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Para reconquistar o corporativo, Latam irá reconfigurar frota doméstica


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#1 leelatim

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Posted 28 de June de 2018 - 14:48

AVIAÇÃO
Para reconquistar o corporativo, Latam irá reconfigurar frota doméstica
Anderson Masetto
Por Anderson Masetto em 28/06/18 - 09:00
Jerome Cadier, presidente da Latam Brasil
Jerome Cadier, presidente da Latam Brasil (Foto: Eric Ribeiro)
A Latam Brasil quer retomar o protagonismo no mercado corporativo. O presidente da companhia, Jerome Cadier, revelou em entrevista exclusiva ao MERCADO & EVENTOS, que em 2019 a empresa irá reconfigurar as cabines dos seus Airbus A320, que operam nas rotas domésticas. De acordo com ele, o objetivo é aumentar o conforto para voltar a ter a preferência deste público.

Da mesma forma que passamos por redução de frequências e ajustes de operações nos últimos tempos e estamos voltando a ter mais rotas novas, operar em mais aeroportos e a fazer mais contratações, voltamos também a investir no nosso produto, explicou. No caso da reconfiguração dos A320, Cadier destacou que será um produto mais bem pensado para o corporativo. Teremos assentos mais confortáveis e com melhor espaço. Isso virá durante 2019, complementou.

Cadier contou que a companhia sentiu um movimento no mercado, com o corporativo buscando por mais conforto. Por este motivo, chegamos a conclusão de que a cabine do produto doméstico precisaria passar por uma mudança. Isso fará com que as primeiras fileiras tenham um espaço mais adequado com bin exclusivo e volte a ter o conforto que o passageiro corporativo está buscando, revelou.
No internacional também serão feitas mudanças. De acordo com o presidente companhia, a frota de Boeings 777 terão a Business Class reconfigurada. Ele explicou que os assentos serão full flat e todos terão acesso ao corredor. Teremos ainda as sete ou oito primeiras fileiras da econômica com espaço de 35 polegadas, não só de 31. É um esforço para aumentar o conforto, adiantou.

Para Jerome Cadier, companhia deve estar mais próxima do canal agências
Para Jerome Cadier, companhia deve estar mais próxima do canal agências (Foto: Eric Ribeiro)
AGÊNCIAS
O executivo disse ainda que o canal de vendas composto por agências de viagens, operadoras e consolidadoras, está entre uma das prioridades da Latam Brasil. Ele reconheceu que nos últimos anos a companhia se afastou um pouco do trade, mas que desde 2017 tomou a decisão de ampliar o investimento para estar mais próximo deste canal.

Queremos que a relação com o canal seja a relação que a Tam sempre teve. A companhia sempre foi muito próxima do canal com uma relação bastante rica. Nos últimos tempos, por vários motivos, acabamos nos afastando. No ano passado reconhecemos que precisávamos nos aproximar, ressaltou. O nosso objetivo é que quando o passageiro compre do canal agências, ele compre com a informação correta e com a confiança que ele precisa ter. Aumentamos o investimento no canal com o Club Latam e o Agências de Elite, programas que estamos constantemente aprimorando, adicionou. Cadier destacou ainda que muitas das alterações pelas quais as aeronaves da companhia irão passar vieram de conversas com o canal.

EXPANSÃO
Definitivamente, 2018 marca a volta do crescimento da oferta no setor aéreo nacional. No caso da Latam, isso é ainda mais marcante, uma vez que a companhia já iniciou novas rotas como Roma e Las Vegas, além dos anúncios de Tel Aviv, Boston e Lisboa, além de Orlando a partir de Fortaleza. Jerome Cadier afirmou que, após um período de restrição e diminuição de malha, em 2015 e 2016, este é um sinal importante e mostra a força da companhia.

Além disso, ele acredita que isso beneficia o passageiro, uma vez que destinos como Tel Aviv, Boston e Las Vegas não tinham ligações diretas. Já nos casos de Roma e Lisboa, a ideia é oferecer mais opções ao mercado. É bom para o passageiro ter voos, horários e serviços diferentes para poder escolher. De todas estas rotas, Lisboa foi a mais marcante e a demanda está acima do que imaginamos, revelou.

Jerome: hub no Nordeste ainda está no radar da companhia
Jerome: hub no Nordeste ainda está no radar da companhia (Foto: Eric Ribeiro)
NORDESTE
Assunto que agitou o mercado há dois anos, a criação de um hub na região Nordeste por parte da Latam não aconteceu. Embora o projeto ainda esteja no radar da companhia, segundo o seu presidente, ele não deve ocorrer em um curto prazo. No entanto, assim como as demais companhias nacionais e até players internacionais, a aérea vem ampliando as suas opções e incluindo novas rotas nas capitais nordestinas. Além de ligações, a partir de Salvador e Recife para Buenos Aires e Estados Unidos, a empresa anunciou recentemente dois voos semanais para Orlando e mais um para Miami saindo de Fortaleza.

Constantemente, temos que olhar para a demanda e para o desejo dos passageiros e entender como podemos atender isso da melhor forma. Há muitos anos começamos a discutir o que chamamos de um hub da companhia no Nordeste. E isso foi um pouco antes da crise atingir o Brasil de uma forma importante. Por isso, acabamos postergando este plano. Mas continuamos com um plano pontual de aumentar a frequência de alguns voos diretos de algumas capitais, contou.

Ainda sobre o hub, Cadier fez questão de frisar que o projeto contemplava entre dez e 15 voos diários e uma frota de Boeings 767 alocados a partir da cidade escolhida. Um hub não é colocar um voo por dia. O nosso projeto é diferente do que nós e outras companhias estamos fazendo neste momento, apesar de todo mundo gostar de chamar de hub, alfinetou.

E quando a criação deste hub pode finalmente acontecer? Para o presidente da Latam, isso depende da situação macroeconômica do país e da demanda. Ele lembrou que quando a companhia anunciou este projeto, o Brasil transportava cerca de 100 milhões de passageiros por ano. Hoje este número está 10% abaixo. O projeto está ainda no nosso radar. O gatinho será a demanda de passageiros. Hoje, temos um hub internacional, que é Guarulhos, e um doméstico, que é Brasília, explicou.

CÉUS ABERTOS
Sancionado nesta quarta-feira (27), o Acordo de Céus Abertos é um dos assuntos que divide opiniões entre as companhias aéreas. Cadier acredita que os impactos no mercado não devem acontecer nem a curto e nem a médio prazo, uma vez que envolve o planejamento de malha, que é feito com grande antecedência. Ele explicou que, a partir do momento em que ele for oficial, a Latam poderá sentar com a American Airlines companhia que tem um Joint Business Agreement para discutir as oportunidades.

Os impactos só devem se materializar na segunda metade de 2019. Começaremos a ter um planejamento de rede integrado das duas companhias, pois conhecemos o Brasil melhor que a American, que por sua vez conhece os Estados Unidos melhor que nós, destacou. Com isso, consegue planejar de forma mais eficiente, por exemplo, se vale a pena ter um voo direto Curitiba, de Porto Alegre, com que frequência e em que horários. Conseguiremos dar mais opções ao cliente e não necessariamente forçar todo mundo a conectar no mesmo lugar, adicionou.

Ele espera ainda mudanças mais sutis, como em situações de voo com atraso, cancelamento ou fechamento de aeroporto, por exemplo. O executivo acredita que com o Joint Business Agreement já estabelecido é possível prover melhores soluções aos passageiros nestes casos.

Sobre a concorrência com as companhias norte-americanas, Cadier garantiu que não é um problema. Ele lembrou que a Latam defende um mercado mais aberto e que isso beneficiará todo o mercado. A Latam acredita na livre concorrência. Toda vez que você limita as opções dos passageiros, também limita o seu crescimento. Existe sim o risco de mais empresas norte-americanas se conectarem ao Brasil. Quem não está pronto para uma concorrência mais agressiva vai sofrer. Mas, já imaginando que este é um cenário que viria, estamos trabalhando nisso há algum tempo, com a American Airlines para os Estados Unidos e com a British Iberia na Europa, contou.

Fonte: Mercado e Eventos

#2 leelatim

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Posted 28 de June de 2018 - 15:40

Não querendo desmerecer a ação corretiva que a Cia Aérea está fazendo, mas não teria sido mais óbvio manter e cativar esse cliente corporativo, que é o mais fiel, paga as tarifas mais caras e no qual a antiga Tam era líder absoluta....do que fazer agora o caminho inverso pois deixaram eles fora do foco justo num período em que a concorrência investiu pesado num produto melhor, destaque para a transformação que a Gol sofreu, no caminho inverso?
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#3 JJúNiORG

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Posted 28 de June de 2018 - 16:09

Finalmente acordaram!!! Antes tarde do que nunca rs...

 

A frota domestica precisa claramente de uma Y+ (acredito que será algo similar aos A320 da Azul), e se realmente a business dos 777 terão acesso ao corredor, será um produto realmente competitivo.



#4 falcaobr

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Posted 28 de June de 2018 - 16:27

So apos apresentarem a solucao poderemos dizer, existem no mercado de assentos de business que sao full flat e acesso ao corredor mas sao horrorosos.

Cadeiras estreitas e apertadas que sempre afunilam no pé.

Deveriam aprender com a AA que optou pelo espinha de peixe que nao tem erro.



#5 Mayday

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Posted 28 de June de 2018 - 16:37

Sinto que a LATAM está perdida. Enquanto aqui querem melhorar o produto, no Chile e Argentina parece que a intenção é outra. Deve ser por isso que existe a possibilidade de criar uma LCLF nesses mercados. Se isso não ocorrer, vai ser difícil manter uma padronização do produto.

#6 José Castro

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Posted 28 de June de 2018 - 16:38

Finalmente acordaram!!! Antes tarde do que nunca rs...
 
A frota domestica precisa claramente de uma Y+ (acredito que será algo similar aos A320 da Azul), e se realmente a business dos 777 terão acesso ao corredor, será um produto realmente competitivo.

Não sei se é só impressão minha mas no A32 da AD nem parece que tem o espaço Azul de tão apertado que está em relação aos Embraer. Esse sim tinha diferença e sensação de conforto perceptíveis.
O A32 no Espaço Azul parece o Embraer em classe comum.

Edited by José Castro, 28 de June de 2018 - 16:39 .


#7 SQ-GRU

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Posted 28 de June de 2018 - 16:54

Too little, too late!

 

 

 

A GOL engoliu a Latam na questão de atendimento a público corporativo e que busca mais conforto.

 

 

Salas VIP, franquia de bagagem mais generosa para FFP, Wi-fi, Assentos com mais espaço, serviço de bordo melhor.

 

Eu fui de 0 vôos na GOL em 2016 para Smiles Diamante em 2017. 


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#8 JJúNiORG

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Posted 28 de June de 2018 - 18:38

Não sei se é só impressão minha mas no A32 da AD nem parece que tem o espaço Azul de tão apertado que está em relação aos Embraer. Esse sim tinha diferença e sensação de conforto perceptíveis.
O A32 no Espaço Azul parece o Embraer em classe comum.

 

Discordo, viajo bastante de Azul entre GRU e REC, e sempre utilizo o Espaço Azul, tenho 1,90m e com certeza  o espaço é muito maior do que o Y normal do Embraer.


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#9 HudA3

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Posted 28 de June de 2018 - 18:55

O assento do airbus na azul é bom sim
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#10 Juan Garcia

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Posted 28 de June de 2018 - 19:36

Viajei no espaço azul no Airbus da Azul e não sei pq eu estava com a ideia que o assento do meio não era comercializada.

#11 AndréCabral

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Posted 28 de June de 2018 - 22:09

A Latam tá tão queimada que até o passageiro que viaja a lazer tem preferido a concorrência, algo inimaginável nos últimos anos. Digo isso não só por mim, mas pelo que tenho ouvido de alguns amigos.

 

No começo desse mês mesmo fiz um CGH-SDU e fiquei com pena da empresa. Avião com aspecto de sujo, poltronas com o couro muito desgastado. Serviço de bordo só com água. E no banheiro, nem sabonete pra lavar as mãos tinha! A única coisa boa foi que queimei os últimos pontos que tinha no Multiplus...


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#12 TheJoker

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Posted 28 de June de 2018 - 23:00

Se vienen las nuevas cabinas!

- Boeing 787 / Airbus A350:
Cambio sustancial en la business class, en donde ya no estará formado en configuración 2-2-2 de forma lineal, sino que con asientos diferenciados en distancia (no espina de pescado). Esto generará privacidad absoluta para cada pasajero, además de tener separadores que generarán especie de "suites privadas".
Además, cuatro asientos serán de parejas, para personas que viajen acompañadas y así puedan compartir el vuelo.
En relación a la economy se cambiará toda la distribución de los asientos. Y existirán zonas de economy, en donde el pitch será diferente, desde los 28 (menos al de hoy) a 34 (más que hoy).
No se tiene pensado en una premium economy, por lo que se elimina la Space+.
Se estaría incluyendo el WiFi en todos los aviones.

- Airbus A32S
Se agregará una business class regional, que será utilizada en aviones de larga distancia que utilizan este tipo de aviones y en donde el yield sea mayor.
Además también será modificada la distribución de asientos de economy, en donde tomarán nuevos colores corporativos.
Aún no se sabe si habrá Wifi.

El primer avión estaría listo a fines de 2019, y tomará 2 a 3 años homologar la flota completa.

 

 

Postado por Moro_CL  no https://www.skyscrap...605568&page=119

 

 

Ou seja não vai sair nunca  :lol:

 

Pelo que foi descrito, a J será algo parecido com o que foi lançado pela Oman e copiado pela Gulf Air.

 

P6201252.jpg

 

Oman-Air-787-Business-Class-3-1.jpg

 

Screen-Shot-2017-09-06-at-14.21.15-628x6

 

28" vai ser nos A320 que vão ser configurados pra 180Y, e algumas fileiras terão 34" que serão Economy Premium, Space + ou qualquer outro nome que adotem pra dizer que é melhor.

 

24J no 788 ok mas nos 77W, 359 ou 789 parece pouco, já viu o preço que vão querer cobrar.


Edited by TheJoker, 28 de June de 2018 - 23:01 .


#13 TheJoker

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Posted 28 de June de 2018 - 23:06

GF

 

Gulf-Air-787-Business-Class-1.jpg

 

Gulf-Air-787-Business-Class-3.jpg



#14 TheJoker

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Posted 28 de June de 2018 - 23:35

Deve seguir a regra geral, os aviões entregues a partir de 2019 devem vir com interiores novos, o resto só quando fizer pelo menos 8 anos.

Os primeiros 359 foram recebidos em 2016, não vão retrofitar tão cedo.

Os 788 são de 2012/13, leasing acaba em 2020-23 dependendo se for 8 ou 10 anos . Bichados do jeito que estão não devem retrofitar e sim devolver.

O 789 mais velho tem menos de 4 anos, idem aos 359.

Os 77W são mais prováveis, gastaram dinheiro tem uns 3 anos, vão retrofitar com 5 anos igual a ET com os 767, pra ficar + 5/8 anos.



#15 SimpleMan

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Posted 29 de June de 2018 - 07:33

Agora a LA me surpreendeu! Apex Suites é, na minha opinião, o melhor hard product que existe na J.

 

Vamos ver como será essa Business regional... Tirei o chapéu pra LA!


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#16 Stelios4K

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Posted 29 de June de 2018 - 11:25

Sobre o publico corporativo.....orra LA....ce ta atrasada hein, fora que esses anos não deu suporte suficiente pelos canais de venda q são as agências e q somos repsonsaveis pelo corporativo (sem falar q faturado como as agências trabalham da mais lucro do parcelado no cartão por não ter a taxa embutida).

To vendo uma C regional tipo europeia, sem assento do meio. Se bem q já tiveram aquela configuração 2-2 nos A32F  horríveis de couro.

 

Nova C nos wide..só acredito vendo no gate! hahahah


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#17 Dr. Zoidberg

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Posted 29 de June de 2018 - 11:29

Vocês acreditam em qualquer coisa... Até em Hub na Nordéstia...

#18 A340-600

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Posted 29 de June de 2018 - 11:53

Se for Apex suíte na Business do Long Haul será um avanço e tanto. Um dos melhores produtos em C atualmente.

 

Já sobre Business no internacional curto, acho um desperdício. O estilo europeu / premium economy já é suficiente, e as principais rotas corporativas tem WB voando com assentos melhores para quem demanda esse produto.



#19 leelatim

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Posted 29 de June de 2018 - 17:35

Mas essa informação sobre os assentos Apex nos widebody veio de onde ? É oficial ou alguma AFA nos países andinos? Seria ótimo , só acho que tudo ocorre muito lentamente,até retrofitar tudo, o produto já estará defasado...e com a péssima manutenção que observamos , os primeiros, já estarão detonados.

Vejo AA mudando uma frota de 300-400 aeronaves em questão de um ano no máximo , não entendo como demora tudo aqui, até Gol retrofitou e instalou o wifi em tempo recorde( e roubou muitos passageiros da Latam)
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#20 BLUE - SBKP -

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Posted 29 de June de 2018 - 18:12

Deve seguir a regra geral, os aviões entregues a partir de 2019 devem vir com interiores novos, o resto só quando fizer pelo menos 8 anos.

Os primeiros 359 foram recebidos em 2016, não vão retrofitar tão cedo.

Os 788 são de 2012/13, leasing acaba em 2020-23 dependendo se for 8 ou 10 anos . Bichados do jeito que estão não devem retrofitar e sim devolver.

O 789 mais velho tem menos de 4 anos, idem aos 359.

Os 77W são mais prováveis, gastaram dinheiro tem uns 3 anos, vão retrofitar com 5 anos igual a ET com os 767, pra ficar + 5/8 anos.

 

 

E possivel transferir a cabine C dos 787 para os B 767 e instalar a nova business nos B 787 e A359?

 

Pelo que entendi vao fazer o mesmo que a AD  para Y criar uma sub-classe com mais espaco como forma de aumentar yield e oferecer mais conforto.

 

A configuracao dos A320n da AD estao afrente do oferecido pela G3  inclusive vai contar com wifi

Espaco 30"  34" para Y+


Edited by BLUE - SBKP -, 29 de June de 2018 - 18:15 .