Fonte: Valor Econômico, 10/11/2008
A Gol registrou redução de 17,5% na demanda aérea em outubro em relação ao mesmo mês de 2007. É a segunda queda no ano depois da retração de 3,1% verificada em setembro. A taxa de ocupação nos vôos da companhia caíram 12 pontos percentuais, para 56,8%.
A redução, anunciada na sexta-feira, aconteceu apesar de a companhia ter inaugurado uma nova malha aérea no dia 19 de outubro com o objetivo de eliminar sobreposições de vôos entre as marcas Gol e Varig e melhorar os resultados da empresa.
A retração de 17,5% é significativa levando-se em conta que, na maior parte deste ano, o tráfego doméstico e internacional cresceu e não pouco. Entre janeiro e agosto, o aumento foi sempre acima de dois dígitos, com um pico de 43% de crescimento no mês de março.
Em outubro, o tráfego doméstico caiu 14%, sendo que a companhia elevou a oferta nesse segmento em 6,1%. Assim, a ocupação caiu 13 pontos percentuais, para 57,2%. Já no mercado internacional, que compreende os vôos para América do Sul, a queda de demanda foi de 33%, mas a oferta também foi reduzida, em quase 24%. Assim, a ocupação caiu 7,5 pontos percentuais e chegou a 54,7%. O tráfego é medido pelo total de passageiros pagantes multiplicado pelo total de quilômetros percorridos e a oferta é indicada pelo total de assentos disponíveis multiplicado pelos quilômetros voados.
Para o analista do Deutsche Bank, Bernardo Carneiro, o tráfego "fraco" pode ser explicado pelo forte aumento no preço das passagens promovido pela empresa, o que teria inibido a demanda. A Gol elevou o preço em cerca de 40% no terceiro trimestre.
Na sexta-feira, as ações da Gol caíram 7%, para R$ 8,97, e as da TAM caíram 5,6%, para R$ 20,10, sendo a segunda e terceira maiores quedas do Ibovespa, respectivamente.
A Gol registrou redução de 17,5% na demanda aérea em outubro em relação ao mesmo mês de 2007. É a segunda queda no ano depois da retração de 3,1% verificada em setembro. A taxa de ocupação nos vôos da companhia caíram 12 pontos percentuais, para 56,8%.
A redução, anunciada na sexta-feira, aconteceu apesar de a companhia ter inaugurado uma nova malha aérea no dia 19 de outubro com o objetivo de eliminar sobreposições de vôos entre as marcas Gol e Varig e melhorar os resultados da empresa.
A retração de 17,5% é significativa levando-se em conta que, na maior parte deste ano, o tráfego doméstico e internacional cresceu e não pouco. Entre janeiro e agosto, o aumento foi sempre acima de dois dígitos, com um pico de 43% de crescimento no mês de março.
Em outubro, o tráfego doméstico caiu 14%, sendo que a companhia elevou a oferta nesse segmento em 6,1%. Assim, a ocupação caiu 13 pontos percentuais, para 57,2%. Já no mercado internacional, que compreende os vôos para América do Sul, a queda de demanda foi de 33%, mas a oferta também foi reduzida, em quase 24%. Assim, a ocupação caiu 7,5 pontos percentuais e chegou a 54,7%. O tráfego é medido pelo total de passageiros pagantes multiplicado pelo total de quilômetros percorridos e a oferta é indicada pelo total de assentos disponíveis multiplicado pelos quilômetros voados.
Para o analista do Deutsche Bank, Bernardo Carneiro, o tráfego "fraco" pode ser explicado pelo forte aumento no preço das passagens promovido pela empresa, o que teria inibido a demanda. A Gol elevou o preço em cerca de 40% no terceiro trimestre.
Na sexta-feira, as ações da Gol caíram 7%, para R$ 8,97, e as da TAM caíram 5,6%, para R$ 20,10, sendo a segunda e terceira maiores quedas do Ibovespa, respectivamente.



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