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Latam passa a cobrar por escolha de assento em voos inter

JJ

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57 replies to this topic

#1 TheJoker

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Posted 11 de February de 2019 - 18:58

11/02/2019

Por Karina Cedeño

 

A Latam irá implementar, a partir da próxima quarta (13), a venda de escolha de assentos na classe econômica de voos internacionais com operação a partir do dia 17 deste mês. A venda estará disponível para todos os passageiros com tarifas Promo e Light. As rotas entre Santiago (SCL)-Ilha de Páscoa (IPC) e Santiago (SCL)-Papeete (PPT), assim como todos os bilhetes Premium Pass/Fidelidade, e nas tarifas Top e Plus, mantêm a marcação de assento sem custo.

 

Confira a seguir comunicado da aérea na íntegra:

“A Latam Airlines Brasil informa que o valor cobrado pela escolha do assento em voos nacionais é de R$ 20 para clientes que comprarem na tarifa Light e R$ 30 para bilhetes adquiridos na tarifa Promo. Em voos para os Estados Unidos, Europa e Ásia, o valor cobrado é de US$ 15 para clientes que comprarem na tarifa Light e US$ 20 para bilhetes adquiridos na tarifa Promo. Já os clientes que voam do Brasil para os países da América do Sul e México, custará US$ 6 e US$ 8 para os clientes que comprarem na tarifa Light e Promo, respectivamente.

Os passageiros têm possibilidade de realizar o pagamento com cartões de crédito e débito pelo site da empresa ou diretamente no aeroporto. Não pagam pelo serviço os clientes Latam Fidelidade das categorias Black Signature, Black e Platinum, além de passageiros com bilhetes comprados nas tarifas Top e Plus. Em voos internacionais, clientes com bilhetes adquiridos antes de 13 de fevereiro para voos após 17 de fevereiro também não pagam pelo serviço.

A escolha do assento poderá acontecer desde o momento da compra do bilhete até 40 minutos antes do horário de partida do voo nacional ou internacional. Para os passageiros que optarem por não escolher previamente o seu assento, a seleção será feita de forma automática cerca de 48 horas antes do voo.

As alterações fazem parte da nova experiência que a empresa começou a oferecer em 2016, quando promoveu alternativas de perfis de tarifas para que os passageiros paguem somente pelo serviço que utilizam ou valorizam".

 

 

https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2019/02/latam-passa-a-cobrar-por-escolha-de-assento-em-voos-inter_162223.html


Edited by TheJoker, 11 de February de 2019 - 18:58 .


#2 2setão

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Posted 11 de February de 2019 - 21:11

Cobrar a mais pra acessar a internet, ir numa poltrona mais confortável ou com menos aperto, por uma refeição, pra despachar malas, ok.
Mas, num voo internacional, cobrar pra marcar assento, na econômica, acho meio forçação. Apesar de ser coisa pro mercado regular, isso não significa que eu não possa reclamar :)
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#3 A345_Leadership

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Posted 11 de February de 2019 - 21:45

A aviação será isso, você só compra a garantia do lugar no voo. Poltrona, internet, check-in, bagagem, marcação, etc serão pagos.

 

As receitas auxiliares estão ganhando peso cada vez maior nas receitas das empresas.


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#4 Yoshioff

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Posted 12 de February de 2019 - 08:57

Fiz uma reserva em um voo inter há alguns dias atrás e na tarifa Light já não incluía nem a bagagem, nem a marcação, colocando na ponta do lápis, a tarifa flex era mais vantajosa no final das contas. Cada vez mais as tais legacys vão se alinhando a política de cobrança das Low cost, mas bem longe de ser low fare.


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#5 PFB-CGH

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Posted 12 de February de 2019 - 10:31

E o gatilho de todas as essas cobranças acessórias no Brasil, foi a permissão de cobrança pelo despacho de bagagens. 
Sou contra, pois no Brasil nenhuma empresa oferece tarifas baixas, como em empresas europeias e asiáticas de baixo custo.


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#6 PT-KTR

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Posted 12 de February de 2019 - 11:11

E o gatilho de todas as essas cobranças acessórias no Brasil, foi a permissão de cobrança pelo despacho de bagagens. 
Sou contra, pois no Brasil nenhuma empresa oferece tarifas baixas, como em empresas europeias e asiáticas de baixo custo.

 

Isso aí! Recordo de um amigo que pagou mais pela bagagem do que por si mesmo em um voo na Europa... aqui no Brasil daqui uns dias será vantagem mandar a bagagem pelo PAC dos Correios de forma antecipada e viajar sozinho. Agora vamos ver como será o quebra-pau quando o pax quiser voar na 2A e chegar lá estar duplicado por outro cara que comprou a 2A... isso renderá PROCON e vão perder mais do que os miseraveis 20 reais.


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#7 James007

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Posted 12 de February de 2019 - 11:57

E o gatilho de todas as essas cobranças acessórias no Brasil, foi a permissão de cobrança pelo despacho de bagagens. 
Sou contra, pois no Brasil nenhuma empresa oferece tarifas baixas, como em empresas europeias e asiáticas de baixo custo.

 

Mas a finalidade da agência reguladora (ANAC) não é proporcionar tarifas baixas por via indireta, obrigando a prover serviços acessórios de graça, logo uma coisa não deve justificar a outra.

 

Quem deve proporcionar tarifas baixas é a livre concorrência (mercado) e a segurança jurídica (menos ativismo judicial, especialmente na Justiça do Trabalho e nos Juizados de Defesa do Consumidor, e, mais recentemente, no juízo de recuperação judicial da Avianca proibindo os arrendadores de retomar os aviões).

 

As tarifas aqui são tidas como "elevadas" por conta dos elevados gastos obrigatoriamente orçados (combustível/ICMS, encargos trabalhistas e sociais, provisão para acerto de contas com a Justiça do Trabalho etc.) e tendem a ficar ainda mais elevadas porque os próximos arrendamentos deverão ficar mais caros em virtude da insegurança jurídica dos arrendadores em não terem a garantia de retomada de suas aeronaves quando houver inadimplência.

 

No final da contas, os tickets nacionais sem bagagem aqui no Brasil não são tão mais caros do que os tickets internacionais dentro da Europa. A simples conversão da moeda (Real/Euro) já elimina a primeira impressão que os números absolutos causam. Depois, o confronto das distâncias médias entre as cidades (no Brasil, as dimensões são muito maiores que na Europa) justifica mais um pouco a já não tão grande diferença. Se minimizarmos os encargos trabalhistas e sociais, excluirmos o risco trabalhista e ponderarmos o custo teoricamente mais barato do leasing por lá, encontraremos a explicação para o restante da diferença.

 

Em suma, aqui não há margem de lucro tão maior do que lá para parecer que as companhias aqui "não baixam o preço porque não querem". A que se desviou, quebrou.

 

Portanto, a composição das tarifas por aqui têm quase nada a ver com bagagem. 

 

Aliás, por sinal, nunca entendi tamanha indignação com cobrança por bagagem depois que passou a ser aplicada, especialmente considerando que há muito tempo, desde quando ainda era gratuito, cada vez menos as pessoas vinham despachando bagagens, só entupindo os bins de bagagens de mão como volumes cada vez mais oversized overweighted. Há muito tempo a parte mais chata de voar é procurar espaço pra bagagem de mão.

 

Não é porque um serviço (como o transporte aéreo) nos primórdios começou com marcação de assento e despacho de bagagens gratuitos que devemos achar que nunca poderá deixar de assim ser ou esperar que o Estado proíba a mudança. Se, desde o início, tudo fosse pago à parte, ninguém hoje reclamaria. O Estado não está aí para proibir mudanças ou evoluções.


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#8 Schonarth

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Posted 12 de February de 2019 - 12:08

Ainda chegará o dia em que cobrarão para usar o banheiro.
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#9 PFB-CGH

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Posted 12 de February de 2019 - 13:20

Prezado James007,

Respeito a sua opinião, mas não compartilho da mesma por vários motivos.

Não falei que tudo é reflexo da cobrança de bagagens, mas sim que a flexibilização da cobrança de bagagens iniciou outras cobranças aqui no Brasil.

A ANAC não deve regular preços, mas deve regular o serviço de transporte aéreo, a qualidade e o padrão. Na minha opinião, neste padrão, o transporte aéreo inclui o passageiro e sua bagagem. Claro que não defendo 50kg de bagagem, mas 10 kg em bagagem de mão é um tanto ridículo.

Nem sempre o problema é o Custo-Brasil, mas sim a intenção das empresas em se valerem desta justificativa para lucrarem mais. Sou favorável às mudanças, mas o Brasil não está preparado para tanta flexibilização. Não tenha dúvidas que houve muito lobby das empresas querendo essas mudanças.

Paulatinamente, estamos observando uma guerra fiscal entre os entes federativos, tentando conquistar novos voos, essa redução do custo para a empresa, vai beneficiar o consumidor com relação ao preço da passagem? Claro que não! A empresa vai absorver isso como lucro.

Sobre a segurança jurídica em relação à JT, a empresa que cumpre a legislação trabalhista, não sofre ação trabalhista. Ou seja, é um risco que a empresa corre decorrente se seus próprios atos. 

Com relação aos leasings, é um risco que realmente vai refletir de forma indireta em todas as empresas, mas na precificação das passagens futuras isso vai ser incluído, mas estamos falando de hoje..

Não vi a 06 quebrar por ter se desviado das demais em relação aos custos, sempre que cotei, vi preços bem similares. Mas vi um erro de gestão, uma empresa querendo crescer internacionalmente em rotas superofertadas e deixando cidades como a que eu nasci PFB, em uma rota que matinha bons índices de ocupação, sem concorrência no voo PFB-GRU, para utilizar a aeronave em NVT, em outro mercado tecnicamente superofertado. 

Por fim, não precisamos de lanchinho gratuito, mas precisamos carregar nossas bagagens e escolher nossos assentos de forma gratuita como sempre foi.

E não adianta dizerem que de qualquer forma viajarei sentado em algum lugar, caso eu não queira pagar a passagem,.pois geralmente viajam comigo três ou quatro acompanhantes, e o mínimo que esperamos é irmos juntos, não espalhados entre os demais.

Ou seja, é um abuso sim, pois tornam coisas que são direitos do passageiro (escolher seu assento, dentro da classe adquirida, transportar sua bagagem) em acessórios.

   


 

O objetivo da ANAC, realmente não é prover serviços de baixo de custo para o passageiro, mas também não alterar regras que funcionavam bem.
Tirando o pessoal da ponte-aérea, poucas são as pessoas que viajam com apenas uma mochila de mão. 
Desta forma, a alteração da regulamentação da ANAC, foi um ato lesivo ao consumidor. Pode-se falar que o sistema funciona muito bem em outras partes do mundo, mas sabemos que no Brasil não é a mesma realidade.

Você cita alto custo das empresas, QAV/ICMS, mas esquece que pagamos um alto custo pelas passagens também!
Ainda sobre o ICMS, paulatinamente, estamos observando o início de uma guerra fiscal entre os entes federativos, ou seja, as empresas pagarão menos ICMS, mas sabemos que isso não vai reduzir o valor de nenhuma passagem aérea.

No Brasil, as empresas têm o hábito de cobrar a mais em tudo, até valores acima do custo-Brasil, afinal, a concorrência não é muito grande, e os brasileiros terão que pagar de uma forma ou de outra.

Acho ridículo cobrar para marcar um assento, em uma empresa com tarifas cheias. Cobrar pela marcação de um assento em uma passagem de 7 Euros, entre DUB e outra cidade europeia, faz sentido, agora quererem cobrar em passagens de 800 reais, entre GRU e EZE é um absurdo sim.

O mesmo ocorre com o despacho de bagagens. Todas as vezes que embarquei após o início da cobrança, vi problemas no embarque, faltam lugares nos bins e muitos passam a despachar gratuitamente na porta da aeronave. 

Quem vai viajar à Europa com apenas uma mala de mão? Pagamos uma tarifa baixa que justifique a cobrança? Lógico que não.
Não tenha dúvidas que houve lobby para favorecer as empresas aéreas.  

O próprio mercado deve regular os seus preços, mas os governos devem evitar os abusos e a bagagem é o maior deles.


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#10 A345_Leadership

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Posted 12 de February de 2019 - 14:36

Livre mercado é isso, a empresa vai cobrar até pela inclinação da poltrona.

 

Mas falta a outra parte, o surgimento de concorrentes. Um Fulano Linhas Aéreas, com custo mais baixo que e que ofereça marcação de assentos, franquia de bagagem, etc e com um preço não tão caro, vai fazer as concorrentes reverem suas posições. 



#11 Rodolfo Rocha

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Posted 12 de February de 2019 - 18:16

Me pergunto se chegará o dia se será rentável voar...Tudo hoje é pago, com a desculpa de baratear os bilhetes ou que a empresa vive no limite...



#12 Luckert

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Posted 12 de February de 2019 - 18:29

Livre mercado é isso, a empresa vai cobrar até pela inclinação da poltrona.
 
Mas falta a outra parte, o surgimento de concorrentes. Um Fulano Linhas Aéreas, com custo mais baixo que e que ofereça marcação de assentos, franquia de bagagem, etc e com um preço não tão caro, vai fazer as concorrentes reverem suas posições. 


Não estivesse mal administrada ,a Avianca está fazendo justamente o contrário de tudo que as demais faziam,resta saber se sobreviverá para manter um diferencial no mercado

#13 A350XWB

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Posted 12 de February de 2019 - 19:49

Não estivesse mal administrada ,a Avianca está fazendo justamente o contrário de tudo que as demais faziam,resta saber se sobreviverá para manter um diferencial no mercado


Resta saber se da pra se manter viva com esses diferenciais todos...
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#14 Delmo

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Posted 12 de February de 2019 - 20:25

Não estivesse mal administrada ,a Avianca está fazendo justamente o contrário de tudo que as demais faziam,resta saber se sobreviverá para manter um diferencial no mercado

Pelo balanço a O6 é a que mais gastava com catering, enquanto tinha o preço médio do bilhete mais baixo de todas.
Não dá pra ser mais full service

Edited by Delmo, 12 de February de 2019 - 20:26 .


#15 A345_Leadership

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Posted 12 de February de 2019 - 21:01

Nossa aviação vai demorar muito para ter comportar serviços diferenciados. Poderia espremer metade do avião com poltrona de 27", sem inclinação, marcação paga e só água enquanto na frente oferece um diferencial.

 

E as ligações mais premium estão no máximo 2 horas entre si, diferente da transcon americana.



#16 Sandro

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Posted 12 de February de 2019 - 21:17

Ainda chegará o dia em que cobrarão para usar o banheiro.

Não da ideia. 

 

Complicado vai ser família viajando junto. filhos. etc. vai tudo depender do bom senso. mas vai gerar confusão .


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#17 2setão

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Posted 12 de February de 2019 - 21:40

A Air France, quando família está com crianças abaixo de 12 anos na mesma reserva, promete acomodar todos lado a lado. Já é alguma coisa, mas continua sendo cruel, principalmente pra famílias com filhos adolescentes ou, simplesmente, casais.

Quem quer viajar longe da mulher ou da filha de 14 anos num voo de +10h?



Não da ideia. 
 
Complicado vai ser família viajando junto. filhos. etc. vai tudo depender do bom senso. mas vai gerar confusão .



#18 rabb

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Posted 13 de February de 2019 - 05:54

Quem quer viajar longe da mulher ou da filha de 14 anos num voo de +10h?


 

 

Mas é exatamente com isso que essas empresas contam para conseguir extorquir uns trocados a mais do passageiro. Golpe baixo, mas funciona.


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#19 c2500

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Posted 13 de February de 2019 - 06:27

O que me incomoda na LATAM eh que se você não opta por pagar o assento e tem mais de uma pessoa na mesma reserva, eles separam, forçando o cliente a pagar.



#20 Delmo

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Posted 13 de February de 2019 - 06:31

Mas estando no mesmo bilhete nunca vi a Latam, pelo menos no doméstico, separar os passageiros.





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