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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

O voo mais difícil de Constantino,


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#1 Mayday

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Postado 11 de abril de 2009 - 17:08

O voo mais difícil de Constantino
Ele comprou a Varig e agora enfrenta o momento mais complicado da história da Gol, com prejuízo recorde e queda das ações. A estratégia de Constantino Junior para fazer sua empresa decolar de novo

A OS 40 ANOS, O empresário Constantino de Oliveira Junior já fez muita coisa na vida. Aos 15, aprendeu a pilotar avião. Aos 22, foi vicecampeão da Fórmula 3 Sul-Americana, uma das categorias que precedem a Fórmula 1. Aos 32, fundou uma companhia aérea, a Gol, e revolucionou o setor com um modelo de negócios inspirado nas empresas americanas de baixo custo e serviço ágil. Na aviação, passou por quase tudo. Viu sua companhia crescer a ponto de incomodar a líder do mercado brasileiro, investiu em rotas internacionais, abriu o capital da empresa, hoje listada nas Bolsas de São Paulo e Nova York, e entrou no grupo dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes. Em 2006, no auge do sucesso, um Boeing 737-800 da Gol caiu na selva amazônica depois de colidir com um Legacy da Embraer, matando seus 154 ocupantes. Constantino teve de ir a público dar satisfações, mas a tragédia não afetou a imagem da companhia (mais tarde, uma CPI culpou os pilotos do Legacy pelo acidente). Em 2007, aos 38 anos, comprou a Varig, a marca mais tradicional da aviação brasileira, por US$ 320 milhões. Depois de fazer fortuna no setor, Constantino vive agora um revés inédito. Dias atrás, a Gol anunciou prejuízo recorde de R$ 1,38 bilhão. Sua participação no mercado diminuiu, voos internacionais foram cancelados e as ações preferenciais da empresa despencaram 77%. "O ano de 2008 foi marcado por uma significativa transformação na Gol", diz Constantino (leia entrevista à página 50).
Unifica-mos a operação com a Varig, fizemos uma profunda arrumação na casa, ajustamos o que não funcionava. Não é um momento difícil que vai abalar a companhia."

Constantino é hoje um homem diferente daquele que fundou a Gol em 2001. O ar de garotão deu lugar a um semblante mais sério e já se notam alguns fios brancos nos cabelos penteados para trás. Na condição de executivo de uma das maiores empresas do País, ele enfrenta agora o seu maior teste, com a responsabilidade de fazer a empresa retomar a rota dos lucros. O que não mudou é a confiança inabalável na companhia. "O final de 2008 e o começo de 2009 já revelam um período muito mais saudável", diz o empresário. "Os números do último trimestre de 2008 comprovam que nossa operação voltou a ser rentável." Nos três últimos meses do ano passado, a Gol obteve lucro operacional de R$ 53,9 milhões. O resultado financeiro, porém, foi negativo em R$ 700 milhões. Isso se deve principalmente ao impacto que a desvalorização cambial teve sobre a empresa. Sozinho, o câmbio fez a Gol perder R$ 501,9 milhões nos três últimos meses do ano passado. A TAM enfrentou o mesmo problema. Em termos de prejuízo, a líder do mercado brasileiro e a Gol praticamente empataram no ano passado. A TAM perdeu R$ 1,36 bilhão, pouco menos que a concorrente. O que assusta é que as gigantes aéreas tiveram um desempenho ruim mesmo dominando mais de 90% do mercado, num cenário de duopólio. David Barioni, presidente da TAM, atribuiu o resultado às perdas com operação de hedge de combustível e à depreciação do real. A diferença é que a TAM registrou um lucro operacional alentado, de R$ 688 milhões. "O principal problema para as duas empresas foi mesmo a questão cambial e a forte oscilação do preço do petróleo", afirma André Castellini, consultor especializado em aviação.

Para muitos analistas, a Gol foi vergada por um problema chamado Varig. A empresa passou para as mãos de Constantino em 2007, mas a integração começou de fato em 2008, após a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Unir as duas aéreas de características tão opostas foi um trabalho hercúleo, que exigiu noites em claro de Constantino e de seus principais diretores, remanejamentos e demissões de funcionários e, o mais difícil, a junção dos sistemas operacionais das duas empresas. Antes da fusão completa, havia dois sistemas diferentes de reservas, cada um deles exigindo sistemas de controle opostos e estes, por sua vez, com uma equipe separada para administrálos. Durante o ano passado inteiro, embora fossem do mesmo grupo, Gol e Varig eram companhias realmente independentes, com frotas e malhas distintas. A Varig operava poucos aviões que faziam voos longos. A Gol tinha um perfil oposto - rotas curtas com muitas aeronaves. "Os processos duplicados faziam com eu que tivesse despesas em dobro", diz Constantino. "Era uma operação de altíssima complexidade." Tudo isso gerava prejuízos, provocava atrasos nos voos e irritava funcionários, que não sabiam exatamente se a Gol iria incorporar a cultura da Varig ou se esta última imporia sua maior tradição.

Reportagem completa em : Revista Istoé Dinheiro - http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edic...igo131198-1.htm


#2 PR-GGG

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Postado 11 de abril de 2009 - 17:30

Parece que foi ontem que estava lendo a IstoÉ dinheiro onde Constantino falava de como alçou um dos voos mais altos da Aviação Brasileira...

Olhem o óbvio que o Jr. diz na entrevista:
QUOTE
Nesse cenário, a Azul não leva vantagem? Ela tem as tarifas mais baixas.
Se você observar atentamente, verá que as tarifas são parecidas. A Azul não preocupa. Ela faz mais ou menos o que a Gol fazia antes. Mais ou menos. Fomos nós que começamos com essa história de tarifas muito baixas.
Eliminamos o bilhete de papel, criamos um sistema de reservas pela internet, trouxemos aviões novos, introduzimos o conceito de serviço de bordo menos robusto e mais saudável. A única novidade que a Azul está trazendo é o avião brasileiro, da Embraer.


#3 c2500

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Postado 11 de abril de 2009 - 18:10

por mais q eu nao vá com a cara desse cara,eu torço bastante pro sucesso da GOL

#4 C010T3

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Postado 11 de abril de 2009 - 18:34

A IstoÉ Dinheiro estava sem assunto... história mais batida essa...

#5 José C. Biason

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Postado 11 de abril de 2009 - 18:42

Todo o empreendimento tem seus riscos. E a Aviação, talvez, seja um dos setores mais voláteis do empreendedorismo.
Desejo melhores tempos para todos os setores da economia mundial.

Abraço.

JC. Biason


#6 Igor Pereira

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Postado 11 de abril de 2009 - 21:44

É verdade muita coisa, mudou mais torço pela (GOL) e pelo constantino como empreendendor o admiro,

#7 E195-SDU

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Postado 12 de abril de 2009 - 10:54

Torço muito para empresa que eu mais admiro. Ela proporcionou todas as minhas viagens pelos preços oferecidos.

#8 leelatim

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Postado 12 de abril de 2009 - 15:57

"era+ou- o que a GOL fazia antes" como assim ele diz isso?quer dizer que a GOL não tem mais tarifas baixas?? Foi o que ele deu a entender,poderia ter se expressado de outra forma,vacilo,risos



QUOTE(PR-GGG @ Apr 11 2009, 05:30 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Parece que foi ontem que estava lendo a IstoÉ dinheiro onde Constantino falava de como alçou um dos voos mais altos da Aviação Brasileira...

Olhem o óbvio que o Jr. diz na entrevista:



#9 Cmte Garcia

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Postado 13 de abril de 2009 - 22:34

Chegou a revista aqui em casa, mas ainda não sobrou tempo de ver.

Quando a dizer que a Glo revolucionou o mercado, isso é papo para inglês ver. Não inventou nada de novo, e o sucesso apenas foi consequencia do que todos já sabemos, o Junior apenas pegou uma boa corrente de ar vide Vasp, Transbrasil, ofertas de aeronaves... e por aí vai. Não creio que teria tanto sucesso se fosse em outros tempos.

#10 qwert

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Postado 13 de abril de 2009 - 23:33

O nome dessa matéria deveria ser “A pior sarna que o Constantino arranjou para coçar”.
Afinal de contas, que proveito a Gol tirou/está tirando da Varig?
Tudo que a Gol conseguiu foi eliminar uma concorrente para a TAM.

#11 falcaobr

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Postado 14 de abril de 2009 - 17:50

QUOTE(qwert @ Apr 13 2009, 11:33 PM) <{POST_SNAPBACK}>
O nome dessa matéria deveria ser “A pior sarna que o Constantino arranjou para coçar”.
Afinal de contas, que proveito a Gol tirou/está tirando da Varig?
Tudo que a Gol conseguiu foi eliminar uma concorrente para a TAM.


Exatamente, pagaram os tubos por uma imagem arruinada, rotas inaproveitadas e sucatas de aviao!
Foi a maior burrada da historia comercial.
Vai virar ate folclore tipo, vender geladeira para esquimo = vender a a Varig para GOL...

#12 T-6D

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Postado 14 de abril de 2009 - 18:20

Acho que colocar toda a culpa na Varig é forçar a barra demais. O erro nas operações de hedge com os combustíves cobrou seu preço. Vamos esperar para dizer se estão na rota certa.


#13 falcaobr

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Postado 15 de abril de 2009 - 11:26

QUOTE(T6-D @ Apr 14 2009, 06:20 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Acho que colocar toda a culpa na Varig é forçar a barra demais. O erro nas operações de hedge com os combustíves cobrou seu preço. Vamos esperar para dizer se estão na rota certa.

Sim, tiveram outras burradas que a TAM tambem fez, mas de qualquer forma, a da Varig se diferenciou, porque ate hoje ele nao conseguiu explicar o que de bom se aproveitou que valesse mais de 1 Bilhao!


#14 Islander

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Postado 15 de abril de 2009 - 12:50

QUOTE(Cmte Garcia @ Apr 13 2009, 10:34 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Chegou a revista aqui em casa, mas ainda não sobrou tempo de ver.

Quando a dizer que a Glo revolucionou o mercado, isso é papo para inglês ver. Não inventou nada de novo, e o sucesso apenas foi consequencia do que todos já sabemos, o Junior apenas pegou uma boa corrente de ar vide Vasp, Transbrasil, ofertas de aeronaves... e por aí vai. Não creio que teria tanto sucesso se fosse em outros tempos.

Eu acho que a Gol trouxe uma inovação, e porque não dizer revolução ao mercado. A Gol introduziu conceitos e reduções de custos que, exceto pela TAM, nenhuma outra acreditou que era verdade. Varig, Vasp e Transbrasil encararam a Gol como mais uma empresa normal, igual a elas, que estava apenas fazendo promoções de entrada no mercado. Não acreditaram que com ela veio uma nova estrutura de custos na indústria. Como resultado, acabaram falindo. A TAM sim, entendeu que era uma inovação no mercado e também foi atrás e hoje também apresenta custos operacionas muito menores. Basta ver a queda no Yeld nos ultimos 10 anos e verificar a mudança no cenário na aviação Brasileira.

#15 Cmte Garcia

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Postado 15 de abril de 2009 - 19:47

QUOTE (Islander @ Apr 15 2009, 12:50 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Eu acho que a Gol trouxe uma inovação, e porque não dizer revolução ao mercado. A Gol introduziu conceitos e reduções de custos que, exceto pela TAM, nenhuma outra acreditou que era verdade. Varig, Vasp e Transbrasil encararam a Gol como mais uma empresa normal, igual a elas, que estava apenas fazendo promoções de entrada no mercado. Não acreditaram que com ela veio uma nova estrutura de custos na indústria. Como resultado, acabaram falindo. A TAM sim, entendeu que era uma inovação no mercado e também foi atrás e hoje também apresenta custos operacionas muito menores. Basta ver a queda no Yeld nos ultimos 10 anos e verificar a mudança no cenário na aviação Brasileira.


thumbsup.gif Islander, você tem razão . Muito obrigado por completar a idéia.

Abraços





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