27/08 - 09:29
Snea critica legislação e falta de infra-estrutura nos aeroportos do país
Luiz Marcos Fernandes
Na abertura do Seminário Nacional de Aviação Civil, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, criticou a atual legislação aérea do país bem como a infra-estrutura dos aeroportos.
"Quando se fala em política de céu aberto, é preciso antes resolver questões como mudanças na legislação, hoje prejudicada por alta taxas tributárias e burocracia. Da mesma forma que me preocupa a falta de investimentos nos aeroportos. Dentro de dois ou três anos teremos mais 200 ou 300 aviões no país e já no momento as condições de alguns dos nossos aeroportos é precária. Veja o caso do Galeão, que está um verdadeiro lixo".
Mollo ainda comparou o mercado da aviação brasileira a um lutador de boxe peso mosca enfrentando um lutador de peso pesado, se referindo às companhias aéreas internacionais. Ele afirmou que o país não está preparado para adotar neste momento uma política de céu aberto. Segundo ele, o custo Brasil e outros fatores tornam desleal a concorrência com as empresas aéreas internacionais e sugeriu que o assunto seja discutido no Congresso Nacional após um amplo debate.
"Não sou contra a política de céu aberto só que, nas condições atuais, ela será altamente prejudicial ao Brasil". Neste momento, o presidente do Cepta, Respício do Espírito Santo, debate o painel sobre política de céus abertos. O evento é uma realização da Confederação Nacional do Comércio em parceria com diversos setores da área.
fonte> http://www.mercadoeeventos.com.br/script/F...amp;IndSeguro=0
Snea critica legislação e falta de infra-estrutura nos aeroportos do país
Luiz Marcos Fernandes
Na abertura do Seminário Nacional de Aviação Civil, o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, criticou a atual legislação aérea do país bem como a infra-estrutura dos aeroportos.
"Quando se fala em política de céu aberto, é preciso antes resolver questões como mudanças na legislação, hoje prejudicada por alta taxas tributárias e burocracia. Da mesma forma que me preocupa a falta de investimentos nos aeroportos. Dentro de dois ou três anos teremos mais 200 ou 300 aviões no país e já no momento as condições de alguns dos nossos aeroportos é precária. Veja o caso do Galeão, que está um verdadeiro lixo".
Mollo ainda comparou o mercado da aviação brasileira a um lutador de boxe peso mosca enfrentando um lutador de peso pesado, se referindo às companhias aéreas internacionais. Ele afirmou que o país não está preparado para adotar neste momento uma política de céu aberto. Segundo ele, o custo Brasil e outros fatores tornam desleal a concorrência com as empresas aéreas internacionais e sugeriu que o assunto seja discutido no Congresso Nacional após um amplo debate.
"Não sou contra a política de céu aberto só que, nas condições atuais, ela será altamente prejudicial ao Brasil". Neste momento, o presidente do Cepta, Respício do Espírito Santo, debate o painel sobre política de céus abertos. O evento é uma realização da Confederação Nacional do Comércio em parceria com diversos setores da área.
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