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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

F-X2 Shorlist

Boeing Embraer Centro de aviônica avançada

Já existem 1197 respostas neste tópico, contribua você também!

#1181 sergiotucano

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Postado 18 de abril de 2012 - 02:15

Retirando o C10, são as aeronaves do fx de 1998...

#1182 transvasp

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Postado 18 de abril de 2012 - 11:03

View PostOzires, em 17 de abril de 2012 - 18:30 , disse:


... Para mim, pesquisa mais do que viciada!!!

Ozires


Prezado Ozires,


Não acredito, até porque isso não vai influenciar em nada.

Uma pesquisa desta foi feita na "Austrália" quando os F-111 estavam em processo de substituição. A Rússia enviou proposta para vender os SU-30 e alguns Australianos adoraram....

Vale lembrar que oficialmente ele nem participou deste processo.

Não achei a pesquisa, mas vai um outro exemplo.

http://www.newaustra...e_airforce.html

:joinha:

#1183 jambock

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Postado 20 de abril de 2012 - 09:45

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Boeing demonstra simulador na USP


Uma prévia do que a Boeing quer oferecer ao governo brasileiro está à mostra hoje na Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo (USP). A fabricante de aviões americana vai colocar em uso um simulador do caça F-18 Super Hornet, modelo que deseja vender para o Brasil no processo de renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB).

O simulador é mais uma iniciativa da Boeing de estreitar os laços com o Brasil. A Boeing disputa com a francesa Dassault e a sueca Saab o direito de comercializar 36 caças para a FAB. A troca dos caças foi anunciada pelo ex-presidente Lula em 2007, mas se arrasta desde então - a presidente Dilma Rousseff já sinalizou que deve definir a escolha ainda no primeiro semestre.

Recentemente, a empresa também anunciou a criação de um centro de pesquisa em São Paulo. Segundo a companhia, o Boeing Research & Technology-Brasil vai trabalhar com pesquisadores e cientistas do País no desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais. A pesquisa deve abranger biocombustíveis sustentáveis, gestão do tráfego aéreo, entre outros assuntos do setor.

"A Boeing enxerga o Brasil como um mercado muito promissor e por isso tem firmado essas parcerias", afirmou Rob Figge, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Boeing. "O objetivo dessa ação é mostrar para os futuros engenheiros toda a nossa tecnologia."
O aceno para a importância do mercado brasileiro é tanto que a presidente da empresa, Donna Hrinak, estará amanhã na Escola Politécnica para participar do lançamento do simulador de seis toneladas. A escolha de Donna para comandar o escritório da Boeing no País no fim do ano passado não foi despretensiosa.

Ela é apontada como uma especialista em Brasil, já que foi embaixadora dos Estados Unidos no País entre 2002 e 2004. O caça F-18 Super Hornet já é usado pelo governo australiano e pela marinha dos Estados Unidos.
O equipamento exibido na Poli tem aproximadamente 60% de toda a tecnologia que é embarcada em um caça real. O preço para a construção de um simulador do porte da Boeing varia entre US$ 1 milhão e US$ 3 milhões - alguns simuladores chegam a ter o mesmo preço de um avião real.
"Esses simuladores são portadores de uma tecnologia muito grande. Ter essa exclusividade é muito importante, é algo raro de a gente ter", afirmou o professor Marcelo Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica.

De acordo ele, a indústria de aviação americana é responsável pelo desenvolvimento de muitas tecnologias, como as que são utilizadas nas câmeras digitais. "A experiência é única porque normalmente você tem um acesso muito restrito a esse tipo tecnologia."
Indústria. Para Zuffo, com o crescimento econômico do País e o estrangulamento do setor aéreo brasileiro, é possível usar todo esse conhecimento para induzir uma indústria de simulação e melhorar a segurança do setor.

"Na área de simulação de treinamento, o Brasil esta muito defasado. Sob qualquer ponto de visto o uso do simulador paga qualquer custo que você tem", diz Zuffo. Segundo ele, o Brasil ainda tem uma quantidade bastante inferior a dos Estados Unidos no número de simuladores.
O professor disse que a indústria de simulação é altamente empregadora e promove o uso da tecnologia de ponta. "Essa tecnologia tem implicação em várias setores da economia desde o entretenimento até a segurança nos nosso sistema aéreo e naval." Ontem, o simulador do F-18 Super Hornet levou quatro horas para ser montado. Ele ficará em uso só até hoje.
fonte: Luiz Guilherme Gerdelli para o Estado de São Paulo, via CECOMSAER 20 abr 2012

Editado por jambock, 20 de abril de 2012 - 09:47 .


#1184 jambock

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Postado 22 de abril de 2012 - 13:34

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F-X2 II - Consórcio Rafale realiza Workshop no Sul

O Consórcio Rafale apresentará um Workshop na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Porto Alegre, na próxima quarta-feira, 25 de abril. Representantes das empresas participantes do Consórcio Rafale (Dassault Aviation, Snecma e Thales) apresentarão detalhes da proposta francesa ao programa F-X2.
O evento deverá ter uma transmissão online nas páginas de DefesaNet.
fonte: Defesanet

#1185 jambock

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Postado 25 de abril de 2012 - 10:00

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GUERRA DOS CAÇAS
Grupo francês busca parceiros no Estado do Rio Grande do Sul

O Rafale, que quer vender aviões ao Brasil, promove evento em Porto Alegre


Sedento por fechar um negócio bilionário com o governo federal – que desde 2008 estuda a compra de 36 caças para robustecer a Força Aérea Brasileira –, um dos fabricantes favoritos ao contrato desembarca hoje no Rio Grande do Sul. O consórcio francês Rafale promove na Capital um seminário em busca de parceiros gaúchos. A intenção, mais do que cumprir normas do Planalto, é conquistar a simpatia do Estado e pressionar por uma decisão.

Marcado para as 9h, o evento na sede da Fiergs reunirá empresas, entidades e universidades interessadas em conhecer o projeto do consórcio. Há um interesse mútuo entre o Rafale e essas instituições. No edital de compra dos caças, o governo federal exige a transferência de tecnologia. Ou seja, o vencedor da licitação repassará seus conhecimentos para a indústria brasileira participar da fabricação e da manutenção das aeronaves.

– Creio que o governo levará em conta o conjunto de parceiros que vamos implicar no nosso negócio. Queremos montar uma rede sólida para, se formos escolhidos, iniciarmos as operações o mais rápido possível – diz o representante do consórcio no Brasil, Jean-Marc Merialdo.

Parcerias fazem aumentar pressão sobre o governo

Seminários desse tipo vêm sendo promovidos pelo Rafale no país inteiro. Merialdo afirma que 70 acordos já foram firmados Brasil afora – três no Rio Grande do Sul. Ontem, foi a vez de a UFRGS assinar uma parceria para trabalhar no desenvolvimento de projetos do consórcio, com tecnologia francesa. Segundo o especialista em assuntos militares Nelson Düring, editor do portal DefesaNet, ao montar uma rede consistente de parceiros, o Rafale faz com que “não só ele fique interessado na vitória”:

– As empresas e entidades começam a torcer. Isso multiplica o fator de pressão sobre o governo.

Agrada também ao governo estadual essa aproximação do Rafale. Hoje, no seminário na Fiergs, o diretor da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento Aloísio Nóbrega comandará uma palestra: a ideia é mostrar aos franceses por que devem investir no Rio Grande do Sul. Afinal, o consórcio é um expoente mundial do que o Piratini chama de “nova economia”, setor que abrange as indústrias oceânica e aeronáutica.

– O nosso seminário em Porto Alegre é para isso: identificar parceiros e, se for o caso, atuar com eles – resume o francês Merialdo.
Entenda o caso Especialistas estimam que a compra de caças pelo governo do Brasil custará entre US$ 4 bilhões e US$ 6,5 bilhões - Arquitetado em 2008, o Plano Estratégico de Defesa Nacional previa redirecionar as prioridades das Forças Armadas e reativar a indústria bélica do país. O pacote incluía a compra de 36 caças. - Desde que a licitação foi lançada, o então presidente Lula já preferia as aeronaves francesas. A intenção maior era estreitar as relações com o colega Nicolas Sarkozy. - Além dos caças franceses Rafale-3 (cujo consórcio fabricante promove hoje um seminário na Capital), também chegaram à final da concorrência a americana Boeing e a sueca Saab. - A Aeronáutica divulgou em dezembro de 2010 relatório em que o Rafale aparecia em último. Apesar da preferência da FAB pelo avião sueco, não havia interesse político do governo. - Lula decidiu pelos franceses em fevereiro de 2010, mas a oposição desgastou o governo com críticas, argumentando que o Rafale custaria mais do que outros caças. - Dilma Rousseff silenciou sobre o assunto em 2011, mas, em fevereiro passado, o ministro da Defesa, Celso Amorim, acenou com uma decisão ainda no primeiro semestre. - Ontem, um abalo entre EUA e Brasil reforçou o favoritismo dos franceses. Amorim reiterou decepção com a interrupção da compra dos aviões Supertucanos, da Embraer, pelos americanos.

fonte: Paulo Germano para o jornal "Zero Hora" 25 abr 2012

#1186 Nvasilva

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Postado 25 de abril de 2012 - 10:16

Todos eles prometendo mundos e fundos....

Espero que nosso governo chegue logo a uma decisão, senão já já, todo mundo se enche o s@co, recolhem o circo e somem...

E a FAB vai ter que comprar os spitfires que o outro achou enterrado para equipar a aviação de caça. :facepalm:

#1187 jambock

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Postado 26 de abril de 2012 - 15:15

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Boeing nega resistência americana à venda de caças



São Paulo - A presidente da Boeing no Brasil, Donna Hrinak, classificou nesta terça-feira de "lenda" a justificativa brasileira de que a maior dificuldade para compra de caças pela Força Aérea Brasileira (FAB) é a resistência do governo americano em autorizar a transferência de tecnologia.
"Eu não entendo o porquê desta justificativa. Talvez vocês da mídia possam me ajudar a entender. Na realidade, temos oferecido para o Brasil a mesma tecnologia que oferecemos para nossos melhores aliados, ou seja, os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), por exemplo.

Então, acho que essa questão já está superada", disse Donna Hrinak, que participou do seminário "Oportunidades nas Relações Comerciais do Brasil Frente à Nova Configuração dos Blocos Econômicos Mundiais", realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo. "Para mim, isso é uma lenda e não vai atrapalhar", afirmou.
Donna Hrinak, que também foi embaixadora dos Estados Unidos no País entre 2002 e 2004, disse entender a importância da transferência de tecnologia, mas ressaltou que é preciso falar também do desenvolvimento de tecnologias no País.

"O avião não é estático. O avião evolui com as demandas dos clientes. E essas mudanças e inovações podem acontecer aqui, com a indústria brasileira trabalhando junto com a Boeing", afirmou a executiva,
Questionada sobre o que estaria faltando para que o projeto seja concluído, a presidente da Boeing respondeu que espera apenas uma decisão do governo brasileiro. "Estamos esperando uma decisão do governo para o País inteiro, e não só para a indústria ou para a Força Aérea", disse. Donna Hrinak evitou comentar se a questão do projeto F-X2 foi um dos temas da conversa entre a presidente Dilma Rousseff e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, em Brasília, na semana passada.

O processo de compra dos caças brasileiros se arrasta desde 1996. Atualmente chamado de F-X2, o programa prevê a compra de 36 caças, um negócio estimado entre US$ 4 bilhões e US$ 6,5 bilhões. Houve vários adiamentos, o último deles no início do governo da presidente Dilma Rousseff, em 2011. Os concorrentes são o avião Rafale, da francesa Dassault, o Gripen, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da Boeing.
fonte:Por Francisco Carlos de Assis, colaborou Silvana M. site VEJA.com via CECONSAER 26 abe 2012

#1188 jambock

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Postado 28 de abril de 2012 - 06:44

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Boeing quer elevar fatia de emergentes



A Boeing pretende alcançar até 30% do seu faturamento no setor de defesa fora dos EUA, até o fim de 2013, com a ajuda de mercados emergentes como o Brasil, Coreia do Sul e Índia. No ano passado, as vendas da empresa americana nesse nicho de mercado acumularam US$ 32 bilhões, dos quais 24% no mercado internacional. A estimativa é do CEO da fabricante americana de aviões, para o segmento de defesa, Dennis Muilenburg.

De acordo com o executivo, essa é a estratégia para a Boeing minimizar a desaceleração do crescimento da receita com as vendas para as Forças Armadas dos Estados Unidos, que têm reduzido seu orçamento, principalmente na aquisição de equipamentos. "Isso (contrato com a Força Aérea do Brasil) poderia nos dar a oportunidade de acelerar o nosso crescimento (no mercado internacional)", respondeu Muilenburg, ao ser questionado se a conquista do contrato para fornecer 36 caças para o Programa FX2, avaliado em R$ 10 bilhões, poderia acelerar o objetivo da Boeing de alcançar 30% do seu faturamento no segmento de defesa, no mercado internacional.

A Boeing concorre no FX2 com o caça F-18 Super Hornet. Há 530 aeronaves dessa família em atividade, sendo 24 na Austrália, único país fora dos EUA que utiliza esse avião. Já foram gastos em torno de US$ 5 milhões somente na campanha para promover o Super Hornet. A Boeing concorre com os caças francês Rafale, da Dassault, e sueco Gripen, da Saab.
O CEO da área de defesa da Boeing acredita que o cancelamento do contrato de US$ 355 milhões da Embraer, que previa o fornecimento de 20 aviões Super Tucano para a Força Aérea Americana, no Afeganistão, não vai prejudicar a fabricante americana no Programa FX2. A Embraer chegou a ser anunciada como vitoriosa, mas no fim de fevereiro o contrato foi cancelado abruptamente.

"Eu acredito que esses dois contratos são duas atividades completamente separadas. Eu entendo que a Força Aérea Americana está reacessando esse processo para ter certeza que todos os detalhes administrativos estão sendo levados em conta", afirmou Muilenburg. Segundo ele, a parceria da Embraer com a americana Sierra Nevada na concorrência para o fornecimento de aviões de combate leve aos EUA é de "muito sucesso", uma amostra de que a indústria brasileira pode efetivamente competir no mercado americano.

Uma eventual derrota da Boeing no FX2 poderia "desacelerar" algumas das parcerias que a Boeing mantêm no Brasil, especialmente na área industrial, segundo Muilenburg. Mas ele afirma que a empresa americana têm uma visão de longo prazo no país, mercado estratégico para o objetivo de aumentar a receita da área de defesa, em países emergentes.

A Boeing assinou um memorando de entendimentos com a israelense Elbit Systems, que conta com uma subsidiária no Brasil, a AEL Sistemas, de Porto Alegre (RS). Essa parceria prevê que a AEL faça o desenvolvimento da tela dos caças F18 Super Hornet com a tecnologia "large area display", que mostra todos os dados de voo. Esse acordo integra parte do programa industrial que a Boeing pretende implementar, caso vença o FX2.

De acordo com a diretora regional da Boeing de parcerias internacionais estratégicas na área de defesa, Susan Colegrove, a empresa já assinou 25 memorandos de entendimentos com empresas e universidades no Brasil. Ela conta que o objetivo foca não só o desenvolvimento de produtos, mas também de melhoria de processos e de gerenciamento.

A Boeing tem atualmente 58 programas industriais, em 23 países, avaliados em US$ 20 bilhões. São parcerias com ministérios de diferentes áreas. Susan acrescenta que nos últimos 30 anos a Boeing desenvolveu 40 parcerias internacionais, de US$ 40 bilhões.
O repórter viajou a convite da Boeing
fonte: Alberto Komatsu | De St. Louis (EUA) para Valor Econômico, via CECOMSAER 28 abr 2012

Editado por jambock, 28 de abril de 2012 - 06:45 .


#1189 BlackAce

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Postado 07 de maio de 2012 - 09:10

Uh-la-la!!! Com a vitória do socialista na França, acredito que, agora, o Rafale vai.

#1190 kari0ca

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Postado 07 de maio de 2012 - 10:19

View PostBlackAce, em 07 de maio de 2012 - 09:10 , disse:

Uh-la-la!!! Com a vitória do socialista na França, acredito que, agora, o Rafale vai.

Não sei não, acho que o que prendia o rafale era o Sarkozy, sem ele, acho que pode dar outra aeronave, ou pelo menos o lobby governamental frances seja menor.

#1191 Landing

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Postado 07 de maio de 2012 - 16:37

de nada importa o que se passa na França se nao existe grana aqui desse lado!

#1192 kari0ca

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Postado 08 de maio de 2012 - 14:39

Não existe grana aqui desse lado? como assim nobre colega? vide os estudos para um novo vassourão de luxo, vide os rios de dinheiro que serão gastos sem controle em olimpíadas e copa, vide o que é sugado pelos sangue-sugas de brasilia...
O que não existe é seriedade e vontade de usar bem esse dinheiro todo

#1193 PA34

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Postado 08 de maio de 2012 - 18:05

View Postkari0ca, em 08 de maio de 2012 - 14:39 , disse:

Não existe grana aqui desse lado? como assim nobre colega? vide os estudos para um novo vassourão de luxo, vide os rios de dinheiro que serão gastos sem controle em olimpíadas e copa, vide o que é sugado pelos sangue-sugas de brasilia...
O que não existe é seriedade e vontade de usar bem esse dinheiro todo


View Postkari0ca, em 08 de maio de 2012 - 14:39 , disse:

Não existe grana aqui desse lado? como assim nobre colega? vide os estudos para um novo vassourão de luxo, vide os rios de dinheiro que serão gastos sem controle em olimpíadas e copa, vide o que é sugado pelos sangue-sugas de brasilia...
O que não existe é seriedade e vontade de usar bem esse dinheiro todo


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#1194 Cougar_PH

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Postado 15 de maio de 2012 - 21:41

quem foi que levou o F-x2????

#1195 Landing

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Postado 16 de maio de 2012 - 01:51

View PostCougar_PH, em 15 de maio de 2012 - 21:41 , disse:

quem foi que levou o F-x2????

O Lula e o Jobim

#1196 Cougar_PH

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Postado 16 de maio de 2012 - 08:42

Bom Dia!!!
Landing
kkkkkkkkkkkkkk
boa,
mas alguém tem noticia se ainda sai neste século ou já descidiram o vencedor...
:-)

#1197 Landing

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Postado 16 de maio de 2012 - 17:45

Cougar, com copa, olimpiadas, cabidao e politico para pagar o brasil nao vai ter como comprar esses avioes.
e mesmo que os compre, sem uma ampla reestruturação da FAB nao teriamos como opera-los.
Entao tudo nao passa de um delírio e um sonho distante!

#1198 Cougar_PH

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Postado 16 de maio de 2012 - 17:52

boa noite!
Landing,
esperemos pra ver, o que acontece...





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