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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Revista Exame faz uma avaliação sobre os negócios dos Constantino


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#1 StrangerAir

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Postado 18 de junho de 2008 - 23:06

A fase não é das melhores
12.06.2008
Depois da meteórica ascensão à elite dos bilionários do planeta, está tudo dando errado para os Constantino


Dida Sampaio/AE

Por Daniella Camargos

EXAME

Houve um tempo em que a vida do clã Constantino, os controladores da Gol, era uma incrível seqüência de boas notícias. O sucesso da empresa e a multiplicação de seu valor de mercado fizeram com que a família deixasse de ser a anônima proprietária de uma enorme frota de ônibus para se transformar numa das novas estrelas do capitalismo nacional. Mas, de um ano para cá, essa maré começou a virar, e a agenda dos Constantino foi sendo tomada por uma extensa lista de problemas. Começou em junho, quando o então senador Joaquim Roriz foi pilhado dividindo 2,2 milhões de reais em espécie com o presidente do Banco de Brasília, Tarcísio de Moura. O dinheiro era de Nenê Constantino, patriarca do clã, que alegou tê-lo emprestado ao amigo Roriz sem juros nem correção monetária. Até hoje não se sabe para que o dinheiro foi usado ou mesmo se foi devolvido. O episódio parece ter detonado alguma espécie de sincronia nefasta sobre os negócios dos Constantino. De lá para cá — com exceção das companhias de ônibus, que deram origem ao grupo —, as novas empresas da família passaram a apresentar problemas. A Gol, jóia da coroa, perdeu mais de 60% de seu valor de mercado nos últimos 12 meses. A Providência, líder nacional em matéria-prima para produtos de higiene descartáveis, viu seu valor cair 43,4% no ano até maio. Para completar, a BR Vias, criada em 2006 para ser uma das líderes do setor de concessões rodoviárias, saiu derrotada de seis dos sete leilões dos quais participou até agora. Na última lista de bilionários da revista Forbes, freqüentada por quatro irmãos Constantino desde 2006, não há nenhum integrante da família.

Não existe uma explicação única para o mau momento dos Constantino. A situação da BR Vias, por exemplo, foi determinada por uma postura mais conservadora nos leilões — ou pela agressividade maior dos concorrentes. Dos seis que disputou para administrar estradas federais, a empresa ganhou apenas um, o menos expressivo: um trecho da BR-153, entre Minas Gerais e Paraná. Os outros cinco, que incluíam os lotes das movimentadas Regis Bittencourt, entre São Paulo e Curitiba, e Fernão Dias, entre São Paulo e Belo Horizonte, foram arrematados pela espanhola OHL. Em março, a BR Vias sofreu mais uma derrota — dessa vez numa disputa por uma concessão estadual. A empresa perdeu o cobiçado leilão pelo trecho oeste do rodoanel, em São Paulo. Quem levou o contrato foi a líder de mercado, a CCR. Em todas as concorrências que disputou, a BR Vias ficou em segundo lugar. Em algumas delas, a derrota aconteceu por uma diferença de centavos no preço oferecido para o pedágio. “O resultado foi muito frustrante para os acionistas”, diz Martus Tavares, presidente da BR Vias e ex-ministro do Planejamento do governo Fernando Henrique Cardoso. “A recomendação dos donos agora é não perder os próximos leilões.” A pressão por resultados promete ser intensa. Nos próximos meses, serão leiloados mais 4 000 quilômetros de estradas federais e estaduais.

A diversificação de negócios dos Constantino foi impulsionada pelo incrível desempenho da Gol em seus primeiros anos de operação. Com os lucros da companhia aérea, a família montou um fundo de participações em empresas chamado Asas (o nome não é mera coincidência). Assessorados pelo ex-ministro do Planejamento Antonio Kandir, eles passaram quase dois anos estudando o mercado em busca de oportunidades. Na teoria, os negócios escolhidos pelos Constantino eram muito promissores. O investimento na Providência, comprada em sociedade com o fundo americano AIG e o grupo Espírito Santo, tinha tudo para dar certo. Líder nacional de um setor que cresce 8% ao ano, a Providência poderia se beneficiar do aumento de renda do brasileiro. A empresa produz matéria-prima para produtos como fraldas descartáveis e absorventes, itens cuja venda cresce quando a economia se desenvolve. Seus resultados, porém, foram prejudicados por duas variáveis que pegaram seus controladores de surpresa. A primeira foi a forte alta do petróleo — fonte de sua principal matéria-prima, o polipropileno. Desde que os Constantino compraram o negócio, o barril de petróleo subiu espantosos 130%. O segundo fator foi a desvalorização do dólar, que, no mesmo período, despencou 24,3%. Resultado: a receita recuou, no último ano, 8,5% e o lucro líquido 95%. “Estamos tentando reverter a situação, alterando contratos com fornecedores e desenvolvendo produtos de maior valor para garantir margens mais altas”, diz Hermínio de Freitas, presidente da Providência.

Entre todos os negócios da família Constantino, porém, o caso mais delicado é o da Gol. Primeiro pelas dimensões da empresa. A companhia aérea fatura dez vezes mais do que a Providência. Depois porque o mau desempenho não pode ser explicado por razões conjunturais ou como decorrência de fatores imponderáveis. É verdade que a crise aérea, aliada ao aumento do preço do petróleo, tem atrapalhado todo o setor. Mas a empresa do clã Constantino vem sendo afetada de maneira muito mais intensa do que a TAM, sua principal concorrente. Os resultados do primeiro trimestre de 2008 mostraram o ápice dessa crise até aqui. A Gol teve prejuízo de 74 milhões de reais, ante lucro de 91 milhões no mesmo período de 2007. Uma das explicações para essa derrocada está na compra da Varig. (Recentemente, a operação de salvamento da companhia, que confluiu para sua venda à Gol, foi alvo de denúncias de favorecimento por parte do governo. Elas envolvem os atuais donos da VarigLog, antigos controladores da Varig.) Constantino Júnior, presidente da Gol, esperava que a aquisição de uma companhia tão emblemática fosse um passo crucial para a conquista da liderança do setor. Até agora, porém, a compra não correspondeu às expectativas. A Gol já gastou cerca de 1 bilhão de reais para incorporar a Varig, mas não conseguiu restaurar suas rotas internacionais e ainda conta com o risco de ter de desembolsar cerca de 10 bilhões de reais em dívidas antigas da empresa adquirida. “A Varig tornou-se um peso extra para a Gol”, diz Daniela Bretthauer, analista do banco Goldman Sachs.

Onde os Constantino estão perdendo
O desempenho das empresas do clã nos últimos meses
BR VIAS
O que é
Empresa criada em 2006 para ser uma das líderes no setor de concessão de estradas federais e estaduais
Melhor momento
Ganhou o leilão para administrar um trecho da BR-153 dentro dos limites do estado de São Paulo
O que deu errado
Perdeu cinco leilões dos seis que disputou para administrar estradas em 2007. Também perdeu o leilão para administrar o rodoanel, em março
GOL
O que é
Companhia aérea de baixo custo criada em 2001 para concorrer com a TAM, inspirada na americana JetBlue
Melhor momento
Em 2006, tornou-se uma das maiores do setor no país, com margem operacional de 18,5%, a segunda maior do mundo
O que deu errado
A compra da Varig,em abril de 2007, não trouxe os benefícios esperados. Desde então, o valor de mercado da Gol caiu mais da metade
PROVIDÊNCIA
O que é
Líder na produção de não-tecidos, material utilizado na fabricação de produtos descartáveis, comprada em 2006
Melhor momento
Abertura de capital em julho de 2007 e aquisição da Isofilme, uma de suas principais concorrentes
O que deu errado
A alta do petróleo elevou o custo do polipropileno, sua principal matériaprima. Desde o início do ano, o valor de mercado da empresa caiu 43,4%

Dadas as circunstâncias, Júnior decidiu modificar completamente a estratégia para a Varig. No mês passado, ele cancelou os vôos da companhia para Cidade do México e Madri. Em agosto, suspenderá também todos os vôos para Paris. Essa redução drástica de rotas internacionais tem dois objetivos em vista: fazer a empresa voltar ao azul, já a partir do terceiro trimestre, e recuperar ao menos uma fração do valor de mercado. Além do péssimo desempenho no ano passado, as ações da Gol neste ano não param de cair. Até o fechamento desta edição, o valor das ações preferenciais da companhia havia caído 42%. Por causa das dificuldades de todo o setor, que ainda pode ser mais abalado pelo repasse da alta do preço do petróleo nas tarifas e possivelmente pela redução do crescimento da demanda, os especialistas mostram-se cautelosos quanto às novas metas de Júnior. “Nada indica que o cenário irá mudar no curto prazo”, diz André Castellini, consultor de aviação da Bain&Company. De fato, a fase não é das melhores.

http://portalexame.abril.uol.com.br/revist...s/m0161552.html

Editado por giovanne, 18 de junho de 2008 - 23:09 .


#2 StrangerAir

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Postado 18 de junho de 2008 - 23:26

Longe de querer provocar polêmicas sobre o tema, nem cruzadas apaixonadas dos defensores ferrenhos de suas empresas, resolví postar pois o texto provoca uma reflexão sobre a maneira com que as empreas têm ascensões fantásticas seguidas de adequação a dura realidade do mundo globalizado - onde a maturidade empresarial e o tipo de serviço ou desserviço prestado a sociedade adicionados ao reflexo dos acontecimentos que regem o curso da economia - determinando o rumo das mesmas...

Editado por giovanne, 18 de junho de 2008 - 23:27 .


#3 le1

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Postado 19 de junho de 2008 - 01:13

É simplesmente preocupante tanto o panorama do risco envolvido na aquisição da Varig, quanto aos outros empreendimentos da família.

Boa sorte ... eles vão precisar !

Editado por le1, 19 de junho de 2008 - 01:13 .


#4 Kleber

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Postado 19 de junho de 2008 - 09:35

Tarifas mais altas podem não cobrir custos da TAM e da Gol, diz Goldman Sachs

Banco de investimentos recomenda investidores americanos a adotar estratégias que atenuem perdas com papéis das aéreas brasileiras

Mesmo que reajustem suas tarifas, a Gol e a TAM podem continuar com problemas para cobrir os custos operacionais causados pela disparada do petróleo nos últimos meses. A avaliação é do banco de investimentos Goldman Sachs. Em relatório, a instituição recomendou os investidores americanos a adotar estratégias que amenizem as perdas geradas pelos papéis das brasileiras. Ambas têm ADRs (American Depositary Receipts) negociadas na Bolsa de Nova York.

“Pode ficar pior, antes de melhorar”, afirma o relatório. O documento lembra que, na última semana, a área de análises do banco rebaixou as expectativas para os papéis das empresas. No caso das ADRs da TAM, a redução foi de 22%, para 22,70 dólares, com recomendação de “neutro”. Para a Gol, a baixa foi de 27%, para 13,80 dólares, sendo recomendada a “venda”.

Refletindo o encarecimento do querosene de aviação, os papéis das aéreas vêm caindo nas últimas semanas. Para evitar maiores prejuízos, o Goldman Sachs aconselha os investidores americanos a recorrer ao mercado de derivativos. A recomendação, no caso da TAM, é que os aplicadores comprem opções de venda (put) das ADRs. Para o banco, a estratégia é comprar uma opção de put com preço de exercício de 20 dólares para agosto. Simultaneamente, os investidores deveriam vender duas opções de venda com preço de exercício de 15 dólares cada. Assim, se a ADR da TAM cair a um patamar inferior a 15 dólares, o investidor lucraria obrigando alguém a comprar seus papéis por 20 dólares (opção de put), mas perderia parte do ganho ao vender outras ADRs por 15 dólares. Por volta das 17 horas (horário de Brasília) desta quarta-feira (18/6), as ADRs da TAM eram negociadas a 19,82 dólares, com queda de 1,93%. Neste ano, os papéis acumulam queda de 16%.

Para a Gol, a estratégia recomendada pelo Goldman Sachs é diferente: vender opções de compra dos papéis a um preço de exercício de 15 dólares, com vencimento em outubro. Neste ano, as ADRs da Gol acumulam queda de 47%. Às 17 horas desta quarta, as ADRs da empresa apresentavam queda de 2,54% em Nova York, sendo cotadas a 13,03 dólares.

Fonte: Portal Exame

#5 StrangerAir

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Postado 19 de junho de 2008 - 10:16

É como eu disse... tem que ter maturidade administrativa... Tudo vai bem quando tudo vai bem... Vamos ver agora que o cenário é de crise, e não vai dar pra ter aquela ajudinha... E o pior, o grande modelo, a grande inspiração do Jr. vai ser seu maior concorrente...

#6 JackPaulistinha

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Postado 19 de junho de 2008 - 10:28

Pessoal... essas revistas e alguns "especialistas" que aparecem sempre que há algo extraordinário acontecendo e que sempre são caras diferentes, são puramente especulativos. A crise existe sim, mas tanto a GOL como as demais empresas vão passar por ela e em grande estilo, pois eles não estão no patamar que estão à toa!

Abraços

#7 Abel_BSB

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Postado 19 de junho de 2008 - 12:33

QUOTE(giovanne @ Jun 19 2008, 12:06 AM) <{POST_SNAPBACK}>
A fase não é das melhores
12.06.2008
Depois da meteórica ascensão à elite dos bilionários do planeta, está tudo dando errado para os Constantino


Dida Sampaio/AE

Por Daniella Camargos

EXAME


Entre todos os negócios da família Constantino, porém, o caso mais delicado é o da Gol. Primeiro pelas dimensões da empresa. A companhia aérea fatura dez vezes mais do que a Providência. Depois porque o mau desempenho não pode ser explicado por razões conjunturais ou como decorrência de fatores imponderáveis. É verdade que a crise aérea, aliada ao aumento do preço do petróleo, tem atrapalhado todo o setor. Mas a empresa do clã Constantino vem sendo afetada de maneira muito mais intensa do que a TAM, sua principal concorrente ...

http://portalexame.abril.uol.com.br/revist...s/m0161552.html


Sinceramente nem vale a pena ler coisas como essas. O texto é confuso, a análise é rasa e a conclusão está errada. Eu gostaria de saber qual o grupo economico que está num mar de rosas nesse momento !!!! ... se alguem souber por favor me avise pois a crise é global e não tem setor que não está sofrendo com a redução da demanda. Até as mineradoras, que engordaram seus EBITDAS desde 2003 estão apreensivas no contexto atual. Sorte aos Constantinos pois muitas familias dependem do sucesso deles.

abs


#8 Rafaelguimaraes

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Postado 19 de junho de 2008 - 14:17

QUOTE(Abel_BSB @ Jun 19 2008, 12:33 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Eu gostaria de saber qual o grupo economico que está num mar de rosas nesse momento !!!! ... se alguem souber por favor me avise pois a crise é global
abs


Os bancos e as petrolíferas.

Rafael


#9 Abel_BSB

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Postado 19 de junho de 2008 - 16:10

QUOTE(Rafaelguimaraes @ Jun 19 2008, 03:17 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Os bancos e as petrolíferas.

Rafael


Meu amigo, os bancos estão sangrando no mundo todo, exceto por aqui pois os nossos bancos são pouco expostos a operações de crédito e são estritamente focados no mercado interno. Veja os resultados nos ultimos 24 meses do setor bancário no mundo e as instituições que fecharam as portas ou foram adquiridas a preço de banana que você entenderá o tamanho do problema. Vamos lembrar que a bolha das "sub-primes" e "CDOs". Ainda tem muita coisa ruim para vir, esperem e verão as crises de crédito por mais alguns longos semestres. A próxima é dos "LBOs", créditos para compras alavancadas.

Quanto às petroleiras, de fato o petróleo subiu bastante nos ultimos 6 meses, porém se a demanda mundial arrefecer e tudo leva a crer que isso acontecerá, os preços não se manterão nesses níveis, porém os custos de exploração (pesquisa) e de extração estão subindo e isso afetará as margens dessas empresas logo logo.

abs


#10 MarceloFORBSB

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Postado 24 de junho de 2008 - 18:39

QUOTE(Abel_BSB @ Jun 19 2008, 04:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Meu amigo, os bancos estão sangrando no mundo todo, exceto por aqui pois os nossos bancos são pouco expostos a operações de crédito e são estritamente focados no mercado interno. Veja os resultados nos ultimos 24 meses do setor bancário no mundo e as instituições que fecharam as portas ou foram adquiridas a preço de banana que você entenderá o tamanho do problema. Vamos lembrar que a bolha das "sub-primes" e "CDOs". Ainda tem muita coisa ruim para vir, esperem e verão as crises de crédito por mais alguns longos semestres. A próxima é dos "LBOs", créditos para compras alavancadas.

Quanto às petroleiras, de fato o petróleo subiu bastante nos ultimos 6 meses, porém se a demanda mundial arrefecer e tudo leva a crer que isso acontecerá, os preços não se manterão nesses níveis, porém os custos de exploração (pesquisa) e de extração estão subindo e isso afetará as margens dessas empresas logo logo.

abs


Que visão catastrófica da economia mundial e do Brasil =/

Logo agora, que li que a população de milíonários no Brasil aumentou a ritmo chinês, que a renda média da população aumentou e que o mercado brasileiro (até o de aviação) está sendo desejado por grandes empresários, como o dono da Virgin.

Sinceramente, a crise da falta de petróleo é algo anunciado desde quase sempre, mas daí dizer que o mau desempenho da Gol é só fruto disso, calma lá. A compra da Varig de fato causou muitos mais problemas que soluções para a Gol. Foi um erro! E assimilar esse erro já é um bom começo.





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