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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Azul diz estar preparada para barril a US$ 200


Já existem 21 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 C010T3

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Postado 28 de maio de 2008 - 16:28

Publicada em 28/05/2008 15:41:00

Azul diz estar preparada para barril a US$ 200


Durante a apresentação da marca da Azul, companhia aérea de David Neeleman, que começa a voar no Brasil em janeiro de 2009, um dos assuntos mais debatidos foi a questão da alta do combustível em todo o mundo, o que tem levado as empresas americanas, como a Jet Blue, fundada por Nelleman, a frear os planos de crescimento e até cortar vôos. Segundo Neeleman, a alta do petróleo não muda os planos da Azul no Brasil. A empresa garante ter feito todos os cálculos e estimativas e mesmo que o barril chegasse a US$ 200, patamar previsto pelos mais pessimistas, "os números da Azul bateriam". "O alto custo do combustível será combatido com avião lotado", disse Gianfranco Beting, conhecido como Panda, e vice-presidente da empresa.

Neeleman fez questão de reafirmar, ainda, que a gestão da Jet Blue nada tem a ver com a Azul, que é 100% brasileira, daí a alusão ao País na logomarca.

A Azul ainda não apresentou seu plano de vôo, mas garantiu o início para janeiro, pois em dezembro já recebe três das 22 aeronaves da Embraer, que chegam até 2010.

Cerca de 20 executivos já contratados pela Azul foram apresentados hoje, entre eles Miguel Dau, ex-Varig, agora COO (chief operator officer) e Paulo Nascimento, ex-Gol, que será diretor de Tecnologia. Alguns executivos vieram de fora, inclusive da Jet Blue.

Marjori Schroeder

Fonte: Panrotas


#2 Abel_BSB

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Postado 28 de maio de 2008 - 16:39

QUOTE(C010T3 @ May 28 2008, 04:28 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Publicada em 28/05/2008 15:41:00

Azul diz estar preparada para barril a US$ 200


A empresa garante ter feito todos os cálculos e estimativas e mesmo que o barril chegasse a US$ 200, patamar previsto pelos mais pessimistas, "os números da Azul bateriam". "O alto custo do combustível será combatido com avião lotado", disse Gianfranco Beting, conhecido como Panda, e vice-presidente da empresa.


KKKKKKK .... matem-me de rir !!!!

Excell aceita qualquer coisa .... não tem avião no mundo que seja rentável, com passagem barata, nesse nível de preço do barril do petróleo. Encher avião no excell qualquer um enche.

abs

#3 c2500

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Postado 28 de maio de 2008 - 16:53

FAlar eh fácil.....Essa Azul soh ta na flando,quero ve na pratica si vai c essa beleza td

#4 _SkyMember_

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:11

"O alto custo do combustível será combatido com avião lotado"

Só se colocarem a tarifa nas alturas.

#5 Abel_BSB

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:18

QUOTE(SkyMember @ May 28 2008, 07:11 PM) <{POST_SNAPBACK}>
"O alto custo do combustível será combatido com avião lotado"

Só se colocarem a tarifa nas alturas.


entonces, aí que mora a contradição !!!

Quero ver avião cheio com tarifas altas !!!

abs

#6 Sonnera

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:40

É... E se mesmo assim os lucros ficarem baixos, ele vai mandar uma reclamação pro Weni...
Só no Aviosim mesmo...

Mesmo assim, sorte à Azul!

#7 thiago_SJK

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:46

O que poderia complicar para a Azul é o fato de o gasto de combustível por pax/km do E-195 ser superior ao do A320 e do B737-800.

#8 C010T3

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:49

QUOTE(thiago_SJK @ May 28 2008, 08:46 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O que poderia complicar para a Azul é o fato de o gasto de combustível por pax/km do E-195 ser superior ao do A320 e do B737-800.


Essa é a vantagem em ocupações menores. O que para o 195 é cheio, não é para os outros.

#9 slpassos

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Postado 28 de maio de 2008 - 19:56

QUOTE(C010T3 @ May 28 2008, 07:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Essa é a vantagem em ocupações menores. O que para o 195 é cheio, não é para os outros.


é oque o neeleman fala, custo por viagem menor!!

#10 _SkyMember_

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Postado 28 de maio de 2008 - 20:09

QUOTE(slpassos @ May 28 2008, 08:56 PM) <{POST_SNAPBACK}>
é oque o neeleman fala, custo por viagem menor!!


Bom, se o E195 tem custos/assentos ocupados maiores que o B738 e o A320, eh o mesmo que dizer que 110 pax entre o 195, 737 e A320, quem opera os 2 últimos saem no lucro.

#11 C010T3

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Postado 28 de maio de 2008 - 20:27

QUOTE(SkyMember @ May 28 2008, 09:09 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Bom, se o E195 tem custos/assentos ocupados maiores que o B738 e o A320, eh o mesmo que dizer que 110 pax entre o 195, 737 e A320, quem opera os 2 últimos saem no lucro.


Não, pois o custo tem de ser dividido. O custo por pax é medido com ocupação máxima. A Azul tem condições de oferecer tarifas menores em rotas menos densas.

#12 thiago_SJK

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Postado 28 de maio de 2008 - 20:29

QUOTE(C010T3 @ May 28 2008, 07:49 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Essa é a vantagem em ocupações menores. O que para o 195 é cheio, não é para os outros.

Mas essa vantagem só funciona para rotas de baixa demanda, com no máximo duas frequências por dia, em que a escala de operações é menor. Se a Azul quiser posteriormente se aventurar em rotas-tronco, como a Ponte Aérea, ficará em desvantagem. Por exemplo, se a empresa quisesse fazer vôos de CGH para POA, BSB, CWB e CNF num segundo momento (e terá de fazer, quando estiver com mais de 50 jatos), seus custos por assento seriam maiores do que de Tam e Gol. Para uma mesma oferta de assentos, a Azul teria de colocar 50-60% mais frequências e o custo global da operação seria maior.

#13 thiago_SJK

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Postado 28 de maio de 2008 - 20:31

QUOTE(C010T3 @ May 28 2008, 08:27 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não, pois o custo tem de ser dividido. O custo por pax é medido com ocupação máxima. A Azul tem condições de oferecer tarifas menores em rotas menos densas.

Exatamente. thumbsup.gif

Em rotas com maior volume de tráfego de passageiros, os B737 e A320 levam vantagem sobre o E-195.

#14 C010T3

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Postado 28 de maio de 2008 - 20:55

QUOTE(thiago_SJK @ May 28 2008, 09:29 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Mas essa vantagem só funciona para rotas de baixa demanda, com no máximo duas frequências por dia, em que a escala de operações é menor. Se a Azul quiser posteriormente se aventurar em rotas-tronco, como a Ponte Aérea, ficará em desvantagem. Por exemplo, se a empresa quisesse fazer vôos de CGH para POA, BSB, CWB e CNF num segundo momento (e terá de fazer, quando estiver com mais de 50 jatos), seus custos por assento seriam maiores do que de Tam e Gol. Para uma mesma oferta de assentos, a Azul teria de colocar 50-60% mais frequências e o custo global da operação seria maior.


Não necessariamente. A ponte é um caso especial por vários fatores. Primeiro, é a exigência de um número grande de freqüências. Isso faz com que seja uma vantagem para as que têm aeronaves maiores operar nos horários de pico, mas é uma desvantagem fora dele, pois a freqüência permanece, mas a ocupação não. A companhia procura altos yields e isso faz com que opere mesmo um pouco mais vazia, já que a grande freqüência atrai passageiros high yield. A questão é que a Azul também vai poder oferecer a freqüência, porém com um ônus menor de assentos vazios. Eu não sei a relação capacidade de carga x custo de transporte das aeronaves, porém, dependendo de qual for mais favorável frente às limitações de peso impostas pela pista do SDU, isso pode ser um fator também, uma vez que o E195 pode ser que possa sair, proporcionalmente, com mais carga que os outros, já que precisa de menos pista.

#15 SOUSA CPV

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Postado 29 de maio de 2008 - 09:15

É um preparo que está atrás do BNDES para emprestimo.
Assim eu tambem tenho panos nas mangas.

Abraços,

#16 boulosandre

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Postado 29 de maio de 2008 - 13:43


Companhia aérea Azul já estuda abertura de capital (Estadao - 29/05)
Empresa também pretende iniciar vôos internacionais em dois ou três anos

Lorena Vieira
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, a nova empresa aérea do País, deverá abrir capital no futuro, segundo seu presidente-executivo, David Neeleman. Na avaliação do executivo, porém, a companhia não tem a necessidade de realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) no curto prazo. Segundo o executivo, a companhia, cujas operações devem ser iniciadas em meados de janeiro de 2009, está bastante capitalizada.

A empresa já conta com recursos no total de US$ 150 milhões, fornecidos por sete investidores, entre eles três brasileiros - incluindo Neeleman, filho de pais americanos, mas nascido no Brasil. "Temos investidores muito fortes, com bastante dinheiro", disse, sem identificá-los. Segundo ele, a companhia está em negociação com cerca de 20 instituições financeiras para obtenção de financiamento necessário para compra das aeronaves - grupo que inclui o BNDES.

De acordo com Neeleman - que apresentou ontem em São Paulo o logotipo da nova empresa -, a Azul receberá o primeiro avião, a ser fornecido pela Embraer, no dia 5 de dezembro. No mesmo mês, outros dois serão entregues. Em 2009, a companhia receberá mais 10 aviões, e em 2010, outros 12. Posteriormente, a entrega passará a ser de um avião por mês em média.

Inicialmente, a companhia possui encomendas firmes de 37 aviões, um a mais do que o divulgado originalmente. Nos meses de setembro e outubro, de acordo com a Azul, deverão ser iniciadas as avaliações da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) sobre a empresa. Depois do recebimento do primeiro avião, no início de dezembro, será feito o vôo-teste para obtenção do Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta).

A Azul avalia que tem oportunidade de operar vôos diretos entre 20 grandes cidades brasileiras, onde apenas 25% do mercado é atendido com operações sem escalas pelas empresas que já atuam no País. "A Azul entra no mercado para fazer o bolo crescer. Nossa intenção é ganhar dinheiro", disse Gianfranco Beting, diretor de marketing da empresa. Segundo o executivo, a Azul trabalhará com uma faixa extensa de tarifas, que serão cobradas de acordo com horários, dias e destino de cada vôo. "A Azul vai conseguir trazer maior flexibilidade de preços. Sabemos que os concorrentes virão atrás de nós, mas não somos loucos de entrar em guerra suicida de preços."

David Neeleman não informou as rotas que deverão ser operadas inicialmente nem a participação de mercado que o grupo pretende atingir. "Queremos ter lucro, o market share não importa", afirmou. Segundo ele, a empresa pretende registrar uma ocupação média de 75% nas aeronaves, que contam com 118 lugares. O executivo acrescentou que em um prazo de 2 a 3 anos a empresa poderá lançar rotas para outros países da América do Sul.

COMBUSTÍVEL

Na avaliação de Beting, a alta do preço do petróleo não deverá impedir que a Azul possa ter tarifas competitivas ao entrar no mercado em janeiro. Para ele, o planejamento de negócios foi feito considerando que o preço do barril de petróleo chegue a US$ 200. "Acreditamos que o barril possa subir até os US$ 200 e depois caia. As nossas contas fecham de qualquer forma", afirmou.

Para Beting, a Azul terá preços abaixo das concorrentes brasileiras. A empresa pretende atender usuários de ônibus com tarifas próximas às cobradas por empresas de transporte rodoviário. No entanto, diz que terá também a liberdade de praticar tarifas consideradas mais elevadas em relação à sua tabela de preços. Essas tarifas seriam voltadas para um público corporativo e em vôos diretos.

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#17 MulekeMinduim

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Postado 29 de maio de 2008 - 15:16

Começou bem, com gente que "entende do riscado", com uma boa visão e uma boa atuação de marketing.
Sem contar com a pintura da aeronave.... thumbsup.gif

Mas, na minha modesta opinião, pisou na bola em escolher Campinas...

Será que está contando com o Trem-Bala???

Alou, Azul ! ! !
Venha para o GIG ! ! !

rs....

thumbsup.gif

#18 IluvGIG

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Postado 29 de maio de 2008 - 16:20

QUOTE(thiago_SJK @ May 28 2008, 09:29 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Mas essa vantagem só funciona para rotas de baixa demanda, com no máximo duas frequências por dia, em que a escala de operações é menor. Se a Azul quiser posteriormente se aventurar em rotas-tronco, como a Ponte Aérea, ficará em desvantagem. Por exemplo, se a empresa quisesse fazer vôos de CGH para POA, BSB, CWB e CNF num segundo momento (e terá de fazer, quando estiver com mais de 50 jatos), seus custos por assento seriam maiores do que de Tam e Gol. Para uma mesma oferta de assentos, a Azul teria de colocar 50-60% mais frequências e o custo global da operação seria maior.


A jetBlue opera Airbus... não vejo como impossível que no futuro a Azul opere rotas-tronco no país com A320. Poderia operar a Ponte com A319 e fora dos horários de pico oferecer o E195. O problema é montar uma sub-frota para uma rota apenas.

#19 m.c.c

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Postado 29 de maio de 2008 - 18:28

como diretor de marketing o `panda´ é ótimo.
quero ver no inicio da operação.
wink.gif

#20 Cadu100

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Postado 29 de maio de 2008 - 18:52

Caramba, já estão falando em IPO??????? É muito cedo ainda!!!





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