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Embraer e Boeing assinam memorando para joint venture em aviação comercial..


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#21 jambock

jambock
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Posted 11 de July de 2018 - 11:52

Meus prezados

Boeing e Embraer: uma necessidade

https://youtu.be/dwc1oyVy8M0



#22 jambock

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Posted 12 de July de 2018 - 09:13

Meus prezados

Após acordo com a Boeing, Embraer está sob pressão de empregados e clientes
Fabricante brasileira de aviões, que poderá passar para as mãos da Boeing, ainda precisará encarar resistência de sindicatos, com os quais se reúne amanhã, e reverter desconfiança

A Embraer ainda tenta se recuperar e ajeitar a casa depois da confirmação do acordo que prevê que o seu controle passe para as mãos da americana Boeing. Na Bolsa de Valores paulista, as ações da companhia têm apresentado performance ruim desde o dia 5, data em que a negociação entre as duas companhias foi anunciada formalmente. Um dia antes, a empresa brasileira valia R$ 19,770 bilhões.

No primeiro pregão após a confirmação da parceria, o valor da Embraer caiu para R$ 16,945 bilhões e, de lá para cá, não para de recuar. Ontem, seus papéis fecharam em nova baixa, de 4,34%, segundo levantamento feito por Einar Rivero, da consultoria Economatica. Com isso, a avaliação da empesa mingou para R$ 15,830 bilhões. Já a Boeing terminou a quarta-feira valendo US$ 198,4 bilhões.

Amanhã, será a vez de encarar outro problema. Os sindicatos que representam os trabalhadores começaram uma campanha contra a venda da Embraer para a Boeing e vão se encontrar no escritório da companhia em São Paulo, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, Vila Olímpia, com o presidente Paulo Cesar de Souza e Silva.

A reunião, que servirá para detalhar itens do acordo, deve ser tensa, já que os sindicatos preveem redução do quadro de pessoal e devem pressionar o executivo para que haja a manutenção de postos de trabalho. Participam do encontro sindicalistas das cidades paulistas de São José dos Campos, Botucatu e Araraquara. Por meio de nota, a Embraer informou que não comentaria o assunto, evitando assim confirmar se conversará com os representantes das entidades.

Governo

Ao mesmo tempo em que tentarão pressionar o presidente da companhia, os sindicatos esperam conseguir agenda com o presidente da República, Michel Temer, na tentativa de convencer o governo, ex-dono da Embraer e detentor do poder de veto no caso da joint-venture firmada com a Boeing, a impedir que o negócio avance. O fato é que essa decisão poderá ficar nas mãos da própria União, já que faltam cinco meses para terminar o atual mandato presidencial e, segundo o que foi divulgado até agora, as duas companhias poderão levar até um ano e meio para finalmente baterem o martelo da negociação.

Para Marcos Barbieri, professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp e especialista no setor de atuação da Embraer, ainda há muitos pontos abertos nessa aproximação com a Boeing. Na sua avaliação, a venda do controle para a fabricante americana não é o melhor caminho.

`Não é uma saída para a Embraer, mas sim uma não saída. Ao fazer esse acordo a empresa vai deixar de existir como a conhecemos. A solução para se manter é deixar de existir? Isso é um contrassenso`, afirma. O acadêmico critica o fato de estar à venda, conforme mostra o acordo com a Boeing, justamente a parte mais rentável dos negócios, a de jatos comerciais.

Alianças

No seu entendimento, a Embraer poderia ter buscado alianças estratégicas, a exemplo do que têm feito outras empresas do setor. Esse tipo de acordo, explica, poderia manter o controle da fabricante de aeronaves sem alterações. Barbieri lembra que a companhia está bem posicionada nos mercados em que atua, principalmente no de aeronaves comerciais.

Além disso, tem mantido investimentos em avanços tecnológicos. Em abril passado, lançou o E2, uma nova família de jatos. Na divisão militar, está lançando o modelo KC390. `A Embraer tem elevado grau de competitividade internacional e a expectativa era de que isso se mantivesse ao menos no médio prazo`, destaca.

Dados referentes ao primeiro trimestre de 2018 mostram que a Embraer tem carteira de pedidos firmes de US$ 19,5 bilhões. Agora, deverá haver baixa nas encomendas, com o anúncio que acaba de ser feito pela americana JetBlue, que vai trocar sua frota de jatos fabricados pela Embraer pelos da marca Airbus. A JetBlue tem entre os seus fundadores David Neeleman, criador da Azul e sócio da portuguesa TAP.

Fonte: Paula Pacheco para Correio Braziliense via CECOMSAER 12 JUL 2018 



#23 sergiotucano

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Posted 13 de July de 2018 - 10:27

Dois textos interessantes do Ruy Flemming sobre o assunto :

 

Estamos caminhando para a nossa destinação.

A criação da Embraer foi uma daquelas raras iniciativas que deram certo e não chamam a atenção do mundo com relação a corrupção e carnaval.
Mas deu certo por que?


Deu certo porque muito antes dela alguém (Montenegro) pensou em criar um centro de desenvolvimento de competências. ITA.
Deu certo porque uma série de coincidências reuniram condições pra que fosse criada.
Deu certo porque tinha um cara #####, Ozires Silva, que chamo de partícula aglutinadora de competências.
Nossa querida Embraer hoje passou a ser muito mais Boeing que Embraer.
Acredite! Quem manda nessa questão são os investidores. Enquanto a gente bota a bandeira na janela por causa de um jogo de futebol, investidores não têm bandeira e apostam onde dá certo.
Se apostaram na Embraer é porque estava dando certo.
Mas e o futuro?
Investidores são os caras que fazem o mundo girar.
Outras gigantes da aviação sucumbiram e não existem mais.
80% pra Boeing e 20% pra Embraer?
Se a gente olhar pro tamanho de cada uma saímos no lucro!
Nossa destinação, enquanto não apostarmos na educação, será a de assumirmos sempre um papel de coadjuvante.
A educação de qualidade, sem bandeiras, é a base para resolver absolutamente todos os problemas que afligem nosso povo.
A destinação de quem não promove o desenvolvimento intelectual do povo é ser absorvido pelo mundo que busca os saudáveis resultados.
O papo é longo, mas vou ficar por aqui.
Está na hora de conversar com meus gurus.
Abraço
Flemming
www.facebook.com/ruy.flemming/posts/10216375327926636
 

E

 

Boeing x Embraer

Ouvi um pouco de tudo e cheguei à seguinte conclusão: o melhor dos mundos seria a Embraer ter dado uma moleza pra Boeing e fechar o mesmo acordo de 80% contra 20%, só que o contrário do que a gente está vivendo, ou seja, seria 80% pra nós e 20% pra eles.
É isso mesmo o que vc leu. A maior parte para a Embraer e uma fração menor pra Boeing.


Enlouqueci? Viajei na maionese?
Sim e não.
Somos o que somos porque escolhemos ser o que somos.
Qual seria o futuro da Embraer jatos comerciais?
Depois que a Bombardier, principal concorrente da empresa brasileira, se aliou à Airbus e ganhou um bom vento de cauda para garantir fôlego e autonomia, a Embraer teria sérios problemas para competir no mercado que atua. Mesmo considerando a qualidade de seus produtos.
No panorama atual a melhor saída foi essa. A Boeing engolir a Embraer nos jatos comerciais.
Sobraram a aviação executiva e a fatia militar, que é algo em torno da metade do que a Embraer representa.
A Embraer faz parte de um pequeno arquipélago banhado pelo que há de mais imundo que pode existir. A Embraer nasceu no Brasil e mesmo assim se destacou. Venceu os preconceitos internos, externos e ganhou o mundo.
Se a gente tivesse investido pesadamente em educação de qualidade para o nosso povo não seríamos uma nação marcada pela corrupção, pela inversão de valores, pelo descaso dos impostos que vc e eu pagamos.
A quem interessa essa bagunça?
Bandidos serão reeleitos. Políticos corruptos continuarão sendo nossos dotô.
Se tivéssemos vergonha na cara, seríamos mais do que somos e a produção de jatos comerciais da Embraer seria muito mais valorizada.
No dia em que nosso povo for instruído, bem educado e civilizado, vamos andar despreocupados nas ruas, a justiça será justa, o legislativo fará Leis que protejam os cidadãos e vamos respirar meritocracia.
Quando esse dia chegar, e acredito que vai chegar porque sou um otimista, seremos um povo ordeiro e progressista. Só com a educação as palavras “Ordem e Progresso” farão sentido.
Nesse dia a gente vai negociar a produção de jatos comerciais em outro patamar.
Espero ter respondido às diversas perguntas sobre como penso sobre essa questão.
Abraço
Flemming
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#24 Eduardo Mello

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Posted 13 de July de 2018 - 10:48

Educação e cultura resolveriam muita coisa em nosso país. Mas esse assunto é mais questão comercial. Vide o MRJ, que vem de um país (Japão) com alta tecnologia, educação, cultura, etc, mas ainda não engatilhou tanto. O próprio CSeries estava levando a Bombardier a falência (Canadá, país extremamente desenvolvido), e ganhou fôlego com a ajuda da Airbus.

Industria aeronáutica é algo que envolve muitas $$$$$$$$. E quem é o dono dela, é que manda.



#25 jambock

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Posted 31 de July de 2018 - 11:26

Meus prezados

Embraer é alvo de ação que pode suspender negociação com Boeing

SÃO PAULO (Reuters) - A fabricante de aeronaves Embraer afirmou nesta segunda-feira que foi intimada e se manifestar sobre uma ação popular que pede a suspensão das negociações da companhia com a norte-americana Boeing.

Segundo fato relevante, a Embraer foi intimada a se manifestar por escrito sobre a ação popular proposta pelos deputados petistas Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP).

"Os autores pediram liminarmente, dentre outros, a suspensão de referidas negociações", diz trecho do documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no qual a Embraer diz que adotará as medidas para exercer seu direito de defesa.

As companhias anunciaram neste mês um acordo preliminar por meio do qual a norte-americana Boeing assumirá o controle da divisão de aviação comercial da Embraer através da criação de uma joint venture de 4,75 bilhões de dólares.

Fonte: Aluisio Alves para Reuters via CECOMSAER 31 JUL 2018

Joint venture no valor de 4,75 bilhões de dólares. Só a venda de 100 E-175 em Farnborough para a Republic Airways está no valor de 9,3 bilhões de dólares. 

Paz-me lembrar a venda da Vale, que em três meses se pagou... 



#26 jambock

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Posted 31 de July de 2018 - 11:52

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Atualizando...

Em 11/7/2018 a carteira de pedidos para a EMBRAER era de US$ 18 BILHÕES.  



#27 jambock

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Posted 14 de August de 2018 - 10:38

Meus prezados
Sobre Embraer, Boeing afirma que "futuro da aviação ficará no Brasil"
Em artigo enviado a O VALE, Greg Smith, vice-presidente Executivo e Financeiro e de Estratégia e Desempenho da Boeing, declara que o acordo comercial com a Embraer "potencializará nossas carteiras de produtos e serviços"; leia a carta

A Boeing admite, pela primeira vez, que a produção de aeronaves ficará no Brasil após a finalização do acordo com a Embraer, cujo término das negociações e autorizações está previsto para o próximo ano.
Tal garantia não foi dada pelas duas companhias na ação civil pública que o MPT (Ministério Público do Trabalho) de São José dos Campos move para evitar a perda de empregos no Brasil com o acordo entre as fabricantes.
As duas companhias irão criar uma joint venture que absorverá todo o segmento de aviação comercial da Embraer, hoje baseado em São José.
A nova empresa terá 80% de controle da Boeing, no entanto terá sede no Brasil e também equipe brasileira. Em artigo enviado ao jornal OVALE, Greg Smith, vice-presidente Executivo, Financeiro e de Estratégia e Desempenho da Boeing, enaltece o acordo com a Embraer, dizendo que "potencializará nossas carteiras de produtos e serviços", e afirma que: "O futuro da aviação continuará sendo construído no Brasil".
Foi a primeira menção direta de um executivo da Boeing sobre a permanência da produção de aviões no Brasil.
O MPT teme, por exemplo, que após o acordo a linha de produção da Embraer possa ser transferida para os Estados Unidos, gerando desemprego no Brasil.
"Como a nova empresa que seria criada a partir da venda de parte da Embraer seria uma subsidiária da Boeing, poderia ela ser cobrada pelo governo norte-americano, principal cliente da Boeing, a produzir apenas nos Estados Unidos", informou o MPT na ação.
"A Boeing está investindo no Brasil a longo prazo, e a parceria com a Embraer é um reflexo desse nosso compromisso com o país", apontou Smith.
"A parceria ampliará este relacionamento [entre Embraer e Boeing], criando mais empregos e oportunidades", afirmou o executivo em outro trecho do texto.
COMPROMISSO.
Com relação ao acordo com a Embraer, o termo "compromisso com o Brasil" também foi usado pelo presidente da Boeing, Dennis Muilenburg, durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra, no começo de julho.
Ao lado de Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer, Muilenburg afirmou que a Boeing que a negociação com a empresa brasileira reflete na relação da companhia com o país.
"Nosso investimento ressalta nosso compromisso com o Brasil", disse Muilenburg.
Procurada, a Boeing informou que o acordo com a Embraer "deverá gerar um novo ciclo virtuoso para a indústria aeroespacial brasileira, com maior potencial de vendas, aumento de produção, geração de emprego e renda, investimentos e exportações, agregando maior valor para clientes, acionistas e empregados".
Uma parceria estratégica para o futuro (por Greg Smith, Vice-presidente Executivo Financeiro e vice-presidente de Estratégia e Desempenho da Boeing)
"Tive a honra de estar ao lado de Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO e Presidente da Embraer, e Dennis Muilenburg, CEO e Presidente da Boeing, na Feira de Aviação Internacional de Farnborough, no Reino Unido, onde compartilhamos nossa visão de como planejamos construir uma parceria profunda entre nossas duas empresas beneficiando nossos funcionários, clientes e nossos países.
A Boeing teve momentos decisivos ao longo do século passado -- decisões que definiram quem somos como empresa e nossa visão de líderes globais do setor que buscamos ser. Considero este mais um desses momentos: uma oportunidade histórica para a Boeing e Embraer, para nossos talentosos companheiros de equipe e para nossos países, à medida em que buscamos uma parceria que irá criar a mais importante empresa aeroespacial do mundo.
Essa parceria potencializará nossas carteiras de produtos e serviços complementares, criará oportunidades de negócios nos mercados comercial, de defesa e de serviços, fortalecerá nossas equipes no mundo todo e atenderá melhor a nossos clientes.
Estive no Brasil diversas vezes ao lado de Paulo Cesar e de muitos líderes da Embraer: desenvolvemos laços comuns e tenho profunda admiração pela importância histórica da Embraer para o Brasil. Nossas empresas não são estranhas, pelo contrário, nós nos conhecemos muito bem.
Uma das razões pelas quais estamos convictos de que esta parceria faz sentido são os valores que compartilhamos. Nosso respeito mútuo e certeza de termos um futuro juntos só vem crescendo ao longo de décadas de trabalho conjunto. Os produtos de aviação de alto nível, talento na área de engenharia e design, capacidades de manufatura e gestão da Embraer, associados à nossa capacidade, tornarão nossas excelentes empresas ainda melhores.
Também estou otimista com o significado que essa parceria tem para nossos funcionários. A Boeing tem clientes comerciais e governamentais em mais de 150 países e funcionários em 66 países. Os colaboradores da Embraer se beneficiarão de mais oportunidades como parte de uma empresa dinâmica com escala global e recursos extraordinários para investir em crescimento. Com culturas de inovação e excelência semelhantes, focadas nas pessoas, nossas equipes trabalharão juntas com naturalidade, trocarão ideias e inovações livremente e oferecerão desempenho e valor superiores aos nossos clientes.
Por meio desta parceria estratégica, o negócio de aviação comercial da Embraer será o centro de excelência da Boeing para desenvolvimento de projetos e fabricação de aeronaves comerciais de passageiros com menos de 150 assentos. Juntos, vamos buscar novos mercados para produtos e serviços de Defesa, especialmente a aeronave multimissão KC-390.
O investimento significativo que a Boeing está fazendo nessa parceria também ressalta nosso forte compromisso com o Brasil. Temos um relacionamento forte e duradouro com clientes brasileiros, tanto governo quanto companhias aéreas.
A parceria ampliará este relacionamento, criando mais empregos e oportunidades. Historicamente, nunca se viu uma indústria mais forte e resiliente do que a aeroespacial e a joint venture entre nossas duas empresas manterá e aumentará as capacidades de pesquisa e desenvolvimento da Embraer e ampliará as atuais colaborações com institutos de pesquisa e universidades. O futuro da aviação continuará sendo construído no Brasil.
A Boeing está investindo no Brasil a longo prazo e a parceria com a Embraer é um reflexo deste nosso compromisso com o país. Estou certo que esta parceria nos aproximará ainda mais, pois permitirá que Boeing e Embraer enfrentem melhor o atual ambiente competitivo, além de trazer sucesso a longo prazo para ambas as empresas.
Nos próximos meses, ao lerem e ouvirem mais sobre este importante negócio, tenham certeza de que a Boeing está empenhada e entusiasmada para estabelecer uma empresa aeroespacial genuinamente global que torne nossas companhias mais competitivas e inovadoras, criando mais oportunidades para todos".
Fonte: Xandu Alves para jornal O VALE (SP) via CECOMSAER 14 AGO 2018