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[LEILÃO] Safety Cards

O leilão de Safety Cards da TRANSBRASIL e da VASP foi encerrado. Em breve teremos novos leilões! Portanto aguardem pelas novidades!

Le Bourget: Embraer na mira


Já existem 14 respostas neste tópico, contribua você também!

#1 Fãdaembraer

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Postado 16 de junho de 2009 - 23:28

Sérgio Tauhata / JT


Um dos aviões mais comentados do 48º Paris Air Show – Le Bourget vem mexer justamente com um dos mais importantes queijos brasileiros: o dos E-Jets da Embraer. O russo Sukhoi Superjet 100 veio ao ocidente mostrar que está pronto para brigar pela fatia de mercado no qual reina a companhia nacional, o dos jatos regionais de 80 a 120 lugares.


Afetada pela crise no mercado aeronáutico global, a fabricante brasileira buscou mostrar austeridade na exposição francesa. Não expôs nenhum avião e procurou divulgar seus novos projetos, caso dos Legacy 450 e 500, além do KC-390, modelo de transporte militar em desenvolvimento conjunto com a FAB. E, por conta disso, teve de assistir – de camarote, diga-se – o novo competidor alçar voo nas programações do show aéreo.


Na falta de lançamentos das marcas tradicionais, os russos se viram alçados à condição de vedete. E, se não chegaram a surpreender, também não decepcionaram. A tecnologia é de ponta e vem, além da Sukhoi, conhecida pelos jatos de combate, da italiana Finmeccanica, através de sua subsidiária Alenia. O turbofan PowerJet SaM146, da PowerJet (leia-se Snecma), traz materiais compostos e um boa dose de inovações técnicas, que lhe permitem entrar em linha com a nova geração de motores “verdes”, ou seja, econômicos sem perder a performance.

Em uma apresentação/coletiva para a imprensa, o presidente da Sukhoi, Victor Soubbotin, afirmou que a certificação do jato sai neste ano. E a meta é vender 1,4 mil aeronaves até 2028. A aeronave já conta com 122 pedidos firmes. Em Le Bourget, a Superjet assinou dois contratos: um de 24 aviões para a empresa russa de leasing Avia e outro para duas unidades, com opção de mais duas, para a companhia espanhola Gadair European Airlines.


Na cola dos brasileiros, além dos russos, os japoneses da Mitubishi Aircraft também vêm aproveitando Le Bourget para tentar deslanchar seu projeto MRJ (Mitsubishi Regional Jet). E ao longo da apresentação para a mídia, o CEO da Mitsubishi Aircraft, Hideo Egawa, e o Vice-presidente Comercial e de Serviços, Yosuke Tokigawa, deixaram explícita a intenção de ficar com um naco do bolo da Embraer e, em menor grau, da Bombardier. Os grandes argumentos de venda utilizados foram uma comparação direta de performance e economia entre os MRJs 90 e 70, os E-Jets 170 e 190, e os CRJs 700 e 900.


Mais modesto que o presidente da Sukhoi, o CEO da MA, Hideo Egawa, estima o mercado dos MRJs em mil unidades para as próximas duas décadas. Entre pedidos firmes e opções, o (por enquanto) virtual rival dos E-Jets tem modestas 25 encomendas. E todas da japonesa ANA (All Nippon Airways). Questionado sobre novos contratos, o VP da Mitsubishi, Yosuke Tokigawa, foi evasivo: “temos tido muitas consultas, mas não podemos revelar os envolvidos nas negociações”.


#2 lichmann

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Postado 17 de junho de 2009 - 03:30

Tudo bem que o jato Russo é novo e engloba algumas melhorias tecnologicas e uma motorização nova para um menor consumo e outros pontos positivos, assim como as demais concorrentes que agora miram um mercado novo a elas, cujo mercado a Embraer avistou antes e hoje é dona de um "monopolio" na faixa de segmento de aeronaves de 100 lugares.

As aeronaves dos "Players" concorrentes visam agora um segmento que já era visto a 10 anos atras pela Embraer e hoje tentam corrigir um erro na aposta de novas aeronaves, vide o caso da Bombardier com seu C-series.

Creio, que os concorrentes chegaram atrasados e que a Embraer está e ficará nesta faixa de mercado de uma forma sólida.
A briga será saudavel ate mesmo para a empresa Brasileira que pode aperfeiçoar o seus E-jets, enquanto as outras ainda projetam e montam as suas bases de apoio tecnico.

Vida longa aos E-jets ( que são mais confortaveis que muito WideBody por ai) !!!

#3 Luan

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Postado 17 de junho de 2009 - 09:45

Tenha minhas dívidas se veremos algum Superjet no Ocidente whistling.gif

#4 E195-SDU

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Postado 17 de junho de 2009 - 13:24

É bom a EMB se segurar, pq estão vindo pela frente 3 novos concorrentes de peso...
Sukhoi apesar de ser Russo, ja mostrou ter capacidade ser sair do mercado interno...

#5 Thiago

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Postado 17 de junho de 2009 - 13:53

Embraer nao podia ir só pra fazer figuração, com loungezinho, sofás , canapés, e maquetes etc e tal....
Leva o Phenom 300, leva um E190, leva um A-29....sei lá cara, não pode ir pra uma copa do mundo só pra fazer figuração....bota a aviação pra voar.
Ainda mais sabendo que os russos iam levar o Superjet, os japoneses colocando as manguinhas de fora....sei lá viu!

Bons tempos em que levaram um T-27, com o Cel Machry e o Vilarinho pra virar lancevak na cara dos franceses.....

Erro de estratégia total.
Aí alguém pode dizer: Ah, mas tão em período de austeridade e tal. Mas não levar SEQUER um phenom 100.....peraí.

Sei lá, posso estar com o raciocínio meio embotado, alguém da embraer há de esclarecer-me.

Abraços.


#6 Landing

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Postado 17 de junho de 2009 - 14:48

QUOTE(Luan @ Jun 17 2009, 09:45 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Tenha minhas dívidas se veremos algum Superjet no Ocidente whistling.gif


Não é relevante mas esta ai:

QUOTE(Fãdaembraer @ Jun 16 2009, 11:28 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Em Le Bourget, a Superjet assinou dois contratos: ... ...e outro para duas unidades, com opção de mais duas, para a companhia espanhola Gadair European Airlines.


#7 Landing

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Postado 17 de junho de 2009 - 14:51

QUOTE(Thiago @ Jun 17 2009, 01:53 PM) <{POST_SNAPBACK}>
não pode ir pra uma copa do mundo só pra fazer figuração....bota a aviação pra voar.
Erro de estratégia total.


A Embraer realmente devia ter levado suas maquinas para lá!
E a CBF definitivamente não deve levar o Dunga para a Copa ano que vem!


#8 Joaop

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Postado 17 de junho de 2009 - 17:23

Pergunta pros amiguxos do foruxo:

Em tempos de crise... o que é melhor fazer?

1) Para uma empresa já consolidada no mercado e que voa com E-jets:
a) Continuar com a mesma frota, já que tem toda a tripulação / manu / peças / confiabilidade e pensar nisso só quando amenizar a crise e sobrar grana no caixa?
b) Continuar com essa frota e ir aos poucos renovando por uma de avioes regionais, só que de outra fabricante*?
c) Investir pesado na troca da frota*?

*Considere que os novos aviões são mais eficientes (menos combustível ou mais pax).


2) Para uma empresa jovial que está em vias de comprar/leasar seu primeiro jato regional:
z) Investir em aviões já consolidados no mercado (ex. E-jets), já que há oferta de tripulação já com carteira para esse tipo de anv. Além da manu, peças, etc. (ainda tendo possibilidade de oferta imediata - contra o tempo de produção dos jatos novos).
y) Investir em aviões novos e eficientes, só que tendo que gastar com treinamento, etc.
x) Isso não é tão importante para empresas novas. Elas devem quebrar o porquinho, ver quanto dinheiro tem, e correr para os jatos, de preferência os de 2ª mão.



Duas observações:
- Estamos em tempo de crise.
- Observe a possibilidade de leasing. Se for pra comprar, parece mais evidente que prefiram os jatos novos, já que ninguém compra um avião pra se desfazer dele 1 ano depois.

#9 Paulistossaurosrex

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Postado 17 de junho de 2009 - 18:20

QUOTE(Thiago @ Jun 17 2009, 01:53 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Embraer nao podia ir só pra fazer figuração, com loungezinho, sofás , canapés, e maquetes etc e tal....
Leva o Phenom 300, leva um E190, leva um A-29....sei lá cara, não pode ir pra uma copa do mundo só pra fazer figuração....bota a aviação pra voar.
Ainda mais sabendo que os russos iam levar o Superjet, os japoneses colocando as manguinhas de fora....sei lá viu!

Bons tempos em que levaram um T-27, com o Cel Machry e o Vilarinho pra virar lancevak na cara dos franceses.....

Erro de estratégia total.
Aí alguém pode dizer: Ah, mas tão em período de austeridade e tal. Mas não levar SEQUER um phenom 100.....peraí.

Sei lá, posso estar com o raciocínio meio embotado, alguém da embraer há de esclarecer-me.

Abraços.



Thiago...

Permita-me discordar.

A Embraer não levou suas aeronaves simplesmente porque levá-las além de sair caro, não geraria ganhos na mesma proporção.

Porquê:

1- Aviação militar. Além de sair caro deslocar uma aeronave pra lá, normalmente a empresa casa a ida de uma aeronave deste porte com alguma viagem de demonstração a potenciais clientes. Como não existam clientes potenciais naquela parte do mundo para o ALX, então não vale a pena investir nisso. Vale mais a pena levar para feiras aqui na América Latina (FIDAE ou Ásia/Oriente Médio) que é onde estão os clientes.

2- Aviação Executiva: Quem compra avião executivo não vai a Le Bourget. As feiras de aviação Executiva são a NBAA, LABACE, EBACE e etc... A poucas semanas atrás tivemos a EBACE e a Embraer levou, simplesmente um Phenom 100 (aliás era um avião já de cliente), um Phenom 300 e um Lineage. è neste feira que os cliente vão ver as aeronaves, seu interior, etc...

3- Aviação Comercial: Levar o que? Qual novidade a Embraer tem pra mostrar. Os EJet´s já estão consolidados no mercado. Os operadores regionais/comerciais já estão carecas de conhecê-lo. Os aviões já rodaram o mundo em viagens de demonstração... Já operam nos cinco continentes. Então pra que colocar um avião lá em exposição estática??? Qual o custo disso.

Nestas épocas de contenção de gastos, o negócio é focar onde se tem o maior retorno.

E se vc ver bem, outras grandes fabricantes, como o Gulfstream, não levaram aviões a feira.

Essas grandes feiras são muito boas para divugar novos produtos... Não servem muito para os já consagrados e conhecidos. Se a Embraer tivesse mandado um E190, provavelmente ninguém iria notar, pois já é "carne de vaca". Já o Sukhoi é novidade, e tem toda a atenção dos visitantes e da mídia. É natural.

Sds,
EMB-312

#10 Landing

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Postado 17 de junho de 2009 - 18:48

QUOTE(EMB-312 @ Jun 17 2009, 06:20 PM) <{POST_SNAPBACK}>
3- Aviação Comercial: Levar o que? Qual novidade a Embraer tem pra mostrar. Os EJet´s já estão consolidados no mercado. Os operadores regionais/comerciais já estão carecas de conhecê-lo. Os aviões já rodaram o mundo em viagens de demonstração... Já operam nos cinco continentes. Então pra que colocar um avião lá em exposição estática??? Qual o custo disso.


Acho que a Embraer poderia ter adotado uma soluçao simples e barata.
Poderia ter negociado com algum operador europeu a utilizaçao da aeronave no periodo da feira.
O que poderia ser feito inclusive ter sido feito virtualmente sem custo algum, atraves de alguma troca comercial.
Me lembro que em uma Fidale, a Boeing para promover o 737ng "alugou" um 737-700 da Falecida.

QUOTE
Essas grandes feiras são muito boas para divugar novos produtos... Não servem muito para os já consagrados e conhecidos. Se a Embraer tivesse mandado um E190, provavelmente ninguém iria notar, pois já é "carne de vaca". Já o Sukhoi é novidade, e tem toda a atenção dos visitantes e da mídia. É natural.


Realmente. Eu me lembro que todo ano a Boeing tinha algum "debute".
Nem sei o que ela levou esse ano!

#11 Paulistossaurosrex

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Postado 17 de junho de 2009 - 18:53

QUOTE(Joaop @ Jun 17 2009, 05:23 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Pergunta pros amiguxos do foruxo:

Em tempos de crise... o que é melhor fazer?

1) Para uma empresa já consolidada no mercado e que voa com E-jets:
a) Continuar com a mesma frota, já que tem toda a tripulação / manu / peças / confiabilidade e pensar nisso só quando amenizar a crise e sobrar grana no caixa?
b) Continuar com essa frota e ir aos poucos renovando por uma de avioes regionais, só que de outra fabricante*?
c) Investir pesado na troca da frota*?

*Considere que os novos aviões são mais eficientes (menos combustível ou mais pax).


2) Para uma empresa jovial que está em vias de comprar/leasar seu primeiro jato regional:
z) Investir em aviões já consolidados no mercado (ex. E-jets), já que há oferta de tripulação já com carteira para esse tipo de anv. Além da manu, peças, etc. (ainda tendo possibilidade de oferta imediata - contra o tempo de produção dos jatos novos).
y) Investir em aviões novos e eficientes, só que tendo que gastar com treinamento, etc.
x) Isso não é tão importante para empresas novas. Elas devem quebrar o porquinho, ver quanto dinheiro tem, e correr para os jatos, de preferência os de 2ª mão.



Duas observações:
- Estamos em tempo de crise.
- Observe a possibilidade de leasing. Se for pra comprar, parece mais evidente que prefiram os jatos novos, já que ninguém compra um avião pra se desfazer dele 1 ano depois.



Algumas considerações:

1- Eficiência:

Vc diz que os novos aviões são mais eficientes: São mesmo???
Muito se promete... mas irão cumprir?

Além disso, a eficiência dos Ejet´s tem sido constantemente melhorada, o que diminiu a diferença dele para um novo competidor. Aos que acham que a Engenharia da Embraer está parada... não está não!!!

2- Mercado:

Dizem que irão vender 1.400 aviões até 2028. Iniciando as entregas em 2010, isso dá uma cadência mensal média de 6 aeronaves mês.

A Embraer já entregou quase 600 aeronaves de cerca de 900 encomendadas. Se acrescentarmos mais as opções de compra (vamos considerar que apenas 30% das opçoes sejam convertidas), esse número já chega em quase 1.100 aeronaves.

Nossa cadência de produção já esteve acima de 15 aeronaves mês.


3- Início de operação:

Muitas empresas só compram um avião quando este já provou seu valor. Normalmente isso pode ser acelerado quando existe um cliente lançador de peso. Uma empresa reconhecida no mercado e que pode influenciar e despertar interesse em outros operadores. O Sukhoi ainda não apresentou tal cliente, principalmente perante o Ocidente.
Além disso, existem os problemas de "infância" de uma aeronave. Praticamente todos os operadores sofrem com problemas de novas aeronaves (recém lançadas). Os próprios EJet´s tiveram uma série de problemas...
Mas o que realmente conta é como os fabricantes atuam com relação a estes problemas. Eles suportam devidamente seus clientes. Tem agilidade e colocam a devida urgência e energia na solução destes problemas??? Não sei se a Sukhoi está preparada para prestar um suporte ao cliente em início de operações como as empresas ocidentais recebem da Boeing, Airbus, Embraer...

4- Suporte ao cliente:

Rede de Oficinas próprias, centros de distribuição de peças, equipes de representantes técnicos, manuais digitais, sistema de AOG, ...
A Sukhoi vai ter que montar tudo isso.

A Embraer já tem. Tem centros próprios de manutenção nos EUA, Portugal, França... E centros de distribuição em vários localidades do mundo (China, Singapura, França, EUA).


5- Inovações:

Quais são mesmo as grandes inovações do SuperJet????


6- Treinamento:

Convênio de treinamento com instituição de referência mundial. Simuladores espalhados pelos cinco continentes.
Os compradores olham isso tb. Além da já citada disponibilidade de tripulações treinadas (principalmente em alguns países que tem falta de pilotos).

7- Família de aeronaves.

Frequentemente operadores precisam de aeronaves com diferentes capacidades para atender a diferentes demandas... Vc ter, de bate pronto, uma família de aeronaves (70 a 120 assentos), pode fazer toda a diferença. A Sukhoi ainda vai demorar um pouco a certificar outros modelos da família SuperJet.

Conclusão>

Claro que não se trata de se acomodar no trono que ocupa... claro que não. É preciso constantemente monitorar o mercado e o que os concorrentes estão fazendo.
É preciso estar melhorando constantemente seu produto, seu suporte... E já ir estudando novos produtos a serem oferecidos quando o seu produto começar a perder mercado (o que com o passar do tempo é inevitável). Se isso não for feito, claro que se perde mercado.
Mas acredito muito que o pessoal da Embraer esteja de olho, e muito de olho, em tudo isso.

Os caras não são bobos não... tanto é que enxergaram este nicho de mercado 10 anos antes... ousaram projetar e produzir uma família inteira dos maiores aviões de sua história... Lançaram um produto que mudou o conceito do que é "avião regional"...

Vamos ver o que vem por aí!

Sds,
EMB-312




#12 Paulistossaurosrex

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Postado 17 de junho de 2009 - 18:57

QUOTE(marcato @ Jun 17 2009, 06:48 PM) <{POST_SNAPBACK}>
Acho que a Embraer poderia ter adotado uma soluçao simples e barata.
Poderia ter negociado com algum operador europeu a utilizaçao da aeronave no periodo da feira.
O que poderia ser feito inclusive ter sido feito virtualmente sem custo algum, atraves de alguma troca comercial.
Me lembro que em uma Fidale, a Boeing para promover o 737ng "alugou" um 737-700 da Falecida.



Realmente. Eu me lembro que todo ano a Boeing tinha algum "debute".
Nem sei o que ela levou esse ano!


Verdade... tanto é que numa feira foi apresentado um E170 da EgyptAir... emprestado (ou alugado) pela empresa.
Na EBACE, tanto o Phenom 100 como o Lineage, eram de clientes, que foram alugados para a exposição.

Mas isso tb custa... e não sabemos se algum cliente teria avião disponível.

É só ver que não seria fácil, por exemplo, conseguir um 737 da GOL, emprestado, por uma semana...

Nas empresas de hoje, um avião fora da malha por uma semana (que não seja uma manutenção programada), já é uma dor de cabeça e tanto!!!

Sds,
EMB-312



#13 RICARDO MOTTI

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Postado 17 de junho de 2009 - 21:31

A Embraer privatizada, juntamente seus parceiros de risco, despenderam cerca de um bilhão de US$ no projeto, desenvolvimento, construção de protótipos, maquinários para linha de montagem, certificação e rede de suporte pós-venda para uma família de 4 aeronaves.
Que continuam em processo de melhorias buscando aprimorar sua perfomance.
Cinco anos se passaram, aproximadamente 900 aeronaves vendidas e cerca de 600 em operação.
Sem contar nas prováveis opções de compras.
Sem o governo brasileiro colocar um centavo nisso.
Visão e risco próprio da empresa que acreditou e apostou num mercado promissor.

A Holding Sukhoi tem 98,83% de suas ações nas mãos da United Aircraft Corporation, cujos 91,34% das ações pertencem ao governo russo, sócio majoritário e cujo ministro da defesa é o presidente do conglomerado.

Pergunta .... quanto tem da mão do governo nisso tudo, quanto, do ponto de vista capitalista, será vendido cada avião ...
Ou o avião será vendido abaixo do seu real custo de produção simplesmente para abocanhar uma fatia maior do mercado ...

E o pós venda ... os russos mudaram, ou teremos Ladas com asas ;;;;;


#14 Thiago

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Postado 19 de junho de 2009 - 00:38

QUOTE
Thiago...
Permita-me discordar.
A Embraer não levou suas aeronaves simplesmente porque levá-las além de sair caro, não geraria ganhos na mesma proporção.

Porquê:
1- Aviação militar. Além de sair caro deslocar uma aeronave pra lá, normalmente a empresa casa a ida de uma aeronave deste porte com alguma viagem de demonstração a potenciais clientes. Como não existam clientes potenciais naquela parte do mundo para o ALX, então não vale a pena investir nisso. Vale mais a pena levar para feiras aqui na América Latina (FIDAE ou Ásia/Oriente Médio) que é onde estão os clientes


Mas, porque não aproveitar essa mídia em torno dos R/E-99B, por exemplo?

É minha única indagação, já que as outras, foram elucidadas por vossa senhoria..eheheh

Valeu!



#15 Paulistossaurosrex

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Postado 19 de junho de 2009 - 18:10

QUOTE(Thiago @ Jun 19 2009, 12:38 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Mas, porque não aproveitar essa mídia em torno dos R/E-99B, por exemplo?

É minha única indagação, já que as outras, foram elucidadas por vossa senhoria..eheheh

Valeu!



Thiago...

Até poderia ser... expor um R-99 ou AEW grego por lá.

Mas fica a pergunta, existiria aeronave disponível pra isso?

Sds,
EMB-312





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