Aeronave em chamas, feridos por todos os lados, grande movimentação de carros, helicópteros, bombeiros e salva-vidas. Assim foi a simulação de acidente realizada nesta sexta-feira (7/11), no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/ Galeão (RJ). O objetivo do Exercício de Emergência Aeronáutica Completo (EXEAC) foi medir o tempo de resposta dos recursos previstos no Plano de Emergência do Aeroporto e treinar os novos integrantes do Corpo de Emergência (CVE).
A simulação ocorreu numa área inativa da pista 10/28. No local, foi montada uma estrutura que simulava uma aeronave. Ao redor, estudantes das faculdades de medicina da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), caracterizados de vítimas, pediam socorro.
O “acidente” começou quando um avião, feito de madeira e papel, foi incendiado. Os primeiros a chegar foram os bombeiros da Infraero, com veículos especializados em resgates, salvamentos e incêndios, e com o Titan E One, veículo próprio para combate a incêndio em aeronaves. Eles foram responsáveis por extinguir todas as chamas e resgatar as vítimas do entorno da área.
As “vítimas” passaram por uma triagem realizada pelo Corpo de Emergência, que identificava a gravidade dos ferimentos de cada uma delas e as agrupava em tapetes coloridos com cores correspondentes ao seu estado de saúde. Aquelas com ferimentos mais graves foram levadas para hospitais em um dos três helicópteros que participaram do exercício e as que tiveram somente ferimentos leves foram removidas posteriormente por uma das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
“As equipes têm que estar sempre preparadas para qualquer problema que possa ocorrer”, destaca o gerente de Segurança do Aeroporto, Maurice Baumet.
Assessoria de Imprensa Infraero
A simulação ocorreu numa área inativa da pista 10/28. No local, foi montada uma estrutura que simulava uma aeronave. Ao redor, estudantes das faculdades de medicina da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), caracterizados de vítimas, pediam socorro.
O “acidente” começou quando um avião, feito de madeira e papel, foi incendiado. Os primeiros a chegar foram os bombeiros da Infraero, com veículos especializados em resgates, salvamentos e incêndios, e com o Titan E One, veículo próprio para combate a incêndio em aeronaves. Eles foram responsáveis por extinguir todas as chamas e resgatar as vítimas do entorno da área.
As “vítimas” passaram por uma triagem realizada pelo Corpo de Emergência, que identificava a gravidade dos ferimentos de cada uma delas e as agrupava em tapetes coloridos com cores correspondentes ao seu estado de saúde. Aquelas com ferimentos mais graves foram levadas para hospitais em um dos três helicópteros que participaram do exercício e as que tiveram somente ferimentos leves foram removidas posteriormente por uma das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
“As equipes têm que estar sempre preparadas para qualquer problema que possa ocorrer”, destaca o gerente de Segurança do Aeroporto, Maurice Baumet.
Assessoria de Imprensa Infraero




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