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Parceira da Azul, Aigle Azur avalia ampliar voos para Brasil


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#1 Luizinho

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Posted 07 de July de 2018 - 23:11

Parceira da Azul, Aigle Azur avalia ampliar voos para Brasil

 

A francesa Aigle Azur considera expandir voos para novos destinos no Brasil, após sua estreia na quinta-feira em parceria com a Azul com rota entre Paris e Campinas (SP), mas o avanço não deve ser imediato. "Nós estamos considerando novos destinos, mas… serviços aéreos entre dois países são geridos por acordos bilaterais ou por acordos de céus abertos. E, no caso de Brasil e França, há limitações sobre o que podemos fazer", disse o presidente da Aigle Azur, Frantz Yvelin, em entrevista à Reuters.

 

O executivo destacou, no entanto, que essas dificuldades não significam que a empresa não possa voar para destinos como Recife, importante hub da Azul, ou outras cidades como Fortaleza, Porto Alegre ou Rio de Janeiro. Por sua vez, a Azul também considera expandir a atuação internacional e estuda criar novas rotas ao final de 2019, aproveitando-se das novas aeronaves Airbus A330neo que começam a chegar no fim deste ano, embora a preferência da Azul, segundo seu diretor de alianças, Marcelo Bento Ribeiro, seja aumentar as frequências em mercados onde já atua antes de voar para novas cidades. "Nós temos novas aeronaves chegando no fim deste ano… e isso vai permitir que a gente cresça internacionalmente", disse Ribeiro, referindo-se aos cinco aviões A330neo que começam a ser recebidos este ano e com a última aeronave chegando em 2020. Segundo Ribeiro, entre as possibilidades de voos internacionais, a Azul não descarta operar diretamente para Paris, em adição aos voos já operados em parceria com a AigleAzur, podendo assim tornar a frequência diária. "Nós preferimos expandir onde já estamos, de um jeito ou de outro, do que começar a lançar novas cidades, o que tem custo maior", disse Ribeiro.

 

Em março, a Azul anunciou a parceria com a francesa Aigle Azur para oferecer voos do aeroporto de Viracopos (SP) para Paris a partir deste mês, sendo que o primeiro voo entre as duas cidades aconteceu quinta-feira. Os voos da Aigle Azur estão baseados no aeroporto de Orly, em Paris, e são operados com aeronaves Airbus A330. Inicialmente, serão três voos semanais entre as duas cidades, subindo para quatro frequências semanais em setembro. O presidente do conselho de administração da Azul, David Neeleman, é também acionista da Aigle Azur. Sem dar números, os executivos das duas empresas disseram que as reservas para os primeiros voos entre Paris e Campinas operados pela Aigle Azur estão "acima das expectativas". "Nós estamos muito felizes com nossos resultados iniciais. Claro, estamos no melhor mês do ano, então estamos sendo cautelosos porque é alta temporada… Mas é um começo muito bom", disse Ribeiro, da Azul.

 

CÉUS ABERTOS

 

No mês passado, o presidente Michel Temer promulgou o acordo que põe fim à limitação de voos entre Brasil e Estados Unidos, chamado de acordo de céus abertos, que pode aumentar os voos de empresas norte-americanas para o Brasil. Apesar disso, Ribeiro, da Azul, não vê impacto imediato, uma vez que as empresas dos EUA não estão usando todas as permissões que já poderiam usar para voar para o Brasil, mas vê o aumento da concorrência com o passar do tempo. "Nós não estamos preocupados com a concorrência, nós estamos preocupados porque empresas estrangeiras, especialmente dos EUA, têm custos menores que os nossos. Nós pagamos muito mais impostos do que eles, suas regras trabalhistas são mais flexíveis do que as brasileiras. Então, no fim do dia, eles têm algumas vantagens que nos preocupam", disse Ribeiro. Entre os custos elevados no Brasil, Ribeiro destacou os relacionados ao combustível, não apenas devido às políticas para o combustível de aviação no país, mas também pelas dificuldades logísticas.

"Nós pagamos ICMS sobre o combustível e ele varia de Estado para Estado e pode chegar a 25 por cento e, na verdade, em alguns Estados pode chegar a até quase 30 por cento", disse. No ano passado, as empresas aéreas não conseguiram que o Senado aprovasse a limitação em 12 por cento do ICMS sobre o combustível de aviação, e com as eleições deste ano, a medida corre o risco de ser adiada para a próxima gestão. Em relação às dificuldades de infraestrutura, o executivo destaca que a privatização de aeroportos é importante para manter o fluxo de investimentos e melhorar as condições dos aeroportos, mas ele destacou que o processo não necessariamente torna os aeroportos mais baratos. "Uma coisa que nós não gostamos no atual modelo de privatização são os blocos de aeroportos… porque, por exemplo, (o aeroporto de) Recife será privatizado em um bloco de outros aeroportos", disse Ribeiro. "Dinheiro não cresce em árvore, então Recife vai ter que subsidiar aeroportos menores, o que vai aumentar o custo de operar em Recife", disse o executivo da Azul.

 

O governo federal pretende realizar na primeira quinzena de dezembro o leilão de concessão de 13 aeroportos, divididos em três blocos, com terminais no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Entre eles está o aeroporto de Recife. Apesar de operar em aeroportos menores devido aos voos regionais e que poderia levar a Azul a se beneficiar em alguns casos de subsídio de aeroportos maiores, Ribeiro destacou que o modelo não é transparente. "Talvez seja o caso de Mato Grosso onde Cuiabá é o aeroporto principal no bloco e outros aeroportos em cidades menores estão no mesmo bloco. Isso pode nos beneficiar porque estamos operando nesses aeroportos menores, mas nós preferimos ter transparência de preços e de custos porque é melhor do que subsídios que nós não controlamos e não sabemos exatamente como estão acontecendo", disse.

 

Fonte: https://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/economia/empresas/entrevista-parceira-da-azul-aigle-azur-avalia-ampliar-voos-para-brasil/245644/ 

 

Comentarios: Bom, já é de esperar que a Azul assuma o VCP-ORY e seguramente a Aigle entrará no REC-ORY brigando direto com Joon no Nordeste, os A339 estão chegando e vejamos qual será o destino de todos.



#2 A345_Leadership

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Posted 07 de July de 2018 - 23:58

Tinha levantado esta bola antes. Apesar de falar que a Aigle Azur é a laranja da Azul, tem uma estratégia muito interessante:

 

Pelo bilateral Brasil-França, cada lado tem 36 frequências, divididas em:

 

A - 28 para quaisquer pontos do Brasil;

B - 02 para o Nordeste;

C - 03 para qualquer cidade do Brasil, exceto GIG e TMA São Paulo;

D - 03 para qualquer cidade do Brasil, exceto TMA São Paulo

 

 
A - AFR 24 (14 GRU e 10 GIG) + 4 AAF (ORY) = 28, cota esgotada - considerando que a Aigle Azur pediu para voar 4x em alguns meses;
B - AFR 2 = 2 (FOR), cota esgotada;
C - AFR 1 = 1 (FOR), 2 restantes, que a Air France pode usar para ampliar FOR-CDG a 5x semanais;
D - 3 Disponíveis, que podem ser usadas para qualquer cidade fora da TMA SP.
 
Ou seja, há 5 frequências disponíveis, nenhuma para TMA SP. O que a AAF pode fazer é pedir 2x ORY-REC e ver se a AFR utilizará as 3 restantes para ampliar GIG ou FOR.
 
A operação ORY-VCP torna diária usando as frequências do lado brasileiro, ou seja, a Azul voando 3x VCP-ORY.
 
Apesar de tudo, não chega em termos de frequência (e capacidade) que em 2010, quando a TAM e a Air France faziam 49 semanais. Mesmo no cenário acima, com os franceses preenchendo o bilateral e mais os voos da Azul, terão 46 semanais.

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#3 TheJoker

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Posted 08 de July de 2018 - 12:48

 

Tinha levantado esta bola antes. Apesar de falar que a Aigle Azur é a laranja da Azul, tem uma estratégia muito interessante:

 

Pelo bilateral Brasil-França, cada lado tem 36 frequências, divididas em:

 

A - 28 para quaisquer pontos do Brasil;

B - 02 para o Nordeste;

C - 03 para qualquer cidade do Brasil, exceto GIG e TMA São Paulo;

D - 03 para qualquer cidade do Brasil, exceto TMA São Paulo

 

 
A - AFR 24 (14 GRU e 10 GIG) + 4 AAF (ORY) = 28, cota esgotada - considerando que a Aigle Azur pediu para voar 4x em alguns meses;
B - AFR 2 = 2 (FOR), cota esgotada;
C - AFR 1 = 1 (FOR), 2 restantes, que a Air France pode usar para ampliar FOR-CDG a 5x semanais;
D - 3 Disponíveis, que podem ser usadas para qualquer cidade fora da TMA SP.
 
Ou seja, há 5 frequências disponíveis, nenhuma para TMA SP. O que a AAF pode fazer é pedir 2x ORY-REC e ver se a AFR utilizará as 3 restantes para ampliar GIG ou FOR.
 
A operação ORY-VCP torna diária usando as frequências do lado brasileiro, ou seja, a Azul voando 3x VCP-ORY.
 
Apesar de tudo, não chega em termos de frequência (e capacidade) que em 2010, quando a TAM e a Air France faziam 49 semanais. Mesmo no cenário acima, com os franceses preenchendo o bilateral e mais os voos da Azul, terão 46 semanais.

 

 

Posso arrumar de forma diferente?

 

A + D (RJ+SP) = 31

 

AF usando 14 SP + 7 RJ  e tem previsão de + 5 RJ = 26

ZI   usando   3 SP + previsão 2 SP = 5

 

AF + ZI = 31 (RJ+SP)

 

B + C (fora eixo RJ-SP) = 5

AF usando 2 CE + 1 CE a partir de novembro = 3

Ainda tem 2 frequências pra CE ou outro destino que não seja RJ e SP.

 

Do lado brasileiro JJ só usa 7, então AD pode deitar e rolar quando receber os A339. Mas resta saber se a AD/ZI vão conseguir conquistar mercado e yields satisfatórios.


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#4 leelatim

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Posted 08 de July de 2018 - 20:03

Posso arrumar de forma diferente?
 
A + D (RJ+SP) = 31
 
AF usando 14 SP + 7 RJ  e tem previsão de + 5 RJ = 26
ZI   usando   3 SP + previsão 2 SP = 5
 
AF + ZI = 31 (RJ+SP)
 
B + C (fora eixo RJ-SP) = 5
AF usando 2 CE + 1 CE a partir de novembro = 3
Ainda tem 2 frequências pra CE ou outro destino que não seja RJ e SP.
 
Do lado brasileiro JJ só usa 7, então AD pode deitar e rolar quando receber os A339. Mas resta saber se a AD/ZI vão conseguir conquistar mercado e yields satisfatórios.


Mas a Latam Brasil já tem 10 frequencias autorizadas, porém as últimas 3 semanais que recebeu mês passado ainda não foram postos à venda, certamente será um Gru-Cdg no horário vespertino, vide Barcelona, Roma, Johanesburgo e Munique

#5 TheJoker

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Posted 08 de July de 2018 - 20:08

Mas a Latam Brasil já tem 10 frequencias autorizadas, porém as últimas 3 semanais que recebeu mês passado ainda não foram postos à venda, certamente será um Gru-Cdg no horário vespertino, vide Barcelona, Roma, Johanesburgo e Munique

Ok mesmo assim ainda sobram 18 frequências pra AD  colocar em SP + 8 em qualquer lugar fora do eixo RJ-SP.

 

E ela só precisa de 7 em VCP + 7 em REC, no máximo.


Edited by TheJoker, 08 de July de 2018 - 20:09 .


#6 TheJoker

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Posted 08 de July de 2018 - 20:12

Se bem que eu acho que se a Vinci e a Fraport resolverem mostrar a que vieram, a partir de 2020, talvez nada disso seja relevante.



#7 A345_Leadership

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Posted 08 de July de 2018 - 21:08

 

Posso arrumar de forma diferente?

 

De qualquer forma, a Aigle Azur bloqueia uma eventual expansão da AF no país e garante que a Azul entre.



#8 LipeGIG

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Posted 08 de July de 2018 - 22:10

No final acho que a Aigle ja usa as suas 4x fora da "Alinea A" pois a AF ja confirmou seus 26 voos.

 

Ou uma das duas (ou a AF não vai operar as 2x ou a Aigle vai ter que operar só 2x semanais) vai ter que cortar algo.

 

Ou..das 5 frequencias do diurno CDG-GIG, a AF negociou para usar a alinea D em 4 delas (Rio pode ser usado nelas)

 

 

 

De volta ao assunto... acho factivel ela operar Recife e quem sabe Confins. Faz todo sentido!



#9 Marcos Felipe

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Posted 09 de July de 2018 - 09:49

Será que a Aigle Azur, vai operar uns voos diurnos ORY x REC em conexão direta com a Azul?

 

REC tá virando hub internacional da Azul.



#10 A345_Leadership

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Posted 09 de July de 2018 - 10:08

Entre REC e CNF, vejo o primeiro com mais factível. As duas empresas podem vender o Nordeste para a França, não ser apenas um tráfego Brasil->França. Apesar da parceria com a TAP, a Azul pode utlizar a Aigle Azur em destinos como a Suíça e interior francês. No lado de cá, pode ser uma forma de ligar COR e ROS com ORY via REC.



#11 jaampieer

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Posted 09 de July de 2018 - 11:54

Entre REC e CNF, vejo o primeiro com mais factível. As duas empresas podem vender o Nordeste para a França, não ser apenas um tráfego Brasil->França. Apesar da parceria com a TAP, a Azul pode utlizar a Aigle Azur em destinos como a Suíça e interior francês. No lado de cá, pode ser uma forma de ligar COR e ROS com ORY via REC.


Concordo. Além disso, nem citam CNF na matéria. Só com muito esforço da BH Airport pra trazer esse voo pra cá. Em REC além de bater de frente com a Joon, tem também as conexões e o fato de conseguir vender França > Nordeste.

#12 joaovictorslbh

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Posted 09 de July de 2018 - 14:43

Sem falar que ORY/REC é um trilho bem menos complexo, menos de 10 horas de duração, faz ida/volta em menos de 24 horas, o que evita aeronave parada, geralmente.



#13 Hirondelle

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Posted 09 de July de 2018 - 15:38

É REC na cabeça. Ou melhor, na rede de rotas da AIGLE AZUR.  :cheer:  :cnana:  :bumbo:  :yeah:  :nana:



#14 boulosandre

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Posted 09 de July de 2018 - 19:14

Sem falar que ORY/REC é um trilho bem menos complexo, menos de 10 horas de duração, faz ida/volta em menos de 24 horas, o que evita aeronave parada, geralmente.

.

Depois de consolidar VCP, REC está no radar.

Aliás, a rota Paris-Recife de forma alguma será novidade, não é mesmo?

#15 diasfly

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Posted 09 de July de 2018 - 19:37

Ao meu ver, existe uma possibilidade remota, de que a Azul entre no mercado BR-FR operando à partir de CNF ao invés de VCP, pelo fato de VCP já estar sendo atendido pelo voo da Aigle Azur, e também por conta de o HUB internacional em VCP estar um pouco sobrecarregado. Entretanto, apesar desses detalhes, particularmente eu acho mais provável que inicialmente comecem operando por VCP mesmo.

 

Já a segunda rota para o Brasil da Aigle, tem toda cara de que será REC mesmo, por fazer todo o sentido para o próprio trafego de passageiros da Aigle em parceria com a Azul, que já tem um baita HUB em Recife.



#16 PR-AIU

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Posted 09 de July de 2018 - 20:12

VCP não está carregado, muito pelo contrário. Aquele aeroporto é um elefante branco


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#17 51Tucano

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Posted 09 de July de 2018 - 22:19

VCP não está carregado, muito pelo contrário. Aquele aeroporto é um elefante branco

Aproveitando essa falta de concorrência a Aigle Azur poderia lançar voos para VCP de outros pontos dentro da UE: FCO, MUC, BCN, DUS...

Melhor que outros destinos no Brasil saindo de ORY.

Edited by 51Tucano, 09 de July de 2018 - 22:20 .


#18 A345_Leadership

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Posted 09 de July de 2018 - 22:36

Aproveitando essa falta de concorrência a Aigle Azur poderia lançar voos para VCP de outros pontos dentro da UE: FCO, MUC, BCN, DUS...

Melhor que outros destinos no Brasil saindo de ORY.

Só pode se houver OS com a UE.



#19 joaovictorslbh

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Posted 10 de July de 2018 - 08:41

E não deixa de ser uma forma de reagir à presença da Air France em Fortaleza. CNF na oferta internacional concorre com BSB.

 

Agora, a pequena ressalva é que reagir é mais do feitio do grupo da Gol que do grupo da Azul. A Azul, no quesito inovação, costuma ser bem mais proativa, então não me surpreenderia se resolvesse operar a partir de CNF. Mas concordo que hoje tudo aponta para REC mesmo, ao menos primeiramente.

 

 

Ao meu ver, existe uma possibilidade remota, de que a Azul entre no mercado BR-FR operando à partir de CNF ao invés de VCP, pelo fato de VCP já estar sendo atendido pelo voo da Aigle Azur, e também por conta de o HUB internacional em VCP estar um pouco sobrecarregado. Entretanto, apesar desses detalhes, particularmente eu acho mais provável que inicialmente comecem operando por VCP mesmo.

 

Já a segunda rota para o Brasil da Aigle, tem toda cara de que será REC mesmo, por fazer todo o sentido para o próprio trafego de passageiros da Aigle em parceria com a Azul, que já tem um baita HUB em Recife.


Edited by joaovictorslbh, 10 de July de 2018 - 08:41 .


#20 diasfly

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Posted 10 de July de 2018 - 13:40

VCP não está carregado, muito pelo contrário. Aquele aeroporto é um elefante branco

Me refiro não à infraestrutura do aeroporto, e sim ao contingente da própria cia em VCP para atender todos os voos inter.

 

Se considerar a leva de contratações necessárias para lançar mais um voo, é mais fácil colocar em CNF que já tem uma equipe treinada para atender A330 mas só o recebe 3 vezes por semana, do que em VCP que já recebe alguns A330 por dia e provavelmente está com a equipe sobrecarregada.

 

Agora, fato é, que apesar deste detalhe, a probabilidade de o voo sair por VCP é muito maior do que CNF, pois existem outras dezenas de fatores que pesam na decisão. Eu só comentei por que imagino que exista essa pequena possibilidade de CNF ganhar essa rota, se levar em conta que a AD lançar VCP-FR seria sobreposição com a rota da própria Aigle Azur.