Swiss pode ampliar freqüências ao Brasil em 2009
Caso o vôo Zurique-São Paulo (GRU) continue se comportando como está este ano e no próximo, com altas taxas de ocupação e dando lucro, a Swiss pode iniciar estudos para ampliar o número de freqüências entre as duas cidades – hoje há um vôo diário com o Airbus A-340. E até o final de 2009, esses aviões estarão com os assentos da executiva totalmente renovados. Essas foram duas novidades anunciadas pelo vice-presidente executivo de Malha Aérea e Vendas, Harry Hohmeister, e pelo diretor executivo de Mercado Intercontinental da companhia, Marcel Bidermann, durante coletiva de imprensa realizada hoje pela manhã no hotel Paulista Plaza, em São Paulo. Também participou o diretor geral da Swiss para a América Latina, Markus Altenbach.
A operação Zurique-São Paulo (GRU), segundo os executivos, vai muito bem, obrigado. Segundo Altenbach, na econômica, os vôos nos dois sentidos têm um ocupação superior a 95% e na executiva e first, “um pouco menos”. Para Hohmeister, trata-se de uma “rota lucrativa e sobretudo sólida”. O tema do preço do petróleo também foi discutido. Segundo o vice-presidente, a empresa deve economizar este ano cerca de 1,2 bilhão de francos suíços em combustível.
Sobre a renovação das poltronas da executiva nos Airbus A-340 e A-330 da frota, Hohmeister disse que a empresa vai investir cerca de 100 milhões de francos suíços – “o equivalente ao valor de um A-340 novo”. Hoje, ao todo, os dois modelos somam 33 unidades. Entre outras inovações, haverá uma tela maior, poltronas que se transformam em cama, com 2 metros de comprimento na horizontal, portas USB e iPod.
Altenbach também comentou qual a política de preços que a Swiss pode adotar caso a Anac autorize descontos nas passagens do Brasil para a Europa e os Estados Unidos, no segundo semestre. “Não vamos baixar os preços, o mais provável é que haja um aumento. Continuaremos a praticar os preços atuais, mas diminuiremos o número de assentos com essas tarifas”, explicou o executivo. “Atualmente, o preço das passagens do Brasil para a Europa está entre 20% e 25% menor que há alguns anos devido ao fortalecimento do real frente ao dólar”, finalizou ele.
Claudio Schapochnik
fonte> http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/...ANROTAS+-+Ed.+6




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