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India's Jet Airways collapses as banks pull the plug


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19 replies to this topic

#1 Cassio.Fernandes

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Posted 17 de April de 2019 - 11:58

Infelizmente mais uma companhia chega ao fim.
 

New Delhi (CNN Business)Jet Airways has finally been grounded.

The once-mighty Indian carrier said in a statement Wednesday that it was suspending all flights after failing to secure emergency funding from the country's banks.
The airline has been struggling for months to stay in business and the announcement follows weeks of speculation over its fate.
"This has been a very difficult decision but without interim funding, the airline is simply unable to conduct flight operations," Jet Airways said in statement.
The company said it was informed late Tuesday by a consortium of lenders that they would not be able to provide new funding. Jet Airways was not able to find another source of cash.
Jet Airways described the suspension of flights operations as temporary, but the absence of funding puts more than 20,000 jobs at risk.

The carrier was founded in the early 1990s by Naresh Goyal and went on to dominate India's airline industry, accounting for nearly 20% of passengers carried by Indian airlines in 2018.
Yet in recent years it struggled to cut costs to compete with newer budget airlines like IndiGo. Rising oil prices and the increased volatility of India's currency, the rupee, only made matters worse.

Swati Gupta contributed reporting.

Fonte: https://edition.cnn....ndia/index.html

 



#2 Leonardo PoA

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Posted 17 de April de 2019 - 13:01

Mais uma pro brejo... :(  e tem também a Utair que está quase indo. 2019 vai ser o ano de ajustes, as sadias ficam e as com a corda no pescoço se vão e infelizmente algumas cias irão desaparecer.



#3 A345_Leadership

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Posted 17 de April de 2019 - 13:18

Eu acho que 2018-2019 é comparável com 2001-2003. Jet Airways, Monarch, WOW, Primera e Germania são alguns exemplos, fora as que estao com quadro irreversível: UTair e Avianca Brasil.

Sem falar nos pequenos operadores.

#4 TheJoker

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Posted 17 de April de 2019 - 14:05

Até o LH Group começou o ano no vermelho, excesso de oferta, preço do QAV, etc, etc.

 

https://investor-rel...st-quarter.html



#5 Cassio.Fernandes

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Posted 17 de April de 2019 - 14:19

Eu acho que 2018-2019 é comparável com 2001-2003. Jet Airways, Monarch, WOW, Primera e Germania são alguns exemplos, fora as que estao com quadro irreversível: UTair e Avianca Brasil.

Sem falar nos pequenos operadores.

Norwegian esta um pouco mal das pernas também, vamos ver ate quando dura


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#6 vfman

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Posted 17 de April de 2019 - 15:21

Eu acho que 2018-2019 é comparável com 2001-2003. Jet Airways, Monarch, WOW, Primera e Germania são alguns exemplos, fora as que estao com quadro irreversível: UTair e Avianca Brasil.

Sem falar nos pequenos operadores.

 

E temos as grandes Alitalia, Etihad, SAA e LOT (?) que estão em situação delicada a tempos.



#7 Pliskin

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Posted 17 de April de 2019 - 15:27

É de se perguntar até onde algumas empresas vão com a atual oferta no mercado.

Talvez 2019-2020 seja o ano do ajuste de oferta entre Europa-India.

Quantas LCC ainda estão no mercado?



#8 A345_Leadership

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Posted 17 de April de 2019 - 17:07

 

E temos as grandes Alitalia, Etihad, SAA e LOT (?) que estão em situação delicada a tempos.

Mas estas são estatais, então tudo pode.



#9 Nicholas773

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Posted 17 de April de 2019 - 19:11

Imagino qual vai ser o impacto disso no mercado internacional Indiano. A Jet tinha uma presença considerável para a Europa e Oriente Médio, que agora ficou sem dono, pois a única empresa indiana que voa intercontinentalmente é a combalida (e muito capenga, principalmente em serviço), Air India. Tudo bem que a Air India é estatal e pode qualquer coisa, mas ela mal está conseguindo manter os próprios aviões voando, não vejo condições para eles expandirem, e nem vejo alguma LCC como a IndiGo se aventurando no internacional. Será que teremos um aumento da presença de empresas estrangeiras para a Índia?



#10 Luckert

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Posted 17 de April de 2019 - 20:00

Até o LH Group começou o ano no vermelho, excesso de oferta, preço do QAV, etc, etc.
 
https://investor-rel...st-quarter.html


Lufthansa no vermelho? Depois de década de lucros o que aconteceu?

#11 TheJoker

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Posted 17 de April de 2019 - 20:40

Lufthansa no vermelho? Depois de década de lucros o que aconteceu?

Já adiantou que teve prejuízo no 1º trim.

 

Em português.  https://www.turisver...eiro-trimestre/



#12 Luckert

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Posted 17 de April de 2019 - 21:00

Já adiantou que teve prejuízo no 1º trim.
 
Em português.  https://www.turisver...eiro-trimestre/

Inacreditável, a Alemanha 🇩🇪 está com menos oferta que em 2017/18 quando a Air Berlin quebrou, a LH absorveu 70% da oferta da Air Berlin no território alemão e mesmo assim a Eurowings puxou para o vermelho os lucros de todo o grupo????
Será que esse investimento na Eurowings algum dia gerará lucros ao grupo?

#13 Silentwatcher727

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Posted 20 de April de 2019 - 07:32

Eu acho que 2018-2019 é comparável com 2001-2003. Jet Airways, Monarch, WOW, Primera e Germania são alguns exemplos, fora as que estao com quadro irreversível: UTair e Avianca Brasil.

Sem falar nos pequenos operadores.



Concordo, porém acredito que o ajuste pode ser por um tempo maior e não vai afetar somente as empresas aéreas.

Acredito que nos ultimos anos a aviação foi transformada numa grande bolha. Em que muitas empresas novas, LCC ou não, foram criadas e sustentaram muitas encomendas de aeronaves.

Se nao me engano temos fabricante de aeronaves comerciais Japonês, Chinês, Brasileiro, Canadense, russo e as linhas de montagem de Airbus e Boeing despejando no mercado mais de 50 aviões narrow por mês.

É muito avião.

Vamos torcer para o ajuste na indústria da aviação ser suave.

#14 jambock

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Posted 26 de April de 2019 - 15:33

Meus prezados
Sem dinheiro para combustível, aérea suspende operações
A Jet Airways, uma das maiores empresas aéreas da Índia, anunciou que realizará ainda hoje o seu último voo. Em crise financeira, sem nenhuma perspectiva de aporte financeiro e com credores cobrando pagamentos de dívidas atrasadas, a companhia cancelou todos os seus voos domésticos e internacionais. Em comunicado oficial, a Jet Airways diz que não tem caixa para pagar por combustível ou outros serviços essenciais para manter as operações em funcionamento.
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A Jet Airways tem lutado há meses para sustentar o negócio e continuar operando. A decisão de hoje veio logo após o State Bank of India negar um financiamento emergencial solicitado pela empresa. O aumento do preço do petróleo e o aumento da volatilidade da moeda indiana piorou a situação da companhia. Além disso, a Jet Airways se viu diante de novos players, como é o caso da Indigo, aérea indiana de baixo custo. Se encerrar definitivamente suas operações, cerca de 20 mil pessoas ficarão sem emprego.

“Nas últimas semanas e meses, a empresa tentou todos os meios possíveis para obter um financiamento. Infelizmente, apesar de seus melhores esforços, não temos outra opção que não seja uma suspensão temporária das operações de voo”, diz o comunicado. “Depois de 25 anos compartilhando a alegria de voar com hóspedes indianos e internacionais, a Jet Airways foi forçada a tomar essa medida extrema, uma vez que esforços prolongados e sustentados com credores e autoridades não produziram os resultados desejados.”

A transportadora foi fundada no início de 1990 pela Naresh Goyal e passou a dominar a indústria de aviação da Índia, respondendo por quase 20% dos passageiros transportados pelas companhias aéreas indianas em 2018.
Fonte: Danilo Teixeira Alves para Portal PANROTAS 17 abr 2019



#15 Kal_Center

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Posted 26 de April de 2019 - 17:15

e nem vejo alguma LCC como a IndiGo se aventurando no internacional. Será que teremos um aumento da presença de empresas estrangeiras para a Índia?

 

Indigo tá voando bem pra caramba no Oriente Médio, assim como o aumento da SpiceJet e da Air Asia India. Essas três crescendo pode ter sido uma das causas da Jet ter perdido bastante terreno por ali.

 

Voei com eles e com outra morta, Kingfisher, tinham serviço bom, mas Ásia agora quer preço, não tem tanto espaço pra full service.



#16 A345_Leadership

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Posted 28 de April de 2019 - 02:04

 

Indigo tá voando bem pra caramba no Oriente Médio, assim como o aumento da SpiceJet e da Air Asia India. Essas três crescendo pode ter sido uma das causas da Jet ter perdido bastante terreno por ali.

 

Voei com eles e com outra morta, Kingfisher, tinham serviço bom, mas Ásia agora quer preço, não tem tanto espaço pra full service.

Mercado indiano tem semelhanças com o Brasil: mercado é grande, mas o povão é pobre e viaja por preço.


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#17 riclima

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Posted 21 de May de 2019 - 13:48

Hindju Group shows interest in Jet Airways

21 MAY, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: ELLIS TAYLOR PERTH

Indian conglomerate Hindju Group has confirmed that it is evaluating a potential investment in defunct carrier Jet Airways, as most of its fleet continues to be repossessed by lessors and banks.

Hindju tells FlightGlobal that it is “evaluating the Jet Airways opportunity” but did not provide any other detail or commentary.


Indian conglomerate Hindju Group is evaluating a potential investment in Jet Airways

Jet Airways

Some reports claim that the conglomerate has been in discussions with Jet’s founder and former chairman, Naresh Goyal, and Etihad Aviation Group, but the Indian company did not address those reports.

The company is the parent of some major Indian brands, including Ashok Leyland, Gulf Oil and IndusInd Bank, among other companies.

It now appears that SBI Capital Markets, which is running the sale process for the stricken airline, is accepting a wide range of proposals in hopes that it can be sold to a new investor that is willing to revive the airline.

Etihad has publicly said that it would be willing to “re-invest” in the carrier that it once held a 24% stake in, but its commitment is highly conditional – including having a suitable Indian partner that would be willing to provide most of the cash required.

The State Bank of India previously indicated that it had received one proposal and two unsolicited bids for the airline, but did not identify the parties involved.

Little of the airline remains, however, as chief executive Vinay Dube, chief financial officer Amit Agarwal and other senior executives resigned on 14 May.

Records from the Directorate General of Civil Aviation (DGCA) show that 95 of Jet’s former aircraft have been deregistered at the request of their owners, lessors and mortgagees, with three more pending.

The three pending deregistrations comprise of two ATR 72-500s (registered VT-JCM and -JCS) and a Boeing 737-800 (VT-JFE).

Cirium’s Fleets Analyzer shows that Aergo Capital and Investec Bank are the managers of the ATRs, while BOC Aviation manages the 737.

The growing number of deregistrations seems to show that there have been few barriers preventing banks and lessors from taking their aircraft back.

A late April restraining order granted by the Telangana High Court preventing 32 aircraft from being deregistered or exported due to unpaid dues on aircraft maintenance and airport charges until a 3 June hearing.

That action was taken by GMR Aero Technic and Hyderabad International airport against the Indian government and the DGCA.

However, legal sources and lessors tell FlightGlobal that there are now less than 10 aircraft covered by that order, with most parties able to come to an agreement to settle the debts and release the order.

#18 riclima

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Posted 22 de May de 2019 - 12:49

Grupo Britânico De Investidores Indianos Pretende Recuperar A Jet Airways
19/05/2019

O grupo britânico AdiGro, que integra a empresa AdiGro Aviation, apresentou ao governo da Índia uma proposta para retomar as operações da companhia Jet Airways, a partir do próximo dia 1 de julho, com uma frota de 70 aviões e um quadro de entre oito a nove mil trabalhadores, anunciou neste sábado, dia 18 de maio, o jornal ‘Business Today’, que se publica em Mumbai.

Fontes do banco central da Índia (State Bank of India), que lidera um grupo de credores da companhia aérea, disseram ao jornal que nesta semana irão decorrer negociações os representantes do Grupo AdiGro, que é liderado por investidores de origem indiana.

A Jet Airways passou nos últimos dois anos por períodos de grande perturbação financeira, tendo interrompido os voos no passado dia 17 de abril.

O grupo britânico pretende adquirir cerca de 25% do capital da companhia indiana, mantendo como sócias o Grupo Etihad e o fundo de capital indiano SBI. Como empresa estrangeira, a intervenção do AdiGro não pode ultrapassar os 49%, de acordo com a atual legislação indiana.


www.newsavia.com

#19 riclima

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Posted 11 de June de 2019 - 11:43

Jet Airways to face insolvency action

11 JUNE, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: ELLIS TAYLOR SINGAPORE

Two of Jet Airways' creditors have started court proceedings that could bankrupt the carrier potentially jeopardising the planned sale of the grounded carrier.

The Mumbai bench of the National Company Law Tribunal has fixed a 13 June date to hear pleadings from truck dealer Shaman Wheels and water bottler Gaggar Enterprises to declare the airline insolvent.

FlightGlobal reached out to Jet Airways for comment but had not received a response at the time of publishing.

If the motion moves ahead, it will likely scupper plans by the carrier's banking consortium to sell a controlling stake to a strategic investor. State Bank of India is the bank leading the consortium, and its SBI Capital Markets unit is handling the sale.

Etihad Airways and Indian conglomerate Hinduja Group have both indicated that they could invest in the carrier, but there has been little sign of any progress towards a sale.

Hinduja Group was not immediately available for comment.

Jet Airways suspended operations on 17 April after failing to secure emergency funding from its banks. Since then, around 100 of its 120 aircraft have been repossessed by banks and lessors, while a number of senior staff, including chief executive Vinay Dube, have resigned.

#20 A345_Leadership

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Posted 22 de June de 2019 - 20:16

Jet Airways succumbs to race to bottom in India's skies
 
Overcrowding threatens to take down full service and budget players alike
 
AKIRA HAYAKAWA, Nikkei staff writer
JUNE 22, 2019 20:02 JST
 
MUMBAI -- Jet Airways has officially entered bankruptcy proceedings after years of failing to beat low-cost rivals on price or to offer enough added value in its services to justify higher fares.
 
But the Mumbai-based carrier's fall from grace is a sign of bigger problems in India's air travel industry, where cutthroat competition is squeezing airlines tighter despite a surge in passenger numbers.
 
India's National Company Law Tribunal on Thursday admitted an insolvency petition filed by Jet Airways' creditors. It told the carrier to submit a rehabilitation plan within 90 days.
 
"I feel sad and deeply distressed mainly for our loyal employees who have waited months, and were anxiously and hopefully awaiting a positive outcome to the Bank-Led Resolution Plan," said Jet Airways founder Naresh Goyal, who stepped down as chairman in March.
 
The airline is believed to face 84 billion rupees ($1.21 billion) in debt. While companies are usually given 180 days to come up with a rehabilitation plan, the court pushed for a quicker timeline, calling the case a matter of "national importance."
 
The creditors, which took control of Jet Airways in March, had previously hoped to find a sponsor for the airline's turnaround. But no good candidates arose. They decided not to extend further lending when cash ran out, grounding all flights in mid-April.
 
They now plan to sell either the company or its assets in order to recoup their losses. But there is not much left for them to unload, with thousands of pilots defecting to rivals and the majority of the 120-plane fleet having been repossessed.
 
India is one of the world's fastest-growing markets for air travel. The number of passengers on domestic flights jumped 19% to 139 million in 2018, double what it was four years earlier. Yet Jet Airways still failed, due to an overambitious expansion plan and competition from low-cost carriers.
 
Jet Airways launched in 1993 as India's first private-sector airline. It wrestled market share away from state-run players with its relatively new planes and on-time flights. It flew nearly 20% of all domestic passengers in 2015, becoming India's second-largest carrier over Air India.
 
But the company only booked a net profit twice in the 10 years through March 2018 as it invested heavily in new routes and more frequent service.
 
Meanwhile, budget airlines quickly turned into a major threat. Compared with full-service airlines, which face heavy costs, low-cost carriers have better operational efficiency, newer planes and superior fuel economy.
 
And in India, they are more likely to be on time. Nearly 90% of budget service flies on schedule, while Jet Airways used to sometimes dip below 85%, according to data from the Director General of Civil Aviation.
 
Jet Airways also received more complaints than its cheaper rivals as the quality of its services fell to the wayside amid its expansion. Customers turned to alternatives, feeling the airline was not worth the fare.
 
"It completely failed to differentiate itself from low-cost carriers, both in terms of ticket prices and service," a local executive of a Japanese airline said.
 
With six airlines operating flights between Mumbai and New Delhi, a round-trip ticket can cost less than $150. Despite the added cost of operating full-service flights, Jet Airways had priced its tickets only about $10 higher than its low-cost competition.
 
But budget carriers are not immune to the fallout from a crowded field. IndiGo's profit after tax plunged to 1.5 billion rupees for the 12 months ended in March from 22.4 billion rupees the year prior. SpiceJet went from a net profit of 5.6 billion rupees to a net loss of 3 billion rupees.
 
Both airlines benefited from a surge in fares in the January-March quarter, caused by repeated cancellations of Jet Airways flights. But prices are trending back down.
 
Flag carrier Air India is under pressure as well. It books tens of billions of rupees in losses every year, which has weighed heavily on national coffers.
 
Of India's roughly 260 state-run companies, 71 were in the red in fiscal 2017, with total losses exceeding 300 billion rupees. Air India has roughly 500 billion rupees in debt. Prime Minister Narendra Modi attempted to privatize the company last year through a stock sale but could not find a buyer.
 
Cutthroat competition could lead to more bankruptcies in India's air travel sector. The country has 11 airlines, including regional players. The industry could consolidate into 4 or 5 groups if current trends continue, according to Australian think tank CAPA -- Center for Aviation.
 

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