonhos globalizantes, mas a adesão parecia motivada mais pelos pedágios da governabilidade do que por uma adesão genuína ao credo neoliberal.

Em 2015, contudo, o novo programa do PMDB, "Uma ponte para o Futuro", anunciou em grande estilo uma adesão radical ao neoliberalismo. Enquanto Donald Trump e o Brexit anunciavam novas fissuras na globalização, o PMDB jurava que “a globalização é o destino das economias que pretendem crescer”.

A meta fundamental é instituir um modelo de crescimento orientado prioritariamente para o mercado internacional, substituindo um orientado prioritariamente para o mercado interno. As demais reformas se enquadram nisto, voltadas a evitar a elevação de tributos e reduzir custos salariais diretos e indiretos.

O sonho de Temer e Meirelles é que o Brasil se torne um paraíso dos investidores e, enfim, seja capaz de disputar investimentos externos não só com China e México como nos anos 1990, mas também com Vietnã e Bangladesh.

Lembremos o que aconteceu nos anos 1990: o projeto neoliberal assegura apenas a inclusão de uma parcela minoritária da população no mercado global, gera enorme instabilidade econômica, política e social e normalmente acaba com uma crise cambial e financeira.

Enriquece, no entanto, um bom número de financistas, empresários e tecnocratas locais associados às filiais estrangeiras e aos fundos de investimento globais. O preço é transformar ex-empresários locais em acionistas periféricos de novas filiais resultantes da anexação das firmas nacionais.

Foi este risco que abriu um espaço para o PT no empresariado local que pretendia manter alguma independência diante da ameaça de anexação representada pela globalização sem controle. José de Alencar e Emílio Odebrecht, entre outros, perceberam que sem concessões e apoio à parte das demandas populares representadas pelo PT, o empresariado nacional desaparecia.

Para o PT, o apoio ao empresariado nacional não só asseguraria a geração de emprego e renda no País como conferiria suporte político para um projeto de melhora das condições de vida de trabalhadores pobres e excluídos sem ameaça à ordem social.

Como sabemos, um calcanhar de Aquiles deste projeto era que os mecanismos de produção de governabilidade típicos do sistema político brasileiro não foram reformados, mas talvez até aprofundados. Os esquemas de corrupção do neoliberalismo não foram denunciados nem interrompidos.

Os “compadres” que ganharam leilões de privatização e informações financeiras privilegiadas nos anos 1990 foram substituídos pelos que superfaturavam bens e serviços nos programas crescentes de investimento público que contribuíram, de fato, para a aceleração do crescimento na segunda metade da década passada.

 

Depois da Operação Lava Jato e do impeachment para o qual ela contribuiu, os compadres voltaram a ser os antigos, provavelmente sem precisar corromper ninguém. As filiais estrangeiras que terão direito a 1 trilhão de reais de cortes de impostos nas concessões do pré-sal, descobertas pelo esforço tecnológico de décadas dos brasileiros que, um dia, foram mobilizados pela bandeira “O Petróleo é Nosso”. Ou as empresas chinesas que pretendem comprar terras no País para evitar intermediários locais na oferta de soja e carne para o mercado chinês.

Em 2016, um dia depois da Assembleia Geral da ONU, Temer admitiu a empresários reunidos no Council of the Americas que o impeachment ocorreu porque Dilma recusou a "Ponte para o Futuro" , que tanto interessava aos investidores estrangeiros. Na Assembleia da ONU de 2017, o peemedebista anunciou que o Brasil está "mais aberto para o mundo".

Enquanto isto, Meirelles exortava a comunidade empresarial dos EUA a investir no Brasil, pois os preços  ainda não acompanhavam a "recuperação da economia". Comprem o Brasil enquanto está barato.

Curiosamente, a Embraer sempre foi citada como exemplo isolado do sucesso do neoliberalismo, o caso de um estatal que, privatizada, ganhou o mundo. De fato, a Embraer é uma das poucas empresas brasileiras, como a Petrobras, que se insere como “agregadora de sistemas” na economia global.

Ou seja, domina capacitações tecnológicas e organizacionais que lhe permite organizar um sistema de produção e distribuição em escala global, a partir de uma base nacional. Isto é importante não apenas para a geração local de renda e impostos, mas também por causa da difusão de tecnologias e encomendas para todo um complexo regional de fornecedores de bens e serviços de maior capacitação tecnológica.

O que os neoliberais escondem é que a Embraer não é uma ilha de excelência privada em um oceano de ineficiência pública. Além de herdar equipes da própria empresa estatal, o sucesso da Embraer contou com instituições públicas que corrigem falhas de mercado, como a oferta de financiamento de longo prazo para a inovação e provisão de infraestrutura científica para a formação de pessoal qualificado.

O sucesso global da Embraer é inexplicável sem o BNDES, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o Centro Tecnológico Aeroespacial, a prefeitura e outras instituições públicas e privadas enraizadas em um local, São José dos Campos.

Na quinta-feira 21 o The Wall Street Journal anunciou a provável anexação da Embraer pela Boeing. Se a aquisição se confirmar, o mais provável não é que os fornecedores locais no polo tecnológico e empresarial de São José dos Campos passem a suprir encomendas globais da Boeing. É de esperar que sejam substituídos nas próprias encomendas da Embraer por outros fornecedores da Boeing no resto do mundo, como é de praxe.

O governo brasileiro tem o poder de vetar a transação. Se não o fizer, além de representar mais um episódio do projeto do governo Temer de desmontar instituições de controle e orientação da inserção nacional na globalização, a anexação deve revelar o verdadeiro significado do neoliberalismo nos trópicos.

Hoje, não se trata sobretudo de criar e ocupar “nichos” produtivos e tecnológicos especializados no mercado global, mas vender ativos (de empresas a terras) e criar uma casta de rentistas e acionistas periféricos de filiais e fundos de investimento globais. Será este o destino dos últimos empresários nacionais de porte?

Se o projeto neoliberal compartilhado pelo PMDB e o PSDB vencer nas eleições de 2018, talvez nos reste apostar qual será a próxima grande empresa brasileira a ser desnacionalizada. A Petrobras, a Vale ou a Odebrecht

 Pedro Paulo Zahluth Bastos é professor visitante na UC Berkeley e professor licenciado da Unicamp



#46 edu2703

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Posted 22 de December de 2017 - 10:32

O ufanismo é presente nos comentários no Facebook. Gente pedindo para Embraer construir widebody para peitar a Airbus e a Boeing.

Ah,tá. Senta lá, Cláudia!

Os ufanistas querem que a Embraer decrete falência forcando-a a gastar bilhões de dólares em projetos que possuem um altíssimo risco de se tornarem fracassos comercias como um widebody por exemplo. O mercado de widebodies já está dominado pelo duopolio Airbus-Boeing.

Os ufanistas aqui estão repetindo o mesmo dos anti-privatistas da década de 90. E felizmente aconteceu o oposto dos que anti-privatistas disseram que ia acontecer se a Embraer fosse privatizada.

Agora os ufanistas repetem o mesmo discurso. Com certeza isso não ajuda no convencimento de que o negócio Boeing-Embraer é um mau negócio para a Embraer.

#47 Stelios4K

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Posted 22 de December de 2017 - 10:49

o mais bizarro foi escutar o presidente dos metalurgicos de SJK falando que a Embraer não só não deveria ser vendida, mas que o governo tinha que reestatizar. 


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#48 A350XWB

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Posted 22 de December de 2017 - 10:52

Nem tenho opinião formada nem essa paixão orgulhosa pela Embraer mas fica curiosos ver a surpresa dos senhores em constatar que:

1) Esse lixo de governo quer rifar o Brasil custe o que custar, pouco se importando se é defesa, estratégico ou orgulho nacional.

2) Todo mundo defende o capitalismo desenfreado ATÉ a água bater na bunda, até a cia aérea cobrar algo que você ache injusto, tirar o voo da sua cidade e até perceberem que pro capitalismo, orgulho nacional e fronteiras não existem e se existem podem ser compradas.

Podem se digladiar aí.
Nosso latim não vai resolver nada.
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#49 Moderação Contato Radar

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Posted 22 de December de 2017 - 11:05

Ter opiniões divergentes, tudo bem. Mas, a partir do momento que vira ofensa, provocação e ironia com os outros usuários, não será tolerado.

 

Usuário expulso e os posts que faziam referência às infrações também foram apagados.


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#50 edu2703

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Posted 22 de December de 2017 - 11:06

Entrevista de Ozires Silva ao jornal OVALE

"Não se trata de uma compra da Embraer pela Boeing. Eles estão propondo uma parceria. Não é uma coisa ruim, ao contrário. É uma proposta muito honrosa para a empresa. Quando poderíamos imaginar que a Boeing iria se preocupar com o Brasil? Eles querem uma parceria, pois estão com dificuldades na área técnica deles. A Boeing já elogiou muito a capacidade dos nossos colaboradores e está interessada nisso", afirmou Ozires, que também é colunista do jornal OVALE.

O fundador da empresa joseense até se permitiu brincar com a situação. "Não há negociação para a Boeing comprar a Embraer. Vai que a Embraer compre a Boeing?", disse, por telefone.

Link:http://www.ovale.com...m-a-boeing.html
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#51 Landing

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Posted 22 de December de 2017 - 11:53

 

O governo Temer e a desnacionalização do pré-sal e da Embraer

Por Pedro Paulo Zahluth Bastos
Da Carta Capital

 

Eu falo que esquerdismo é doença e tem gente que acha que é exagero meu!


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#52 Landing

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Posted 22 de December de 2017 - 11:56

o mais bizarro foi escutar o presidente dos metalurgicos de SJK falando que a Embraer não só não deveria ser vendida, mas que o governo tinha que reestatizar. 

 

já usou o gancho para fazer propaganda daquilo que eles adoram! uma teta para mamar com direito a estabilidade!


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#53 PR-FHI

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Posted 22 de December de 2017 - 12:59

Lito:

https://youtu.be/yPNNmySOXKw
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#54 Eduardo Mello

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Posted 22 de December de 2017 - 13:23

Ainda tem muita coisa pra rolar, mas o que aconteceria se amanhã a Boeing lançasse uma nova família de aviões entre 70-120 assentos, ou se a Embraer resolvesse levar toda a linha de produção dos E-Jets para a fábrica dos EUA?

Se acontecer essa fusão (ou venda), amarre o acordo para que continuem a produzir e desenvolver aviões no Brasil, mantendo (ou até expandindo) os empregos e a geração de tecnologia. A área de defesa da Embraer é que possivelmente será mais beneficiada por ter o nome Boeing atrelado aos seus aviões.

E pode -se supor que essa "fusão" tem embutido a questão do mercado de narrows na AL. Basta ver que as principais empresas (LATAM, Avianca e Azul) estão comprando a família A32X ao invés de 737.

 

Quanto a questão de "ORGULHO NACIONAL", toda semana abasteço minha moto com combustível feito por uma empresa BRASILEIRA, nacional, etc. Mas HOJE (22/12/2017) tenho que pagar (em Alta Floresta-MT) R$ 4,89 por cada litro dessa gasolina. E se quiser comprar um botijão de gás, tenho que desembolsar R$ 120,00. Ou seja, não tenho como cidadão, benefício nenhum por ter uma empresa de "ORGULHO NACIONAL" produzindo combustível.


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#55 PT-KTR

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Posted 22 de December de 2017 - 13:28

Ainda tem muita coisa pra rolar, mas o que aconteceria se amanhã a Boeing lançasse uma nova família de aviões entre 70-120 assentos, ou se a Embraer resolvesse levar toda a linha de produção dos E-Jets para a fábrica dos EUA?
Se acontecer essa fusão (ou venda), amarre o acordo para que continuem a produzir e desenvolver aviões no Brasil, mantendo (ou até expandindo) os empregos e a geração de tecnologia. A área de defesa da Embraer é que possivelmente será mais beneficiada por ter o nome Boeing atrelado aos seus aviões.
E pode -se supor que essa "fusão" tem embutido a questão do mercado de narrows na AL. Basta ver que as principais empresas (LATAM, Avianca e Azul) estão comprando a família A32X ao invés de 737.
 
Quanto a questão de "ORGULHO NACIONAL", toda semana abasteço minha moto com combustível feito por uma empresa BRASILEIRA, nacional, etc. Mas HOJE (22/12/2017) tenho que pagar (em Alta Floresta-MT) R$ 4,89 por cada litro dessa gasolina. E se quiser comprar um botijão de gás, tenho que desembolsar R$ 120,00. Ou seja, não tenho como cidadão, benefício nenhum por ter uma empresa de "ORGULHO NACIONAL" produzindo combustível.


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#56 LipeGIG

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Posted 22 de December de 2017 - 13:39

Uma pena parte do povo Brasileiro ainda ter o pensamento que certas empresas "pertencem ao povo"

 

Todo mundo reclama da classe politica mas por incrivel que pareça torcem para que o governo compre a Embraer (o que eles não pensam é que ai serão diretores indicados que não entendem nada de aviação e nem de administração, supervisores, gerentes e afins com indicações politicas) mantenha o Banco do Brasil, a Petrobras, os Correios e afins.

 

Pra mim, tem que vender TUDO.

Nem eu nem ninguém pode entrar no BB e se achar dono e "retirar" R$ 10 , o fato da Petrobras ser publica não nos garante combustivel mais barato, os Correios vivem perdendo dinheiro pois ninguem faz o que precisa ser feito....

 

Lugar de empresa é na mão da iniciativa privada... tem que ter DONO, tem que ter COBRANÇA de DESEMPENHO...  tudo que é publico tem resultado pifio, vive no noticiário mais por roubos do que por méritos financeiros e vive da indicação de politicos a bordo.

Estatal só ajuda politico a ter mais espaço para seus indicados e para " negociar apoio " ao governo.

 

Por mim podem vender a Embraer a Boeing ou a Airbus, e eu só creio que o governo deve usar a Golden Share para negociar uma nova Golden Share - onde busque uma compensação adequada (eu diria 100 bolsas de estudo integrais para engenheiros em universidades de primeira linha nos EUA durante os proximos 25 anos com compromisso de regresso, transferência de tecnologias em aviação civil, protocolo de acesso a tecnologias para aviação militar, manutenção da rede de CEFETs por 10 anos, manutenção de acesso do ITA e IME a Embraer por 30 anos)

 

Ou seja, buscar as bases de formação tecnológica.


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#57 Paulo Bueno

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Posted 22 de December de 2017 - 13:45

Exato. Meu orgulho é poder pagar um valor justo por um produto justo. Pegando seu gancho, 27% não é gasolina...

#58 PaxPoa

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Posted 22 de December de 2017 - 13:51

Reação do mercado ao anúncio da associação Boeing + Embraer:

 

Embraer + 21%

Boeing -1%

 

Mesmo que tenha havido ações especulativas, isto representa bem claramente que a longo prazo a associação é boa para a Embraer e seus acionistas.



#59 Schonarth

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Posted 22 de December de 2017 - 13:59

Um ponto importante que poucos estão levantando é como fica a Embraer sozinha para enfrentar a Bombardier junto da Airbus. Como seria o futuro da empresa brasileira tendo que enfrentar diretamente a maior empresa do setor?

 

Nesse caso não seria mais vantajoso juntar forças com a Boeing e SER a maior do setor?


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#60 GILMARM

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Posted 22 de December de 2017 - 14:01

Pensando bem, é importante a compra da EMBRAER pela Boeing em vista a Airbus Bombardier, nesta disputa poder ser que a EMBRAER saia prejudicada, visto o poder da Airbus agora com a linha CSeries. Agora tem que ver como será o acordo da compra, mas acredito ser melhor para a EMBRAER até com a nova concorrência, Mitsubishi, COMAC, Etc. 


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