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Lançamento FALCON HEAVY e um Tesla no espaço


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#1 Leonardo PoA

Leonardo PoA
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Posted 07 de February de 2018 - 08:17

Falcon Heavy: por que o lançamento do foguete mais potente do mundo pela Space X é importante
Jonathan AmosBBC
_99915351_falconreuters.jpgDireito de imagemREUTERS

Na mesma plataforma de lançamento de onde o homem partiu para chegar à Lua, ocorreu nesta terça um novo marco da exploração espacial.

O mais poderoso foguete do mundo acaba de ser lançado ao espaço e pode dar início a um novo capítulo da empreitada rumo à primeira missão tripulada a Marte.

O Falcon Heavy foi fabricado pela empresa Space X, do bilionário americano Elon Musk, para ter duas vezes mais capacidade de propulsão do que qualquer outro foguete. Mas, diante da alta taxa histórica de falhas em voos inaugurais, o teste não foi tripulado: ele leva apenas um carga experimental - um automóvel da Tesla, outra empresa de Musk, com um manequim vestido com um traje especial.

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A previsão era de que o clássico Space Oddity, de David Bowie, ficasse tocando continuamente conforme o veículo espacial fosse colocado em uma órbita elíptica ao redor do Sol até chegar à órbita de Marte. "Ele chegará a 400 milhões de km da Terra, viajando a 11km/s", disse Musk em uma coletiva na última segunda-feira.

"Estimamos que ele fique em órbita por centenas de milhões de anos, talvez até mesmo bilhões de anos." Três câmeras presas ao carro registrarão "paisagens épicas", acrescentou o empresário.

Milhares de espectadores acompanharam ao vivo no Centro Espacial John F. Kennedy, da Nasa, em Cabo Canaveral, na Flórida, onde foram vendidos ingressos por US$ 195 (R$ 634).

_99898821_3052bafb-696f-4e69-bb57-d61d52Image captionUm carro será enviado rumo à órbita de Marte, mas as chances de que chegue lá são pequenas | Foto: Elon Musk/Instagram Como é o foguete?

O Falcon Heavy é composto basicamente por três foguetes Falcon 9. Mas reuni-los em um único conjunto exigiu uma série de alterações, como reforçar seu núcleo central.

Os 27 motores Merlin em sua base devem ser capazes de gerar um impulso de 23 mil kilonewtons, pouco mais do que o dobro do que o foguete mais potente existente hoje, o Delta IV Heavy, que é operado pela empresa americana United Launch Alliance, uma das principais concorrentes da Space X.

Com 70 metros de altura, o Falcon Heavy foi criado para colocar no máximo 64 toneladas em órbita baixa, o equivalente a quatro ônibus. Na verdade, raramente será exigido que ele carregue tanto peso, porque a Space X espera que ele seja capaz de pousar de volta na Terra após o lançamento, e o combustível necessário para isso limita sua capacidade neste aspecto.

Mas a enorme propulsão do foguete cria algumas possibilidades, como transportar satélites bem mais pesados para uso pelas forças militares e de inteligência americanas (o tamanho dos satélites hoje é limitado pela performance dos foguetes atuais), lançar mais satélites ao mesmo tempo e robôs maiores para explorar a superfície de Marte ou de outros planetas como Júpiter e Saturno e suas luas ou colocar em órbita telescópios de grande porte.

_99898820_b968fd55-3ddf-41b7-8dbb-c7fd9cImage captionFoguete será lançado do Centro Espacial John F. Kennedy | Foto: Space X

Por enquanto, o Falcon Heavy tem apenas algumas reservas previstas para suas missões, duas delas para o envio de grandes satélites de telecomunicação que precisam ser colocados em órbita geoestacionária a 36 mil km acima da Terra.

"Esses satélites têm mais de 6 toneladas, enquanto a capacidade do foguete é de 8 toneladas para uma viagem até uma órbita geoestacionária se ele for integralmente reutilizado", disse Rachel Villain, da consultoria especializada em atividade espacial Euroconsult.

"Então, obviamente o objetivo deve ser reutilizar o foguete totalmente, caso contrário a capacidade até uma órbita geoestacionária é de 20 toneladas, o que é bastante."

Villain afirmou ainda que os principais clientes em vista são o "governo americano, o que inclui a Nasa e o Departamento de Defesa, e empresas que querem ter sua própria constelação de satélites".

_99913065_falcon_comparison_640_portugue Como fica a Nasa?

Passado o lançamento, surgem algumas questões delicadas para a política especial dos Estados Unidos.

A Nasa certamente pode achar diferentes usos para essa capacidade de carga extra, mas a agência tem seu próprio "foguete monstro" em desenvolvimento.

O dilema para a Nasa e legisladores americanos é que o Sistema de Lançamento Espacial (SLS, na sigla em inglês), como o foguete é conhecido, ainda levará alguns anos para poder ser usado, com uma capacidade de 70 toneladas para órbita baixa.

Além disso, cada lançamento custará US$ 1 bilhão (R$ 3,25 bilhões), enquanto o Falcon Heavy custará apenas US$ 90 milhões (R$ 292,5 milhões) por voo, segundo Musk.

Muitos já questionam o Congresso dos Estados Unidos como justificar esse custo extra quando uma alternativa bem mais barata está prestes a ficar disponível. E Musk não é o único empreendedor desenvolvendo soluções comerciais com grande capacidade de carga que superam em muito o custo do SLS.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, trabalha em um foguete chamado New Glenn, que deve ser capaz de colocar 45 toneladas em órbita baixa. Ele já deu indícios de planos de um foguete ainda mais poderoso, chamado New Armstrong.

_99898823_08f1a458-9ec2-4b1f-81c6-551091Image captionUm teste dos motores foi realizado no mês passado | Foto: Space X Um fracasso está previsto?

Musk destacou as dificuldades enfrentadas para deixar o Falcon Heavy pronto para seu voo inaugural. O projeto foi anunciado formalmente em 2011, com um primeiro lançamento inicialmente previsto para 2013.

"Se sair errado, espero que isso ocorra em um estágio avançado da missão para que possamos aprender o máximo possível neste processo", afirmou. "Vou considerar uma vitória se ele sair da plataforma e não explodi-la em milhares de pedaços. Ele tem o equivalente a 1.814.370 kg de dinamite. Provavelmente não restará muita coisa se sair do controle."

Fazer com que os 27 motores sejam ativados em conjunto e controlá-los durante a primeira fase da subida não é uma tarefa simples. Os soviéticos tentaram em sua época fazer o mesmo, mas com 30 motores, no primeiro estágio de seu malfadado foguete lunar, o N1, que nunca atingiu a órbita terrestre.

Enquanto isso, Musk já pensa à frente: ele tem um futuro foguete em desenvolvimento com 31 motores.

_99898822_5fda4e91-47bf-4016-b50b-604e21Image captionNovo foguete é composto basicamente por três foguetes Falcon 9 | Foto: Space X

 


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#2 jambock

jambock
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Posted 08 de February de 2018 - 11:39

Meus prezados
SpaceX mostra primeiras horas do Tesla Roadster no espaço
Tesla Roadster vermelho de Elon Musk foi lançado ao espaço como carga de teste para o foguete Falcon Heavy.

As imagens parecem montagem, mas são reais. O cérebro é que demora um pouco para entender um carro flutuando no espaço. Depois de lançar o Tesla Roadster vermelho de Elon Musk como carga de teste para o foguete Falcon Heavy na terça-feira (6), a SpaceX transmitiu as primeiras horas da viagem inédita.
No vídeo acima, é possível ver diversos ângulos do carro e do "motorista", um boneco vestido de astronauta apelidado de Starman em homenagem à música de David Bowie, que estaria tocando no rádio se o som pudesse se propagar no espaço.
As imagens cobrem mais de quatro horas e foram transmitidas ao vivo. No lugar de uma tela mulitímidia há a frase: "Don"t panic" (não se desespere), citada no "Guia do mochileiro das galáxias".
Em uma das placas eletrônicas do carro, Musk mandou gravar "Feito na Terra por humanos", caso algum alienígena trombe com o carro por aí.
SpaceX
Mais do que uma jogada do empresário Elon Musk, que criou a Tesla, colocar o esportivo elétrico dentro de um foguete serviu para mostrar a capacidade da sua outra empresa, a SpaceX, de fazer viagens espaciais.
O teste real foi do foguete jumbo Falcon Heavy, que se tornou o veículo espacial mais poderoso a ser lançado dos Estados Unidos desde os foguetes Saturn 5, da Nasa, que transportaram astronautas para a lua 45 anos atrás.
No entanto, o mais impressionante é que dois dos três foguetes usados como propulsores voltaram ao solo e pousaram intactos, prontos para uma próxima. O terceiro deles errou o alvo e se desintegrou no mar.
ap18037813712569.jpg
O Tesla Roadster foi impulsionado uma última vez, para escapar da órbita de Marte e dar uma volta como previsto no esquema divulgado por Musk.
A SpaceX ainda não confirmou se a trajetória está correta e quais as chances de ele colidir com qualquer outro objeto no espaço no meio do caminho. A ideia inicial era deixar o carro na órbita de Marte por anos.
Falcon Heavy
O Falcon Heavy é projetado para transportar cargas úteis de muito maior peso do que um carro esportivo, com a SpaceX vangloriando sua capacidade de colocar cerca de 70 toneladas em órbita terrestre por um custo de US$ 90 milhões por lançamento.
A expectativa é de que a SpaceX, com sede na Califórnia, vai ganhar vantagem em relação às companhias de foguetes comerciais rivais que buscam contratos importantes com a Nasa, as Forças Armadas dos EUA, empresas de satélites e até mesmo com turistas espaciais pagantes.

Tesla Roadster
O esportivo foi o primeiro modelo da Tesla e ganhará um "upgrade" em 2020, que o colocará como o carro mais rápido do mundo em aceleração. De acordo com o anúncio feito em novembro passado, ele será capaz de ir de 0 a 96 km/h em 1,9 segundo.
Essa marca supera o próprio Tesla Model S P100D, o híbrido Porsche 918 Spyder e o Bugatti Chiron - todos com desempenho acima de 2 segundos.
O novo Tesla Roadster ainda é conversível e tem outra característica impressionante: uma carga de bateria dura cerca de 1.000 km.
Fonte: G1 via CECOMSAER 8 FEV 2018
https://g1.globo.com...ao-espaco.ghtml
https://g1.globo.com...no-espaco.ghtml
https://canaltech.co...eroides-107912/


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#3 Caravelle

Caravelle
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Posted 08 de February de 2018 - 15:40

Espetacular!!



#4 jambock

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Posted 12 de February de 2018 - 10:02

Meus prezados

Falcon Heavy: um foguete para ir a Marte
O sucesso do lançamento e pouso do foguete de Elon Musk é um grande salto para a exploração do espaço pela iniciativa privada

Bruno Calixto E Rafael Ciscati Publicado Em 08/02 - 16h49 (revista 12/02)

Foi um atraso de três horas, mas as pessoas pareciam não se importar. Centenas delas estavam reunidas no Kennedy Space Center em Cabo Canaveral, Flórida, após pagar um ingresso de US$ 195. Nas praias e locais abertos da Flórida, americanos se reuniram e fizeram piqueniques para acompanhar o espetáculo, em pleno dia de semana, uma terça-feira. Isso sem falar nos mais de 2 milhões de pessoas que assistiram à transmissão ao vivo pelo YouTube. Tudo para seguir um lançamento de foguete. Uma multidão que não se via desde a era de ouro das grandes missões tripuladas da Nasa aguardava pacientemente o que viria a ser um marco histórico da exploração espacial. O protagonista da vez, entretanto, não era obra da Nasa. Nem sequer foi construído por um governo. A peripécia era criação da empresa privada SpaceX – do bilionário visionário e marqueteiro nato Elon Musk.

Foi um espetáculo visual e sonoro, cujos elementos se sucederam no ritmo exato para encantar os espectadores. Às 15h45 do horário local, após a já característica contagem regressiva, a multidão aglomerada viu uma grande coluna de fumaça. Uma explosão de fogo saía dos motores. O foguete Falcon Heavy estava no ar. Um peso pesado espacial, capaz de alçar aos céus uma carga de 61 toneladas. Meros 15 segundos depois viria um estrondo, indicativo de que o foguete atingira a velocidade do som. Três minutos depois, ele começou a fazer sua mágica. Todos os olhos se voltaram para o telão, que mostrava os propulsores laterais do foguete se soltando. Em sincronia, eles iniciavam seu balé de volta à Terra ao som de “Life on Mars”, de David Bowie. Eram o grande trunfo de Musk, que descobriu como baratear viagens espaciais ao reaproveitar foguetes para múltiplos lançamentos. Oito minutos depois, dois propulsores aterrissaram na zona de pouso em Cabo Canaveral. Um sucesso. A multidão vibrou. O terceiro não conseguiu pousar e caiu no mar, mas isso não abalou o entusiasmo do público – não é todo dia que se vê um foguete partir e voltar para a Terra com sucesso. Mas o show ainda não tinha acabado, e não havia tempo para tomar fôlego. Minutos depois o empresário Musk publicou em seu perfil no Twitter as imagens da carga do foguete: um modelo do carro elétrico Tesla (outra obra de um de seus múltiplos empreendimentos) levando um manequim vestido de astronauta no banco do motorista. “Aparentemente, há um carro em órbita ao redor da Terra”, escreveu. O vídeo já foi visto 9 milhões de vezes.

O espetáculo de engenharia e marketing de Elon Musk impressionou a todos, de engenheiros espaciais a economistas e leigos. O Falcon Heavy se tornou o foguete mais potente em operação e o segundo mais poderoso da história – só fica atrás do Saturn V, que colocou Neil Armstrong e a equipe da Apollo 11 na Lua. Sua capacidade de carga é três vezes maior que a de seu principal concorrente, o Delta IV Heavy da Boeing. Além disso, é muito mais barato. Cada lançamento do Falcon Heavy custa US$ 90 milhões, em comparação com os US$ 350 milhões do Delta. Em outras palavras, o Falcon Heavy é melhor, mais eficiente e mais barato que seu principal concorrente.

Para fazer o melhor foguete em atividade, a SpaceX precisou amargar inúmeros fracassos. Como é comum na indústria espacial, as coisas explodem. A primeira tentativa da SpaceX de colocar um foguete, batizado de Falcon 1, no espaço falhou por causa de um vazamento de combustível. Na segunda tentativa, o foguete conseguiu entrar em órbita, mas a empresa perdeu o controle cinco minutos depois. Na terceira, em 2008, uma nova explosão. O próprio Musk disse que, na ocasião do quarto lançamento, ele estava prestes a decretar falência e fechar a empresa. Mas o quarto lançamento deu certo, assegurando um contrato com a Nasa, que estava em processo de descontinuar seus ônibus espaciais.

Foram necessárias mais algumas explosões até a SpaceX conseguir seu maior feito, em dezembro de 2015: lançar e trazer de volta do espaço um foguete do modelo Falcon 9. Pousar após lançar um satélite no espaço foi uma novidade – até então, os foguetes simplesmente se desintegravam ou ficavam orbitando o planeta, como lixo espacial. Ao trazê-los de volta, a SpaceX consegue reaproveitar o foguete e reduzir drasticamente o custo de um lançamento. Isso abriu caminho para produzir foguetes mais potentes. Foi apostando numa simplicidade quase caricata que a empresa chegou ao Falcon Heavy. “É comum, na indústria espacial, reaproveitar partes de espaçonaves antigas. Mas a SpaceX teve uma solução mais simples ainda: estamos precisando de um foguete maior? Vamos pegar três dos nossos foguetes atuais e emendar um no outro”, disse o professor Nilton Rennó, pesquisador de engenharia espacial da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos – e o responsável por formar diversos dos quadros que hoje trabalham para Musk. O Falcon Heavy é exatamente isso. Três foguetes menores, da série Falcon 9, atuando em conjunto. Cada um deles tem nove motores – daí o nome –, chegando ao incrível número de 27 motores, a maior quantidade já usada em um foguete.

O lançamento bem-sucedido também ajuda a coroar aquele que pode ser um dos mais importantes feitos de Musk: a criação de um novo modelo de negócios no setor de exploração espacial. Tradicionalmente, as empresas que se aventuram nessa seara contam com apoios governamentais: “Mas Musk criou uma empresa aeroespacial sem contar com subsídios. Isso nunca tinha acontecido. O governo aparece apenas como um cliente importante”, diz o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Fonseca, que participou da Missão Roseta, a primeira a pousar uma sonda em um cometa, é hoje dono de uma empresa de consultoria espacial, a Airvantis.

O novo foguete abre uma grande oportunidade privada. Satélites mais pesados podem ser colocados em órbita com maior facilidade, e projetos de mineração em asteroides podem começar a sair do papel. Além disso, o Falcon Heavy torna o espaço acessível a novos consumidores. A SpaceX estuda colocar em órbita um foguete levando duas pessoas para orbitar por um breve período sobre a Lua. Com maior capacidade de carga, viagens tripuladas a outros planetas podem se tornar viáveis. Elon Musk sonha em despachar uma carga para Marte em 2022.

Enquanto isso, o carro lançado ao espaço deve continuar sua jornada, pilotado pelo manequim batizado de Starman – mais uma referência a David Bowie. O projeto era que ele viajasse pelos próximos seis meses até Marte. Mudou o destino – o impulso que recebeu, maior que o planejado, deve mandá-lo em direção a Ceres, um misterioso planeta-anão entre Marte e Júpiter, no cinturão de asteroides. Se sobreviver, passará a orbitar ao redor do Sol. O carro carrega a mensagem “Feito na Terra por humanos”. Se a fronteira do espaço for realmente vencida pela iniciativa privada, talvez as etiquetas de produtos indicando “Made in Brazil” ou “Made in China” sejam substituídas por “Made in Mars”.

Fonte: revista ÉPOCA via CECOMSAER 12 FEV 2018



#5 Rafaelguimaraes

Rafaelguimaraes
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Posted 12 de February de 2018 - 11:42

Escorreram muitas lágrimas aqui neste lançamento. Espero estar vivo para ver o homem chegar a Marte.