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[LEILÃO] Safety Cards

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TAP deverá fechar 2008 com prejuízo de 280 mi de euros


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Postado 16 de abril de 2009 - 11:45

16/04/2009 - 10h33


Lisboa, 16 abr (Lusa) - A companhia aérea portuguesa TAP deverá fechar 2008 com prejuízos de cerca de 280 milhões de euros, disse à Agência Lusa uma fonte da empresa, abaixo dos 320,6 milhões de euros que constam nas contas da Parpública.

Os resultados divulgados na quarta-feira pelo único acionista da TAP, a Parpública, indicam que a companhia apresentou perdas de 320,6 milhões de euros em 2008, o que coloca a companhia numa situação "altamente deficitária".

Consultado hoje pela Agência Lusa, o porta-voz da TAP António Monteiro remeteu quaisquer comentários para depois da aprovação das contas da empresa, "na próxima semana". "Em 28 de abril faremos a apresentação pública de resultados, com toda a transparência e como habitual", disse o porta-voz.

"Até lá não podemos comentar contas sem que as tenhamos aprovado", frisou.

No entanto, uma outra fonte da empresa disse que a companhia "deverá fechar o ano de 2008 com prejuízos de 280 milhões de euros", adiantando que os números incluídos no relatório da Parpública "podem estar incluindo provisões para este ano".

Combustível

A mesma fonte recordou que dos 280 milhões de euros em prejuízos previstos para a TAP "180 milhões são desvio dos combustíveis", que ao longo do ano passado flutuaram devido à instabilidade do preço do petróleo.

A Parpública, no seu relatório e contas de 2008 adiantado hoje no Jornal de Negócios, diz que a TAP terá de repensar "a estrutura e a dimensão para alcançar níveis acrescidos de produtividade", bem como "encontrar novos parceiros" para "superar dificuldades futuras".

A piora da situação da companhia aérea, indica a Parpública no seu relatório, passa pela conjuntura "extremamente adversa, a insuficiente competitividade do Grupo TAP e a inerente rigidez da estrutura de custos".

"As medidas adotadas ao longo do ano, visando reduzir os custos, não foram suficientes para controlar e limitar os efeitos da crise", aponta.






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