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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

China endurece para comprar da Embraer


Já existem 17 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 08 de outubro de 2008 - 12:19

China endurece para comprar da Embraer

A relação entre a Embraer e o governo da China dá sinais de colapso.

Uma série de novas exigências por parte dos chineses para renovar a joint venture Harbin-Embraer Aircraft Industry Company, que termina em 2010, criou situação de turbulência na alta #####pula do Embraer.
Como uma mensagem retirada do biscoito da sorte, os chineses apresentaram uma lista de imposições para manter a companhia brasileira dentro de seu programa nacional de desenvolvimento aeronáutico.
Mas para a Embraer, os bons ventos parecem soprar somente na direção do parceiro oriental.
A postura adotada nas últimas semanas pela China Aviation Industry Corporation ( AVIC) mexe tanto com o bolso da multinacional brasileira como atinge em cheio seus principais produtos no mercado, a família de jatos 170-190.
As exigências vão desde a produção dos aviões em Harbin à ampla transferência de tecnologia, soluções de engenharia e produtivas destes aparelhos.
Caso a Embraer rejeite a proposta, além de ver desfeita a joint venture criada em 2002, da qual detêm 50% do controle, sua produção de jatos regionais, hoje feitos apenas na China, desaparecerá.
Além disso, arcaria ainda com a anulação dos contratos de aquisição de aeronaves já firmados e estimados em mais de US$ 3 bilhões.
O presidente da Embraer, Frederico Curado, já descartou publicamente a instalação da linha de montagem dos aviões 170/190 na China.
Pois esses modelos competiriam diretamente com o jato desenvolvido pela AVIC, o ARJ-21 - o primeiro avião comercial chinês de propulsão a jato. Entretanto, esse aparelho se encontra em desenvolvimento desde 2002 nunca decolou.
A maior preocupação da Embraer é a perda de um mercado potencial enorme, particularmente agora quando a companhia aérea Grand China Express admitiu o interesse em adquirir mais 100 aviões do modelo 190 nos próximos anos.
Em 2006, a mesma operadora estatal encomendou 100 aviões, sendo que metade deles eram jatos 190.
Seu controle é feito pela Hainan Airlines, a principal empresa de aviação regional do país.
Outro ponto positivo à Embraer foi ter obtido em maio o certificado de operação junto a Civil Aviation Administration of China (CAAC) para os jatos 190 e 195.
Esse documento libera os aparelhos para entrar em atividade comercial de imediato, representando uma facilidade a mais na conclusão de novas vendas. Contudo, os executivos da Embraer têm um mau pressentimento sobre essa transferência de tecnologia e de conhecimento aeronáutico.
Em menos de duas décadas os aviões brasileiros seriam facilmente descartados dentro do mercado chinês e ainda se teria capacitado um novo concorrente em nível mundial.
Pelas projeções feitas pelo departamento de estratégias da Embraer entre 2008 a 2027 o mercado de transporte aéreo mundial crescerá 4,9% ao ano.
O que resultará num montante de negócios na ordem de US$ 235 bilhões.
A China terá a maior taxa de crescimento, 7,5% ao ano. Outra questão de franzir a testa dos executivos da Embraer é a migração gratuita da tecnologia de seus aviões para projetos aeronáuticos chineses extra joint venture.
A AVIC exige, num primeiro instante, a montagem dos aviões comprados pela China na unidade de Harbin.
Os aparelhos sairiam desmontados de São José dos Campos diretos para a linha de montagem chinesa.
Na seqüência, esse processo contemplaria a criação de uma linha de produção capaz de fabricar integralmente, em solo asiático, os modelos dos grandes jatos da Embraer.
A Embraer reluta em aceitar essas imposições. Entre os motivos está a desconfiança que vários itens de engenharia do jato 145 teria migrado para fora das fronteiras da Harbin-Embraer e pousado no projeto da AVIC, o jato ARJ-21.
Apesar do governo chinês apresentar esse avião como 100% nacionalizado, pelas observações feitas pela alta direção da multinacional brasileira, o aparelho chinês traz significativas semelhanças com soluções adotadas pelos brasileiros.
E com um agravante: as inclusões só ocorreram após a montagem da fábrica em Harbin estar em plena atividade.
A mesma lógica é aplicada para os outros aviões nacionais que possam ser fabricados em solo chinês e sob o crivo de um sistema muito longe de seguir as regras e os acordos comerciais do capitalismo ocidental.
Como o projeto do ARJ-21 literalmente não decolou, a implementação da linha de produção da família 170-190 supriria a engenharia chinesa do conhecimento necessário para corrigir e alavancar de vez o programa de seu jato comercial.
Esse jato concorrerá na mesma categoria dos produtos brasileiros.
Isto significa também qualificar o avião para ser homologado e certificado por agências aeronáuticas de regiões nas quais, hoje, o produto chinês sequer passaria perto, como os mercados da América do Norte e Europa.
A linha de raciocínio dos dirigentes brasileiros não perde de vista outra informação relevante: em duas décadas a China consumirá de 450 a 500 aviões do mesmo porte do jato 190.
Caso a produção se nacionalize, inexistirá a necessidade de adquirir os modelos da Embraer.
O dragão, símbolo da China desde a dinastia Han, parece ter despertado para a aviação comercial.
Agora pretende bater as asas para alçar vôo rumo aos grandes fabricantes do setor.
Em fevereiro último, o Conselho de Estado aprovou a constituição de uma nova empresa capacitada para fabricar aviões de grande porte "com lançamento do projeto o mais rapidamente possível".
O comitê executivo do Partido Comunista chinês se reuniu e avaliou os riscos da empreitada.
Embora a tenha classificado como " um dever a ser realizado" e "missão histórica e gloriosa com uma determinação sem limites, uma forte vontade e muito esforços", conforme divulgado na imprensa oficial, essa é uma decisão sem retorno.
O modelo inicial do ARJ-21 será testado até o final deste ano e já tem cerca de 100 unidades encomendadas por empresas da própria China.
Esse modelo terá capacidade de comportar entre 80 a 100 passageiros.
Ainda terá duas versões expandidas, o ARJ-21/ 700 para 98 a 114 lugares e o ARJ-21/ 900 para 115 a 150 passageiros.
Todos competidores diretos dos jatos brasileiros.
A direção da Embraer foi procurada pela Gazeta Mercantil via assessoria de imprensa.
Foram encaminhadas à empresa via e-mail perguntas pertinentes ao assunto, inclusive sobre a atual situação da joint venture.
A Embraer oficializou sua posição de não comentar o assunto e descartou responder qualquer um dos questionamentos feitos.
Representante chinês crê na coexistência de fábricas
O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang, não acredita que haverá um endurecimento entre o governo e a Embraer. " O mercado é tão grande que podem ter duas fábricas coexistindo com produtos similares", afirmou convicto, mesmo alertado sobre o nível de exigência pretendido pelo governo chinês para a manutenção do acordo.
"A China fará seu avião, mas continuará comprando da Embraer, como da Boeing e da Airbus".
Tang arrisca uma previsão para o futuro do negócio.
"A Embraer não deixará um mercado destes de fora, acredito que deverá ser renovado o acordo", destacou.
Para o executivo chinês, com vasta experiência comercial no Brasil, as relações atuais entre o governo da China e a direção da Embraer podem ser consideradas "boas".
Apesar da dificuldade dos primeiros anos da associação, quando as operadoras chinesas rejeitavam o produto brasileiro.
Esse cenário somente foi mudado com a compra feita pela Grand China Express em 2006.
Para Tang, o projeto do jato comercial da empresa AVIC, o ARJ-21, abastecerá parte do mercado aeronáutico da China.
A grande demanda do país, em sua avaliação, manterá ativa a aquisição de aeronaves produzidas por fornecedores estrangeiros.


Floripa Aviation Pictures / Gazeta Mercantil


#2 Joaop

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Postado 08 de outubro de 2008 - 16:56

Pois é, a China é campeã em copiar tecnologia dos outros. E o pior, eles não tão nem ligando pra isso.

Já estou até vendo alguns brandando que o Brasil deveria invadir a China, assim como deveria fazer com o Equador e Bolívia.

É algo muito complicado isso tudo, por que além deles copiarem tecnologia, eles a vendem por um preço mais baixo e lucram mais. Daí juntam uma grana danada e compram terras e empresas ocidentais.
Uma potência econômica e nuclear com poder de veto no Conselho de Segurança e que conta ainda com uma massa de trabalhadores alienada e disposta a trabalhar ganhando pouco, é algo que a gente realmente deve temer.

Os chineses deverão sair no topo dessa crise americana. A centena de milhonários de olhos puxados terá a oportunidade de injetar capital nos EUA como nunca visto antes. E quem tem $ controla o resto.

O dragão despertou e está com fome.

但是今天他们的飞机 不好。

#3 Flytronix

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Postado 08 de outubro de 2008 - 17:04

E o governo Lulla declarou a China como economia de mercado. Viva!

#4 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 08 de outubro de 2008 - 19:17

Pior que de repente o molusco vai estar se metendo no meio da negociacao e pedindo para que a Embraer aceite os termos do governo chines...

E' a cara dele se meter em empresa privada, seus "assessores" nao devem ter lhe informado que empresa privada e' privada, estatal e' estatal...

daaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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#5 Matheus

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Postado 08 de outubro de 2008 - 20:51

QUOTE(Joaop @ Oct 8 2008, 04:56 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Já estou até vendo alguns brandando que o Brasil deveria invadir a China, assim como deveria fazer com o Equador e Bolívia.


Não tem nem comparação esse caso da China com o do Equador e da Bolívia.
O governo da China está agindo dentro da lei e respeitando o contrato firmado com a Embraer. Nada está sendo imposto para a embraer, que tem a opção de recusar essas condições ou oferecer uma contra-proposta. Agora, a Odebretch e a Petrobras tiveram as mesmas opções?
Vale lembrar que nenhuma instalação da Embraer foi invadida e nenhum cidadão brasileiro foi preso.

Abraços

Matheus

#6 Carlos Augusto

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Postado 08 de outubro de 2008 - 21:18

QUOTE(Grumman F-14 Tomcat @ Oct 8 2008, 12:19 PM) <{POST_SNAPBACK}>
China endurece para comprar da Embraer

Floripa Aviation Pictures / Gazeta Mercantil



Fico imaginado se isso acontece com alguma empresa ou governo peruano. Como seria a manchete? rofl.gif

#7 Joaop

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Postado 08 de outubro de 2008 - 22:10

QUOTE(Matheus @ Oct 8 2008, 08:51 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O governo da China está agindo dentro da lei

só se for a lei da selva.



então TRIPS são deixados de lado?

Então é interesse nacional levar uma cia nossa pra lá e logo depois deles terem copiado nossa tecnologia, eles impoe um novo contrato ridículo cujo objetivo único é nos tirar de lá ou fazer do nosso produto muito mais caro que o deles?
Não vejo muita diferença nos casos não.
Se a questão era interesse nacional, então é a mesma coisa que fechar o parque da construtora ou mesmo da Petrobras.

E não, nenhum brasileiro está preso no Equador.
Claro que a culpa não é só do Lula, por que nenhum tratado é negociado ou internalizado por ação única da caneta do presidente.

#8 jambock

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Postado 09 de outubro de 2008 - 01:35

Meus prezados:
Já que a coisa está endurecendo na China...
Embraer lança plano para crescer na Venezuela e América Central
A Embraer anunciou hoje acordos com empresas locais de Venezuela e Guatemala em uma estratégia para expandir suas vendas no país vizinho e nos da América Central. A Embraer informou que nomeou a empresa Veserca como sua representante autorizada para vender aviões executivos na Venezuela e a também venezuelana Aerotécnica como seu centro autorizado para realizar serviços no país. A empresa informou ainda que nomeou o grupo guatemalteco Disagro como seu representante de vendas de aviões executivos em Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua, Belize e El Salvador.
fonte: Jetsite

Editado por jambock, 09 de outubro de 2008 - 01:36 .


#9 riclima

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Postado 09 de outubro de 2008 - 09:39

QUOTE(Joaop @ Oct 8 2008, 10:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
só se for a lei da selva.



então TRIPS são deixados de lado?

Então é interesse nacional levar uma cia nossa pra lá e logo depois deles terem copiado nossa tecnologia, eles impoe um novo contrato ridículo cujo objetivo único é nos tirar de lá ou fazer do nosso produto muito mais caro que o deles?
Não vejo muita diferença nos casos não.
Se a questão era interesse nacional, então é a mesma coisa que fechar o parque da construtora ou mesmo da Petrobras.

E não, nenhum brasileiro está preso no Equador.
Claro que a culpa não é só do Lula, por que nenhum tratado é negociado ou internalizado por ação única da caneta do presidente.


Meus caros, país que cresce internacionalmente tem que estar pronto a receber pancadas... Se todos os negócios internaicionais fossem um mar de rosas, seria uma beleza. É como disse dias atrás o presidente da Petrobrás que se a empresa fosse escolher apenas paises ditos "sérios" para investir em petróleo, a Petrobrás nunca sairia do Brasil. A maior parte dos países que têm petróleo são politicamente problemáticos...

Todas essas questões devem ser resolvidas diplomaticamente ou, se vocês querem, vamos ter que invadir China, Equador, Bolívia, etc. seguindo o exemplo de certos países...

Certamente a EMBRAER vai saber como resolver o problema...


#10 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 09 de outubro de 2008 - 11:46

QUOTE(jambock @ Oct 9 2008, 12:35 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Meus prezados:
Já que a coisa está endurecendo na China...
Embraer lança plano para crescer na Venezuela e América Central
A Embraer anunciou hoje acordos com empresas locais de Venezuela e Guatemala em uma estratégia para expandir suas vendas no país vizinho e nos da América Central. A Embraer informou que nomeou a empresa Veserca como sua representante autorizada para vender aviões executivos na Venezuela e a também venezuelana Aerotécnica como seu centro autorizado para realizar serviços no país. A empresa informou ainda que nomeou o grupo guatemalteco Disagro como seu representante de vendas de aviões executivos em Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua, Belize e El Salvador.
fonte: Jetsite




Venezuela???

E o que sera' que o Chaveco vai inventar antes, durante e depois, para tirar proveito da situacao???

A Embraer que se cuide, esta' pisando em terreno lamacento thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png

Putzgrilla meu thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png

Editado por Grumman F-14 Tomcat, 09 de outubro de 2008 - 11:49 .


#11 Joaop

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Postado 09 de outubro de 2008 - 12:58

QUOTE(riclima @ Oct 9 2008, 09:39 AM) <{POST_SNAPBACK}>
É como disse dias atrás o presidente da Petrobrás [...]

Todas essas questões devem ser resolvidas diplomaticamente ou, se vocês querem, vamos ter que invadir China, Equador, Bolívia, etc. seguindo o exemplo de certos países...


Tá aí, nós não somos EUA pra agir como tal. Nossos diplomatas e os diplomatas coorporativos da Embraer com certeza são especialistas muito bem graduados pra negociar.

E outra, tá mais que certo isso de procurar quem entende do assunto pra opinar. A impressa vagabunda brasileira adora procurar no Lula as respostas pra crise americana, pro aumento do preço do alimento, pra unha do pé encravada, pro turismo, pra economia, pra diplomacia e pra crise política na cidade de Tikli no Tidliquistão. Tá na hora já de NÓS desfazermos esse mito de salvador da pátria que paira sobre ele. Começemos a procurar quem está participando ali do processo.

#12 Abel_BSB

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Postado 09 de outubro de 2008 - 13:16

hummmm ..... ja vi esse filme ...... A Huawei está aí para alertar o mundo capitalista que a China é bem mais malandra do que pensamos. Abram os olhos Embraer para não criarem a Huawei da industria aeronautica !!!

abs

#13 Paulistossaurosrex

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Postado 09 de outubro de 2008 - 18:19

QUOTE(Grumman F-14 Tomcat @ Oct 9 2008, 11:46 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Venezuela???

E o que sera' que o Chaveco vai inventar antes, durante e depois, para tirar proveito da situacao???

A Embraer que se cuide, esta' pisando em terreno lamacento thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png

Putzgrilla meu thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png thumbsdown_still.png



Uai... porque...

Ela nomeou um representante local e uma oficina autorizada... o que isso tem de mais e de "Lamaçento".... eu heim.... eita povinho que gosta de ver coisa onde não há nada demais.

E sabem porque fez isso... porque já está vendendo bem lá, e precisa reforçar sua estrutura de vendas e de apoio ao cliente.

EMB-312

#14 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 10 de outubro de 2008 - 04:57

QUOTE(EMB-312 @ Oct 9 2008, 05:19 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Uai... porque...

Ela nomeou um representante local e uma oficina autorizada... o que isso tem de mais e de "Lamaçento".... eu heim.... eita povinho que gosta de ver coisa onde não há nada demais.

E sabem porque fez isso... porque já está vendendo bem lá, e precisa reforçar sua estrutura de vendas e de apoio ao cliente.

EMB-312




EMB, voce tem razao, no caso de um representante e uma oficina, nao existe nada demais...

Ja' se fosse uma fabrica, ou um grande contrato, eu ja' votaria contra...claro que se pudesse votar...

Apenas nao gostariamos de ver a nossa amada Embraer Brazil.gif cair em outra cilada, como "aparentemente" esta' acontecendo em relacao 'a China...

Bons voos thumbsup.gif

#15 Paulistossaurosrex

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Postado 10 de outubro de 2008 - 20:55

QUOTE(Grumman F-14 Tomcat @ Oct 10 2008, 04:57 AM) <{POST_SNAPBACK}>
EMB, voce tem razao, no caso de um representante e uma oficina, nao existe nada demais...

Ja' se fosse uma fabrica, ou um grande contrato, eu ja' votaria contra...claro que se pudesse votar...

Apenas nao gostariamos de ver a nossa amada Embraer Brazil.gif cair em outra cilada, como "aparentemente" esta' acontecendo em relacao 'a China...

Bons voos thumbsup.gif



E essa da China eu não acho que teria sido uma cilada não... acho que foi bem o contrário, eles é que caíram na cilada da Embraer... hehehehe

Sds,
EMB-312

#16 riclima

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Postado 11 de outubro de 2008 - 12:21

QUOTE(EMB-312 @ Oct 10 2008, 08:55 PM) <{POST_SNAPBACK}>
E essa da China eu não acho que teria sido uma cilada não... acho que foi bem o contrário, eles é que caíram na cilada da Embraer... hehehehe

Sds,
EMB-312


Como disse anteriormente, a EMBRAER deve estar estudando com cuidado essa situação na China... E o negócio não deve ser tão problemático pois a AIRBUS está estudando a instalação de uma linha de montagem na China... Se a China deve estar exigindo mais transferência de tecnologia da EMBRAER deve estar exigindo também da AIRBUS...

Claro que a idéia é não perder mercados e conseguiir outros mais. Mas acredito, com base no relatório de entregas de aeronaves divulgado ontem, a situação da EMBRAER está boa, principalmente agora que está recebendo mais reais por avião comercializado.

Em relação aos E-Jets, já foram entregues 446 unidades. Se for mantida a mesma cadência de entrega do terceiro trimestre de 2008 (36 E-Jets entregues) até o final de 2008 serão 482 aeronaves operando com seus clientes. O E-Jet de número 500 será entregue em meados do primeiro trimestre de 2009.

Mantida ainda a mesma cadência de entregas deste último trimestre, o último avião de pedidos firmes restantes (419) só será entregue no terceiro trimestre de 2011 e, transformados em pedidos firmes as atuais oções (813), o último E-Jet será entregue ao operador em 2016.

Isto sem falar nos direitos de compra dos E-Jets, se forem exercidos, nas encomendas firmes dos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 600, Lineage 1000 e Ipanemas.

Na área militar a linha de Super Tucanos e a plataforma do ERJ-145 sendo usadas nos aviões de "surveillance" e o projeto de transporte C-390...

E, espero, o projeto de algum avião maior para concorrer com o C-Series...

Por tudo isso, a EMBRAER tem que ponderar todos esses trunfos ao negociar com a China a sua permanência na fábrica de Harbin...




#17 Grumman F-14 Tomcat

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Postado 11 de outubro de 2008 - 13:02

QUOTE(EMB-312 @ Oct 10 2008, 07:55 PM) <{POST_SNAPBACK}>
E essa da China eu não acho que teria sido uma cilada não... acho que foi bem o contrário, eles é que caíram na cilada da Embraer... hehehehe

Sds,
EMB-312




uhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gifuhm.gif

#18 RICARDO MOTTI

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Postado 12 de outubro de 2008 - 00:09

Os chineses podem até colocar imposições com o intuíto de absorverem tecnologia para seus projetos.
Resta saber quem além dos próprios chineses ( que não é um mercado a ser desprezado ) e de sua esfera de influência comprará tais aviões.
Alguém se lembra exatos quantos anos o ARJ21 está em desenvolvimento ? E quantas foram as encomendas vindas do ocidente ?
Indústrias do mundo todo e dos mais diversos tipos constroem seus produtos licenciados na China.
Conveniência, por enquanto, de uma mão de obra farta, barata e sem nenhum requinte e garantia de leis trabalhistas que regulam - e oneram - tal mão de obra ...
Tenho um notebook HP feito na China. Com componentes feitos na China. Mas desenvolvido por americanos, com supervisão e qualidade americana.
Não trocaria meu notebook HP feito na China por um notebook sem marca feito na China, desenvolvido na China e com qualidade da China.
Bairrismo, ignorância minha quanto à origem dos produtos ? Pode ser.
Mas a idéia que tenho do produto chinês ainda é que esté é de baixa qualidade e durabilidade.
O que tem que mudar na verdade - meu "pré-conceito" em relação ao produto chinês ou como os chineses de fato o produzem ???
Recentemente a Airbus implantou uma linha de montagem da família A32X na China. Projeto Airbus, desenvolvimento Airbus, supervisão Airbus ...
E ainda é e continuará sendo identificado pelos seus usuários como um Airbus. Não importa onde ele tenha sido montado.
E o mesmo poderá ocorrer com Boeing, Embraer, Bombardier ou quem quer que seja.
Agora, quantos aviões da AVIC serão vistos pelos aeroportos ocidentais ?
Na mesma quantidade que vemos aviões russos ? Ou seja, somente dentro do bloco de influência deles ?
Além do Sukkoi Superjet que tem encomendas, por exemplo, vindas da Itália ( porque a Alenia participa do "risk-sharing" do programa fazendo dela um aval ao programa, suporte de pós-venda e tal ), quantos temos, digamos por exemplo, Tupolev's voando pela BA, ou AF, ou KL, ou RG, ou AA, ou qualquer outra cia. aérea da sua escolha leitor ???
Além do bloco de influência russa, quantos ??? Nenhum.
Nem Tupolev, nem Antonov, nem AVIC ...
O ocidente não se dobrou a nenhum deles.
Estou errado ou não me vem na cabeça nenhuma marca de automóvel chinês projetado, desenvolvido, comercializado e rodando seja na Europa, USA, ou aqui ... ????
Ou será que os alemães deixarão suas BMW's e Mercedes para dirigirem um LADA ?
Podem até dirigir um BMW feito na Russia. Mas ainda assim um BMW.
A menos que a China faça o caminho feito pelos japoneses com sua indústria automobilística - e leia-se 40 anos de estrada - não veremos tão cedo ninguém por estas bandas ocidentais voando numa cópia chinesa baseado num A380 ou de um projeto próprio que chegue perto a isso.
E só para lembrar que a base da indústria européia que criou o A380 tem nada menos que 90 anos de erros e acertos em construção aeronáutica.
Talvez o dinamismo e a globalização do mundo atual ajude a acelerar o processo.
E pode até ser que num futuro, distante ou não, eles venham a fabricar e vender bons aviões.
Mas não será hoje numa canetada dentro do partido chinês que decretará a redenção do mercado e da tecnologia a favor deles ...
Não será do dia para a noite que passarão de consumidores a fornecedores do mercado aeronáutico.







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