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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Santos Dumont x Galeão: uma briga que poderia ter sido evitada


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#1 Fãdaembraer

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Postado 12 de março de 2009 - 20:36

O caso da liberação do aeroporto Santos Dumont está virando um curioso paradoxo de comunicação. O governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, os secretários estaduais Júlio Lopes e Júlio Bueno e o trade turístico carioca não são contra novos voos no aeroporto central. Eles só não concordam com a forma com que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) conduziu o processo, sem estabelecer nenhuma salva-guarda para preservar a conectividade dos voos internacionais do Galeão.

O maior de todos os paradoxos é o fato de que a agência manteve todo seu foco na liberação geral dos voos, sem que houvesse uma contrapartida em defesa da reativação do aeroporto internacional. A agenda da Anac parece ser una. O confronto poderia ter sido evitado se a autarquia tivesse compreendido a importância da preservação dos voos no Galeão e afirmasse que a reabertura do Santos Dumont para outras rotas estaria condicionado à manutenção das atuais frequências, sem possibilidade de existirem migrações de voos e nem cancelamento de frequências. Quem desejasse voar no Santos Dumont, teria de manter, como pedágio, sua rotas no aeroporto da Ilha do Governador. Essa seria a solução mágica e salomônica.

O que não pode é a Anac abrir a porteira do aeroporto central e promover um estouro de boiada, com uma revoada de operações para um novo destino. A retomada dos voos de longo curso para o Rio foi em decorrência das conectividades. Boa parte dos passageiros que chegam da Europa e dos Estados Unidos seguem para destinos além-Rio. A existência dessa malha é que permitiu a programação dos voos internacionais.

É preciso lembrar que o Rio estava ficando isolado do resto do mundo. Só a TAP passou a operar 15 voos semanais para a Europa. Air France, American Airlines e Delta Air Lines também voltaram com peso ao Galeão e isso não ocorreria se não houvesse voos domésticos que alimentassem as freqüências nos dois sentidos.

O governador Sérgio Cabral ganhou o respeito do setor do turismo pela sua corajosa posição pública. Apesar de alguns exageros verbais, no calor dos embates, ele ousou defender a atividade, com a qual, aliás, iniciou sua carreira, na década de 80, ao ocupar uma das diretorias da TurisRio.

Por ser oriundo do turismo, o governador sabe que as consequências do enfraquecimento do Galeão poderá ser nefasta para a cidade às vésperas da Copa do Mundo e do processo de candidatura para as Olimpíadas de 2016.

O Rio precisa de mais voos, afinal qualquer destino turístico cresce ao receber mais voos. Mas não se pode fazer isso sem preservar o equilíbrio e uma conquista árdua dos últimos cinco anos, que foi a reativação do aeroporto do Galeão.

Infelizmente, a sociedade tem uma memória curta. Existe uma verdadeira amnésia coletiva que apaga da mente as imagens de um Galeão com voos de conta gotas, com raras frequências domésticas e com filas intermináveis de taxistas esperando por um único passageiro. As lojas permaneciam vazias e um dos setores chegou a ser alugado para abrigar salas de aula de uma universidade. Tudo isso a menos de cinco anos.

Na época, a campanha de valorização do Galeão foi conduzida pelo então secretário de Turismo, Sérgio Ricardo de Almeida; pelo seu adjunto Nilo Sergio Félix; pela governadora Rosinha Matheus, com o apoio do senador Fancisco Dornelles; e do ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, além do primeiro presidente da Anac, Milton Zuanazzi e de muitos outros nomes.importantes. Foi um mutirão que resultou em um sucesso que levou para Minas Gerais a mesma fórmula de reativação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins).

Agora, a atual presidente da Anac, Solange Vieira, briga e peita o governador Sérgio Cabral. Ela impõe ao chefe do executivo carioca uma briga, que gera evidentes desgastes juntos à opinião pública leiga. Tudo isso em nome de uma liberação que ocorre sem freios e sem limites. Uma agência que ignora solenemente as sequelas que poderá trazer para o Galeão, para a cidade e para atividade turística.

Os atual quadro de gestores da Anac, que começará em breve a ter o seu plantel renovado pela caducidade dos mandatos, demonstra novamente um absoluto descomprometimento com o turismo e com a própria aviação. A própria Solange nunca esteve ligada à aviação no passado, a não ser como passageira. Hoje, age como uma expert e ficará protegida dos efeitos dos seus atos, já que o seu destino, depois da Anac, não incluirá nem o turismo e nem a aviação. Voltará ao BNDES, onde é acarinhada com cargos comissionados e deixará a batata quente que assou na mão de outros.

O governador Sérgio Cabral está agindo com coragem e como um verdadeiro integrante do trade turístico. A sua defesa, apesar de aparentemente impopular, é técnica. O que falta a todos os envolvidos é a mensagem pública de que todos querem mais voos para o Santos Dumont, desde que as empresas mantenham o quadro atual de operações no Galeão.

Cláudio Magnavita é presidente nacional da Abrajet (Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo), membro do Conselho Nacional de Turismo e diretor do Jornal de Turismo.




#2 FabioGIG

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Postado 12 de março de 2009 - 20:42

Aplausos para o texto thumbsup.gif

#3 PR-GGG

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Postado 12 de março de 2009 - 20:52

reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif reverencia.gif
Naquela época Solange estava refugiada na Austrália. suicide_anim.gif

#4 IluvGIG

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Postado 12 de março de 2009 - 20:54

Não sou fã incondicional do Magnavita... mas, nesse texto, foi perfeito. Concordo com absolutamente tudo que ele diz.

QUOTE(Fãdaembraer @ Mar 12 2009, 09:36 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O caso da liberação do aeroporto Santos Dumont está virando um curioso paradoxo de comunicação. O governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, os secretários estaduais Júlio Lopes e Júlio Bueno e o trade turístico carioca não são contra novos voos no aeroporto central. Eles só não concordam com a forma com que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) conduziu o processo, sem estabelecer nenhuma salva-guarda para preservar a conectividade dos voos internacionais do Galeão.

(...)

O que não pode é a Anac abrir a porteira do aeroporto central e promover um estouro de boiada, com uma revoada de operações para um novo destino. A retomada dos voos de longo curso para o Rio foi em decorrência das conectividades. Boa parte dos passageiros que chegam da Europa e dos Estados Unidos seguem para destinos além-Rio. A existência dessa malha é que permitiu a programação dos voos internacionais.

É preciso lembrar que o Rio estava ficando isolado do resto do mundo. Só a TAP passou a operar 15 voos semanais para a Europa. Air France, American Airlines e Delta Air Lines também voltaram com peso ao Galeão e isso não ocorreria se não houvesse voos domésticos que alimentassem as freqüências nos dois sentidos.

(...)

O Rio precisa de mais voos, afinal qualquer destino turístico cresce ao receber mais voos. Mas não se pode fazer isso sem preservar o equilíbrio e uma conquista árdua dos últimos cinco anos, que foi a reativação do aeroporto do Galeão.

Infelizmente, a sociedade tem uma memória curta. Existe uma verdadeira amnésia coletiva que apaga da mente as imagens de um Galeão com voos de conta gotas, com raras frequências domésticas e com filas intermináveis de taxistas esperando por um único passageiro. As lojas permaneciam vazias e um dos setores chegou a ser alugado para abrigar salas de aula de uma universidade. Tudo isso a menos de cinco anos.

(...)

A própria Solange nunca esteve ligada à aviação no passado, a não ser como passageira.

(...)

A sua defesa, apesar de aparentemente impopular, é técnica.


Por que frases assim nunca chegam aos ouvidos da opinião leiga, que compra com total falta de conhecimento os argumentos da ANAC, tudo por conta de uma máxima: "deixe que o mercado se regule"?

Editado por IluvGIG, 12 de março de 2009 - 20:55 .


#5 PR-GOK

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Postado 12 de março de 2009 - 21:12

E da mesma forma que o Galeão foi "renascido das cinzas", com a sua efetiva reativação, isso aconteceu com Confins.
Agora, com a reativação do Santos Dumont, e a eminente reativação da Pampulha, teremos 2 cidades extremamente prejudicadas, caso nenhuma contra medida seja aplicada.

Gig, perdendo vôos internacionais por pura falta de conectividade, e CNF, perdendo as conquistas ultimas, como os vôos da TAP por exemplo.
E o que é pior, isso tudo vai acabar congestionando mais ainda os aeroportos de Guarulhos e de Brasília...



#6 rodrigopl

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Postado 12 de março de 2009 - 21:55

Esse texto diz tudo!!!
reverencia.gif reverencia.gif

#7 E195-SDU

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Postado 12 de março de 2009 - 22:10

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Mandou bem.

#8 Darlan

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Postado 12 de março de 2009 - 22:39

Aplausos para o texto thumbsup.gif [2]

#9 qwert

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Postado 12 de março de 2009 - 22:48

QUOTE
Só a TAP passou a operar 15 voos semanais para a Europa. Air France, American Airlines e Delta Air Lines também voltaram com peso ao Galeão e isso não ocorreria se não houvesse voos domésticos que alimentassem as freqüências nos dois sentidos.

Não vejo como prejuízo as oportunidades que surgirão no internacional após um GIG murcho, pois praticamente aérea alguma poderá crescer em GRU.
Após a redução no GIG, empresas do One World (American, Iberia-Iberostar e LAN) estariam mais motivadas em focar no SSA, do Sky Team (Delta, AirEuropa e Air France possivelmente) no REC e do Star Alliance (TAP e United possivelmente) em BSB.
Certamente a aviação brasileira não irá parar após uma 'diáspora' do GIG.

#10 TMA-SP

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Postado 12 de março de 2009 - 22:57

QUOTE(qwert @ Mar 12 2009, 10:48 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não vejo como prejuízo as oportunidades que surgirão no internacional após um GIG murcho, pois praticamente aérea alguma poderá crescer em GRU.
Após a redução no GIG, empresas do One World (American, Iberia-Iberostar e LAN) estariam mais motivadas em focar no SSA, do Sky Team (Delta, AirEuropa e Air France possivelmente) no REC e do Star Alliance (TAP e United possivelmente) em BSB.
Certamente a aviação brasileira não irá parar após uma 'diáspora' do GIG.

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#11 IluvGIG

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Postado 12 de março de 2009 - 23:10

QUOTE(qwert @ Mar 12 2009, 11:48 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não vejo como prejuízo as oportunidades que surgirão no internacional após um GIG murcho, pois praticamente aérea alguma poderá crescer em GRU.
Após a redução no GIG, empresas do One World (American, Iberia-Iberostar e LAN) estariam mais motivadas em focar no SSA, do Sky Team (Delta, AirEuropa e Air France possivelmente) no REC e do Star Alliance (TAP e United possivelmente) em BSB.
Certamente a aviação brasileira não irá parar após uma 'diáspora' do GIG.


Perdão pela sinceridade, mas você está falando sério?

Será que é muito egoísmo exigir que o Rio de Janeiro não saia completamente ferrado com as mudanças feitas nos nossos próprios aeroportos? A cidade tem de ser o carneiro imolado?

Tudo bem que a aviação brasileira não irá parar, mas o Rio, nessa história toda, como fica?

Quer dizer que, apesar de ser uma distante segunda colocada no tráfego int'l a partir do Brasil - e não estar próxima de qualquer saturação -, é o Rio que tem de ceder espaço para que as outras consigam seus vôos?

De qualquer maneira, não vejo como outras cidades sairão beneficiadas. Apenas SAO e BSB (e esta, só doméstico). Fora isso, mais ninguém.

Pensem um pouco mais nos efeitos sobre a cidade, que é a principal atingida (seja positiva ou negativamente) pela medida!

Editado por IluvGIG, 12 de março de 2009 - 23:15 .


#12 Tito_Aju

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Postado 12 de março de 2009 - 23:20

Excelente texto! Concordo com tudo que o autor escreveu. thumbsup.gif

#13 T-6D

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Postado 12 de março de 2009 - 23:23

No contexto da aviação brasileira o Galeão tem importancia muito grande. Deve se ter pensamento mais amplo na condução destas mudanças que estão programando.
Infelizmente um bom planejamento parece não fazer parte das ações previstas e tomadas pela ANA unsure.gif C.


#14 qwert

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Postado 13 de março de 2009 - 00:38

QUOTE(IluvGIG @ Mar 12 2009, 11:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Será que é muito egoísmo exigir que o Rio de Janeiro não saia completamente ferrado com as mudanças feitas nos nossos próprios aeroportos? A cidade tem de ser o carneiro imolado?

Tudo bem que a aviação brasileira não irá parar, mas o Rio, nessa história toda, como fica?

A cidade do Rio de Janeiro é muito mais atingida com as demagogias de Cabral do que beneficiada ao inflar o GIG.
Essa cidade tem muito mais benefício para colher se direcionar mais atenção às suas questões sociais.
É simplesmente imoral darem tanta importância a interesses elitistas enquanto inúmeros proletários convivem com uma dura realidade nessa cidade.

QUOTE(IluvGIG @ Mar 12 2009, 11:10 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Quer dizer que, apesar de ser uma distante segunda colocada no tráfego int'l a partir do Brasil - e não estar próxima de qualquer saturação -, é o Rio que tem de ceder espaço para que as outras consigam seus vôos?

O Rio é sempre a segunda opção das aéreas estrangeiras, pois está em segundo lugar em termos de concorrência. Esse cenário precisa mudar. O Rio não pode continuar aumentando o número de vôos extras enquanto as cidades que geram esse tráfego extra ficam pra trás.

#15 ExuKavera

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Postado 13 de março de 2009 - 00:45

QUOTE(qwert @ Mar 12 2009, 10:48 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não vejo como prejuízo as oportunidades que surgirão no internacional após um GIG murcho, pois praticamente aérea alguma poderá crescer em GRU.
Após a redução no GIG, empresas do One World (American, Iberia-Iberostar e LAN) estariam mais motivadas em focar no SSA, do Sky Team (Delta, AirEuropa e Air France possivelmente) no REC e do Star Alliance (TAP e United possivelmente) em BSB.
Certamente a aviação brasileira não irá parar após uma 'diáspora' do GIG.


esse post foi sério?unsure.gif

#16 C010T3

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Postado 13 de março de 2009 - 00:48

QUOTE(qwert @ Mar 13 2009, 12:38 AM) <{POST_SNAPBACK}>
A cidade do Rio de Janeiro é muito mais atingida com as demagogias de Cabral do que beneficiada ao inflar o GIG.
Essa cidade tem muito mais benefício para colher se direcionar mais atenção às suas questões sociais.
É simplesmente imoral darem tanta importância a interesses elitistas enquanto inúmeros proletários convivem com uma dura realidade nessa cidade.


O Rio é sempre a segunda opção das aéreas estrangeiras, pois está em segundo lugar em termos de concorrência. Esse cenário precisa mudar. O Rio não pode continuar aumentando o número de vôos extras enquanto as cidades que geram esse tráfego extra ficam pra trás.


Era só o que faltava, o CR virou palanque...

#17 Ricardo Múcio

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Postado 13 de março de 2009 - 09:04

Parabens pelo texto ele diz tudo. Algumas pessoas aqui do forum tem uma visao miope da realidade e em nome de uma falsa comodidade nao conseguem enxergar a importancia economica de um aeroporto para uma cidade. O GIG nao pode perder voos por uma decisao imperial da ANAC e sua diretoria que parece nao entender nada da área.

Editado por Ricardo Múcio, 13 de março de 2009 - 09:07 .


#18 LipeGIG

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Postado 13 de março de 2009 - 10:38


Finalmente alguém da imprensa capturou o problema central.

Realmente é elogioso o texto por trazer o problema e deixar bem claro que a intenção não é deixar o SDU na situação atual, mas que existe um projeto estadual que precisa ser preservado e nisso o executivo estadual precisa sim atuar, e está atuando, mesmo que para muita gente isso signifique populismo.

Só lembro que o cargo do Sr. Sérgio Cabral chama-se Governador do Estado do Rio de Janeiro. E na descrição do cargo está inserida a defesa dos interesses do estado. E até onde eu sei, SDU e GIG ficam dentro do território do estado.

A ANAC ainda vai pagar muito caro..... podem esperar.



#19 TMA-SP

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Postado 13 de março de 2009 - 11:04

QUOTE(qwert @ Mar 12 2009, 10:48 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Não vejo como prejuízo as oportunidades que surgirão no internacional após um GIG murcho, pois praticamente aérea alguma poderá crescer em GRU.
Após a redução no GIG, empresas do One World (American, Iberia-Iberostar e LAN) estariam mais motivadas em focar no SSA, do Sky Team (Delta, AirEuropa e Air France possivelmente) no REC e do Star Alliance (TAP e United possivelmente) em BSB.
Certamente a aviação brasileira não irá parar após uma 'diáspora' do GIG.


QUOTE(C010T3 @ Mar 13 2009, 12:48 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Era só o que faltava, o CR virou palanque...


Que loucura! Então quer dizer que dependendo da aliança que a cia for membro,
vai pra um aero??! husahuasuhsahusahusauhsahu suicide_anim.gif suicide_anim.gif suicide_anim.gif

mode nada haver: ON PLUS MASTER GOLD

#20 yaw damper

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Postado 13 de março de 2009 - 11:06

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