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[LEILÃO] Safety Cards

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Grã-Bretanha não vai exigir visto de brasileiros


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#1 Stratocruiser

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Postado 26 de setembro de 2008 - 20:00

Grã-Bretanha não vai exigir visto de brasileiros, diz ministro

26 de setembro, 2008 - 21h06 GMT (18h06 Brasília)

Fernanda Nidecker

Da BBC Brasil em Londres

O ministro do Turismo, Luiz Barretto, afirmou nesta sexta-feira que autoridades do governo britânico confirmaram que a Grã-Bretanha não exigirá vistos para turistas brasileiros a partir do ano que vem.


Ministro esteve em Londres para promover turismo no Brasil

"Todos os setores do governo britânico com que conversei, principalmente da área de turismo, se sentem muito constrangidos com o tema e me deram uma boa notícia, de que não vai haver visto para turistas brasileiros", disse o ministro à BBC Brasil, durante passagem por Londres para lançar uma campanha de estímulo ao turismo britânico no Brasil.

De acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira no jornal O Estado de S. Paulo, autoridades britânicas e do Itamaraty chegaram a um acordo durante reunião realizada em Brasília, na última segunda-feira, em que a Grã-Bretanha teria desistido de exigir vistos de brasileiros e retiraria o nome do Brasil de uma lista de 11 países que não combatem a imigração ilegal.

Procurados pela BBC Brasil, a embaixada britânica em Brasília e o Ministério do Interior britânico não confirmaram a informação de que o governo não cogita mais introduzir o visto para turistas brasileiros.

Segundo o governo britânico, foi estabelecido um "programa de atividades recíprocas" em que ambos os países se dispõem a discutir temas relativos à imigração ilegal e "novos encontros devem ser realizados até o fim do ano para avaliar o desempenho das atividades".

"Ambos os países estão comprometidos em evitar que a introdução seja necessária, mas a fase ainda é de negociações", declarou a assessoria do Ministério do Interior.

Tumulto

Em julho, a Grã-Bretanha divulgou uma lista de 11 países de fora da União Européia considerados "de risco" para o país em termos de imigração ilegal e anunciou que poderia passar a exigir vistos para seus cidadãos.

Além do Brasil, estavam na relação Bolívia, Botsuana, Lesoto, Malásia, Ilhas Maurício, Namíbia, África do Sul, Suazilândia, Trinidad e Tobago e Venezuela.

Se a nova lei for adotada, os cidadãos brasileiros que pretendem visitar a Grã-Bretanha a partir do ano que vem precisarão de um visto de seis meses que deverá ser expedido antes que deixem o Brasil.

Atualmente, um acordo entre a Grã-Bretanha e o Brasil permite que brasileiros permaneçam no país europeu sem visto durante 90 dias.

As exceções são para estudantes ou pessoas que viajam a trabalho, que precisam de visto para entrar no país.

Na avaliação de Barretto, o governo britânico se precipitou ao incluir o Brasil na relação de países considerados de risco.

"A importância econômica que o Brasil tem hoje faria com que isso fosse um impeditivo para negócios e turismo e causaria um grande tumulto", afirmou Barretto.

"Um dos meus objetivos era mostrar a importância do comércio bilateral entre Grã-Bretanha e Brasil e mostrar os efeitos que o visto causaria", acrescentou.

Vôos para o Brasil

O ministro disse que a meta do governo é aumentar o número de turistas britânicos que escolhem o Brasil como destino de 177 mil para 300 mil.

Para isso, o governo pretende aumentar investimentos em infra-estrutura hoteleira e aeroportuária e ampliar o número de destinações com vôos diretos.

Barretto disse que está negociando com a British Airways e a TAM a criação de vôos diretos para Salvador a partir de 2009.

Atualmente, as duas companhias operam 17 vôos semanais para o Rio de Janeiro e São Paulo. Ainda segundo Barretto, o governo também pretende aumentar o atual número de vôos diretos para o Rio de três para sete por semana.

Fonte: BBC Brasil
==

Se isso for verdade, ponto para o Itamaraty. Mas falta melhorar as relações com nossos vizinhos.

#2 baianóide

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Postado 26 de setembro de 2008 - 21:22

Vôos para Salvador...boa notícia!

#3 Diego Airways

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Postado 26 de setembro de 2008 - 21:52

QUOTE(stratocruiser @ Sep 26 2008, 08:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Barretto disse que está negociando com a British Airways e a TAM a criação de vôos diretos para Salvador a partir de 2009.



Oww que maravilha se isso saísse do papel pra realidade, um vôozinho semanal entre Londres e Salvador ia ser tão bom, os charters ingleses pra Salvador estão aí e mostram o quanto a Bahia é conhecida na Inglaterra e teria condição de sustentar um ou dois vôos semanais diretos!

Vamos aguardar 2009, tomara que dê tudo certo! A British Airways poderia seguir os passos das americanas e voar ao Nordeste de B767-300! rolleyes.gif

Abraço!

#4 F-BVFA

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Postado 26 de setembro de 2008 - 22:04

QUOTE(Diego Airways @ Sep 26 2008, 09:52 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Vamos aguardar 2009, tomara que dê tudo certo! A British Airways poderia seguir os passos das americanas e voar ao Nordeste de B767-300! rolleyes.gif


Acho muito improvável a BA pousar no NE tão cedo simplesmente por não ser o mercado que ela se foca que é o premium. Um exemplo disso é a configuração do 763 "transatlântico" que a BA usa: 24C/24Y+/144Y, contra 30C/182Y do 763 da AA por exemplo. Claro que o NE pode vender assentos na frente mas não no volume que a BA exige. Muito mais provável, a meu ver, é a TAM entrando nessa.

Além disso deve-se lembrar que a British é muito conservadora em suas expansões, o GIG, por exemplo, demorou muito para ser agraciado com os nonstops e mesmo assim está sendo com uma freqüência pequena, um equipamento sem First e em um horário não ideal para os "high yielding pax" na perna LHR-GIG.

QUOTE
Ainda segundo Barretto, o governo também pretende aumentar o atual número de vôos diretos para o Rio de três para sete por semana.


O governo? Só se o bilateral estipular 7 freqüências para uso exclusivo do GIG como existe com o bilateral com o Panamá. E mesmo assim, a existência das freqüências não implica no fato de serem usadas. A prova está ai: a BA tem freqüências pra voar para o GIG diariamente sem escalas mas não o faz ainda. Quem sabe com a consolidação do novo vôo o número de vôos semanais suba assim como o horário melhore e a configuração da aeronave se torne mais premium.

#5 Diego Airways

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Postado 26 de setembro de 2008 - 23:01

QUOTE(F-BVFA @ Sep 26 2008, 10:04 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Acho muito improvável a BA pousar no NE tão cedo simplesmente por não ser o mercado que ela se foca que é o premium. Um exemplo disso é a configuração do 763 "transatlântico" que a BA usa: 24C/24Y+/144Y, contra 30C/182Y do 763 da AA por exemplo. Claro que o NE pode vender assentos na frente mas não no volume que a BA exige. Muito mais provável, a meu ver, é a TAM entrando nessa.

Além disso deve-se lembrar que a British é muito conservadora em suas expansões, o GIG, por exemplo, demorou muito para ser agraciado com os nonstops e mesmo assim está sendo com uma freqüência pequena, um equipamento sem First e em um horário não ideal para os "high yielding pax" na perna LHR-GIG.


Sem dúvida, a British Airways voa com configurações bastante premium, mas os B767-300 "transatlânticos" não são tanto assim. As aeronaves são configuradas em três classes: Economy (144Y), Premium Economy (24Y+) e a Business (24C).

Fiz uma comparação de preços das passagens no trecho GRU-LHR no dia 15/10, e achei um valor de $1887 na Economy, de $1987 na Premium Economy e de $3896 na Business. Ou seja, a diferença de preço entre a Economy e a Premium Economy é de apenas $100 contra a diferença de $2009 entre a Economy e a Business.

Diante desses preços, acho que a configuração dos B767-300 "transatlânticos" são muito mais 24C/168Y do que 48C/144Y, pois os valores da Y+ são praticamente os mesmos da Y. A configuração 24C/168Y fica bem próxima a 30C/182Y que a American Airlines irá utilizar ao Nordeste, uma configuração adequada para o mercado local. Além disso, a British Airways poderia operar com um pequeno número de freqüências ao Nordeste, coisa de, no máximo, três vôos semanais, diretos ou triangulares.

Acho que o que mais impede da British Airways voar ao Nordeste seja o conservadorismo da empresa, exemplo do Rio de Janeiro, como você citou.

Abraço!

#6 abrandao

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Postado 26 de setembro de 2008 - 23:25

A British já fez alguns vôos entre Londres e Recife, como teste, numa tentativa de voar para o nordeste do Brasil.

Isso foi há alguns anos, antes dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Por acho que um triangular LHR-REC-SSA-LHR não seria assim tão improvável.



#7 F-BVFA

    Stargazer

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Postado 26 de setembro de 2008 - 23:44

QUOTE(Diego Airways @ Sep 26 2008, 11:01 PM) <{POST_SNAPBACK}>
acho que a configuração dos B767-300 "transatlânticos" são muito mais 24C/168Y do que 48C/144Y, pois os valores da Y+ são praticamente os mesmos da Y. A configuração 24C/168Y fica bem próxima a 30C/182Y que a American Airlines irá utilizar ao Nordeste, uma configuração adequada para o mercado local. Além disso, a British Airways poderia operar com um pequeno número de freqüências ao Nordeste, coisa de, no máximo, três vôos semanais, diretos ou triangulares.


Eu acho que nem 24C/168Y e 48C/144Y sao apropriados para o NE pelo baixo número de Y. Se colocarmos no papel é muito pouco e a BA não reconfiguraria um ou dois 763 só para o NE. Vejo a configuração da AA, por exemplo, muito mais adequada para o mercado. E outra: a exceção de alguns mercados extremamente restritos (como o caso de Angola) não vale a pena se abrir uma base para menos de 3 vôos semanais, pode-se notar que os serviços de empresas "legacy" com menos de 3 frequencias semanais vai ficando cada vez menor. Antes que venham me lembrar dos vôos OPO-GIG/GRU eu lembro que em ambas as bases a TP já voa então não existe o custo de abertura de uma base nova.

QUOTE
Acho que o que mais impede da British Airways voar ao Nordeste seja o conservadorismo da empresa, exemplo do Rio de Janeiro, como você citou.


Acho que antes de LON. o NE deveria receber mais vôos para CDG/ORY, consolidar os novos serviços pra MIA, além de serviços regulares e nonstop para EZE com a companhia que for.

#8 O Perguntador

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Postado 27 de setembro de 2008 - 01:31

QUOTE(stratocruiser @ Sep 26 2008, 08:00 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Se isso for verdade, ponto para o Itamaraty. Mas falta melhorar as relações com nossos vizinhos.

Nossos vizinhos só criam problemas, tirando o Chile. São todos irrelevantes... O Presidente deveria
parar de demagogia pró América Latrina e se virar pra onde realmente interessa, a Comunidade Européia ,
a China, Índia e claro Estados Unidos/Canadá.

Editado por O Perguntador, 27 de setembro de 2008 - 01:32 .


#9 IluvGIG

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Postado 27 de setembro de 2008 - 01:57

Talvez podiam começar um SSA ou REC-LGW com 763ER?

Ou talvez a TAM garanta slots para um segundo vôo diário para LHR e faça 13 GRU-LHR e 1 GRU-SSA-LHR?

#10 Rio - GIG

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Postado 27 de setembro de 2008 - 07:02

Alguém sabe como era a configuração do DC-10 da British Caledonian que voava de Recife para Londres.

#11 dayniac

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Postado 27 de setembro de 2008 - 22:54

QUOTE(Rio - GIG @ Sep 27 2008, 07:02 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Alguém sabe como era a configuração do DC-10 da British Caledonian que voava de Recife para Londres.


241 pax em três classes
foi o que encontrei pesquisando com uma amiga que fez duas vezes o trajeto
lá pelos idos dos anos 80, mas haviam outras aeronaves mais antigas com duas classes apenas e estas transportavam 265 pax

abs



#12 SkyLiner

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Postado 28 de setembro de 2008 - 09:53

O que sei é que muitos fazem um 'terrorismo' absurdo com a entrevista feita em Heathrow antes de admitirem a entrada ao país. A minha durou 5 minutos, só o tempo de breves perguntas e conferência de documentação. Eu viajava sozinho, era minha primeira vez na Europa, minha cidadania é unicamente brasileira e não tive problemas. Foi só responder sucintamente e sem rodeios às perguntas e levar a documentação correta e necessária.

Também acredito, pelo mercado/público alvo em questão, que é mais provável primeiramente o aumento de frequências do Nordeste para outras localidades da Europa antes de Londres. De qualquer forma é um avanço nas relações a manutenção da não necessidade de visto para turistas.

#13 LipeGIG

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Postado 28 de setembro de 2008 - 22:04


Enquanto não consolidar o Rio com um vôo diário, eu duvido ver a British abrindo uma terceira base no Brasil (sem contar que o bilateral não permite hoje). E quanto a TAM, os vôos escolhidos em 2008 já dão uma clara noção do interesse da empresa.

Mas sem duvida, se ela continuar com os 767, poderá utilizá-los para novas rotas, e rotas do Nordeste podem surgir, mas penso que BSB-MIA, CNF-MIA, levariam vantagem.






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