-
-
Usuários
-
-
3913 Postagens
-
Gender:Male
-
Location:Brasil
-
Interests:Adquirir informacoes.<br />Conversar com profissionais.
-
Cidade/UF/País:Brasil
-
Data de Nascimento:23/02/1981
Postado 28 de novembro de 2008 - 12:00
Olá Pessoal,
independente da minha opinião sobre a abertura ou não do SDU e PLU, queria saber se alguém aqui é a favor de uma modalidade mista nesta abertura, algo como liberar os dois aeroportos, mas com restrição a 100 passageiros.
De cara isso beneficiaria a Azul, que é novinha em folha, com aviões deste porte chegando, mas também a TRIP e até a Passaredo. Obrigaria TAM e GOL a comprarem E-Jets ou modelos equivalentes, caso estas se mostrassem mesmo interessadas em operar lá... vocês acham que poderia dar certo?
Abraço,
Edsmorais.
Nutro da mesma opinião.
Só acho que a liberação do SDU e PLU com restrição não seria para ajudar a Azul e sim o desenvolvimento do fluxo no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Conforme vai passando os anos a restrição poderá ser revista para ver se ela "poderá ser menos restrita."
Abraço!
-
-
Colaborador
-
-
3139 Postagens
-
Gender:Male
-
Location:New York, NY, USA (JFK, LGA, EWR)
-
Interests:Aviação Levada a Sério
-
Cidade/UF/País:New York/NY/USA
-
Data de Nascimento:22/07/1953
Postado 28 de novembro de 2008 - 16:14
Olá Pessoal,
independente da minha opinião sobre a abertura ou não do SDU e PLU, queria saber se alguém aqui é a favor de uma modalidade mista nesta abertura, algo como liberar os dois aeroportos, mas com restrição a 100 passageiros.
De cara isso beneficiaria a Azul, que é novinha em folha, com aviões deste porte chegando, mas também a TRIP e até a Passaredo. Obrigaria TAM e GOL a comprarem E-Jets ou modelos equivalentes, caso estas se mostrassem mesmo interessadas em operar lá... vocês acham que poderia dar certo?
Abraço,
Edsmorais.
Tambem apoio a ideia...
Na verdade, era isso o que a Azul pensava em fazer, tanto que trouxe os E190 da JetBlue
e modificou algumas posicoes na fila de pedidos na Embraer, de E195 para E190, confere?
Bons voos
-
-
Usuários
-
-
3879 Postagens
-
Location:Rio de Janeiro/RJ/Brasil
-
Cidade/UF/País:Niterói/Rio de Janeiro/Brasil
-
Data de Nascimento:11/08/1985
Postado 28 de novembro de 2008 - 21:18
Eu preferia que, se fosse pra abrir pra SDU, fosse EXTREMAMENTE restrito. Algo nas linhas de:
* Aeronaves de até 100 assentos
* Vôos diretos apenas para CGH, Estado do Rio, cidades do interior de estados limítrofes, PLU, VIX e BSB
* Slots dados às cias proporcionalmente aos de GIG (Não 1:1. Algo como 2-5 GIG para cada SDU, dependendo da cidade)
* No máximo, 8 vôos diários para cada capital (exceto CGH)
Mas precisa garantir que essas leis serão seguidas e permanecerão assim durante um BOM tempo. Se TAM e Gol (ou Varig, é mais a cara dela) tivessem E190 (ou mesmo se a TAM ainda tivesse os F100) ficava tudo mais fácil. No caso, eu acho que devia ser uma medida para o futuro, dando tempo para que as companhias se adequassem às regras e adquirissem as aeronaves. Talvez para 2010 ou 2011 seja uma boa idéia.
Editado por IluvGIG, 28 de novembro de 2008 - 21:21 .
Administrador
-
-
Administrador
-
-
4934 Postagens
-
Gender:Male
-
Location:São Paulo e Rio de Janeiro
-
Cidade/UF/País:São Paulo/Rio de Janeiro
-
Data de Nascimento:16/03/1978
Postado 29 de novembro de 2008 - 11:50
Vejam que interessante esse artigo do Wagner Victer (ex-Secretário de Energia do Estado do Rio de Janeiro)
"GALEÃO - UMA ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO PARA O RIO
Recentemente, conversando com meu ex-subsecretário de Energia, Delmo Pinho, que atualmente ocupa o cargo de subsecretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro, debatemos muito sobre o aeroporto do Galeão e sua retomada como instrumento chave de concentração de rotas internacionais (hub). O texto deste post é o resultado deste estudo.
Para começar é importante destacar que toda e qualquer empresa sempre será bem vinda ao Rio de Janeiro, desde que respeite as estratégias de desenvolvimento dos Poderes Públicos, entre eles o Governo Estadual. No caso específico as teses defendidas pelo Governador Sérgio Cabral visam a consolidação do Aeroporto do Galeão como fundamental para a concentração de rotas internacionais, pelo adensamento dos vôos nacionais, notadamente nas ligações com as capitais.
Desta forma as recentes declarações de alguns empresários sobre o uso do Santos Dumont remetem a duas hipóteses: ou revelam um desconhecimento sobre as características do mercado da aviação brasileira ou, o que certamente é mais grave, denotam uma tentativa até oportunista de garantir privilégios, com evidentes práticas monopolistas no uso futuro daquele aeroporto.
No primeiro caso, parecem desconhecer o fato de que a divisão de demanda, numa cidade com as características do Rio segue na contra-mão da estratégia de atração de vôos do exterior para o Galeão que, para tanto, necessita de forte conectividade com as capitais estaduais. Com efeito, já tivemos a experiência com o Santos Dumont aberto para as ligações entre capitais, em paralelo à forte redução de vôos nacionais e internacionais no Galeão.
A estratégia de restringir os vôos do Santos Dumont e priorizar o Galeão foi uma decisão muito importante do Estado e o Galeão passou de apenas 4,61 milhões de passageiros/ano em 2003, frente a capacidade instalada de 20/ 25 milhões, para mais de 10 milhões segundo estimativas para 2008, comprovando o acerto do reordenamento do uso destes aeroportos.
Por outro lado, como me lembra o Delmo o fato do terminal de passageiros do Santos Dumont estar super dimensionado em relação ao seu uso atual, não pode servir de motivo para se permitir uma série de novos vôos, até porque, antes do inicio das obras de expansão, já estavam em vigor tanto a licença prévia ambiental (LP) como a portaria do então DAC, que limitavam o uso do aeroporto, ou seja, as obras deveriam ter sido de menor porte para o correto enquadramento na legislação.
Na segunda hipótese, lança-se mão do argumento de posicionar uma empresa na condição de quase exclusividade no Santos Dumont, com a justificativa do menor porte de seus aviões, quando em 1996, experiência semelhante resultou na simples transferência de passageiros do Galeão para o Santos Dumont e, na derrocada das linhas internacionais no Rio de Janeiro.
Por isso nos parece, pelos argumentos que obtive, ser muito acertada a posição do Governo do Estado em especial do Governador Sérgio Cabral em avaliar algumas restrições ao uso do Santos Dumont e de querer uma solução estável e de mercado para o Galeão, que deve ter uma administração, ao nível das melhores do mundo."
Wagner Victer - 27/11/2008 FONTE:
O Globo On Line
-
-
Moderador
-
-
3928 Postagens
-
Gender:Male
-
Location:GIG
-
Cidade/UF/País:Rio de Janeiro / RJ
Postado 29 de novembro de 2008 - 20:23
Será que ele ainda mora na Ilha??
Tá cavando uma vaguinha.
-
-
Usuários
-
-
340 Postagens
-
Cidade/UF/País:sao paulo
-
Data de Nascimento:01/01/1974
Postado 01 de dezembro de 2008 - 15:09
Eu preferia que, se fosse pra abrir pra SDU, fosse EXTREMAMENTE restrito. Algo nas linhas de:
* Aeronaves de até 100 assentos
* Vôos diretos apenas para CGH, Estado do Rio, cidades do interior de estados limítrofes, PLU, VIX e BSB
* Slots dados às cias proporcionalmente aos de GIG (Não 1:1. Algo como 2-5 GIG para cada SDU, dependendo da cidade)
* No máximo, 8 vôos diários para cada capital (exceto CGH)
Mas precisa garantir que essas leis serão seguidas e permanecerão assim durante um BOM tempo. Se TAM e Gol (ou Varig, é mais a cara dela) tivessem E190 (ou mesmo se a TAM ainda tivesse os F100) ficava tudo mais fácil. No caso, eu acho que devia ser uma medida para o futuro, dando tempo para que as companhias se adequassem às regras e adquirissem as aeronaves. Talvez para 2010 ou 2011 seja uma boa idéia.
Faço das suas palavras as minhas, que afinal venho pregando a tempo nos forums.
Apenas que diferentemete ao formulado, nao acho que restringir o tipo de aeronave seja "democraticamente" correto, e olha que ja nao aguento mais GOL e TAM!
Mas defendo a livre concorrencia.
Como a ideia do colega anterior foi muito feliz, pois seria algo direcionado a todos regionais que hoje "nao decolam" elas iriam deitar e rolar na cabeça de TAM E GOL ai quero ver elas ficarem se remoendo, depois de armarem os seus bunkers em CGH teria de baixar a guarda rapidinho e levantar a bandeira branca ao governo para pedir um "rearanjo" ai as pequenas ja estariam bem firmadas e com mais musculatura para competir, ganhariamos todos, usuarios, governos regionais, embraer e quem mais envolvido.
1 Usuário(s) lendo este tópico
0 usuário(s), 1 visitante(s) e 0 usuário(s) anônimo(s)
Responder postagens quotadas Limpar
- Fórum Contato Radar
- → Principal
- → Direto da Redação
-
Termos de Uso | Política de Privacidade | Regras do Fórum