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Galeão terá programa de incentivo para novos voos


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#81 A350XWB

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Posted 10 de January de 2018 - 19:49

 
Voltamos ao mesmo problema... nossos Deputados e executivos de agências reguladoras não estão aí para resolver problemas comuns ou burocracias de processos antigos e desatualizados.
 
Carimbo de passaporte é burocracia burra em tempos de tecnologia em que se consegue LER e GUARDAR toda informação do passaporte em menos de 1s.
 
O que ocorre é que teriam que existir processos entre as Policias Estaduais e a DPF para acessar registro de passaporte de estrangeiros, A DFP já tem os dados no sistema. Se não conseguimos nem lidar com carteiras de identidade estaduais....


Concordo 100%! Só cabe observar que a extensa maioria dos países carimba a saída, então não é incompetência exclusivamente brazuca.

Na verdade só me lembro de EUA e UK que não carimbam.

#82 C010T3

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Posted 10 de January de 2018 - 20:27

Nos EUA, não segregam entre voos domésticos e internacionais na partida, porque não existe a opção de chegada sem passagem por imigração e aduana, ou seja, todas as chegadas são entradas no país.

No Brasil e na maior parte dos países do mundo, a segregação existe com o intuito de possibilitar que o controle das fronteiras seja feito por encarregados da PF e, não, por encarregados das empresas transportadoras, já que há conflito de interesse entre o ímpeto de transportar da companhias aérea e a necessidade de impedir o transporte caso não possa sair a pessoa do país.

Sinceramente, o a fórmula do Brasil é superior. O erro está nos projetos aeroportuários brasileiros. A Área de Schengen demonstrou claramente como se projeta aeroporto flexíveis de acordo com operações domésticas e internacionais.

É uma questão de ter um andar inteiro para cada propósito alcançando todas as pontes de embarque.

#83 Delmo

Delmo
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Posted 11 de January de 2018 - 08:08

Concordo 100%! Só cabe observar que a extensa maioria dos países carimba a saída, então não é incompetência exclusivamente brazuca.

Na verdade só me lembro de EUA e UK que não carimbam.

 

A Austrália não carimba nem entrada, nem saída, mais. Hong Kong idem. Israel pra maioria só dá papel separado.

 

Só não vou ser contra carimbo porque adoro tê-los kkkkk

 

Mas pior que isso é preencher formulário em avião pra entregar na imigração - coisa mais atiquada do mundo isso.


Edited by Delmo, 11 de January de 2018 - 08:10 .

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#84 C010T3

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Posted 11 de January de 2018 - 19:10

A Austrália não carimba nem entrada, nem saída, mais. Hong Kong idem. Israel pra maioria só dá papel separado.
 
Só não vou ser contra carimbo porque adoro tê-los kkkkk
 
Mas pior que isso é preencher formulário em avião pra entregar na imigração - coisa mais atiquada do mundo isso.


Muitos gostam de ter carimbo, mas eu acho carimbo também positivo, porque é, muitas vezes, sua prova contra uma falha burocrática de algum país.

Levando em consideração que guardar documentos comprobatórios de transporte é algo muito chato, imaginem voltar a um país após um período e constatar que sua saída nunca foi registrada e por isso não é mais admitido?

Receber carimbos de entrada e saída é a coisa mais indolor de todo um processo. Não sei por que virou Geni.

#85 Delmo

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Posted 11 de January de 2018 - 20:34

Muitos gostam de ter carimbo, mas eu acho carimbo também positivo, porque é, muitas vezes, sua prova contra uma falha burocrática de algum país.

Levando em consideração que guardar documentos comprobatórios de transporte é algo muito chato, imaginem voltar a um país após um período e constatar que sua saída nunca foi registrada e por isso não é mais admitido?

Receber carimbos de entrada e saída é a coisa mais indolor de todo um processo. Não sei por que virou Geni.

 

 

Concordo com vc.
Ainda mais que pra alguns países, ter histórico de viagem conta bastante. E isso prejudica.



#86 LipeGIG

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Posted 12 de January de 2018 - 20:05

Nos EUA, não segregam entre voos domésticos e internacionais na partida, porque não existe a opção de chegada sem passagem por imigração e aduana, ou seja, todas as chegadas são entradas no país.

No Brasil e na maior parte dos países do mundo, a segregação existe com o intuito de possibilitar que o controle das fronteiras seja feito por encarregados da PF e, não, por encarregados das empresas transportadoras, já que há conflito de interesse entre o ímpeto de transportar da companhias aérea e a necessidade de impedir o transporte caso não possa sair a pessoa do país.

Sinceramente, o a fórmula do Brasil é superior. O erro está nos projetos aeroportuários brasileiros. A Área de Schengen demonstrou claramente como se projeta aeroporto flexíveis de acordo com operações domésticas e internacionais.

É uma questão de ter um andar inteiro para cada propósito alcançando todas as pontes de embarque.

 

Coiote, aeroportos domésticos dos EUA não dividem o fluxo de chegada. Só os internacionais

Eu vejo a questáo de forma diferente. A unica diferença entre os dois países é que o Brasil permite conexão internacional na sala de trânsito, da mesma forma que Hong Kong, Inglaterra e outros.

 

Acho que o modelo Brasileiro exige investimento desnecessário em uma area separada só para desembarque (mesmo domestico). A unica critica que tenho aos aeroportos americanos é a falta de proteção da esteira de bagagem - isso acho que o modelo Brasileiro é superior -

 

Uma solução simples ? Os embarques internacionais passam pela DPF, mas depois disso os fluxos se juntam para o exame de raio X, que poderia ser um único processo tanto para passageiros domésticos quanto internacionais. E a área comercial deve ser uma unica. Ali , todos são passageiros.



#87 Delmo

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Posted 13 de January de 2018 - 10:13

Não sou a favor de misturar partidas internacionais com a doméstica. Isso pioraria bastante a eficiência dos voos domésticos e diminuiria a segurança dos internacionais.

 

Os requerimentos de segurança são diferentes. Vc embarca com líquido no doméstico, internacional não. Tem Duty Free na saída (faz parte da cultura do brasileiro, que gosta de compras), Polícia Federal (imagina o trabalho de separar quem é doméstico de internacional num GRU...)

 

O controle de narcóticos seria inviabilizado misturando todos os passageiros. Lembrar que o Brasil é emissor de droga. Reino Unido e EUA receptores.

Isso sem falar no tráfico de fauna, flora brasileiros, ouro, joias, crianças que também saem do Brasil.

 

Não há como misturar a saída. Há como tornar a burocracia menor.


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#88 boulosandre

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Posted 13 de January de 2018 - 12:35

Não sou a favor de misturar partidas internacionais com a doméstica. Isso pioraria bastante a eficiência dos voos domésticos e diminuiria a segurança dos internacionais.
 
Os requerimentos de segurança são diferentes. Vc embarca com líquido no doméstico, internacional não. Tem Duty Free na saída (faz parte da cultura do brasileiro, que gosta de compras), Polícia Federal (imagina o trabalho de separar quem é doméstico de internacional num GRU...)
 
O controle de narcóticos seria inviabilizado misturando todos os passageiros. Lembrar que o Brasil é emissor de droga. Reino Unido e EUA receptores.
Isso sem falar no tráfico de fauna, flora brasileiros, ouro, joias, crianças que também saem do Brasil.
 
Não há como misturar a saída. Há como tornar a burocracia menor.


Concordo 100% com vc. Totalmente inviável e desaconselhável no Brasil.

#89 C010T3

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Posted 13 de January de 2018 - 13:58

Coiote, aeroportos domésticos dos EUA não dividem o fluxo de chegada. Só os internacionais


Levando em consideração que mencionei imigração e aduana e me referi à divisão doméstico/internacional, não entendi sua intervenção.


O Brasil não precisa de separação entre embarque e desembarque, seja no doméstico ou no internacional.

Em relação ao GIG, com algumas obras, conseguiriam transformar aquele vazio do andar do desembarque internacional do Píer Sul em sala de embarque doméstica.

Bastaria acabar com a separação de embarque e desembarque. O andar de embarque é espaçoso o suficiente para lidar com a manada de um desembarque.

O posto do controle de passaporte de emigração e imigração poderia ser desenhado de forma a ser utilizado em ambos os sentidos de acordo com a demanda.

Existe horário com pico de chagada, outro com pico de saída e, por fim, há momentos de maior equilíbrio.
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#90 LipeGIG

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Posted 14 de January de 2018 - 00:49

Não sou a favor de misturar partidas internacionais com a doméstica. Isso pioraria bastante a eficiência dos voos domésticos e diminuiria a segurança dos internacionais.

 

Os requerimentos de segurança são diferentes. Vc embarca com líquido no doméstico, internacional não. Tem Duty Free na saída (faz parte da cultura do brasileiro, que gosta de compras), Polícia Federal (imagina o trabalho de separar quem é doméstico de internacional num GRU...)

 

O controle de narcóticos seria inviabilizado misturando todos os passageiros. Lembrar que o Brasil é emissor de droga. Reino Unido e EUA receptores.

Isso sem falar no tráfico de fauna, flora brasileiros, ouro, joias, crianças que também saem do Brasil.

 

Não há como misturar a saída. Há como tornar a burocracia menor.

 

Desculpe a sinceridade mas burocracia é ter dois processos para um mesmo fim : passageiros que irão voar.

Risco de voar doméstico e internacional é o mesmo - não entendo por que diferenciam o que pode passar no raio X (não faz sentido!) .

 

Controle de Drogas ? Vamos ser sinceros, a coisa mais fácil no Brasil é traficante ou bandido em geral, procurado pela policia e afins voar sem qualquer tipo de dificudade... controle de voo doméstico é algo absurdamente fraco (e na maior parte do tempo inexistente).

 

Mas fazer o que... o Brasil é craque nessas coisas - Temos Saude Municipal, Estadual, Federal -  E não funciona nada.... Temos Educação Municipal, Estadual e Federal ... Temos Segurança Publica Municipal, Estadual e Federal....  Mas para que melhorar...  vamos dar emprego a um monte de gente duplicando estruturas e justificando nossas ineficiências. Produtividade ? Palavrão !

 

Otimização ? Tá Ótimo!

 

Não me surpreende que nossos aeroportos mesmo com taxas de embarque muito mais altas que outros lugares, dão prejuizo ou tem geração baixa de caixa. Tem muito mais processos (e pessoas) do que deveriam, e nem conseguem com isso oferecer a segurança que deveriam.

 

Pq se tem um Check Point só nos EUA ? Por que toda cia aérea tem que passar a lista eletronicamente para a Policia de todos os passageiros, seja domestico ou internacional. Pq para o DHS (Department of Homeland Security) não importa se o avião vai para Los Angeles em 6h de voo ou Toronto com 1h, todo mundo tem a mesma regra de segurança pois todo mundo vai... pasmem, voar em um avião.

E ao fazer o terminal ter 1 só nivel operacional, permitem investimentos menores, além de oferecer oportunidades comerciais melhores ( o fluxo é dobrado no tocante ao mercado doméstico). 

Eu não entro no assunto de drogas pois considero uma guerra perdida, da mesma forma que nenhum aeroporto do mundo consegue fiscalizar aduana de forma eficaz.


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#91 Matcerda

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Posted 15 de January de 2018 - 16:22

No Brasil foi um baita avanço, pós concessões, terem acabado com a separação de fluxos nos embarque e desmarque domestico. Para fazer conexão domestica tinha que passar por novo controle de segurança.

A Infraero tinha um pensamento retrógrado que era obrigatório, baseado na possibilidade do aeroporto de origem ter um controle frouxo de segurança. 

A única vantagem era a otimização dos fluxos de desembarque.

 

Como no Brasil é permitido a conexão internacional direto atualmente, concordo com o Coyote, o nível inferior do Pier Sul poderia ser melhor aproveitado.

Mas como já citado em outras situações, duvido que PF permitiria a inversão internacional/ domestico por mero fechamento das portas dos gates.

Por outro lado no GIG não há companhia aérea nacional que faça domestico-inter com alto volume de movimentos. A GOL tem no máximo 6 voos assim durante o dia. 



#92 TheJoker

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Posted 18 de January de 2018 - 11:52

Incentivos para charters:  http://www.riogaleao...ve-program.pptx



#93 LipeGIG

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Posted 19 de January de 2018 - 21:34

Sendo sincero... Acho que deviam regular as origens.

 

Não devem tolerar serviços de aeroportos já servidos. Podem arrumar briga com a British Airways por exemplo se outras empresas resolverem começar a fazer charters LGW-GIG com benefícios.



#94 boulosandre

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Posted 19 de January de 2018 - 21:36

Sendo sincero... Acho que deviam regular as origens.
 
Não devem tolerar serviços de aeroportos já servidos. Podem arrumar briga com a British Airways por exemplo se outras empresas resolverem começar a fazer charters LGW-GIG com benefícios.


Concordo. Inclusive para proteger neste caso o LHR-GIG. Dada a escassez de slots em Heathrow, capaz de cancelarem o voo pro GIG reforçando o charter a partir de LGW.

#95 VictorHugoBrando

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Posted 19 de January de 2018 - 22:42

Concordo. Inclusive para proteger neste caso o LHR-GIG. Dada a escassez de slots em Heathrow, capaz de cancelarem o voo pro GIG reforçando o charter a partir de LGW.

 

Será que isso é o suficiente pra BA deixar o mercado carioca pra fazer meia dúzia de charter a partir de LGW? 

Os públicos de um LHR e um charter de LGW são totalmente diferentes, ainda mais pra British. 


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#96 A340-600

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Posted 23 de January de 2018 - 12:05

100% de desconto em landing fee num voo longo não é quase nada em termos de custos e é um desconto padrão em qualquer aeroporto concessionado.

Precisam de mais atrativos para atrair movimento.



#97 LipeGIG

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Posted 23 de January de 2018 - 16:07

 

Será que isso é o suficiente pra BA deixar o mercado carioca pra fazer meia dúzia de charter a partir de LGW? 

Os públicos de um LHR e um charter de LGW são totalmente diferentes, ainda mais pra British. 

 

Eu não chego a pensar nisso, mas tudo depende do tamanho do mercado que se cria. Se o objetivo é fomentar charters, temos que pensar que o voo charter tende a existir de onde não ocorram voos regulares, o que transforma a operação do charter como um beneficio para turistas (principalmente em locais onde os charters são mais usuais como na Europa).

 

E de novo que falta faz uma "Rio" Airlines - podiam construir uma rede de voos charters para muitos lugares.