Em breve, país será um dos principais destinos
Liliana Lavoratti, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - O Brasil não ocupa apenas o primeiro lugar entre as economias de turismo da América do Sul, o país é um dos mais fortes emergentes como destino turístico mundial nos próximos anos, seja em lazer, ou em negócios e eventos. Ano passado, o Brasil era a 14ª nação com a maior economia de turismo, saltando para a 13ª em 2009, dentre 181 países. O setor, que nos últimos anos crescia ao redor de 15% ao ano – o dobro da média mundial e três vezes acima do Produto Interno Bruto (PIB) – deverá ser um dos que menos sofrerá com a crise, ficando estável em relação a 2008.
– Sediar a Copa 2014 e a possibilidade da realização das Olimpíadas no Rio em 2016 são dois grandes indícios de que o Brasil está neste jogo global – afirma a presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Janine Pires.
– Entramos de vez no time dos grandes e, mesmo com a crise, temos perspectivas muito melhores do que vários países tradicionalmente competitivos – diz Janine.
Posição melhora a cada ano
A empresa – autarquia responsável pela promoção do turismo brasileiro no exterior – planeja uma forte ação de publicidade internacional da Copa 2014, que só poderá acontecer depois do encerramento do evento da África do Sul, em julho de 2010. Mas o cronograma das ações para explorar as possibilidades criadas para a indústria do turismo brasileiro já está sendo discutido. O ponto de partida é a atualização do Plano Aquarela, principal ferramenta estratégica do governo para atrair turistas estrangeiros. A atual versão, de 2007 a 2010, agora será estendida por mais quatro anos para abranger o período da Copa do Mundo no Brasil.
– Temos vantagens até mesmo em relação aos nossos competidores diretos: México, Caribe, África do Sul – acrescenta, ao citar estudos internacionais que mostram como o Brasil tem melhorado o posicionamento como destino turístico.
Até mesmo os efeitos do esfriamento da economia mundial serão menores aqui do que no resto do planeta. Estudo recente realizado pela Oxford Economics para o WTTC (Conselho Mundial de Viagem e Turismo, World Travel and Tourism Council em inglês), prevê para este ano uma retração no PIB do turismo mundial de 3,5%, e para o Brasil uma queda de apenas 0,4%.
– O desafio é manter ao máximo possível o bom ritmo de crescimento que estávamos obtendo – ressalta Janine.
De acordo com o WTTC, em 2009 o setor vai contribuir com 6,2% para o PIB brasileiro, cerca de R$ 190,4 bilhões. Dados do governo brasileiro, que abrangem apenas a cadeia de turismo (hotelaria, gastronomia, receptivo, comercialização de pacotes), indicam que o PIB do turismo representa hoje 2,6% das riquezas nacionais do país.
– Embora esses números sejam excelentes, ainda estamos muito aquém do nosso potencial e vamos explorá-lo ao máximo – diz.
19:56 - 25/04/2009
fonte> http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/0.../e250423359.asp
Liliana Lavoratti, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - O Brasil não ocupa apenas o primeiro lugar entre as economias de turismo da América do Sul, o país é um dos mais fortes emergentes como destino turístico mundial nos próximos anos, seja em lazer, ou em negócios e eventos. Ano passado, o Brasil era a 14ª nação com a maior economia de turismo, saltando para a 13ª em 2009, dentre 181 países. O setor, que nos últimos anos crescia ao redor de 15% ao ano – o dobro da média mundial e três vezes acima do Produto Interno Bruto (PIB) – deverá ser um dos que menos sofrerá com a crise, ficando estável em relação a 2008.
– Sediar a Copa 2014 e a possibilidade da realização das Olimpíadas no Rio em 2016 são dois grandes indícios de que o Brasil está neste jogo global – afirma a presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Janine Pires.
– Entramos de vez no time dos grandes e, mesmo com a crise, temos perspectivas muito melhores do que vários países tradicionalmente competitivos – diz Janine.
Posição melhora a cada ano
A empresa – autarquia responsável pela promoção do turismo brasileiro no exterior – planeja uma forte ação de publicidade internacional da Copa 2014, que só poderá acontecer depois do encerramento do evento da África do Sul, em julho de 2010. Mas o cronograma das ações para explorar as possibilidades criadas para a indústria do turismo brasileiro já está sendo discutido. O ponto de partida é a atualização do Plano Aquarela, principal ferramenta estratégica do governo para atrair turistas estrangeiros. A atual versão, de 2007 a 2010, agora será estendida por mais quatro anos para abranger o período da Copa do Mundo no Brasil.
– Temos vantagens até mesmo em relação aos nossos competidores diretos: México, Caribe, África do Sul – acrescenta, ao citar estudos internacionais que mostram como o Brasil tem melhorado o posicionamento como destino turístico.
Até mesmo os efeitos do esfriamento da economia mundial serão menores aqui do que no resto do planeta. Estudo recente realizado pela Oxford Economics para o WTTC (Conselho Mundial de Viagem e Turismo, World Travel and Tourism Council em inglês), prevê para este ano uma retração no PIB do turismo mundial de 3,5%, e para o Brasil uma queda de apenas 0,4%.
– O desafio é manter ao máximo possível o bom ritmo de crescimento que estávamos obtendo – ressalta Janine.
De acordo com o WTTC, em 2009 o setor vai contribuir com 6,2% para o PIB brasileiro, cerca de R$ 190,4 bilhões. Dados do governo brasileiro, que abrangem apenas a cadeia de turismo (hotelaria, gastronomia, receptivo, comercialização de pacotes), indicam que o PIB do turismo representa hoje 2,6% das riquezas nacionais do país.
– Embora esses números sejam excelentes, ainda estamos muito aquém do nosso potencial e vamos explorá-lo ao máximo – diz.
19:56 - 25/04/2009
fonte> http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/0.../e250423359.asp



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