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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

NOTAM JetSite - 037 - 14/02/09


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#1 lylyanna

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 18:52


Aviation News Release | Aviação Notícias | Contato Radar Aviation E-Magazine


NOTAM JetSite - 037 - 14/02/09



ATÉ TU, BRANSON?

A Virgin Atlantic acaba de divulgar que irá demitir 650 colaboradores. A notícia chega a surpreender, pois mostra que até mesmo uma das mais inovadoras e bem-sucedidas empresas aéreas do mundo enfrenta dificuldades crescentes. É a crise, é a crise.

AEROPORTOS PARA ALGUNS?

A pergunta que não quer calar: a quem interessa manter Congonhas, Pampulha e Santos Dumont fechados para novos serviços de empresas aéreas, ainda que em nome de uma eventual - e absolutamente questionável - defesa de Confins em BH e Galeão, no Rio? Saem perdendo os passageiros, que não têm opções a não ser voar com duas companhias aéreas que dominam esses aeroportos centrais. Saem perdendo as economias e os usuários de BH e do Rio, privados da utilização desses aeroportos que, se plenamente aproveitados, poderiam dinamizar ainda mais as respectivas economias. Afinal, conectividade em um centro urbano é fundamental para o estabelecimento de um ambiente propício aos florescimento dos negócios. Não menos importante, ao se manter aeroportos centrais subutilizados, o bolso do contribuinte é lesado. Foi com o dinheiro arrecadado em impostos - centenas de milhões de reais - que se pagou pela ampliação e modernização de Congonhas e, sobretudo, pelo subutilizado Santos Dumont.

AÍ TEM

Desconfie, caro leitor, se você vive em uma cidade onde exista pressão política para manter um aeroporto, terminal rodoviário, estação de trem ou rodovia operando aquém de sua capacidade. Vai contra uma lógica absolutamente natural de mercado. Aqueles que trabalham para manter estes terminais fechados ao tráfego estão defendendo quais interesses? Menos voos para arrecadar menos? Para gerar menos empregos, possibilidades de turismo e negócios em geral? Em nome de que? Ou melhor: de quem? Está na hora da grande mídia colocar os pingos nos ís e investigar quem é que sai ganhando com o Santos Dumont, Congonhas ou Pampulha operando aquém de suas capacidades. Será que os paulistanos não merecem outras alternativas de companhias aéreas em Congonhas? Será que o povo de Beagá não mereceria voar desde a Pampulha para Brasília, Vitória, Curitiba, Congonhas e SDU? Será que o povo carioca não tem o direito de ir e vir de onde quiser desde seu mais belo e central aeroporto? Em um país com sérias carências de infraestrutura, manter terminais fechados por razões políticas é um verdadeiro acinte. E, para concluir: que história é essa de políticos estaduais ou municipais tão temerosos com a privatização de aeroportos que são federais? Não lhe parece, caro leitor, algo muito estranho? Pode ter certeza que aí tem.

MENOS 10

O CEO da Boeing Commercial Airplanes, Scott Carson, vai na contramão da crise mundial e afirma que a companhia está "cautelosamente otimista" em relação a 2010. Segundo o executivo, a fabricante vem trabalhando junto aos clientes para melhor programar a cadência de produção nos próximos anos. Carson acredita que, em um cenário mais sombrio, a Boeing poderá reduzir em "aproximadamente 10%" o número de aeronaves construídas em 2010. Tomara que seja só isso.

ALASKA INTERPELA VIRGIN

A Alaska Airlines está questionando formalmente o U.S. Department of Transportation (DOT) para que este investigue a participação acionária da Virgin America. A empresa do Alaska questiona se a nova companhia aérea segue a lei que determina que ao menos 75% de seu capital deve pertencer a cidadãos americanos. Suspeita-se que o grupo liderado pela Virgin Atlantic domine mais do que os 25% a que teria direito. O questionamento apenas deixa evidente que, lá como cá, quando faltam passageiros (pão), todos gritam e ninguém tem razão.

CESSNA REAGE

A Cessna acredita que quem fica parado é poste. A empresa sacode a poeira e lança uma agressiva campanha publicitária para vitaminar o uso de aeronaves corporativas. O setor tem sido atacado como se fosse o símbolo perfeito da frivolidade dos Chairmans e CEOs nos anos pré-crise. O próprio Jack Pelton, CEO da Cessna, fez questão de mostrar dados sólidos:?? "A aviação geral nos Estados Unidos emprega 1.2 milhão de pessoas em mais de cinco mil aeroportos nos 50 estados. O setor contribui anualmente para a economia norte-americana com a movimentação de mais de US$ 150 bilhões. E é um dos poucos ainda positivos na balança comercial, com exportações que, somadas, representam nada menos que 40% dos 12 bilhões de dólares gerados pela venda de aeronaves produzidas nos Estados Unidos." Veja aqui a campanha: http://www.cessnarise.com/

CASA BRANCA NO TORVELINHO

Até mesmo a Casa Branca sente os efeitos da crise mundial. O programa de substituição dos helicópteros VIP de transporte presidencial está em cheque. O contrato de US$ 6,8 bilhões para 28 helicópteros VH-71, vencido em 2008 pela Lockeed Martin / Agusta Westland, está ameaçado, depois que ficou constatado um incremento de quase 65% no custo global do programa.

NEXT GENERATION DO AIR FORCE ONE

Fica para 2017 a subsitituição dos dois jatos VC-25, conhecidos como "Air Force One." As plataformas, desnvolvidas sobre o modelo 747-200 e em operação desde 1990, deverão ser substituídas por três novas aeronaves, quase certamente jatos da Boeing.

ACREDITANDO NO 747-8I

Apesar de contar somente com um comprador (Lufthansa), a Boeing oficialmente ainda não desistiu do novo Boeing 747-8I, batizado de "Intercontinental". A fabricante contabiliza 106 encomendas para a nova geração do venerando 747. São 20 para a Lufthansa, oito para clientes Very, Very VIP e o restante das encomendas na versão 8F, cargueiros.

CLICOU O 717

A Click Mexicana vai substituir seus Fokker 100 por uma encomenda de até 25 Boeing 717. A maioria das aronaves viria da antiga frota da Midwest Express. A companhia confirma apenas que estuda o tipo para emprego em caráter interino, sendo que idealmente, a companhia optaria por jatos Bombardier CRJ 1000 ou Embraer 195. No entanto, a crise (sempre ela!) faz com que os 717 usados fiquem ainda mais convidativos.

COLAPSO NA CARGA AÉREA

Apertem os cintos, a carga aérea sumiu. O tamanho da bronca? Nada menos que uma redução de 22.6% na demanda apenas no mês de dezembro de 2008, maior queda mensal experimentada pelo setor em sua história. Nem mesmo no 11 de Setembro a bronca foi tão grande. Naqueles dias negros, após o ataque terrorista, a queda mensal foi de 13.9%. A IATA adverte que, por estas e por outras, o biênio 2008-2009 apresenta-se como o período mais difícil da história recente da aviação comercial.
Cruz credo.

MIL NOVOS JATOS EM 2009

Boeing e Airbus acreditam que, a despeito da crise, o ano de 2009 verá o recorde de entregas de novas aeronaves. Somados os totais dos dois fabricantes, a estimativa é da produção e entrega de até 960 novos jatos, superando o recorde de 1999, quando 914 aeronaves foram entregues. A Boeing acredita que entregará 485 aeronaves. A Airbus trabalha com algo em torno de 460-480.

AVIÕES DEMAIS

Richard Aboulafia, vice-presidente da Teal Company, joga água na fervura das fabricantes: "Parece incrível que elas ainda não tenham pisado no freio. Se a aviação mundial não reduzir drasticamente a capacidade de produção, teremos um tsunami de cancelamentos em 2010. Não se pode pensar em otimismo exagerado neste momento de muitas entregas. O núemro de novas encomendas desabou. A hora de pisar no freio é agora."

IPOD USAR

Com a entrega de seus primeiros A330-300, a Singapore Airlines inova mais uma vez: será a primeira companhia aérea a equipar todos os assentos com conexões especiais para Ipods e Iphones. A novidade faz a alegria dos Macmaníacos que agora podem carregar e escutar suas músicas e vídeos preferidos desde cada um dos assentos das aeronaves, através de um painel de controle conectado ao sistema de entretenimento da aeronave. O sistema já havia sido testado com sucesso na classe executiva dos A340-500 da companhia, que oficialmente "Encoraja os passageiros a trazerem consigo seus programas de áudio e video personalizados a bordo." Bacana.

SHUT DOWN

"Um único resultado de teste vale mais do que as opiniões de mil experts".

Dr. Wernher Von Braun, cientista que colocou o Homem na lua.

Gianfranco Beting




#2 PR-GGG

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 21:02

QUOTE(lylyanna @ Feb 16 2009, 06:52 PM) <{POST_SNAPBACK}>
AEROPORTOS PARA ALGUNS?

A pergunta que não quer calar: a quem interessa manter Congonhas, Pampulha e Santos Dumont fechados para novos serviços de empresas aéreas, ainda que em nome de uma eventual - e absolutamente questionável - defesa de Confins em BH e Galeão, no Rio? Saem perdendo os passageiros, que não têm opções a não ser voar com duas companhias aéreas que dominam esses aeroportos centrais. Saem perdendo as economias e os usuários de BH e do Rio, privados da utilização desses aeroportos que, se plenamente aproveitados, poderiam dinamizar ainda mais as respectivas economias. Afinal, conectividade em um centro urbano é fundamental para o estabelecimento de um ambiente propício aos florescimento dos negócios. Não menos importante, ao se manter aeroportos centrais subutilizados, o bolso do contribuinte é lesado. Foi com o dinheiro arrecadado em impostos - centenas de milhões de reais - que se pagou pela ampliação e modernização de Congonhas e, sobretudo, pelo subutilizado Santos Dumont.

AÍ TEM

Desconfie, caro leitor, se você vive em uma cidade onde exista pressão política para manter um aeroporto, terminal rodoviário, estação de trem ou rodovia operando aquém de sua capacidade. Vai contra uma lógica absolutamente natural de mercado. Aqueles que trabalham para manter estes terminais fechados ao tráfego estão defendendo quais interesses? Menos voos para arrecadar menos? Para gerar menos empregos, possibilidades de turismo e negócios em geral? Em nome de que? Ou melhor: de quem? Está na hora da grande mídia colocar os pingos nos ís e investigar quem é que sai ganhando com o Santos Dumont, Congonhas ou Pampulha operando aquém de suas capacidades. Será que os paulistanos não merecem outras alternativas de companhias aéreas em Congonhas? Será que o povo de Beagá não mereceria voar desde a Pampulha para Brasília, Vitória, Curitiba, Congonhas e SDU? Será que o povo carioca não tem o direito de ir e vir de onde quiser desde seu mais belo e central aeroporto? Em um país com sérias carências de infraestrutura, manter terminais fechados por razões políticas é um verdadeiro acinte. E, para concluir: que história é essa de políticos estaduais ou municipais tão temerosos com a privatização de aeroportos que são federais? Não lhe parece, caro leitor, algo muito estranho? Pode ter certeza que aí tem.

toco.gif toco.gif toco.gif toco.gif puke.gif 110.gif 110.gif
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#3 IluvGIG

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 21:14

QUOTE(lylyanna @ Feb 16 2009, 07:52 PM) <{POST_SNAPBACK}>
AEROPORTOS PARA ALGUNS?

A pergunta que não quer calar: a quem interessa manter Congonhas, Pampulha e Santos Dumont fechados para novos serviços de empresas aéreas, ainda que em nome de uma eventual - e absolutamente questionável - defesa de Confins em BH e Galeão, no Rio? Saem perdendo os passageiros, que não têm opções a não ser voar com duas companhias aéreas que dominam esses aeroportos centrais. Saem perdendo as economias e os usuários de BH e do Rio, privados da utilização desses aeroportos que, se plenamente aproveitados, poderiam dinamizar ainda mais as respectivas economias. Afinal, conectividade em um centro urbano é fundamental para o estabelecimento de um ambiente propício aos florescimento dos negócios. Não menos importante, ao se manter aeroportos centrais subutilizados, o bolso do contribuinte é lesado. Foi com o dinheiro arrecadado em impostos - centenas de milhões de reais - que se pagou pela ampliação e modernização de Congonhas e, sobretudo, pelo subutilizado Santos Dumont.

AÍ TEM

Desconfie, caro leitor, se você vive em uma cidade onde exista pressão política para manter um aeroporto, terminal rodoviário, estação de trem ou rodovia operando aquém de sua capacidade. Vai contra uma lógica absolutamente natural de mercado. Aqueles que trabalham para manter estes terminais fechados ao tráfego estão defendendo quais interesses? Menos voos para arrecadar menos? Para gerar menos empregos, possibilidades de turismo e negócios em geral? Em nome de que? Ou melhor: de quem? Está na hora da grande mídia colocar os pingos nos ís e investigar quem é que sai ganhando com o Santos Dumont, Congonhas ou Pampulha operando aquém de suas capacidades. Será que os paulistanos não merecem outras alternativas de companhias aéreas em Congonhas? Será que o povo de Beagá não mereceria voar desde a Pampulha para Brasília, Vitória, Curitiba, Congonhas e SDU? Será que o povo carioca não tem o direito de ir e vir de onde quiser desde seu mais belo e central aeroporto? Em um país com sérias carências de infraestrutura, manter terminais fechados por razões políticas é um verdadeiro acinte. E, para concluir: que história é essa de políticos estaduais ou municipais tão temerosos com a privatização de aeroportos que são federais? Não lhe parece, caro leitor, algo muito estranho? Pode ter certeza que aí tem.


Blá blá blá, blá blá blá...





#4 A345_Leadership

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 21:24

Isso por que o GB critica que a imprensa brasileira é parcial . . . esquece de olhar o próprio umbigo.



#5 IluvGIG

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 21:51

QUOTE(lylyanna @ Feb 16 2009, 07:52 PM) <{POST_SNAPBACK}>
AEROPORTOS PARA ALGUNS?

A pergunta que não quer calar: a quem interessa manter Congonhas, Pampulha e Santos Dumont fechados para novos serviços de empresas aéreas, ainda que em nome de uma eventual - e absolutamente questionável - defesa de Confins em BH e Galeão, no Rio? Saem perdendo os passageiros, que não têm opções a não ser voar com duas companhias aéreas que dominam esses aeroportos centrais. Saem perdendo as economias e os usuários de BH e do Rio, privados da utilização desses aeroportos que, se plenamente aproveitados, poderiam dinamizar ainda mais as respectivas economias. Afinal, conectividade em um centro urbano é fundamental para o estabelecimento de um ambiente propício aos florescimento dos negócios. Não menos importante, ao se manter aeroportos centrais subutilizados, o bolso do contribuinte é lesado. Foi com o dinheiro arrecadado em impostos - centenas de milhões de reais - que se pagou pela ampliação e modernização de Congonhas e, sobretudo, pelo subutilizado Santos Dumont.


Falando sério agora: não tem como listar motivos - é como tentar ensinar física quântica a um chimpanzé.

É óbvio que, agora, o JetSite, nas horas vagas, vai virar um portal de propaganda da Azul e de seus interesses.

É óbvio que, portanto, eles simplesmente "esqueceram" que SDU foi, os grandes aeroportos da rede INFRAERO, simplesmente o que MAIS cresceu; e, "apenas" com a Ponte Aérea, foram 12% a mais passageiros. O tráfego entre Rio e SP não demonstra sinais que vai diminuir nos próximos anos; muito pelo contrário, e, enquanto o governo se enrola pra elaborar um esboço de um projeto de trem-bala, a única opção é voar nos aviõezinhos da TAM, Gol, ONE, e - por que não? Quem sabe, um dia - da Azul. Mesmo que não siga os impressionantes 12%, o que precisamos repetir bem devagarzinho para o Gianfranco e a Azul é que NÃO, o SDU NÃO vai ficar estacionados em 3,5 milhões pax/ano pro resto da eternidade; e NÃO, um terminal que simplesmente DOBRA a capacidade de um aeroporto, em um país sério, não deveria ficar saturado em menos de 5 anos, como propõe a Azul e a ANAC, em mais um exemplo de brilhantismo técnico.

É aquela velha história: Uma mentira, quando repetida muitas vezes...

Óbvio que é muito mais cômodo que eu saia do Centro e pegue um vôo pra BSB, mas aí se eu paro e penso pra frente, o que, percebo, é uma atividade cada vez mais dolorosa para o governo, vejo a "comodidade" de um aeroporto lotado em uma sexta-feira chuvosa e, intrinsecamente, engarrafada, no centro do Rio; enquanto temos um novo aeroporto reformado de 20 milhões de pax operando, esse sim - muito aquém da sua capacidade.

Entre a comodidade de ficar invariavelmente preso dentro do SDU e depois, em um segundo aeroporto, antes de ir para meu destino final, em um vôo que seria direto a partir de GIG, obrigado - prefiro correr o risco de, Meu Deus, talvez ficar preso alguns minutos no trânsito das vias expressas, mas, pelo menos, para chegar em um aeroporto moderno, amplo, e por onde eu tenha a certeza que vou chegar no meu destino final, podendo passar sobre BSB ou GRU/CGH. Prefiro até fazer GIG-VCP-XXX.

Aliás, fica aqui uma questão: se vocês tivessem de escolher um aeroporto para ficar "aquém da utilização", qual seria preferível?

A) Um aeroporto central, executivo praticamente, no meio da cidade, recentemente ampliado com uma obra de R$ 500 mi;

B) Um aeroporto internacional, com a maior pista pública do Brasil, podendo atender até 20 milhões de passageiros ao ano - em capacidade, o maior do Brasil, creio - e que, atualmente, está sendo totalmente renovado e ampliado, ao custo de - oh surpresa - meio bilhão de reais, e que, desde 2003, mais que dobrou de movimento;

Por que não inverter as situações?

QUOTE(lylyanna @ Feb 16 2009, 07:52 PM) <{POST_SNAPBACK}>
AÍ TEM

Desconfie, caro leitor, se você vive em uma cidade onde exista pressão política para manter um aeroporto, terminal rodoviário, estação de trem ou rodovia operando aquém de sua capacidade. Vai contra uma lógica absolutamente natural de mercado. Aqueles que trabalham para manter estes terminais fechados ao tráfego estão defendendo quais interesses? Menos voos para arrecadar menos? Para gerar menos empregos, possibilidades de turismo e negócios em geral? Em nome de que? Ou melhor: de quem? Está na hora da grande mídia colocar os pingos nos ís e investigar quem é que sai ganhando com o Santos Dumont, Congonhas ou Pampulha operando aquém de suas capacidades. Será que os paulistanos não merecem outras alternativas de companhias aéreas em Congonhas? Será que o povo de Beagá não mereceria voar desde a Pampulha para Brasília, Vitória, Curitiba, Congonhas e SDU? Será que o povo carioca não tem o direito de ir e vir de onde quiser desde seu mais belo e central aeroporto? Em um país com sérias carências de infraestrutura, manter terminais fechados por razões políticas é um verdadeiro acinte. E, para concluir: que história é essa de políticos estaduais ou municipais tão temerosos com a privatização de aeroportos que são federais? Não lhe parece, caro leitor, algo muito estranho? Pode ter certeza que aí tem.


De novo, a tal lógica de mercado; de novo, a tal recusa em ver que simplesmente existe um plano do governo, para longo prazo, para colocar o Rio de Janeiro e o Galeão no mapa-múndi de grandes hubs - o que beneficia, pasmem - o próprio mercado da cidade. E esse plano vai muito, mas muito, além do que a Azul quer ou deixa de querer. E é óbvio que o Rio sai lucrando muito mais - não apenas por questão de orgulho carioca, vai muito além dessas coisinhas pequenas - mas a cidade, mais bem conectada ao exterior, ganha mais turistas, ganha mais negócios, porque a facilidade de acesso interfere e muito, segundo estudos recentes, enfim, ganha visibilidade. O que a Azul nos propõe com seus vôos para Brasília e Campinas?

Acho engraçadíssimo como estamos cheio de éticos de ocasião ali, porque reclamam que o governo não faz planos de longo prazo, mas, quando o faz e demanda portanto sacrifícios, reclamam... Também acho de uma comicidade incrível que a Azul reclame de "favorecimento do governo" quando ela - e só ela! - reclama pela abertura do SDU. Onde estão as passeatas tomando as ruas do Rio de Janeiro, exigindo a abertura do aeroporto? Onde está o lobby pesadíssimo de todas as companhias, não só TAM e Gol, mas Webjet e OceanAir também, implorando ao governo que isso seja feito? Estão todos fazendo cerimônia? A Azul foi escolhida como uma espécie de porta-voz?

E, se quer saber, não é nem melhor que incentive a imprensa a investigar o caso, porque se a água bate na bunda da #####pula azulina, não quero nem imaginar o que vão encontrar!

E ainda tem o descaramento de falar de "merecer voar a partir de tal aeroporto"! Mais uma vez, ele se "esqueceu" que, não só aqui no Brasil, mas em outras repúblicas das bananas, países pobres do tipo de EUA, França e UK, existem as MESMAS restrições. E se o Brasil fosse tão sério quanto eles, seria exatamente igual.

Ainda vem utilizar o exemplo de CGH. Pelo amor de Deus, Gianfranco deve estar achando que está escrevendo para amebas. SP, com CGH e GRU escancarados, mal consegue lidar comportar o seu próprio tráfego a níveis adequados, se daria ao luxo de restringir o acesso a Congonhas? Se Guarulhos tivesse uma capacidade de, digamos, 40 milhões de pax ao ano, por que não? Seria o melhor. Vôos pontuais para cidades importantes e/ou dentro de um raio pré-especificado.

Se o povo carioca realmente estivesse com o coração apertado, doido pelo prazer de pousar vendo a Ponte Rio-Niteroi ou o belo Aterro do Flamengo, imagino que haveria um pouquinho mais de movimento além de uma empresa cuja sede fica em Alphaville, não é mesmo?

Merecer, óbvio que merece. No dia em que quiserem, pode deixar que nós vamos exigir isso ao governo. Porque, até lá, tudo isso não passa de sofismas e mentiras deslavadas (ainda bem que já descartaram os famosos "O Rio vai perder 1,5 bi" e "900 pessoas viajam entre Rio e BH todo dia, quando poderia ser mais") por parte de uma criança esperneadora que simplesmente chegou tarde demais no ônibus para pegar a janelinha.

Editado por IluvGIG, 16 de fevereiro de 2009 - 21:53 .


#6 StrangerAir

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 22:02

QUOTE(IluvGIG @ Feb 16 2009, 09:14 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Blá blá blá, blá blá blá...




Muito bem redigido o seu post anterior... Parabéns!

Permita-me, IluvGIG vou complementar o seu post sobre a suposta imparcialidade do artigo!



E na bunada não vai dinha?

Editado por StrangerAir, 16 de fevereiro de 2009 - 22:04 .


#7 E175

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 22:29



#8 Lear_60

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Postado 16 de fevereiro de 2009 - 23:01

Querer abrir CGH pra mais aviação comercial é o fim da picada.
Já é ridículo o número de slots disponíveis pra geral/executiva e ainda querem aumentar pra comercial???????????





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