Não há surpresa alguma nisso.
CPQ virou uma espécie de Hub de carga e como citou o Diego, de lá a carga vai para o caminhão.
Basta ver que CPQ não tem alto grau de transferência de carga do Internacional para Doméstico.
O mesmo ocorre com relação a GRU. Existe um claro Hub de cargas lá.
Eu desconheço vôos cargueiros Manaus-Galeão que sejam regulares. E imagino que as TVs de Plasma e LCD vendidas no Rio na verdade sejam deslocadas via Campinas e Guarulhos.
Não dá pra se comparar movimento de carga pois muitas vezes é mais barato fazer Nova Iguaçu-Guarulhos-Mundo do que Nova Iguaçu-Galeão-Mundo a depender de destino e frequência.
É um dos muitos custos "Brasil". Certamente um voo cargueiro Manaus-Confins faria o produto ser pelo menos 15 a 20% mais barato em termos de frete, mas falta, como falta muito no Brasil, cias locais que façam esse caminho ser abreviado. Industria ajuda bastante, mas não explica, nenhuma indústria importa componente pesado (como os usados na Industria Automotiva, na Mecânica) em avião. Pneu não vem de avião, Motor não vem de avião, chassi não vem de avião, amortecedor não vem de avião, mola dificilmente vem de avião, volante não vem de avião, bancos jamais virão de avião)
Obviamente que Beta, VarigLog, Absa e outras, focam manter 1 unica base de recepção, para ter um custo menor.
Ninguém está errado, simplesmente existem oportunidades que não são aproveitadas.
Felipe
CPQ virou uma espécie de Hub de carga e como citou o Diego, de lá a carga vai para o caminhão.
Basta ver que CPQ não tem alto grau de transferência de carga do Internacional para Doméstico.
O mesmo ocorre com relação a GRU. Existe um claro Hub de cargas lá.
Eu desconheço vôos cargueiros Manaus-Galeão que sejam regulares. E imagino que as TVs de Plasma e LCD vendidas no Rio na verdade sejam deslocadas via Campinas e Guarulhos.
Não dá pra se comparar movimento de carga pois muitas vezes é mais barato fazer Nova Iguaçu-Guarulhos-Mundo do que Nova Iguaçu-Galeão-Mundo a depender de destino e frequência.
É um dos muitos custos "Brasil". Certamente um voo cargueiro Manaus-Confins faria o produto ser pelo menos 15 a 20% mais barato em termos de frete, mas falta, como falta muito no Brasil, cias locais que façam esse caminho ser abreviado. Industria ajuda bastante, mas não explica, nenhuma indústria importa componente pesado (como os usados na Industria Automotiva, na Mecânica) em avião. Pneu não vem de avião, Motor não vem de avião, chassi não vem de avião, amortecedor não vem de avião, mola dificilmente vem de avião, volante não vem de avião, bancos jamais virão de avião)
Obviamente que Beta, VarigLog, Absa e outras, focam manter 1 unica base de recepção, para ter um custo menor.
Ninguém está errado, simplesmente existem oportunidades que não são aproveitadas.
Felipe



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