30/04/2008 17:14:00
“Anac precisa entender o negócio da aviação”
O presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Instituto Cepta), o professor Respicio Antônio do Espírito Santo Jr., abriu hoje a série de almoços-palestra que serão promovidos pelo Skal-RJ ao longo do ano. Ele falou sobre o “Transporte Aéreo no Brasil: Desafios e Oportunidades no Presente e no Futuro”, em que fez uma avaliação da aviação civil brasileira nos dias de hoje e de como a atividade deverá se comportar no futuro.
Segundo ele, as empresas brasileiras têm qualidades operacional e administrativa de primeiro mundo e são bem servidas por parte dos distribuidores. O problema, segundo ele, é que a infra-estrutura aeroportuária foi esquecida nos últimos anos. “Tivemos uma maquiagem mal feita nos aeroportos”, disse. “O Sudeste, por exemplo, foi a região com maior movimento de passageiros e a que menos recebeu investimentos”, acrescentou.
O professor falou também da necessidade de uma nova regulamentação para o setor, que permita investimentos em tecnologia para o desenvolvimento dos sistemas de controle do espaço aéreo e para o crescimento efetivo do setor.
“O crescimento do setor não pode vir a reboque da economia do País. A aviação precisa ser trabalhada como um multiplicador sócio-econômico para ser uma ferramenta que ajudará o País a crescer”, avalia. Respício defendeu também uma política de céus abertos entre a América Latina e o Caribe, que beneficiaria muito as empresas brasileiras.
Espírito Santo acredita que a atuação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda é falha, por não entender o funcionamento do negócio da aviação civil, e não atende as necessidades dos setor. “A Anac é um órgão de Estado que presta serviço para a sociedade, e não um órgão do Governo, para fazer política, que é o que tem acontecido. Isso é um problema sério. A agência reguladora também deve entender não só de aviação, mas também no negócio da aviação, para poder ajudar as companhias a se desenvolverem e se tornarem mais eficientes para que a sociedade possa se beneficiar disso”, conclui.
Felipe Niemeyer
fonte> http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/...&pesquisa=1
“Anac precisa entender o negócio da aviação”
O presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Instituto Cepta), o professor Respicio Antônio do Espírito Santo Jr., abriu hoje a série de almoços-palestra que serão promovidos pelo Skal-RJ ao longo do ano. Ele falou sobre o “Transporte Aéreo no Brasil: Desafios e Oportunidades no Presente e no Futuro”, em que fez uma avaliação da aviação civil brasileira nos dias de hoje e de como a atividade deverá se comportar no futuro.
Segundo ele, as empresas brasileiras têm qualidades operacional e administrativa de primeiro mundo e são bem servidas por parte dos distribuidores. O problema, segundo ele, é que a infra-estrutura aeroportuária foi esquecida nos últimos anos. “Tivemos uma maquiagem mal feita nos aeroportos”, disse. “O Sudeste, por exemplo, foi a região com maior movimento de passageiros e a que menos recebeu investimentos”, acrescentou.
O professor falou também da necessidade de uma nova regulamentação para o setor, que permita investimentos em tecnologia para o desenvolvimento dos sistemas de controle do espaço aéreo e para o crescimento efetivo do setor.
“O crescimento do setor não pode vir a reboque da economia do País. A aviação precisa ser trabalhada como um multiplicador sócio-econômico para ser uma ferramenta que ajudará o País a crescer”, avalia. Respício defendeu também uma política de céus abertos entre a América Latina e o Caribe, que beneficiaria muito as empresas brasileiras.
Espírito Santo acredita que a atuação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda é falha, por não entender o funcionamento do negócio da aviação civil, e não atende as necessidades dos setor. “A Anac é um órgão de Estado que presta serviço para a sociedade, e não um órgão do Governo, para fazer política, que é o que tem acontecido. Isso é um problema sério. A agência reguladora também deve entender não só de aviação, mas também no negócio da aviação, para poder ajudar as companhias a se desenvolverem e se tornarem mais eficientes para que a sociedade possa se beneficiar disso”, conclui.
Felipe Niemeyer
fonte> http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/...&pesquisa=1



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