Omykron, me desculpa mas ocorre exatamente o contrário.
Veja o exemplo do Fokker 100, que não tem renovação de ar nos porões. O porão é todo dividido por redes e no momento do carregamento a posição logo à frente da porta (não lembro o nome que se dá a essa seção!) é reservada para acomodar os animais vivos. À sua volta, dentro daquela seção limitada pelas redes, não é permitida a acomodação de bagagens para permitir uma maior circulação de ar.
Durante o voo o animal fica estressado, se agita demais e acelera os batimentos cardíacos e consequentemente aumenta a respiração, consumindo cada vez mais rápido o oxigênio que já é restrito naquele local. É exatamente para evitar a morte do animal que ele deve voar sedado, pois ele passa a respirar de maneira mais "espaçada" e tem maiores chances de chegar bem ao destino.
A TAM não aceitava o transporte de animais vivos nos voos mais longos do F100, havia limitação de tempo de voo para isso.
A título de curiosidade, o F100 não tem renovação de ar nos porões porque também não tem extintores de incêndio ali instalados. O fogo, quando se instala, consome rapidamente o ar do porão e acaba apagado por abafamento.
Mas o caso do F100 era só o mais "crítico", mesmo com renovação de ar na frota Airbus nós também transportams os animais somente quando sedados.
Quanto à climatizacão, o A330 só permite controlar a temperatura da última seção do porão traseiro, chamada de Bulk, onde são transportados os animais v

ivos.
Quando levei meu gato para NVT eu fui instruido pela Varig a procurar a veterinária dele para conseguir o atestado de vacina e autorização para a sua viagem, se bem me recordo era algum documento com o timbre do Estado de São Paulo, e também o sedativo, que ela me entregou em uma seringa (sem a agulha) que eu deveria aplicar na boca dele no momento de entregá-lo ao check-in, para que o efeito durasse até depois da chegada a NVT. Eu mesmo tive que fazer esta aplicação, o funcionário da Varig disse que não poderia fazê-lo.
No caso dos animais que viajam na cabine de passageiros, a aplicação do sedativo não é necessária porque a circulação de ar é constante e ele não corre riscos.
Algo que de fato nos dá um certo trabalho durante voos longos é convencer os donos dos animais que eles não podem sair da gaiola (vá dizer isso à madame dona do Poodle ou do Yorkshire! Não sei qual dos dois é mais chato!). Fora da gaiola só é permitido cão-guia.
então é procedimento da varig jjnvt.
quando trabalhei no check-in, após várias perguntas para o setor de trafego e security, eles falavam de alto e bom tom. animal não pode voar dopado.