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Airbus prepara adeus ao A380


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#1 Tiago

Tiago
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Posted 02 de January de 2018 - 20:58

Fontes ligadas ao setor dizem que a fabricante tem estado a criar planos de contingência por causa deste modelo. Se acordo com a Emirates falhar, produção poderá acabar.  619044.jpg?type=Artigo

 

Em abril deste ano, a Airbus anunciava que tinha redesenhado o A380 superjumbo com um projeto pensado para fazer jus ao nome: mais 80 lugares dentro do mesmo espaço, que contas feitas já dava para 560 passageiros. O motivo? Simples. As reduzidas encomendas dos últimos anos. De acordo com o vice-presidente da unidade de aviões, a ideia era conseguir renascer e ir de «encontro às necessidades do mercado». 

Na linha da frente, como maior operadora Airbus A380 em todo o mundo sempre esteve a Emirates. Mas, de acordo com a Reuters, várias fontes ligadas à aviação defendem que a Airbus tem estado a preparar-se para a possibilidade de deixar de lado a produção deste modelo. «Se não houver acordo com a Emirates, a Airbus iniciará o processo que vai acabar com esta produção», refere fonte liga ao processo, sublinhando que o problema continua a ser a fraca procura. 

Tanto a Emirates como a Airbus recusaram fazer qualquer tipo de comentário sobre o assunto, assim como não foi possível saber quantas pessoas estão envolvidas na produção deste tipo de avião. Ainda assim, de acordo com a Reuters, se acontecer, o fim do modelo deverá ser feito de forma gradual para que seja possível dar resposta a algumas encomendas que a Airbus tem em carteira. 

Mas afinal o que aconteceu entre a fabricante de aeronaves e a Emirates? A meio de novembro deste ano, foi tornado público que a Airbus estava sob grande pressão depois de ver a Emirates, principal cliente do A380, encomendar 40 aviões à Boeing. Em causa estava a compra do 787 Dreamliner 10 da Boeing, em vez do modelo A350. 

Mas isto foi apenas uma pequena parte do problema porque, por outro lado, a Airbus começou a ser fortemente pressionada pela Emirates para garantir a produção do A380 durante pelo menos mais dez anos. E o ultimato chegou, sem demora. Sem essa garantia, a Emirates ameaçou cancelar novas encomendas. 

A posição da Emirates foi tomada depois de ficar claro que a fabricante tem vindo a desistir deste modelo, chegando ao ponto de as novas encomendas serem feitas apenas pela Emirates. 

Tim Clark, CEO da Emirates, chegou a dizer que «eles precisam de garantias sólidas de que, se comprarmos mais aviões, a linha de produção vai ser mantida por período mínimo de anos, e que eles [Airbus] estão cientes das consequências de cancelarem a produção e deixarem-nos entregues à nossa sorte». 

«No mínimo 10 anos. São investimentos de capital consideráveis para nós e não nos podemos dar ao luxo de ter menos de 10 anos; o ideal é que fossem 15. Mas eles é que decidem», acrescentou ainda. 

Já no fim deste ano, a Emirates recebia o centésimo A380. Encomendados estavam então mais 40. Para o CEO da Emirates, não podia ser mais claro que se a Airbus parasse a produção, devido à reduzida procura por este modelo, a frota da Emirates perderia rapidamente o seu valor devido à falta de suporte. 

Recorde-se que este modelo, agora ainda com mais espaço, tem vindo a ser usado principalmente para adicionar vários luxos como bares e áreas de banho ou lojas de duty-free.

 

Fonte: https://sol.sapo.pt/...-adeus-ao-a380-



#2 José Castro

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Posted 03 de January de 2018 - 00:25

É uma pena ver o fim do gigante dos ares.

Como fica o CASK em versão padrão e nessa nova com assentos extras frente ao Dreamliner e A35 ??
Alguém tem essa conta ?

#3 raverbashing

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Posted 03 de January de 2018 - 05:46

Essa versão "nova" aí foi claramente um remendo

Mas é aquilo, difícil justificar a continuidade. Ficar 10 anos só fabricando para a Emirates também acho difícil

Foi um projeto inovador e as vezes eles não dão tão certo quanto se esperava
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#4 Caravelle

Caravelle
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Posted 03 de January de 2018 - 13:44

O título da reportagem é tendencioso e não tem muito a ver com o que está escrito. Será o velho ranço que europeus têm entre si, baseados em guerras e conflitos que ocorrerarm a séculos?

 

Mas o que está escrito é claro, o A380 corre risco de ter sua produção encerrada.

 

Seria um caso parecido com o Concorde, uma aeronave fantástica, que não teve o sucesso comercial esperado, mas trouxe muito conhecimento à quem a projetou e produziu, resultando em outros projetos de grande sucesso.

 

Vale lembrar que o Concorde é um precursor da Airbus, através duas fundadoras dessa, a Aerospatiale e a BAC.



#5 Oliveira_BH

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Posted 03 de January de 2018 - 15:48

Não vou falar que prefiro a Boeing, mas tenho uma certa tendência a preferir a Boeing. Mas é inegável que a Airbus tem produtos fantásticos e que caso o A380 falhe, não seria o fim do mundo. Veja o A350, é incrível! Estão lançando a versão -1000, está conquistando mercado em várias empresas, inclusive americanas, como a Delta. Estão lançando o A330neo. A vida continua. O B747-800 também está praticamente encerrado na versão de passageiros. Os Bimotores estão cada vez mais eficientes, não há mais lugar para os gigantes de quatro motores (infelizmente!).

 

Quanto ao A380, temos notícias do primeiro a ser estocado? Alguém assumiu?


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#6 LipeGIG

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Posted 03 de January de 2018 - 19:20

O A380 está sendo vitima da nova era que exige desenvolvimento mais constante e a oferta de versões com diferentes layouts e dimensões.

 

Quando eu penso que o 747 conseguiu sobreviver com suas variantes 747-100, 200, 300 e 400, que o 777 se reinventou primeiro com o -200 e depois com o incrivel e até hoje surpreendente -300ER. O próprio 767 cativou muitos na versão -200, mandou no mundo com a -300 e ainda teve pequena sobrevida com o -400 (apesar de ter atraido poucos operadores). Do lado da Airbus a própria familia A320 que reina ao longo de já mais de 20 anos e mesmo os A330.

 

O A380 não conseguiu criar nichos dentro de seu projeto. E penso que isso pesou contra o projeto.

O A380-800 sempre foi somente o A380-800 com diferencial de densidade da cabine. Não se criou um A380-700 ou um A380-900 menor ou maior pelo próprio desenho da aeronave

 

E vendo o receio (verdadeiro) da Emirates quanto ao valor de revenda dos A380, sabendo que a empresa vende seus aviões depois de 10-15 anos de vida util na empresa, realmente o prejuizo pode ser milionário, ou ter que manter na frota as aeronaves mesmo não sendo mais "os objetos de desejo que foram em seus primeiros anos de vida"


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#7 Carlo Fratini

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Posted 04 de January de 2018 - 09:59

Pelo que sei a grande maioria dos aviões da Emirates são arrendados.....geralmente com contratos de 10-12 anos.....ou seja, quem teria problemas seriam as empresas de leasing.

 

Dois ex-Singapore Airlines foram devolvidos ao fim do contrato e até agora novos clientes não foram achados.



#8 GILMARM

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Posted 04 de January de 2018 - 10:19

O mercado do A380 talvez não seja tão grande como esperava, focando mais em aeroportos congestionados e com falta de slots, JFK, SFO, PEK, LHR, DXB e mais uma dúzia de aeroportos espalhados pelo mundo. 

 

Os ex-SIA deviam ter leasings mais em conta, com custo mais baixo de alocação compensasse o maior gasto na operação, empresas de charters poderiam ser fortes clientes.

 

Se o custo de um bilhete no A380 fosse a metade de um A350/330neo/B787/777, provavelmente criaria demanda. Exemplo: se um voo de GRU-MIA custa R$ 3.500, será que com o A380 não caía para uns R$ 2.000? Aquela pessoa que estava pensando em ir para o nordeste por este valor, pensará duas vezes para ir para MIA, lembrando que você hospeda em melhores hotéis por lá com os mesmos custo daqui. 



#9 LipeGIG

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Posted 04 de January de 2018 - 15:03

O mercado do A380 talvez não seja tão grande como esperava, focando mais em aeroportos congestionados e com falta de slots, JFK, SFO, PEK, LHR, DXB e mais uma dúzia de aeroportos espalhados pelo mundo. 

 

Os ex-SIA deviam ter leasings mais em conta, com custo mais baixo de alocação compensasse o maior gasto na operação, empresas de charters poderiam ser fortes clientes.

 

Se o custo de um bilhete no A380 fosse a metade de um A350/330neo/B787/777, provavelmente criaria demanda. Exemplo: se um voo de GRU-MIA custa R$ 3.500, será que com o A380 não caía para uns R$ 2.000? Aquela pessoa que estava pensando em ir para o nordeste por este valor, pensará duas vezes para ir para MIA, lembrando que você hospeda em melhores hotéis por lá com os mesmos custo daqui. 

 

O problema é o tamanho da frota.
 

Imagine que se voce tiver só 2 A380 para fazer rodar MIA-GRU esse custo seria proibitivo quanto a tudo que voce precisa manter disponivel para atender a mini-frota. Somente se pensarmos em mais de 10  aeronaves para rodar por exemplo GRU-MIA , GRU-CDG, GRU-MAD, GRU-JFK e GRU-MCO deixando 1 sempre de reserva.

Veja que quem tinha frotas pequenas parece que não gostou do resultado. 



#10 Landing

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Posted 05 de January de 2018 - 14:29

O A380 não conseguiu criar nichos dentro de seu projeto. E penso que isso pesou contra o projeto.

O A380-800 sempre foi somente o A380-800 com diferencial de densidade da cabine. Não se criou um A380-700 ou um A380-900 menor ou maior pelo próprio desenho da aeronave

Esse mercado é muito pequeno para variações.
É só ver na ponta oposta onde o ATR-72 reina hj sozinho.
o maior problema do A380 foi que ele chegou cedo demais, uma década depois surgiram 787 e A350 infinitamente mais leves com o uso dos materiais compostos na fuselagem.



#11 LipeGIG

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Posted 05 de January de 2018 - 17:29

Esse mercado é muito pequeno para variações.
É só ver na ponta oposta onde o ATR-72 reina hj sozinho.
o maior problema do A380 foi que ele chegou cedo demais, uma década depois surgiram 787 e A350 infinitamente mais leves com o uso dos materiais compostos na fuselagem.

 

Você quer dizer que ele chegou tarde então, certo ?

Teve pouco tempo de vida "exclusiva" e concordo, os 787 principalmente, detonaram o conceito de voos "hub to hub". Basta ver o que a British Airways fez... primeiro investiu no A380 para operar rotas mais saturadas...

Mas com o 787 passou a apostar que teria a chance de entrar em novos mercados e lançou voos como Londres-Austin, o que reduz por exemplo a demanda por um A380 operar Londres-Dallas.

E foram mais de 1000 787`s vendidos em uma velocidade incrivel !!!!

 

O A350 e agora os revigorados A330 e 777 só colocaram a definitiva pá de cal no projeto.


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#12 boulosandre

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Posted 05 de January de 2018 - 20:16

Apesar de já estar há 10 anos em operação, os 380 ainda são um chamariz e tanto. Em 2017 voei nele 4 vezes, saindo de LHR, DXB, CDG e JFK, em TODOS os voos e aeroportos havia muita gente fotografando e filmando o 380 de dentro do aviao e dos aeroportos. E olhe que eram em rotas e aeroportos acostumados ao gigante. Imagine na esmagadora maioria dos aeroportos que não recebe ou começou a receber há pouco. É um diferencial e tanto, mas concordo que ele será cada vez mais restrito a poucas rotas mundo afora.

 

Contiuam sendo sim o objeto de desejo de quase todos os passageiros e aeroportos mundo afora e 777s ou 350s nenhum vao mudar isto.


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#13 Comet

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Posted 06 de January de 2018 - 13:13

O A380 é o velho caso do avião bom em época errada. Ele foi lançado já no momento em que o B747, seu principal concorrente, entrava em decadência. As rotas feitas desde os grandes centros e capitais do mundo, que justificavam o desenvolvimento e produção deste tipo de avião de muito grande porte, foram sendo diluídas pelas rotas diretas de aeroportos de cidades menores, servidas por aviões mais eficientes como o B767 e o A330. E em tempos recentes com a introdução dos modelos mais modernos e eficientes, como o B787 e o A350, ficou muito restrito o mercado dos super-jumbos. E os bimotores maiores como o B777-300ER, o novo A350-1000 e futuramente o B777X cumprem perfeitamente as rotas de maior densidade com custos muito menores que qualquer quadrimotor, o que faz a operação destes gigantes pouco interessante para as empresas. Os custos operacionais destes monstros ultrapassa em muito o valor de equilíbrio das companhias aéreas de hoje, e fazer um investimento exigido para tal é quase proibitivo.

Só para um exemplo ilustrativo; O B787-9, num voo de 14hs com payload máximo gasta aproximadamente 80 toneladas de querosene, já o A380 gasta quase 180 toneladas. Mesmo com um número de assentos em média 70% maior, o consumo de combustível é muito mais alto, o que exige uma rota bastante específica e de altíssima densidade de passageiros. Isso sem falar também na despesa geral de manutenção, que no caso de um quadrimotor é especialmente elevada.

É uma pena, em especial aos passageiros, pois é um avião de conforto inigualável, batendo inclusive o Jumbo.


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#14 Landing

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Posted 06 de January de 2018 - 16:12

Você quer dizer que ele chegou tarde então, certo ?

Não. cedo mesmo.

Se ele fosse desenvolvido 10 anos mais tarde ja teria se beneficiado dos materiais compósitos e seria uma aeronave muito mais leve e eficiente!



#15 LipeGIG

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Posted 07 de January de 2018 - 17:44

Não. cedo mesmo.

Se ele fosse desenvolvido 10 anos mais tarde ja teria se beneficiado dos materiais compósitos e seria uma aeronave muito mais leve e eficiente!

 

Entendi

Mas vejo que ele poderia ter chegado alguns anos antes e ser de fato um substituto mais importante dos 747.

 

Realmente, o A380 foi o ultimo avião originário das tecnologias dos anos 90 e criado no fim de uma entre-safra de novos projetos.


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#16 TheJoker

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Posted 07 de January de 2018 - 19:06

E daqui a 10 anos, ou menos, vão estar decretando o fim do B777 pelos mesmos motivos, grande demais, caro demais para adquirir e operar, etc.



#17 leelatim

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Posted 08 de January de 2018 - 20:56

E daqui a 10 anos, ou menos, vão estar decretando o fim do B777 pelos mesmos motivos, grande demais, caro demais para adquirir e operar, etc.


O B777-900 realmente é muito grande, tanto que vendeu pouco, mas tem ao menos um custo de operação baixo se comparado com o A380

#18 jambock

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Posted 08 de February de 2018 - 21:06

Meus prezados

Ao que parece, não vai ser tão breve, não.

http://forum.contato...o/?hl=singapore



#19 jambock

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Posted 08 de February de 2018 - 21:17

Meus prezados

Ao que parece, não vai ser tão breve, não.

http://forum.contato...o/?hl=singapore

 

Mas o primeiro A-380 "já subiu no telhado"...

http://forum.contato...re#entry1346164



#20 A345_Leadership

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Posted 09 de February de 2018 - 11:05

Uma vez li que a capacidade máxima/ideal da aviação seria entre 400-500 passageiros, ou quase dois diários do A330 da Avianca BR.

 

Na época a Airbus tinha esperança em 3 grandes "fronts" de venda do A380: as majors européias, por terem bases em aeroportos com restrições; SE Asiático e Japão, pela grande demanda e crescimento da região; e o mercado de cargas.

 

Mas as majors européias compraram poucos, pois o modelo de hub foi copiado pelas ME3 e esta, entenda-se a EK, tornou a salvadora do A380. A Air France operaria A380 em GRU ou GIG só com forte OD, pois as conexões podem ser feitas via FOR. O SE Asiático até que foi bem, mas tem empresas que compraram o avião por prestígio (MH e TG), Japão está apostando na pulverização de vôos e trocando os B777 por B767/B787 no tronco FUK-HND-CTS, a China só tem um punhado de A380 pela CZ, pois o mercado é muito fragmentado pelas operadoras locais. O mercado de carga mudou o conceito, hoje os porões dos A330/B777 provém grande flexibilidade.

 

Os surgimentos do MAX, do NEO e o futuro MoM da Boeing pode tirar mais mercados dos VLAs, pelo mercado trabalhar em cadeia.