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Aviação europeia não teve a Páscoa que esperava (Cont. 3)
AEA nota “fim abrupto” das condições de mercado que provocaram boom do Atlântico Sul
Presstur 12-05-2008 (00h39) A análise da AEA à evolução das suas associadas em Março destaca a situação nas ligações com o Atlântico Sul, que compreendem os voos de e para o Brasil, pelo impacto nas taxas de ocupação.
Segundo a Associação, grande parte da queda da taxa de ocupação média no mês “pode ser atribuída a grandes perdas nas rotas do Atlântico Sul”.
Esta evolução, prossegue, resulta de a capacidade das companhias associadas ainda não ter sido ajustada ao que descreve como um “fim abrupto das condições de mercado” que levavam a um boom da procura.
Em 2007, as rotas do Atlântico Sul foram as únicas que tiveram um aumento da procura a dois dígitos entre as companhias da AEA, com um crescimento do tráfego em 11,8% e um aumento do número de passageiros em 10,4%, para 5,33 milhões.
No entanto, este aumento da procura já ficou abaixo do incremento de capacidade durante o ano (+13,7%), levando a uma queda da taxa de ocupação em 1,4 pontos, para 84,9%.
Em Março passado, segundo a AEA, para um aumento da capacidade das suas associadas nas rotas do Atlântico Sul em 12,8%, a procura apenas cresceu 2,8%, com um aumento do número de passageiros ainda menor, em 2,2%, para 490 mil.
O reflexo desta situação é uma queda da taxa de ocupação média destes voos em 7,6 pontos, para 78,4%.
Em Janeiro e Fevereiro a situação já tivera contornos semelhantes.
No primeiro mês de 2008, para um aumento de capacidade em 17% nas linhas do Atântico Sul, a procura cresceu 10%, com um aumento do número de passageiros em 10,1%, para 516,6 mil.
Em Fevereiro, a procura já só cresceu 6,5%, com um aumento do número de passageiros em 5,6%, para 453,7 mil, enquanto a capacidade tinha uma expansão em 17,1%.
AEA nota “fim abrupto” das condições de mercado que provocaram boom do Atlântico Sul
Presstur 12-05-2008 (00h39) A análise da AEA à evolução das suas associadas em Março destaca a situação nas ligações com o Atlântico Sul, que compreendem os voos de e para o Brasil, pelo impacto nas taxas de ocupação.
Segundo a Associação, grande parte da queda da taxa de ocupação média no mês “pode ser atribuída a grandes perdas nas rotas do Atlântico Sul”.
Esta evolução, prossegue, resulta de a capacidade das companhias associadas ainda não ter sido ajustada ao que descreve como um “fim abrupto das condições de mercado” que levavam a um boom da procura.
Em 2007, as rotas do Atlântico Sul foram as únicas que tiveram um aumento da procura a dois dígitos entre as companhias da AEA, com um crescimento do tráfego em 11,8% e um aumento do número de passageiros em 10,4%, para 5,33 milhões.
No entanto, este aumento da procura já ficou abaixo do incremento de capacidade durante o ano (+13,7%), levando a uma queda da taxa de ocupação em 1,4 pontos, para 84,9%.
Em Março passado, segundo a AEA, para um aumento da capacidade das suas associadas nas rotas do Atlântico Sul em 12,8%, a procura apenas cresceu 2,8%, com um aumento do número de passageiros ainda menor, em 2,2%, para 490 mil.
O reflexo desta situação é uma queda da taxa de ocupação média destes voos em 7,6 pontos, para 78,4%.
Em Janeiro e Fevereiro a situação já tivera contornos semelhantes.
No primeiro mês de 2008, para um aumento de capacidade em 17% nas linhas do Atântico Sul, a procura cresceu 10%, com um aumento do número de passageiros em 10,1%, para 516,6 mil.
Em Fevereiro, a procura já só cresceu 6,5%, com um aumento do número de passageiros em 5,6%, para 453,7 mil, enquanto a capacidade tinha uma expansão em 17,1%.
http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15058



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