Fonte: Gazeta Mercantil, 12/06/2008 (Caderno C, pág.3)
Reportagem: Ana Paula Machado
Em continuidade ao plano de firmar acordo comerciais com empresas estrangeiras, a TAM Linhas Aéreas anunciou mais um memorando de entendimentos nas áreas de codeshare e programas de milhagens com a Air Canada. O vice-presidente de planejamento e alianças da TAM, Paulo Castello Branco, disse que a expectativa é que o acordo traga aumento de 20 mil passageiros por ano na rota. No ano passado, voaram entre os países 73 mil passageiros.
"Não estamos colocando uma aeronave nesta rota. Estamos disponibilizando todo nosso sistema de vendas de passagens para a AirCanada. Isso alavanca o tráfego e é importante também nos tempos de alta do preço do petróleo", disse o executivo.
O acordo com a companhia canadense é o quarto nos últimos doze meses. Até agora, a TAM firmou tratados com a Lufthansa, United e TAP, todas empresas integrantes da Star Aliance. "Não vamos negar que estamos negociando com uma aliança global e por termos acordos com companhias da Star Aliance isso é mais fácil", ressaltou Castello Branco.
O acordo proposto com a AirCanada permitirá que os passageiros TAM façam a viagem de São Paulo para Toronto com conexões para diversos destinos no Canadá. Do outro lado, os passageiros vindos do Canadá terão mais opções para viajar em destinos dentro do Brasil. Além disso, os programas de fidelidade das duas companhias serão integrados com o codeshare concluído, que acontecerá no final deste ano.
"Esse é um país muito importante para a Air Canada. É o maior mercado dentro da América do Sul e com este acordo poderemos aumentar muito nossas taxas de ocupação para o Brasil", disse o vice-presidente de planejamento da malha aérea da Air Canada, Daniel Shurz. Segundo ele, os mercados mais atrativos para a companhia no Brasil, depois de São Paulo e Rio, são Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. "O mercado na América do Sul tem crescido a um dígito. Não é um aumento expressivo, por isso temos que criar alternativas para driblar as dificuldades, principalmente com o petróleo", ressaltou Shurz.
No Canadá, a companhia já planeja medidas emergenciais para conter a alta dos preços dos combustíveis. Segundo ele, duas rotas internacionais serão extintas e no mercado canadense a empresa avalia a redução de sua malha aérea. "Não vamos operar as freqüências de Vancouver para Osaka e também vamos extinguir a linha de Toronto para Roma durante o inverno. Além disso, vamos entregar em outubro, as aeronaves 767-200, que consomem mais combustível."
Reportagem: Ana Paula Machado
Em continuidade ao plano de firmar acordo comerciais com empresas estrangeiras, a TAM Linhas Aéreas anunciou mais um memorando de entendimentos nas áreas de codeshare e programas de milhagens com a Air Canada. O vice-presidente de planejamento e alianças da TAM, Paulo Castello Branco, disse que a expectativa é que o acordo traga aumento de 20 mil passageiros por ano na rota. No ano passado, voaram entre os países 73 mil passageiros.
"Não estamos colocando uma aeronave nesta rota. Estamos disponibilizando todo nosso sistema de vendas de passagens para a AirCanada. Isso alavanca o tráfego e é importante também nos tempos de alta do preço do petróleo", disse o executivo.
O acordo com a companhia canadense é o quarto nos últimos doze meses. Até agora, a TAM firmou tratados com a Lufthansa, United e TAP, todas empresas integrantes da Star Aliance. "Não vamos negar que estamos negociando com uma aliança global e por termos acordos com companhias da Star Aliance isso é mais fácil", ressaltou Castello Branco.
O acordo proposto com a AirCanada permitirá que os passageiros TAM façam a viagem de São Paulo para Toronto com conexões para diversos destinos no Canadá. Do outro lado, os passageiros vindos do Canadá terão mais opções para viajar em destinos dentro do Brasil. Além disso, os programas de fidelidade das duas companhias serão integrados com o codeshare concluído, que acontecerá no final deste ano.
"Esse é um país muito importante para a Air Canada. É o maior mercado dentro da América do Sul e com este acordo poderemos aumentar muito nossas taxas de ocupação para o Brasil", disse o vice-presidente de planejamento da malha aérea da Air Canada, Daniel Shurz. Segundo ele, os mercados mais atrativos para a companhia no Brasil, depois de São Paulo e Rio, são Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. "O mercado na América do Sul tem crescido a um dígito. Não é um aumento expressivo, por isso temos que criar alternativas para driblar as dificuldades, principalmente com o petróleo", ressaltou Shurz.
No Canadá, a companhia já planeja medidas emergenciais para conter a alta dos preços dos combustíveis. Segundo ele, duas rotas internacionais serão extintas e no mercado canadense a empresa avalia a redução de sua malha aérea. "Não vamos operar as freqüências de Vancouver para Osaka e também vamos extinguir a linha de Toronto para Roma durante o inverno. Além disso, vamos entregar em outubro, as aeronaves 767-200, que consomem mais combustível."




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