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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Gol tem prejuízo de R$ 216,77 milhões no 2º trimestre


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#1 Ollev

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Postado 12 de agosto de 2008 - 08:37


A Gol, segunda maior companhia aérea do País, registrou um prejuízo líquido de R$ 216,77 milhões no segundo trimestre do ano, revertendo de maneira brusca o resultado apurado no mesmo período do ano passado, quando a companhia aérea teve um lucro de R$ 157 milhões.

A receita operacional líquida total atingiu R$ 1,457 bilhão, um aumento de 26,6% em relação ao resultado apurado no segundo trimestre de 2007.

Pela legislação dos Estados Unidos (USGAAP), a Gol teve um prejuízo de R$ 171,7 milhões de abril a junho deste ano, ante prejuízo de R$ 35,4 milhões no mesmo período do ano passado.

O resultado antes de juros, impostos, amortização, depreciação de aluguel de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) ficou negativo em 90,4 milhões de reais, ante resultado positivo de R$ 72,2 milhõesno segundo trimestre de 2007.

A margem Ebitdar ficou negativa em 6,2%, ante dado positivo de 6,3% um ano antes.

Como a empresa arrenda a maior parte de suas aeronaves, esses gastos representam uma despesa operacional significativa para a companhia.

Na semana passada, a Gol informou que iria reduzir seu plano de frota para os próximos dois anos, numa medida para reduzir custos frente à forte alta dos preços de combustíveis. Ao mesmo tempo, a agência de classificação de risco Moody's reduziu o rating da empresa.

A companhia aérea informou ainda que não iria pagar dividendos pelo resto de 2008 para liberar caixa para investimentos.

No relatório sobre seus resultados no segundo trimestre, o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, voltou a afirmar que as medidas adotadas pela empresa são "necessárias" para que a companhia se prepare para a próxima fase de crescimento e estão "alinhadas" com a estratégia de "expansão rentável baseada na estrutura de baixo custo".

A agência Moody's reduziu o rating da Gol de "Ba3" para "B1" e apontou a perspectiva de novas reduções.



#2 Vicente777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 09:25

Sabe que esse prejuizo tem que cair na conta de quem fez a burrada da malha da VARIG e ainda por cima na utilização das aeronaves sem se importar com o mais importante o passageiro, pois não me venha com essa de aumento de combustivel que o aumento foi para Tam também e ela obteve Lucro, e só para lembrar a Tam tem aeronaves que gastam mais do que a Gol e a VRG só que são melhores utilizadas, um exemplo de como se compensa isso e o A-340 que só faz a Rota GRU-FRA-GRU, ficando sempre as 2 aeronaves paradas o maior tempo seja em FRA ou em GRU, sabe o que acontece e que a GTA pensa que seus criadores de malha aérea está criando malha para transporte terrestre, e se continuar assim o 03T vem com novos prejuizos.

#3 skyline

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Postado 12 de agosto de 2008 - 12:10

SÃO PAULO - Os altos preços dos combustíveis continuaram prejudicando os resultados e as margens da Gol no segundo trimestre. A empresa ainda foi afetada por aumentos nos custos causados por restrições operacionais impostas pelas autoridades brasileiras e pelos gastos excepcionais relacionados ao abandono de suas rotas mais longas - operadas pela subsidiária Varig. Em conseqüência, a Gol alterou suas projeções operacionais para o final do ano.

No padrão de contabilidade brasileiro (BR GAAP), a Gol fechou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 216,76 milhões. No mesmo período de 2007, obteve lucro líquido de R$ 157,07 milhões. Embora as receitas operacionais da empresa tenham aumentado 26,6%, para R$ 1,457 bilhão, as despesas operacionais cresceram 36,7%, para R$ 1,754 bilhão. Assim, o resultado operacional da empresa foi negativo em R$ 297,38 milhões, 123,5% pior do que em 2007.

A margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da empresa apresentou queda de 11,1 pontos percentuais no segundo trimestre, fechando em -16,7%.

De acordo com a Gol, a demanda unitária (medida pelo número de passageiros pagantes multiplicado pelos quilômetros percorridos - RPK) aumentou 20,1% no segundo trimestre, para 6,89 bilhões RPK. Já a oferta unitária (medida pelo número de assentos disponíveis multiplicado pelos quilômetros percorridos - ASK) teve elevação de 22,8%, para 10,67 bilhões ASK. Com isso, a taxa média de ocupação da empresa foi de 64,6% no segundo trimestre, 1,4 ponto percentual abaixo daquela registrada em igual período do ano passado.

Utilizando o padrão de contabilidade dos EUA (US GAAP), a Gol registrou um aumento de 15,4% em seu custo operacional por ASK (CASK), que foi a R$ 0,1653. Excluindo os gastos com combustíveis, o CASK teve alta de 12,1% no período, para R$ 0,0966. Essa elevação, segundo a empresa, é reflexo direto da menor utilização das aeronaves causada pelas restrições da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que impõem tempos mínimos de solo entre pousos e decolagens. Também teve seu papel nesse aumento os custos extraordinários relacionados ao encerramento de vôos intercontinentais da Varig, que deixou de operar Madri e Cidade do México nesse período.

Os gastos de combustíveis por ASK, segundo a companhia, subiram 20,3% entre abril e junho, para R$ 0,0687. No total, os gastos com combustíveis tiveram acréscimo de 47,9% no período, para R$ 733,64 milhões.

Neste mês, a Gol anunciou planos de cancelar o pagamento trimestral de dividendos para poder reinvestir em sua operação. Além disso, revelou um plano de frota renovado, que prevê um crescimento menor na capacidade da empresa neste ano e em 2009.

Como conseqüência, ela revisou suas projeções operacionais para o fechado de 2008. Agora a Gol espera transportar 26 milhões de passageiros, 10% menos do que previamente projetado. A capacidade total deverá ser de 41 bilhões ASK, 5% menos que a previsão anterior. Ainda assim, a companhia espera que a capacidade em vôos internacionais seja 20% do total, 1 ponto percentual mais que na projeção original. A demanda, conforme a Gol, será de 26 bilhões RPK, 7% menos que ela calculou antes.

(José Sergio Osse | Valor Online)


#4 Brifador

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Postado 12 de agosto de 2008 - 15:28

O endividamento pode não ser ruim... é previsto quando inicia-se um investimento para expansão.
Mas acho que não seria o caso... ou seria?

Pois a Tam conseguiu lucros...

A Gol colocou culpa no Petróleo.

Mas o Petróleo que faz a Gol voar é o mesmo que faz a Tam voar também...

Editado por Brifador, 12 de agosto de 2008 - 15:30 .


#5 PR-VAO

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Postado 12 de agosto de 2008 - 16:30

petróleo da gol chama-se vrg sad.gif

#6 MD-11F

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Postado 12 de agosto de 2008 - 16:45

QUOTE(Brifador @ Aug 12 2008, 03:28 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Mas o Petróleo que faz a Gol voar é o mesmo que faz a Tam voar também...


Havia sido postado aqui (não lembro o tópico, nem quem postou a info) há algum tempo que a estratégia de "hedging" da TAM havia sido bem mais eficiente do que a da Gol, daí a diferença. De fato parece ser a única explicação possível, a princípio

#7 Vicente777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 17:04

A explicação, e que os genios que fazem a malha do grupo Glai, sabem fazer lambança, e esse prejuízo pode colocar na conta deles, pois uma empresa que tem os menores gastos não pode apresentar esse tipo de prejuízo.

#8 Speedbird

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Postado 12 de agosto de 2008 - 17:05

QUOTE(MD-11F @ Aug 12 2008, 04:45 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Havia sido postado aqui (não lembro o tópico, nem quem postou a info) há algum tempo que a estratégia de "hedging" da TAM havia sido bem mais eficiente do que a da Gol, daí a diferença. De fato parece ser a única explicação possível, a princípio


Essa não é a explicação, não!

A explicação é que a TAM tem uma malha MUITO, mas MUITO, mais inteligente do que a malha estéril da Gol/VRG, a TAM utiliza mais e melhor suas aeronaves do que a VRG (vide o 738 que fica tomando sol em Fortaleza), a TAM tem tomado decisões muito melhores e mais inteligentes do que a GLAI ultimamente, a TAM está com uma política comercial muito mais bem dirigida do que a GLAI. Resumindo, atualmente a TAM está com uma administração melhor do que a GLAI, pois hedge de combustível ambas têm.

Abs,

#9 Lear_60

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Postado 12 de agosto de 2008 - 17:12

Barioni faz uma faaaalta...

#10 Varig_777

    Varig_777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 17:13

O Barioni nunca deveria ter saído da GOL. Não que TUDO isso que esteja contribuindo pra esse prejuízo monstruoso seja a ausência dele, mas que o grupo GLAI estaria muito melhor administrado tendo a ajuda do Barioni, isso não tem dúvida...tem certos tipos de executivos que uma empresa não pode se dar ao luxo de perder...

#11 Speedbird

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Postado 12 de agosto de 2008 - 18:09

QUOTE(Varig_777 @ Aug 12 2008, 05:13 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O Barioni nunca deveria ter saído da GOL. Não que TUDO isso que esteja contribuindo pra esse prejuízo monstruoso seja a ausência dele, mas que o grupo GLAI estaria muito melhor administrado tendo a ajuda do Barioni, isso não tem dúvida...tem certos tipos de executivos que uma empresa não pode se dar ao luxo de perder...


Não é só o Barioni, é a equipe que o cerca. Note que ele foi para a TAM e levou a reboque pessoas, dos mais diversos setores, que eram peças chave na administração da GLAI.

#12 Omykron

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Postado 12 de agosto de 2008 - 18:10

tem gente na GOL e na TAM se mordendo de raiva hoje. esperavam esses resultado na TAM para soltar a lingua no homem. agora provaram porque a língua é o chicote da bunda...

#13 Vicente777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 18:11

E só ficou na Gol pessoas com titulos de burrice, poís ela não vem acertando mais nada.

#14 Cmte Roller

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Postado 12 de agosto de 2008 - 18:26

Nossa que grande tapa na cara da Gol apresentar um prejuizo desta magnitude e a Tam apresentar lucro. Quem deve estar rindo eh o Barioni mesmo viu, e nao adiantar por culpa em petroleo nao! Isso eh um bom 'case' p/ aulas de economia sobre duopolio e suas variaveis neste mercado em especifico. Onde esta o 'low cost' e o argumento operacional de ter aeronaves mais novas e custos mais baixos que a Tam, pode ser q a Varig veio como uma grande ancora na Glai.

#15 JJNVT

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Postado 12 de agosto de 2008 - 18:39

O Barioni está aí e a coisa não está tão feia pra nós. Ótimo! Parabéns a ele e sua equipe no que for de direito.
Mas reconheçamos que, principalmente no quesito finanças, muito do que se colhe hoje foi plantado pelo Bologna. Sábio o Barioni que soube manter o que estava indo bem.
E concordemos também que, se não podemos creditar totalmente o sucesso da TAM ao Barioni, igualmente não podemos creditar o fracasso da Gol a ele. Como foi dito, a malha da VRG nos presenteou com pérolas inesquecíveis nos últimos tempos!

Red, parabéns a ti e à tua equipe pelos elogios dos posts acima, faço questão de engrossar este coro! Continuem levando nossa companhia às alturas da maneira mais sábia!!! thumbsup.gif

#16 Vicente777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 19:01

As pessoas que trabalham na GLAI, estão mais perdidas do que cego em tiroteio.

#17 MD-11F

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Postado 12 de agosto de 2008 - 19:04

QUOTE(laranjao @ Aug 12 2008, 05:05 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Essa não é a explicação, não!

A explicação é que a TAM tem uma malha MUITO, mas MUITO, mais inteligente do que a malha estéril da Gol/VRG, a TAM utiliza mais e melhor suas aeronaves do que a VRG (vide o 738 que fica tomando sol em Fortaleza), a TAM tem tomado decisões muito melhores e mais inteligentes do que a GLAI ultimamente, a TAM está com uma política comercial muito mais bem dirigida do que a GLAI. Resumindo, atualmente a TAM está com uma administração melhor do que a GLAI, pois hedge de combustível ambas têm.

Abs,


É vero.
Mas a notícia que tinha sido postada não era de que a GOL não tinha hedge de combustível, mas que a TAM tinha um hedge bem melhor.

Mas é bem verdade a questão da malha. Não tinha pensado nessa parte. Provavelmente seja a de maior influência mesmo.

#18 Vicente777

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Postado 12 de agosto de 2008 - 19:12

Peguei agora e comecei a escutar o web cast de divulgação de resultados da Gol, e vejo como eles são despreparados, colocam a culpa no preço de combustivel, nas tarifas aereas, e etc, e esquecem de colocar a culpa nos genios que fazem a malha da empresa.

#19 LipeGIG

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Postado 12 de agosto de 2008 - 19:49


Nós já falamos dos problemas da GOL há meses (lembram-se da "Encruzilhada Estratégica" gentilmente copiada pelo Jornal Valor Econômico ?), dos erros nas rotas, dos erros na malha.. e parece que a empresa não se corrige, continua se especializando em errar.

A malha em CGH com superposição entre VRG e GOL, a malha em BSB com um Hub criado sem se preocupar em desmontar as operações da G3, o tamanho do B738 (excelente em rotas tronco, péssimo no meio do dia e em rotas secundárias), o fracasso do longo curso, a dificuldade em explorar a América do Sul, a falta de um produto para competir com a Tam na maioria das rotas, erros como não ter um banco de partidas na manhã em aeroportos com condições extremas tais como CWB (o que gera atrasos em boa parte da malha, necessidade de se alternar... ).. tudo em geral aumenta o custo e aos poucos faz a Gol perder valiosos clientes.

É incrivel uma "Low Cost" ter atingido o incrivel patamar de 77.8% de Break Even sem ter sido tomada uma ação visando a redução dos custos.

Se fosse pra fazer algo na Gol, taí meu roteiro:

A) PRIORIDADE TOTAL: CUSTO !
1- Refazer a malha de CWB. Impossível uma cia como a GOL não entender que CWB demanda pernoites para que os vôos decolem o quanto antes, e não fiquem segurando vôos. Os primeiros vôos para CWB devem partir somente de CGH e GIG e devem ter folga para a nova decolagem, já prevendo até 1 hora de atraso. Isso reduz o tempo médio de uso dos aviões, mas esse indicador é FALSO ATUALMENTE.

2- Reduzir a ZERO a sobre-posição de horários VRG x GOL. Onde uma opera a outra NÃO deve operar. Se CGH-BSB na VRG for melhor que na GOL, que se ampliem as frequências, e que a GOL assuma outras rotas.

3- Re-avaliar a entrega dos 767. Se a MULTA for alta, avaliar o seu uso em rotas novas de longo curso, buscando alternativas como CNF, BSB e GIG. Melhor usar o 767 do que ter que pagar MULTA alta e ainda ter que bancar todo custo potencial de treinamento para retorno a outros equipamentos.

4- Corte temporário de 5 a 15% na capacidade do Sudeste e Centro-oeste para o Nordeste. Em substituição, avaliar a criação de vôos em horários premium entre as principais cidades do Nordeste.

5- Cortar vôos em CGH cujo histórico mostre mais de 50% de tendência de diversão para GRU. Ou transferir os mesmos para GRU ou simplesmente deixar de operá-los e adequar a operação anterior, seja através do uso preferencial de 737-800, seja pela redução para 737-700 e pela adição de outro vôo, em horário cuja operação não produza custo adicional.

6- Abastecer as aeronaves ao máximo nos aeroportos GIG e CNF. Criar vôos GIG-MAO, criar um vôo CNF-POA, criar vôos GIG-POA da Varig substituindo GIG-POA da Gol.

7- Lentamente transferir para VRG as operações GOL no aeroporto POA dado o forte link pessoal do Rio Grande com a empresa

8- Fazer over-hedge de 150% da posição de combustível com dólar a US$ 113

B) GERAÇÃO DE VALOR AO PASSAGEIRO

1- Ampliar esforços na disponibilização de máquina de check-in automático

2- Criar atendimento com dispositivos portáteis em CGH e GIG

3- Ao cancelar vôos, criar folga maior em aeroportos de maior movimento e que exercem função de Hub.

4- Saida da Gol das rotas sul-americanas. Os vôos internacionais passariam a ser EXCLUSIVAMENTE atendidos pela VRG com serviço premium e oferta de CLASSE EXECUTIVA.

5- Criar novos pares de ligações sob meticulosa análise.




#20 thiago_SJK

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Postado 12 de agosto de 2008 - 20:45

O paradigma da GLAI é que o seu break-even é crescente (devido à alta do petróleo e ao "efeito Varig") e sua ocupação média está sistematicamente decrescendo (devido ao acréscimo de oferta superior ao crescimento da demanda e também por causa da malha desajustada).

A administração que ficou responsável pelo grupo após a saída do Barioni e sua equipe claramente demonstra estar perdida e não entender de aviação, como salientou o Laranjao. Basta comparar as malhas de Gol e Varig com a malha da Tam, que, como disse o Lipe, é bem mais inteligente, com maior otimização operacional das rotas-tronco, melhores horários e opções de conexões.

É essencial que se faça uma readequação da malha, com a transferência de 10/15 73G da Gol, que demonstra certo grau de saturação, para a Varig, de forma que esta possa montar uma malha decente para competir com a Tam nas principais rotas do país e também da América do Sul.

Das idéias propostas pelo Lipe, só não concordo com a idéia de retirar espaço da Gol onde houver operações da Varig, como forma de fortalecer esta última. Acho isso um grande equívoco! A Gol não "rouba" passageiros da Varig. Pensando como uma pirâmide o padrão de serviços (e, consequentemente, a característica padrão de seus clientes) das três grandes empresas atuantes no mercado, teríamos a Varig no topo, a Tam numa situação intermediária e a Gol logo abaixo. As fronteiras entre essas três não seriam definidas claramente, havendo espaços de transição (é aqui que se dá a disputa de mercado). A "fronteira" Tam/Varig é demasiadamente distante da "fronteira" Gol/Tam. Dessa forma, a maior parte dos clientes potenciais da Varig ou já voam com ela ou estão no topo dos passageiros da Tam, não havendo (ou sendo ínfima) a concorrência com a Gol. Se a Gol reduzir capacidade apenas nas rotas em que a Varig opera, só quem vai sair ganhando é a Tam, que é quem absorverá os passageiros da Gol. O que eu acho é que a Gol deve fazer uma redução mais generalizada de oferta, não apenas onde a Varig opera, de forma a "liberar" mais aeronaves para que a Varig possa operar um maior número de rotas e frequências nas principais rotas do país.

Abraços.





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