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Azul e Copa Airlines anunciam acordo de codeshare


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#1 Cassio.Fernandes

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Posted 08 de November de 2018 - 12:17

SÃO PAULO – A Azul Linhas Aéreas e a Copa Airlines anunciaram um novo acordo de codeshare, em um evento nesta quinta-feira (8), que reuniu representantes das duas companhias e membros do trade. No Brasil, os clientes da Copa  poderão usufruir da presença da Azul, que atualmente opera para 101 cidades brasileiras, sendo que 52 desses destinos não são servidos por nenhuma outra companhia aérea.

A Azul também adicionará seu código AD aos voos da Copa Airlines que partem e chegam do Panamá, permitindo aos clientes da empresa do Brasil fazer conexão, por meio do Centro de Conexões das Américas na Cidade do Panamá, que inclui 80 destinos em 32 países nas Américas do Norte, Central, do Sul e do Caribe. Além disso, essa nova parceria permite aos clientes das duas empresas comprar um único bilhete para toda sua viagem, assim como despachar sua bagagem para o destino final.

“Faz 2 anos que estamos em conversas e hoje, finalmente, podemos anunciar essa parceria. O codeshare já está aprovado no Brasil e apenas esperando aprovações no Panamá”, celebrou Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul. “Um terço de todos os voos domésticos do Brasil são da Azul e estamos muito otimistas com o futuro. Esse acordo com a Copa Airlines vai ajudar ainda mais no nosso crescimento.”

A novidade também foi bastante comemorada pela Copa, que expandirá ainda mais sua atuação no Brasil. “Desde que as empresas se encontraram pela primeira vez, foi possível notar como nossas culturas e estratégias de serviço são parecidas. Hoje, comemoramos essa conexão de duas grandes companhias buscando melhorar o serviço para os clientes”, afirmou Dennis Cary, vice-presidente Sênior da Copa Airlines. “O Brasil é muito importante para nós e queremos continuar crescendo aqui”, finalizou.

Além da novidade do codeshare, as duas companhias também lançaram hoje um acordo entre seus programas de fidelidade. Clientes do TudoAzul e do ConnectMiles podem agora facilmente acumular milhas quando voarem por qualquer uma das duas empresas. Em dezembro, clientes também poderão resgatar os pontos acumulados nas duas companhias aéreas.

Fonte: https://www.mercadoe...-de-cordeshare/



#2 boulosandre

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Posted 08 de November de 2018 - 12:43

Será q agora a Copa volta pra VCP?

#3 Cassio.Fernandes

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Posted 08 de November de 2018 - 12:47

Será q agora a Copa volta pra VCP?

Eu pensei exatamente nisso.

Ate porque na época que ela operou la, houve um boicote legal por parte da Azul.

Conhecidos meus que trabalham no solo falam que boicotavam a American, Copa e qualquer outra companhia que opera por la. 

Um exemplo era quando os American chegavam, eram obrigados a desembarcarem na remota, porque a Azul deixava os A330 no gate sendo que os mesmos só saiam a noite.

Agora que é parceira talvez as coisas mudem. 


Edited by Cassio.Fernandes, 08 de November de 2018 - 12:50 .


#4 Schonarth

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Posted 08 de November de 2018 - 13:36

Seria uma retaliação da Copa pela G3 ter começado a operar pros EUA? Porque lembro-me de que quando voei Copa os trechos internos foram pela laranja.



#5 Delmo

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Posted 08 de November de 2018 - 13:46

Cada vez mais concordo com o CEO da Qatar: alianças não fazem mais sentido.

 

O futuro próximo tá nítido: das alianças perderem importância e cada empresa ter os acordos bilaterais que lhe convierem, estilo GOL/Smiles.



#6 DpsTr

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Posted 08 de November de 2018 - 16:24

Esse acordo já é de março, não de agora.

 

Sobre a Copa voltar a VCP, acho mais fácil a idéia ser alimentar os vôos já existentes mesmo - os destinos que a Azul serve exclusivamente a partir de VCP são relativamente poucos, dificilmente representariam o diferencial que faltou para a "primeira encarnação" da Copa em VCP dar certo.



#7 C010T3

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Posted 08 de November de 2018 - 17:32

Cada vez mais concordo com o CEO da Qatar: alianças não fazem mais sentido.
 
O futuro próximo tá nítido: das alianças perderem importância e cada empresa ter os acordos bilaterais que lhe convierem, estilo GOL/Smiles.


Discordo. A Copa é deslocada na América, pois seu objetivo é cobrir todos os destinos relevantes do continente. Só é relevante para ela ser parceira de companhias que oferecem voos para destinos que ela não teria como oferecer. Relevantes nesse quesito são somente EUA, Brasil e México.

Como Copa e Avianca são concorrentes, não faz sentido a cooperação no Brasil. Em PTY, acho que ela daria boas vindas a todas as companhias da Star que oferecessem voos intercontinentais.

A Qatar é uma versão global da Copa, porém a diferença é que não existe algo além, por isso, para ela, somente a distribuição regional em continentes distantes é que torna relevante a questão das alianças. O problema nisso é que não há uma aliança que cubra todos os mercados em todos os lugares, é sempre um cobertor curto, o que torna a escolha impossível para a Qatar.

Isso não é o caso de outras companhias, pois elas sempre estão em alguma localização periférica em relação a algum mercado. Para as ME3, todo o globo está sob alcance.
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#8 A345_Leadership

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Posted 08 de November de 2018 - 21:13

Fugindo um pouco do tópico, os governos deveriam exigir que as empresas seguissem as suas parceiras de forma alinhada. Hoje temos uma rede de parcerias cruzadas entre alianças que parece que há uma única aliança no mundo.

 

Ex: Emirates tem acordo com a Qantas, mas não tem com a Qatar. United tem participação na Azul mas não tem acordo com a Avianca Brasil, que tem acordo com a Air Europa, e assim vai.

 

Não há uma concorrência de fato (TATL está dominado pelas 3 JV), apenas uma releitura dos "pools" das décadas de 60 a 80.



#9 Mayday

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Posted 08 de November de 2018 - 21:43

Fugindo um pouco do tópico, os governos deveriam exigir que as empresas seguissem as suas parceiras de forma alinhada. Hoje temos uma rede de parcerias cruzadas entre alianças que parece que há uma única aliança no mundo.
 
Ex: Emirates tem acordo com a Qantas, mas não tem com a Qatar. United tem participação na Azul mas não tem acordo com a Avianca Brasil, que tem acordo com a Air Europa, e assim vai.
 
Não há uma concorrência de fato (TATL está dominado pelas 3 JV), apenas uma releitura dos "pools" das décadas de 60 a 80.


Uma coisa interessante que vi esses dias pesquisando voos, foram conexões operadas por Alitalia, Air France e Emirates vendidas através do site da LATAM. Acredito que seja interline, porém não sabia que era possível vender diretemente no site.

#10 Delmo

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Posted 08 de November de 2018 - 22:00

Discordo. A Copa é deslocada na América, pois seu objetivo é cobrir todos os destinos relevantes do continente. Só é relevante para ela ser parceira de companhias que oferecem voos para destinos que ela não teria como oferecer. Relevantes nesse quesito são somente EUA, Brasil e México.

Como Copa e Avianca são concorrentes, não faz sentido a cooperação no Brasil. Em PTY, acho que ela daria boas vindas a todas as companhias da Star que oferecessem voos intercontinentais.

A Qatar é uma versão global da Copa, porém a diferença é que não existe algo além, por isso, para ela, somente a distribuição regional em continentes distantes é que torna relevante a questão das alianças. O problema nisso é que não há uma aliança que cubra todos os mercados em todos os lugares, é sempre um cobertor curto, o que torna a escolha impossível para a Qatar.

Isso não é o caso de outras companhias, pois elas sempre estão em alguma localização periférica em relação a algum mercado. Para as ME3, todo o globo está sob alcance.


Falou, falou, e a discordância não teve nada a ver com o que comentei.

Edited by Delmo, 08 de November de 2018 - 22:00 .


#11 Delmo

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Posted 08 de November de 2018 - 22:02

Uma coisa interessante que vi esses dias pesquisando voos, foram conexões operadas por Alitalia, Air France e Emirates vendidas através do site da LATAM. Acredito que seja interline, porém não sabia que era possível vender diretemente no site.


Fiquei curioso pra saber que rotas da Emirates, Alitalia e Air France aparecem no site da Latam.

Em tempo: ao Smiles vende voos da El Al em code-share com números TAP.

#12 Mayday

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Posted 08 de November de 2018 - 23:25

Fiquei curioso pra saber que rotas da Emirates, Alitalia e Air France aparecem no site da Latam.

Em tempo: ao Smiles vende voos da El Al em code-share com números TAP.


GRU-CAI: LA8110 (GRU-FCO) + AZ 896 (FCO-CAI), tb aparecem opções com a BA e LH.

GRU-DXB: Conexões com a EK em todos os destinos europeus + JNB

Entre outras tantas opções.
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#13 silviomeloj

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Posted 09 de November de 2018 - 17:24

Espero que isso dê uma turbinada na ocupação dos voos entre PTY e REC que, acredito, nunca tiveram um desempenho excelente.



#14 B737-8HX

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Posted 10 de November de 2018 - 00:15

Fugindo um pouco do tópico, os governos deveriam exigir que as empresas seguissem as suas parceiras de forma alinhada. Hoje temos uma rede de parcerias cruzadas entre alianças que parece que há uma única aliança no mundo.

 

Ex: Emirates tem acordo com a Qantas, mas não tem com a Qatar. United tem participação na Azul mas não tem acordo com a Avianca Brasil, que tem acordo com a Air Europa, e assim vai.

 

Não há uma concorrência de fato (TATL está dominado pelas 3 JV), apenas uma releitura dos "pools" das décadas de 60 a 80.

 

 

Os governos nunca devem meter o bedelho em aliança comercial alguma. Não só em alianças, mas em qualquer parceria comercial firmada entre empresas, qualquer seja o ramo. 

 

Exceto, claro, quando caracterize algo realmente ilegal, conforme as leis locais vigentes, o que não nos parece o caso das empresas aéreas. 

 

Se as alianças e/ou parcerias firmadas possuem confluências entre si, quem precisa rever esse problema são as próprias empresas - que pagam uma legião de "cabeças pensantes" justamente para esse fim. 


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#15 A345_Leadership

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Posted 10 de November de 2018 - 11:45

Os governos nunca devem meter o bedelho em aliança comercial alguma. Não só em alianças, mas em qualquer parceria comercial firmada entre empresas, qualquer seja o ramo. 

 

Exceto, claro, quando caracterize algo realmente ilegal, conforme as leis locais vigentes, o que não nos parece o caso das empresas aéreas. 

 

Se as alianças e/ou parcerias firmadas possuem confluências entre si, quem precisa rever esse problema são as próprias empresas - que pagam uma legião de "cabeças pensantes" justamente para esse fim. 

8HX, os governos que falo são os órgãos de defesa, como o CADE.

 

O esquema de parcerias deveriam ser melhor investigadas para não configurar cartel ou impedimento de novas entrantes.

 

No Brasil não é tão nítido (vemos apenas uns cruzamentos entre AD e O6), mas lá fora é comum. A Qantas até recentemente não tinha um amplo acordo com a Cathay Pacific, preferindo fechar joint venture com a China Eastern (ST); o exemplo QF-EK também; a American Airlines possui participação na China Southern (ST).

 

Os órgãos de defesa já estão observando o mercado TATL, que virou combinação das 3 grandes de cada lado, sem espaço para novos entrantes, vide a saída da WOW, Primera e a luta da Norwegian para manter no mercado. Segundo alguns especialistas (CAPA, Leeham e investidores) a primeira tendência é ter uma queda de preço para depois subir.

 

No mercado internacional não há uma concorrência como ocorre nos mercados domésticos e as empresas fazem acordos, oficialmente ou implicitamente. O que dizer da Virgin Atlantic e a British Airways, acusadas de fazer cartel no Atlântico Norte?

 

Trazendo para o lado brasileiro, se o TLDC não tivesse exigido, a LATAM poderia ser um caso único de duas alianças: a que atende bem as hispânicas (OW) e a brasileira (SA).


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#16 C010T3

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Posted 10 de November de 2018 - 12:01

Falou, falou, e a discordância não teve nada a ver com o que comentei.

 

Na minha opinião, alianças fazem sentido para muitas companhias. Não fazem para ME3, não fazem para a Copa na América.



#17 Delmo

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Posted 11 de November de 2018 - 10:00

 

Na minha opinião, alianças fazem sentido para muitas companhias. Não fazem para ME3, não fazem para a Copa na América.

 

 

Entendi agora.

A meu ver, há importância mas ela diminui a cada dia que passa pra praticamente todas, os acordos extraconjugais só crescem.



#18 A345_Leadership

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Posted 11 de November de 2018 - 16:34

Entendi agora.

A meu ver, há importância mas ela diminui a cada dia que passa pra praticamente todas, os acordos extraconjugais só crescem.

Também acho. No caso brasileiro, onde o tráfego majoritário é EUA e Europa, basta ter bons acordos nestes dois países. África, Oriente, Canadá e Austrália são residuais.

 

Qual a necessidade da Gol em entrar na Skyteam, gastar milhões de dólares em sistema e padronização, para poder pensar em um acordo com a China Airlines, por exemplo?

 

Diria que esta vontade de alguns em entrar em uma aliança é mais por questão de ego e creditar as milhas, que cada dia passa estão mais micadas.



#19 Delmo

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Posted 11 de November de 2018 - 17:11

Também acho. No caso brasileiro, onde o tráfego majoritário é EUA e Europa, basta ter bons acordos nestes dois países. África, Oriente, Canadá e Austrália são residuais.

 

Qual a necessidade da Gol em entrar na Skyteam, gastar milhões de dólares em sistema e padronização, para poder pensar em um acordo com a China Airlines, por exemplo?

 

Diria que esta vontade de alguns em entrar em uma aliança é mais por questão de ego e creditar as milhas, que cada dia passa estão mais micadas.

 

 

Peguemos a Latam como exemplo. Ela precisa mesmo é do IAG, American e Lufthansa. Royal Jordanian, Finnair, Sri Lankan, Malaysia e afins não lhe adicionam nada.

 

Lufthansa, United, TAP e Copa não querem nem saber da O6, mas de concorrentes fora da aliança. Exemplos há aos montes. A existência de alianças vai passar por mudanças fortes, que já começaram.


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#20 Mayday

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Posted 11 de November de 2018 - 19:48

 
 
Peguemos a Latam como exemplo. Ela precisa mesmo é do IAG, American e Lufthansa. Royal Jordanian, Finnair, Sri Lankan, Malaysia e afins não lhe adicionam nada.
 
Lufthansa, United, TAP e Copa não querem nem saber da O6, mas de concorrentes fora da aliança. Exemplos há aos montes. A existência de alianças vai passar por mudanças fortes, que já começaram.


Falando sobre a nova configuração das alianças, a Oneworld passou a oferecer a modalidade "Oneworld Connect", que em tese tornaria mais fácil a adesão a aliança. A primeira cia a entrar nessa modalidade é a Fiji Airways. Dizem que a Interjet do México seria a próxima, patrocinada por LATAM, American e IAG.