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FAB adquire 11 F-5 jordanianos


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63 replies to this topic

#41 Operti

Operti
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Posted 17 de October de 2008 - 16:58

QUOTE(BlackAce @ Oct 17 2008, 02:17 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Caro Jambock, tenho uma informação que os Impalas estão no RJ na base de Sta. Cruz.

Abraços. secret.gif


Black,

Só se for em deslocamento operacional, porque Santa Cruz continua apenas com os bons e velhos F-5, A-1 e Bandeirulhas. Os Imapalas continuam em Natal, como sempre.

Rick,

Transportar os F-5 em carreta nada tem a ver com o despreparo ou sucateamento da Força. Eles simplesmente não podem pousar no Campo de Marte, em função do comprimento da pista. Por isso pousam em Guarulhos e lá têm suas asas retiradas para o transporte de caminhão até o PAMA-SP. E na hora de saírem do PAMA, mesmo procedimento para serem levados até a BASP.




Abraços

#42 Grumman F-14 Tomcat

Grumman F-14 Tomcat
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Posted 17 de October de 2008 - 17:03

QUOTE(transvasp @ Oct 17 2008, 03:18 PM) <{POST_SNAPBACK}>
A minha sugestão é que parte dos F-5EM ficariam melhor mais ao norte e mais perto do vizinho garganteiro !!!

Brazil.gif Brazil.gif




Vizinho garganteiro ... hehehe thumbsup.gif

#43 Landing

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Posted 17 de October de 2008 - 17:48

QUOTE(jambock @ Oct 17 2008, 02:31 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Prezado marcato: O Pacau opera os AT-26 "Xavante" e os AT-26A "Impala" (versão sul-africana do treinador italiano, Alenia Aermacchi MB-326, do qual deriva o Xavante).
Realmente, dois esquadrões de F-5 em Santa Cruz parace ser um exagêro. O "Rompe Mato" faria uma boa presença em Manaus.


Valeu Jambock!

#44 Operti

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Posted 17 de October de 2008 - 18:29

Esqueci de comentar.

Jambock e Pif-Paf, apesar de no papel serem duas unidades distintas, na realidade funcionam como uma só. Operacionalmente é tudo 1o Grupo de Caça, ficando essa divisão em dois mais no âmbito administrativo. O que não impede que, num futuro, eles sejam definitivamente separados. Mas isso implicaria em mexer na estrutura das duas unidades (no mínimo a duplicação de uma série de funções que hoje existem na esfera do Grupo, e não dos esquadrões - comandante, estado maior, etc).
E os esquadrões se chamam Jambock e Pif-Paf. "Senta a Púa!" e "Rompe Mato" são seus gritos de guerra, lemas, mottos, respectivamente.




Abraços

#45 asnomalon

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Posted 17 de October de 2008 - 18:32

QUOTE
(jambock @ Oct 17 2008, 02:31 PM) O Pacau opera os AT-26 "Xavante" e os AT-26A "Impala" (versão sul-africana do treinador italiano, Alenia Aermacchi MB-326, do qual deriva o Xavante).
Realmente, dois esquadrões de F-5 em Santa Cruz parace ser um exagêro. O "Rompe Mato" faria uma boa presença em Manaus.


Vai ser o primeiro esquadrão de drones tripulados da FAB! Esse esquadrão de MAO merecia no mínimo o F-5EM... como um esquadrão de xavante vai fazer frente às possíveis ameaças da região...?

Abs

#46 ricwebbr

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Posted 17 de October de 2008 - 21:26

QUOTE(asnomalon @ Oct 17 2008, 06:32 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Vai ser o primeiro esquadrão de drones tripulados da FAB! Esse esquadrão de MAO merecia no mínimo o F-5EM... como um esquadrão de xavante vai fazer frente às possíveis ameaças da região...?

Abs


Na minha opinião os Xavantes já passaram da hora de ir pros museus. Um país se torna pequeno quando pensa e se comporta como tal.
Meu Deus, estamos em 2008 e voando de Xavante!!!!! thumbsdown_still.png


#47 jambock

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Posted 18 de October de 2008 - 15:54

QUOTE(Operti @ Oct 17 2008, 06:29 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Esqueci de comentar.
(...)
E os esquadrões se chamam Jambock e Pif-Paf. "Senta a Púa!" e "Rompe Mato" são seus gritos de guerra, lemas, mottos, respectivamente. Abraços
Prezado Operti: como pude esquecer o nome do Esquadrão que constitue o meu nick? unsure.gif Agradeço, por demais, a correção!

#48 jambock

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Posted 04 de May de 2010 - 22:20

Meus prezados:
Dando sequencia ao post http://forum.contato...showtopic=36466
O PAMA-SP está com dificuldades para disponibilizar os F-5E/F (ex-Jordânia) para a modernização na EMBRAER por falta de peças e componentes.
Com o possível atraso na entrega dos F-5F ao 1º/4º GAv, sediado em Natal(RN), porém com previsão de transferência para Manaus (AM) ainda este ano - a desativação dos EMBRAER AT-26 Xavante poderá ser retardada para que a operação da unidade não sofra solução de continuidade.
fonte: revista ASAS
Só os F-5F irão para o Pacau?

#49 MLN-SJP

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Posted 04 de May de 2010 - 23:12

QUOTE(jambock @ May 4 2010, 10:20 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Só os F-5F irão para o Pacau?



Não..mesmo com estes "novos" não são nem 10 aeronaves F-5F....

MLN

#50 Marco SBCT

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Posted 04 de May de 2010 - 23:18

O que foi comentado em várias midias, e atá pelo Brigadeiro juniti Sato em entrevista é que os narigudos biplace, 6 células, iriam ser Pacau, Manaus teria nova pista, etc, etc. se agora estão com problemas de peças como será no futuro?
Creio que é a velha novela de verbas, contigenciamento de orçamento, blá, blá...que pena...é necessário e urgente desenrolar o Programa FX.
Outra coisa para ontem é levar os PAMA para Anápolis.

Edited by Marco SBCT, 04 de May de 2010 - 23:19 .


#51 ricwebbr

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Posted 11 de April de 2011 - 13:42

A Elbit Systems Ltd. Anunciou que sua subsidiária brasileira a AEL Sistemas S.A (AEL). recebeu um contrato da Embraer Defesa e Segurança para a modernização de onze caças F-5. A AEL é o principal subcontratista da Embraer Defesa e Segurança e o principal fornecedor do projeto. O contrato é avaliado em U$85 milhões e deve ser executado no ano de 2013.

O contrato para esta modernização é o seguimento de contratos de 2001 e 2007, os quais compreendem serviços de engenharia o fornecimento dos equipamentos: computador de missão, displays, radar, Sistema EW (guerra eletrônica), gerenciamento da munição e outros avionicos. Em complemento ao contrato a AEL fornecerá um simulador de voo, peças de reposição e equipamentos de apoio em terra.

As palavras de Joseph Ackerman, Presidente e CEO da Elbit Systems: "Nós estamos orgulhosos de a AEL ter sido selecionada para realizar a modernização destes caças,o demonstra a capacidade da AEL de fornecer à Embraer e à Força Aérea Brasileira sistemas avançados, desenvolvidos, produzidos e com apoio logístico no país. Através de significativos investimentos, a AEL tornou-se um centro de excelência para avônicos, e este contrato atesta a satisfação do cliente com a nossa performance."

Ackerman complementa: “Nós confiamos que este contrato fortalecerá ainda mais a excelente cooperação entre a AEL, Embraer e a Força Aérea Brasileira e esperamos que outros clientes decidam-se em seguir o Brasil e selecionar nossos sistemas provados em combate."

Fonte - Elbit Systems


Fonte: Defesanet

http://www.defesanet...#036;85-Milhoes


#52 jambock

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Posted 11 de April de 2011 - 18:40

Meus prezados:
Eis a história dos "jordanianos" no Brasil, registrada aqui no CR:

http://forum.contato...showtopic=19578 *
http://forum.contato...showtopic=36466
http://forum.contato...showtopic=62061
*Em 2007 iniciou-se o processo de aquisição dos "jordanianos" que serão modernizados só em 2013?.
A notícia informa que o presente contrato é o seguimento dos firmados em 2001 e 2007.
Em 2007, até pode ser. Mas em 2001, creio que a FAB ainda buscava adicionais F-5 pelo mundo e os "jordanianos" ainda era um vago objetivo.

#53 jambock

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Posted 21 de July de 2012 - 11:42

Meus prezados:

Força Militar: Embraer reforma caças jordanianos


A Embraer começou a adaptar os 11 caças F-5 oriundos da Jordânia comprados por cinco milhões de dólares cada um pelo Brasil para Aeronáutica. Enquanto isso, a briga de gigantes pela licitação de 36 caças de primeira linha para a FAB fica mais apertada até com oferta por uma das três concorrentes, a Being, de avião novo para a presidenta Dilma Rousseff.

Fonte da Coluna verificou como estão os caças jordanianos que serão reformados. Eles estão no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo e apresentam claros sinais de uso em conflitos. “Estão muito destruídos, até com furo de bala ponto 30”, conta a fonte, que conversou com pessoal envolvido na desmontagem dos caças.“As 11 aeronaves vão passar por um processo de modernização”, informou a FAB por meio de nota. “Serão equipados com um novo radar e equipamentos eletrônicos de última geração, que os tornarão aptos a empregarem armamento mais moderno”, completou a FAB.

POR MAIS 15 ANOS

O investimento nos caças jordanianos é de R$ 276 milhões e, segundo a FAB, permitirá que eles possam ser utilizados pelo Brasil por, pelo menos, mais 15 anos.

NOS CÉUS EM 2013

O contrato para reforma dos caças é de 2011 e a FAB começa a receber as primeiras unidades prontas em 2013. Elas se somarão a outros 46 F-5 recentemente reformados.

RIO, MANAUS E CANOAS

Os F-5 modernizados operam a partir dos esquadrões do Rio, Manaus e Canoas (RS), cumprindo missões de defesa do espaço aéreo e ataque ao solo. Os 46 já em ação poderão ser vistos no 7 de Setembro.

VINDOS DA GUERRA

Fonte diz que os aparelhos de Raio X da FAB no Rio também parecem ter vindo da guerra. O da Base de Santa Cruz foi doado e não está operante nem para exames de rotina.

AR CONDICIONADO



Outra fonte sugere que as autoridades verifiquem os aparelhos de ar condicionado Cônsul que chegaram à Base de Santa Cruz. Também parecem ter vindo da guerra.
fonte: Marco Aurélio Dias para "O Dia", via CECOMSAER 21 jul 2012

#54 adelfy

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Posted 21 de July de 2012 - 15:02

A aquisição dos “jordanianos” visou, principalmente, ampliar a frota de bipostos. Quando se quer um biposto no mercado (mais raros) paga-se o “ágio” de ter que comprar também umas três vezes mais monopostos no mesmo lote. Assim, esse lote incluiu três bipostos e oito monopotos.

Eu preferia que o F-X2 tivesse saído e a modernização ficasse só nos bipostos, deixando os monopostos apenas como fontes de peças. Mas desde que compraram os jordanianos e começaram a revisar os bipostos, preparando-os para mandar para modernização, o F-X2 continuou sua saga infinita de desculpas para não decidir. Assim, como o desgaste da frota atual não espera para dar baixa, justificou-se a decisão de modernizar todo o lote, o que permite também uma desativação mais gradual de todo o inventário de F-5M. Assim, as células de monopostos jordanianos que ficaram anos sem se mexer muito neles, ao passo que os bipostos eram inspecionados a fundo e revisados completamente, entraram de vez na fila de revisão.

Conversando em outra ocasião com amigos do PAMA-SP, não fiquei sabendo nada a respeito de furo de projétil (embora tenha ouvido falar nisso por terceiros – furo de projétil mesmo eu ouvi falar no caso de um A-4 e de um P-3). Mas fiquei sabendo que, em algumas partes dos caças, vieram algumas baratas, que tiveram que ser mortas para não incorporar mais elementos genéticos à nossa já vasta fauna desses seres…

Outro detalhe é que, pelo que sei, os jordanianos estavam em condições de voo antes de serem parcialmente desmontados (retirada das asas etc) para seguirem num avião de transporte russo pra cá. Um oficial da FAB voou todos eles na Jordânia quando fizeram a seleção do lote, pelo que fiquei sabendo. Triste é que, lá, F-5 é avião para segundo-tenente recém saído do curso de caça. Aqui, é primeira linha. Modernizado, é claro. Detalhe: a primeira linha jordaniana é de F-16… usados!

Também olho com ressalvas todo o trabalho de inspeção, revisão e modernização de aeronaves desse último lote (excetuando-se os bipostos), que visivelmente estão muito judiados. Só o PAMA mesmo para saber como está a estrutura por baixo da aparência triste dessas células. Uma delas (a que está na foto do alto) já estava com as marcas dos locais para reparos na parte externa da célula (revestimento), quando as vi pela última vez, no final do ano passado.

Mas a alternativa a modernizar esses monopostos jordanianos era adquirir um outro “tampão”, ao invés de atender com o próprio F-5 às necessidades prioritárias, que são: ter uma quantidade maior de reserva técnica, cobrindo as retiradas de aeronaves dos esquadrões para manutenção pesada; deixar a desativação da frota mais gradual; ampliar a dotação do Pacau; eventualmente reequipar, de forma provisória, o GDA quando os F-2000 tiverem que parar por atingirem o limite de horas antes de uma grande revisão nas células e motores (o que demandaria, nesses Mirage, um grande desembolso, no qual não se inclui modernização).

Só que adquirir outro tampão como o F-16, por exemplo, eu acho que só faria sentido se fosse ligado à aquisição de caças novos, como foi o caso no Chile. Era algo que eu achava muito coerente à época do F-X “1″. Era, para falar a verdade, minha opção pessoal preferida na época (há mais de dez anos!) seguida muito de perto pelo Gripen C.

Tampão sem estar ligado à assinatura de contrato de caça novo é o mesmo que aconteceu com a compra do Mirage 2000, que resolveu um problema mas gerou outro: deu a desculpa para se postergar ainda mais a compra de um caça novo. Como defende o Justin, e eu concordo, outro tampão agora (ou na época em que se decidiu modernizar todo o lote de jordanianos) só iria complicar a logística com uma nova linha e dar mais uma desculpa para o fim do F-X2. Teríamos um caça melhor, é verdade. Mas nenhum caça novo, e provavelmente por muitos anos. É algo que só vai fazer sentido se o quase zumbi F-X2 for enterrado de vez no final deste ano. Mas comprar um tampão antes disso seria, isso sim, o tiro de misericórdia ou a pá de cal no F-X2.

O que se está fazendo é continuar uma padronização com o F-5M, que já tem manutenção e logística conhecidas e dominadas em grande parte. É questionável sob vários pontos de vista, mas justificável ante a alternativa de mais um tampão simplesmente matar de vez a compra de aviões novos.

Mas que estavam um bocado “tristes” de se ver os F-5E jordanianos, e eles não foram escondidos de ninguém no último “Portões Abertos” do PAMA-SP, lá isso estavam.

Em compensação, as células de F-5F já praticamente com revisão terminada, estavam com a mesma aparência de suas similares em operação na FAB, quando ficam “peladas”. Aparentemente, muito bem recuperadas.

Eu sinceramente preferia que, caso células monopostas em melhores condições estivessem disponíveis no mercado e com preço justo (caso das suíças, provavelmente), fossem adquiridas para essa modernização que aguarda os “Echos” jordanianos, sem ter que passar por revisões tão longas e penosas. Estou falando só de monopostos, que podem ser encontrados mais baratos, já que o problema dos bipostos já foi resolvido com os três jordanianos já prontos para mandar à Embraer. Os oito jordanianos virariam somente fonte de partes e de peças difíceis de substituir (caso, por exemplo, daquele “canopi voador” que foi ejetado inadvertidamente uma vez. Dizem por aí que outros resolveram seguir o exemplo…).

Além disso, Esse assunto sobre a vida em fadiga das células de F-5 é bem mais complexa do que podemos imaginar.

Existem aeronaves que foram submetidas a grandes esforços em combate aéreo, como os “ex-agressors”. Outros operaram mais tempo em configurações mais pesadas, com armas ou tanques externos. Outros ainda foram mais empregados em policiamento do espaço e exercícios de interceptação, pouco demandantes com relação aos esforços estruturais.

Ou seja, o número de horas voadas por si só não é fator determinante, embora esteja diretamente relacionado à fadiga.

Outro aspecto é relativo ao trabalhos que já foram realizados nas aeronaves para corrigir problemas de fadiga.

Uma aeronave que está muito mais voada e “cansada” pode já ter sido submetida a ações corretivas (como substituição de upper & dorsal longerons, por exemplo). Estaria, neste caso, com vida útil muito superior àquelas que, embora menos voadas, nunca tenham sido trabalhadas.

A FAB conhece todos os pontos estruturais críticos das aeronaves e consegue bem avaliar sua vida útil, além de ter capacidade para efetuar as correções necessárias.

O grande nó é identificar quando e quanto vale investir na revitalização das aeronaves.

A configuração aviônica dos F-5M é do início da década de 2000. Não adianta ter aeronaves com grande vida útil e configuração/capacidade operacional defasada em 20 anos.

Outro ponto a ser discutido é o tipo de investimento a ser feito.

Na prática, colocar mais onze aeronaves na frota, com disponibilidade média de 50%, seria equivalente a aumentar a disponibilidade da frota original (46 aeronaves) de 50% para 65%.

No final, a mensagem continua sendo a mesma: TAMPAX NUNCA MAIS!

Temos é que decidir se precisamos de uma Força Aérea com capacidade de combate ou apenas de meios de transporte para atender às “emergências” administrativas.

Investir em aviões de combate que mal conseguem voar não presta o serviço que a Constituição requer em benefício da Sociedade brasileira.




Fly Safe


Edited by adelfy, 21 de July de 2012 - 15:06 .

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#55 jambock

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Posted 05 de May de 2014 - 18:15

Meus prezados:

Um segundo lote, de onze aeronaves, começou a ser modernizado recentemente e a primeira entrega está programada para este ano (2014). As demais se estendem até 2015.

Fonte: Valor Econômico via CECOMSAER 5 maio 2014



#56 jambock

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Posted 22 de June de 2015 - 18:16

Meus prezados

Excerto de uma notícia sobre o AMX:

"Em situação simular ao AMX, encontra-se o programa de modernização do lote de onze caças F-5, que também está sujeito à redução. Um lote de 46 aeronaves já foi modernizado pela Embraer. Para o segundo lote, a FAB conta com uma verba orçamentária de R$ 46 milhões este ano. O programa do F-5 está atrasado cerca de um ano e meio, segundo o Valor apurou, a FAB estuda reduzir de onze para sete o número de aeronaves modernizadas."

 Fonte: jornal Valor Econômico via CECOMSAER 22 JUN 2015



#57 jambock

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Posted 18 de July de 2015 - 23:59

Meus prezados:
Os recentes cortes efetuados pelo Governo no orçamento deste ano estão prejudicando praticamente todos os projetos da FAB em andamento, como a modernização do último lote de onze caças Northrop F-5E/F (ex-Jordânia) dos quais, relativamente aos F-5E,  somente quatro dos oito exemplares previstos para modernização, passaram pelo processo. Os demais serão utilizados como “spare parts”.

Fonte: revista ASAS nº 85



#58 jambock

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Posted 08 de November de 2015 - 18:44

Meus prezados
Coluna do Camazano na revista ASAS
Apenas estão sendo modernizados os três F-5F biplace ex-Jordânia, mas pode haver atraso na entrega por faltade pagamento.

Edited by jambock, 08 de November de 2015 - 18:45 .


#59 transvasp

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Posted 09 de November de 2015 - 11:42

Meus prezados
Coluna do Camazano na revista ASAS
Apenas estão sendo modernizados os três F-5F biplace ex-Jordânia, mas pode haver atraso na entrega por faltade pagamento.

:thumbsdown_still:  :thumbsdown_still:  :thumbsdown_still:



#60 jambock

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Posted 18 de October de 2016 - 23:41

Meus prezados
Um ex-jordaniano (FAB -5E 4880) cuja célula era a mais desgastada entre o grupo, foi devidamente desprovido das peças reaproveitáveis e colocado como monumento, na entrada do PAMA-SP, ostentando a pintura dos F-5 modernizados, armado com AIM-9B nas pontas das asas e tanques sub alares e ventral.
20160822_125921000_iOS.jpg?psid=1


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