Fonte: jornal JF Hoje, 29/12/2008
Entidades ambientais dizem que há risco de contaminação de represa
Vai sofrer novos atrasos, por tempo ainda não calculado, a estrada que ligará o Aeroporto de Goianá (na Zona da Mata mineira) à BR-040, considerada importante para facilitar o acesso do tráfego aéreo aos principais centros da Região Sudeste.
O projeto elaborado pelo Estado, já com rubrica garantida de R$ 40 milhões no Orçamento, não passou sob o crivo de entidades ambientais. A dificuldade encontrada é que o projeto original corta a cabeceira da Represa Doutor João Penido, responsável por 60% do abastecimento de água à população (de Juiz de Fora). Na eventualidade de uma acidente ambiental, como derramamento de carga tóxica, Juiz de Fora ficaria em situação crítica quanto aos serviços
da Cesama.
Um novo projeto vai ser elaborado, mas ainda sem previsão de iniciar a execução das obras. Não fosse a dificuldade
encontrada, o canteiro de obras já seria instalado em março, logo após a temporada das chuvas. A obra já estava licitada, mas não se sabe se o mesmo processo licitatório servirá para o segundo projeto, que passará distante da represa, não mais saindo próximo à (fábrica da) Mercedes Benz, mas certamente junto ao Colégio Militar.
Entidades ambientais dizem que há risco de contaminação de represa
Vai sofrer novos atrasos, por tempo ainda não calculado, a estrada que ligará o Aeroporto de Goianá (na Zona da Mata mineira) à BR-040, considerada importante para facilitar o acesso do tráfego aéreo aos principais centros da Região Sudeste.
O projeto elaborado pelo Estado, já com rubrica garantida de R$ 40 milhões no Orçamento, não passou sob o crivo de entidades ambientais. A dificuldade encontrada é que o projeto original corta a cabeceira da Represa Doutor João Penido, responsável por 60% do abastecimento de água à população (de Juiz de Fora). Na eventualidade de uma acidente ambiental, como derramamento de carga tóxica, Juiz de Fora ficaria em situação crítica quanto aos serviços
da Cesama.
Um novo projeto vai ser elaborado, mas ainda sem previsão de iniciar a execução das obras. Não fosse a dificuldade
encontrada, o canteiro de obras já seria instalado em março, logo após a temporada das chuvas. A obra já estava licitada, mas não se sabe se o mesmo processo licitatório servirá para o segundo projeto, que passará distante da represa, não mais saindo próximo à (fábrica da) Mercedes Benz, mas certamente junto ao Colégio Militar.




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