Pular para conteúdo


[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Índios querem retirada dos destroços do Boeing da Gol da mata


  • This topic is locked Este tópico está trancado. =/
Ainda não existem respostas neste tópico. Você bem que poderia contribuir, não? =)

#1 Tabbex

  • Usuários
  • 3727 Postagens
  • Gender:Male
  • Location:CWB - SBCT
  • Cidade/UF/País:São José dos Pinhais - PR
  • Data de Nascimento:13/11/1982
Reputação: 1

Postado 29 de setembro de 2008 - 18:12

Índios querem retirada dos destroços do Boeing da Gol da mata

29/09/2008 - 08h46 ( - G1)

O administrador executivo regional da Fundação Nacional dos Índios (Funai) em Colíder (MT), Megaron Txucarramae, fechou o local onde o Boeing da Gol caiu, em setembro de 2006, e reclamou que a empresa aérea não retirou os destroços da aeronave, na reserva Kapot/Jarina. Cento e cinqüenta e quatro pessoas morreram no acidente aéreo.

Após dois anos da tragédia, o índio afirmou que vai refazer o pedido para a presidência nacional da fundação para que entre em contato com a Gol. "Já pedimos para tirar os destroços de lá. Aquilo polui a mata e a água dos córregos. Já pedimos para a Funai fazer isso. A Gol ainda não nos procurou", disse Megaron.

No ano passado, o cacique da aldeia Piaruçu, Bedjai Txucarramae, disse que o acesso ao local seria fechado e só seria reaberto para a retirada dos destroços.

A assessoria de imprensa da Gol informou, na noite de sexta-feira (26), que os destroços foram retirados, mas não falou sobre a data da remoção. Megaron, no entanto, disse que ninguém entrou na reserva indígena desde novembro do ano passado e que os destroços permanecem no local.

O índio disse que não volta à Reserva Kapot/Jarina desde novembro de 2007 e que o acesso ao local permanece proibido. "Não vamos fazer nenhuma celebração em memória aos mortos no acidente, como fizemos no ano passado."

Expedição de um ano

O G1 esteve no local do acidente da Gol no ano passado e acompanhou uma expedição com Marcos Antonio Marinho Silva, de 52 anos, marido da médica Ana Maria Caminha Maciel Silva, uma das 154 vítimas do vôo 1907.

Ele não participou da viagem organizada pela Aeronáutica, em que parentes sobrevoaram o local do acidente e nem da missa celebrada na Fazenda Jarinã, em Peixoto Azevedo (MT), que serviu de base estratégica para as operações de resgate dos corpos na mata.

fonte> http://gazetaonline.globo.com/index.php?id...;cd_matia=21700





1 Usuário(s) lendo este tópico

0 usuário(s), 1 visitante(s) e 0 usuário(s) anônimo(s)